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No UFC, Weidman admite senso de urgência diante de Akhmedov: 'Preciso de uma vitória'

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De volta ao peso-médio (84 kg) após uma frustrada experiência nos meio-pesados (93 kg), Chris Weidman encara Omari Akhmedov neste sábado (8), no co-main event do UFC Las Vegas. Com cinco derrotas em suas últimas seis lutas, o ex-campeão parece consciente da importância deste combate para o prosseguimento de sua carreira na principal organização de MMA do mundo.

Em entrevista ao site ‘MMA Fighting’, o americano admitiu que precisa de um resultado positivo diante de Omari Akhmedov para colocar novamente sua carreira nos trilhos. Apesar disso, Weidman fez questão de ressaltar a qualidade dos oponentes enfrentados por ele nos últimos confrontos para justificar o retrospecto negativo recente, e aproveitou para demonstrar otimismo quanto à possibilidade de vitória no sábado, ao comparar o talento do adversário atual em relação aos anteriores.

“É um esporte muito duro. É um esporte inconstante. Os fãs definitivamente são duros. Mas também é meio que motivador. Você quer relembrá-los. Eu estou 1-5 nas minhas últimas seis lutas. Mas se você olhar contra quem eu lutei e a pessoa que eu venci (Kelvin Gastelum), e ele tem se saído muito bem. Em todas aquelas lutas, tirando a luta com (Dominick) Reyes, eu estava ganhando a luta. É apenas o jeito que as coisas funcionam às vezes. Você enfrenta todos esses caras muito bons, e você nem sempre vai ter sua mão levantada. Existe uma aleatoriedade em quem vence aquela noite. Coisas aleatórias acontecem. Não significa necessariamente que aquela pessoa foi melhor na luta”, ponderou Chris Weidman, antes de admitir o senso de urgência por uma vitória.

“Eu preciso de uma p*** de vitória. Preciso retomar o caminho das vitórias. Eu acho que tenho muitas vantagens nessa luta, mas quando você está lá dentro, você nunca sabe o que vai acontecer. Estou encarando isso com muita seriedade. Ele é duro, mas quando você olha para os caras que eu enfrentei, eu não acho que ele está no mesmo nível no que diz respeito ao talento. Eu acho que é uma afirmação justa, sem o desrespeitar”, concluiu o ex-campeão peso-médio do UFC.

Após chocar o mundo e nocautear Anderson Silva em 2013, destronando o brasileiro e conquistando o cinturão peso-médio do UFC, Chris Weidman defendeu com sucesso o título em três ocasiões, até ser superado por Luke Rockhold e perder a cinta. Desde então, o americano somou mais quatro reveses – pelas mãos de Yoel Romero, Gegard Mousasi, Ronaldo ‘Jacaré’ e Dominick Reyes, respectivamente – e conseguiu sua única vitória ao finalizar Kelvin Gastelum, em julho de 2017.