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Por onde anda Helvidio Mattos, o repórter das grandes histórias do esporte?

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O repórter das nações, Helvidio Mattos (8:13)

Helvidio Mattos mostra o seu primeiro livro e o evento de futebol, a Copa de Nações, com refugiados e imigrantes (8:13)

Esse jornalista fez parte do time ESPN Brasil por 21 anos. E Helvidio Mattos, aos 68 anos de idade, segue fazendo muitos trabalhos como repórter.

O nome não é comum, mas o rosto, a voz e o texto sempre marcaram época na história do jornalismo esportivo brasileiro. Desde muito novo, Helvidio sempre teve cabelos brancos, sempre usou óculos e sempre escreveu com o coração e a alma de um dos raros profissionais contadores de belas histórias da nossa crônica esportiva.

Veio da imprensa escrita e, certamente por isso, tem um texto impecável, marcante por todas as redações pelas quais passou. E foram muitas.

Desde a Globo, passando pela extinta TV Manchete, marcando época na TV Cultura onde participou de programas esportivos que entraram para a história como Vitória e Grandes Momentos do Esporte, até chegar aos canais ESPN em 1996, Helvidio Mattos tornou-se um dos maiores e melhores repórteres de TV da história do jornalismo esportivo brasileiro.

Aqui na ESPN Brasil foram 21 anos de grandiosas reportagens coberturas nacionais e internacionais e um punhado de prêmios de jornalismo.

Por aqui, Helvidio Mattos tornou-se o Senhor da Copa Africana de Nações (foram seis, no total). Foi o mestre das reportagens em Olimpíadas e Copas do Mundo e um pós-doutor quando o assunto eram os Jogos Abertos do interior, onde realmente se sentia em casa contando histórias de brasileiros na terra que ele tanto ama, o Brasil.

Aliás, na ESPN Brasil Helvidio sempre fez questão de exaltar o nome da emissora dizendo: “ESPN Brasil, Brasil, Brasil, entendeu?

À frente das câmeras ou na redação fechando programas, Helvidio sempre colocou em primeiro lugar o povo, sempre procurou dar voz ao pipoqueiro de um jogo do que o próprio protagonista das partidas que costumava cobrir, sempre valorizou o lado humano, a história que merece ser contada sempre foi o principal foco do repórter.

Em 2017, depois de fazer um dos documentários mais lindos da história dos canais ESPN, “11 Corações Recomeçando a Viver”, em homenagem aos jogadores e jornalistas que morreram no trágico acidente de avião da Chapecoense, o repórter deu adeus a casa, mas não ao jornalismo.

A vida seguiu para ele e o jornalismo manteve-se presente.

Encontramos o repórter em um evento que ele organizou ao lado de outros três colegas do jornalismo, da sociologia, enfim, novos amigos que fez na vida. Encontramos Helvidio Mattos como um dos organizadores da primeira edição da Copa de Nações, evento que reuniu imigrantes e refugiados de vários países que escolheram a cidade de São Paulo para viver ou até recomeçar uma vida digna.

Ele também acaba de publicar um livro com sociólogo Paulo Escobar: "Vinte sonhos de rua e uma história de amor!".

Nossa reportagem mostra como está Helvidio Mattos, o repórter que daqui a dois anos completará 70 anos de vida. A resposta você confere no vídeo que está lá em cima.

Clique lá, se você quer matar saudade, curiosidade ou simplesmente se você gosta de ver e ouvir histórias ou se quer aprender um pouco mais com um dos maiores repórteres em atividade do jornalismo esportivo brasileiro.