O Brasil fez uma grande partida, mas perdeu por 33 a 21 para a Dinamarca, nesta quarta-feira (29), pelas quartas de final do Mundial de handebol, e deixou a competição.
Apesar da derrota, a equipe canarinho se despede de cabeça erguida, tendo enfrentado de igual para igual em muitos momentos a seleção que é atual tricampeã seguida do Mundial e também campeã olímpica em Paris-2024.
A campanha brasileira foi histórica, com o time chegando pela primeira vez às quartas e fechando na 7ª posição geral. Antes, a melhor participação era o 9º lugar de 2019.
No decorrer do torneio, o time comandado por Marcus Oliveira ganhou cinco de seus sete jogos e derrotou adversários de peso, como Suécia, Noruega e Espanha.
Agora, a Dinamarca pega o ganhador de Portugal x Alemanha na semi. A outra chave terá o duelo entre França e Croácia.
Na partida, o Brasil conseguiu manter o placar não tão dilatado durante todo o primeiro tempo, fechando a etapa inicial com placar de 15 a 12 para os europeus.
O desempenho verde-e-amarelo foi muito bom, criando dificuldades que os adversários ainda não tinha experimentado desde o início da competição.
Na segunda metade, porém, os favoritos ao Tetra do Mundial deslancharam e ganharam a parcial por 18 a 9, fechando o jogo em 33 a 21.
Importante ressaltar, porém, que a Dinamarca conseguiu segurar sua vantagem em vários momentos graças às grandes defesas do goleiro Emil Nielsen, que fez uma partidaça (foram 15 defesas e o prêmio de melhor em quadra).
Para variar, o grande destaque do jogo foi o astro Mathias Gidsel, artilheiro da Copa do Mundo, que deu um show em quadra e fez seis gols em 10 finalizações.
Emil Jakobsen e Rasmus Schmidt também foram decisivos para os campeões mundiais, com seis tentos cada.
Do lado brasileiro, Vinícios Carvalho se destacou com sete gols, sendo o melhor anotador canarinho na partida.
