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Olimpíada iludiu Jaqueline, que pensou que vôlei teria mais espaço: 'Piorou; é só futebol'

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Vôlei: Jaqueline não descarta ter outro filho, mas não tem planos imediatos (0:24)

Recém-aposentada da seleção, bicampeã olímpica foi a Bola da Vez; assista na íntegra no WatchESPN (0:24)

O Brasil pode até ser o país do futebol, mas está longe de ser um país do esporte. Essa é uma das opiniões de Jaqueline, bicampeã olímpica no vôlei e entrevistada do Bola da Vez da última terça-feira, programa que já está disponível na íntegra no WatchESPN.

Ao saber que o Rio de Janeiro sediaria uma Olimpíada em 2016, a atleta pernambucana acreditou que os rumos do esporte mudariam. “Fiquei feliz demais. Falei: é agora que o vôlei vai alavancar. É agora que a gente vai poder mostrar o que a gente tem. Independente, ganhando ou perdendo, eu acho que o mais importante é a gente evoluir, crescer e poder ser mais vista”, confessou, sobre seu pensamento à época.

O resultado do megaevento e o tão falado legado, porém, decepcionaram Jaque, que não viu aumento na visibilidade e, consequentemente, investimento.

“Só piorou. Depois que acabou a Olimpíada, sumiu. É só futebol”, lamentou a jogadora de 1,86m sobre a cultura esportiva do país.

“Amo o futebol, acompanho, sou alucinada pelo futebol também, mas os outros esportes tinham que ter sua vez. Nem que fosse 10 minutinhos na TV, falar um pouco de cada esporte. Isso mudaria”, analisou Jaqueline.

A jogadora de 34 anos também abordou sua carreira, os ouros olímpicos, as lesões, a estrutura do esporte no Brasil e seu futuro, entre outros assuntos, no programa que teve João Carlos Albuquerque, Fernando Nardini e Daniel Bortoletto na bancada. Assista!