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10 razões para não perder o imperdível Australian Open

Para quem fez uma resolução de Ano Novo para ficar positivo em 2018, permita-nos apresentar o Aberto da Austrália, que terá transmissão ao vivo nos canais ESPN e no Watch ESPN a partir deste domingo. Sem Serena, sem Murray, sem Azarenka? Sem suor, certo? Completamente errado!

Aqui estão 10 razões para configurar o seu alarme / ficar acordado até o fim / não dormir / beber café para as próximas duas semanas.

1. Está quente (talvez até demais) em Melbourne

Seu mundo tinha tempestades de neve e ventos avassaladores nos últimos tempos? Em Melbourne, as fontes mais prováveis de criar um desastre são Nick Kyrgios e Fabio Fognini. Será quente (literalmente). Realmente quente. Permita que Eugenie Bouchard ilustre a situação:

2. 7 da sorte para Sloane?

Sloane Stephens, campeã do US Open, será chamada de “Sloane Stephens, campeã do US Open” pela primeira vez em uma Grand Slam. Depois disso, existe um problema potencial: Stephens não ganhou uma partida desde sua corrida mágica em Nova York. Desde que venceu sete jogos seguidos em Flushing Meadows para conquistar o US Open em setembro, Stephens perdeu sete partidas consecutivas ao redor do mundo. Isso é uma tendência? Se for, ela vai conquistar o segundo Grand Slam da sua vida – e de forma consecutiva?

3. É apenas a ponta do iceberg

Desculpe-me pela referência gelada. Mas Stephens não é a única americana que poderia lutar pelo título de simples na chave feminina. CoCo Vandeweghe abriu o top 10 e chegou às semifinais no Aberto da Austrália e no US Open há um ano. Desta vez, ela tem a lenda australiana Pat Cash ao seu lado (literalmente e figurativamente). E então há Madison Keys e sua poderosa direita. Não se esqueça da vice-campeã na Austrália em 2017 (para não mencionar os sete títulos de Grand Slam sete vezes) Venus Williams. O quão gigantesco seria ver Billie Jean King, responsável por entregar a taça à vencedora, passar a preciosidade para as mãos de Venus? De arrepiar!

4. Maria!

Ame-a ou odeie-a, acredite ou não acredite nela, não há como negar que Maria Sharapova atrai multidões e faz com que tudo à sua volta seja mais interessante. Campeão na Austrália em 2008, ela ficou fora do evento no ano passado, cumprindo uma suspensão por falhar um teste antidoping no Australian Open de 2016, mas agora está de volta. E voltou sem ser cabeça-de-chave. Assim, se ela ganhar na estreia, terá pela frente Anastasija Sevastova, que a eliminou no US Open do ano passado.

5. Na torcida por Petra

Duas vezes campeã de Wimbledon, ela não competiu no Aberto de Austrália do ano passado, enquanto se recuperava das lesões na mão esquerda, após ser feridas à faca por um intruso em sua casa na República Tcheca. Kvitova chegou às quartas de final no US Open no ano passado e diz que não sente mais dores. Na torcida por ela!

6. A vez de Woz?

Ela é, indiscutivelmente, a melhor jogadora entre as mulheres a nunca te conquistado um título de um Grand Slam. E ela fechou 2017 ganhando o maior de suas 27 taças, o WTA Finals. Ligar a TV para acompanhar se a tenista que ganhou quase US$ 27 milhões em prêmios pode levantar seu primeiro major em sua 43ª tentativa faz todo o sentido. Segunda cabeça-de-chave, ela abre sua campanha contra Mihaela Buzarnescu, a única pessoa a vencê-la no US Open de 2017.

7. Trabalho, trabalho, trabalho, Simona

Assim como Wozniacki, a primeira cabeça-de-chave e número 1 do mundo Simona Halep está procurando o primeiro título do Grand Slam de sua carreira. Os prós? Halep parou nas quartas de final do Aussie Open em 2014 e 2015. Os contras? Ela não ganhou uma partida na Austrália desde a edição 2015. Ela foi eliminada na primeira rodada em 2016 (por Zhang Shuai) e 2017 (por Shelby Rogers). Agora, estreia contra a adolescente australiana Destanee Aiava, de apenas 17 anos.

8. Repetindo Roger?

A perspectiva de ver Roger Federer ganhar o seu Grand Slam de número 20 poderia ser motivo suficiente para não sair de frente da TV. O problema é que você não pode esperar até a final para fazê-lo. O campeão defensor não recebeu exatamente o melhor sorteio em busca do seu sexto título na Austrália. Entre os que poderiam estar entre Federer e a final (isso é sinônimo de Rafael Nadal?) estão Sam Querrey, Juan Martin del Potro, Novak Djokovic, Stan Wawrinka e Sascha Zverev.

9. Com ou sem?

Estamos falando de Nadal aqui. Mas não estamos falando se o vice-campeão de 2017 (para não mencionar que ele venceu 16 vezes um Grand Slam) vai jogar ou não. E não estamos falando se ele usará ou não o Australian Open como um trampolim para reduzir a diferença para Federer. Ouça isso: na web, o que se diz é que Nadal está voltando no tempo e cortando as mangas, como em 2008. Naquele ano, ele parou na semifinal.

10. Falando em internet...

A diversão está em quadra, claro! Mas também nas mídias sociais! É ficar de olho para ter convicção: o Australian Open é demais!