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WSL estuda acordo para surfistas da elite disputarem Olimpíada de 2020

Divulgação/WSL

A próxima edição dos Jogos Olímpicos, em Tóquio, será diferente das demais pela introdução de novas modalidades que ganharam destaque nos últimos anos. Uma das principais é a competição de Surfe que, nesta semana, anunciou por meio de sua Associação Internacional um acordo com a WSL para o formato de qualificação para 2020.

O trato ainda precisa da aprovação do Comitê Olímpico Internacional (COI), que decidirá sobre o tema em uma reunião inicialmente marcada para fevereiro do próximo ano, mas prevê a possibilidade dos surfistas do Circuito Mundial participarem da Olimpíada e uma seletiva aberta para todo o mundo, visando promover novos participantes e competidores em busca de uma vaga no torneio, com sede no Japão.

Segundo o acordo, 18 das 40 vagas disponíveis para a modalidade seriam destinadas aos surfistas da elite, sendo dez homens e oito mulheres. As 22 vagas restantes serão determinadas no ISA World Surfing Games, de 2019 e 2020, e pelos melhores da modalidade nos Jogos Panamericanos de 2019, em Lima, no Peru. Por ser o país sede, o Japão terá duas vagas exclusivas, uma para a competição masculina e outra para a feminina.

“Foi ótimo que a ISA e a WSL, em reuniões com os próprios atletas, puderam chegar a um acordo sobre o processo de qualificação para 2020. Estamos ansiosos para sempre melhorar essa parceria, à medida que nos aproximamos desta fantástica oportunidade do surfe fazer parte dos Jogos Olímpicos”, explicou a CEO da WSL, Sophie Goldschmidt.

Os surfistas interessados em competir nas próximas Olimpíadas ainda devem disputar duelos internos para definir uma primeira vantagem em relação aos compatriotas. Pelo acordo entre a liga (WSL) e a ISA, todos os surfistas precisam obter a classificação junto às federações nacionais dos seus países.