Renato Senise

Renato Senise

Alexis Sánchez: ‘O maior mercenário do futebol’


“Alexis Sánchez é o maior mercenário do futebol.” Frase dita por Martin Keown , ex-zagueiro do Arsenal, ao saber que o jogador chileno irá receber cerca de 500 mil libras por semana no Manchester United. Ian Wright, segundo maior artilheiro da história do clube, falou que Sánchez tirou o pé durante toda a atual temporada e era claro que ele não queria mais jogar no time do norte de Londres.

Mas o que acham os torcedores? No vídeo acima, você vê o que pensam os sofridos fãs do Arsenal ao ver mais um ídolo sair. A grande maioria se diz aliviada por tudo ter acabado, já que eles não aguentavam mais a novela que se arrastou por mais de um ano, e a visível má vontade do atleta nessa temporada. 

Sánchez ficou três anos e meio no Arsenal. Conquistou três títulos (duas Copas da Inglaterra e uma Supercopa da Inglaterra). Fez 80 gols em 166 jogos. Durante a maior parte do tempo em que vestiu a camisa dos Gunners, foi tido como um dos poucos a aliar talento e raça em um time muito criticado pela falta de personalidade. Mas a idolatria diminuiu muito nos últimos tempos.

No vídeo, fizemos questão de perguntar também sobre Arsene Wenger. Seria ele o maior culpado pela perda de ídolos do Arsenal e pela falta de títulos de expressão? De novo, quase uma unanimidade: o treinador não tem culpa. A responsabilidade é da diretoria, principalmente de Stan Kroenke, empresário americano milionário que é o acionista majoritário do clube: “Ele não entende de futebol, só quer saber de fazer crescer a própria conta bancária e ainda usa Wenger como escudo pra todas as críticas.”

A notícia boa é que Sánchez não foi de graça. Mkhitaryan já foi muito bem recebido pelos fãs. E se Aubameyang realmente vier, o saldo da janela de transferência é pra lá de positivo para o Arsenal. Um quarteto ofensivo com Ozil, Mkhitaryan, Aubameyang e Lacazette impõe respeito. Wenger sairia fortalecido de mais uma novela. Que venha a próxima…