Crise no Lille pode colocar brasileiros no mercado; veja quem ficaria disponível

ESPN.com.br
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Luiz Araújo, Thiago Maia e Thiago Mendes em jogo de pré-temporada do Lille
Luiz Araújo, Thiago Maia e Thiago Mendes em jogo de pré-temporada do Lille

Barrado de fazer contratações pela Direção Nacional de Controle de Gestão (DNCG), o Lille pode ter de vender alguns de seus jogadores recém-contratados para equilibrar as contas e dar garantias financeiras à Liga Francesa (LFP), revelou nesta quarta-feira a revista France Football.

O campeão nacional em 1946, 1954 e 2011 esperava viver uma temporada 2017/2018 de glórias com a contratação do técnico Marcelo Bielsa e a chegada de novos 12 atletas, entre eles três brasileiros - os meio-campistas Thiago Maia e Thiago Mendes além do atacante Luiz Araújo.

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Porém, o Lille ocupa apenas a 17ª colocação da Ligue 1 - a primeira fora da zona de rebaixamento - e suspendeu Bielsa, enquanto busca uma maneira de encerrar o contrato do argentino, que pede uma indenização milionária.

Agora, o DNCG impediu o clube de fazer contratações por tempo indeterminado devido a problemas em apresentar garantias financeiras. De acordo com a FF, a diretoria teria de conseguir 25 milhões de euros (R$ 97 milhões) até o meio de 2018 para não ter de ser rebaixado nos tribunais.

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Para isso, terá de vender jogadores recém-contratados, e a tradicional revista francesa cita dois brasileiros com potencial para o Lille fazer caixa: Thiago Maia e Luiz Araújo, que custaram 14 milhões (R$ 54 milhões) e 10,5 milhões (R$ 41 milhões) de euros respectivamente e ainda não deslancharam na França.

A France Football estima que, hoje, o ex-Menino da Vila valha 9 milhões de euros (R$ 35 milhões), enquanto a joia são-paulina sairia por 6 milhões de euros (R$ 23 milhões). Ou seja: o clube sairia no prejuízo em poucos meses.

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Outro nome levantado pela revista é o de Kévin Malcuit, que custou 9 milhões de euros e poderia ser negociado por 7,5 milhões de euros (R$ 29 milhões).