Para não enfrentar Barça, Iniesta rejeita reencontro com Guardiola e pode ir ao Catar atuar com Xavi

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Xavi e Iniesta erguem a taça da Copa do Rei de 2015 pelo Barcelona. Juntos novamente?
Xavi e Iniesta erguem a taça da Copa do Rei de 2015 pelo Barcelona. Juntos novamente? Getty Images

O futuro de Andrés Iniesta pode ser o mesmo do amigo Xavi Hernández: as mil e uma noites do Catar.

Nesta sexta-feira, o jornal catalão Mundo Deportivo revela que o herói da Espanha na Copa do Mundo de 2010 considera se juntar ao ex-companheiro de Barcelona para a parte final de sua carreira.

O jogador de 33 anos, dono de 30 títulos no clube blaugrana, tem sofrido com seguidas lesões que o impedem de ser uma figura preponderante dentro de campo para o Barça, explica a reportagem.

"Ele é consciente de que os problemas físicos diminuíram sua capacidade para ajudar a equipe. Seu talento é inquestionável, tanto como seu profissionalismo e esse desejo inato de seguir somando títulos, mas são muitos anos e lesões que condenaram o meio-campista a um papel secundário que não merece um futebolista com sua história. Ver Iniesta no banco dói, ainda que ninguém possa reprovar o técnico que o coloque lá, porque se julga sua classe, mas sim seu estado físico", afirma o diário.

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Com o adeus à seleção espanhola próximo - provavelmente após a Copa de 2018 -, Iniesta também pode dar adeus ao Barcelona no mesmo período. No entanto, ele tem uma ideia clara em sua cabeça: não quer enfrentar o clube de seu coração, onde está desde os 12 anos.

Por isso, Iniesta não deve se reencontrar com Josep Guardiola, que gostaria de tê-lo no vestiário do Manchester City, revela a reportagem. "O treinador o queria como referência de um vestiário construído à base de talento, mas que falta espírito", continua.

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Por isso, o meio-campista considera aceitar o convite de Xavi para visitar o Catar e, quem sabe, mudar-se ao país-sede do Mundial de 2022.

"(No Catar) Assegura-se uma vida plácida para ele e sua família já numerosa, uma liga zero competitiva onde a exigência é mínima e umas receitas espetaculares que em seu caso se multiplicariam com ações vinculadas à Copa", explicou o MD.

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