Seis torcedores do Coritiba são condenados à prisão por batalha campal em 2009

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GazetaPress
Torcedores do Coritiba invadem Couto Pereira após empate do time com o Fluminense, em 2009
Torcedores do Coritiba invadem Couto Pereira após empate do time com o Fluminense, em 2009

Seis torcedores do Coritiba foram condenados à prisão por envovilmento na batalha campal ocorrida no estádio Couto Pereira, em Curitiba, há pouco mais de sete anos. O julgamento do sexteto começou às 9h (de Brasília) de quinta-feira, em Curitiba, e teve a audiência concluída já na madrugada desta sexta-feira, por volta das 2h (de Brasília).

De acordo com informações do jornal "Gazeta do Povo",Renato Marcos Moreira e Alan Garcia Barbosa foram condenados em regime semiaberto por lesão corporal grave. O primeiro recebeu dois anos e 11 meses de pena, enquanto o segundo recebeu dois anos e um mês.

Já o quarteto Reimakler Allan Graboski, Gilson da Silva, Sidnei Cesar de Lima e Adriano Sutil Oliveira foram condenados ao regime fechado por tentativa de homicídio (ação dolosa) contra um policial militar por motivo fútil.

O primeiro recebeu a pena de oito anos e quarto meses de prisão. O segundo de sete anos e seis meses. O terceiro, sete anos e seis meses. E o último, sete anos e seis meses.

Graboski era dirigente da organizada Império Alviverde à época.

Não há informação se eles vão recorrer das sentenças.

A briga ocorreu em 6 de dezembro de 2009 após a partida entre Coritiba e Fluminense, pela última rodada do Campeonato Brasileiro, que terminou empatada por 1 a 1 e acabou por decretar o rebaixamento do time paranaense à Série B nacional.

O sexteto foi acusado de participar da invasão ao gramado após o final da partida e de ter cometido agressão violenta contra três policiais militares: Ricardo Luis Gomyde, Jean Oliver Plinya e Sivéria Koniuchowicz. Antes deles, sete torcedores tinham sido punidos.

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Os relatos na época registraram que ao menos 17 pessoas ficaram feridas com o tumulto. Ainda ocorreram brigas fora do estádio, com mais feridos.

"A condenação é uma resposta da sociedade curitibana à prática de condutas corriqueiras e criminosas por parte das torcidas organizadas, cujos grupos delimitam os territórios da capital sobre os quais imaginam ter o domínio, valendo-se da massa para perturbar a ordem pública e cometer delitos. No entanto, o Estado está vigilante e resolutivo para coibir ações dessa natureza", disse o promotor de Justiça Marcelo Balzer Correia, em nota do Ministério Público reproduzida pela "Gazeta do Povo".

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