Grupo hacker gera fraude de US$ 16 milhões em micro transações de 'FIFA 17'

ESPN.com.br
Divulgação/EA
Os Fifa Coins, obtidos no modo Ultimate Team, eram vendidos para se transformar em lucro real para o grupo de hackers.
Os FIFA Coins, obtidos no modo Ultimate Team, eram vendidos para se transformar em lucro real para o grupo de hackers.

Um grupo de hackers foi condenado por fraudar o sistema de micro transações de FIFA 17, da Electronic Arts. O bando foi responsável por um sistema ilegal de "mineração" e obtenção ilegal de recursos no jogo de futebol, com valores que chegam a casa dos 16 milhões de dólares.

O grupo era formado pelo norte americano Anthony Clark, 24 anos, de Whittier, Califórnia e mais três comparsas. Eles foram condenados por fraudar o sistema da EA e acumular a moeda do jogo, FIFA Coins, geralmente usada na compra de pacotes de jogadores no modo Ultimate Team de FIFA 17.

Segundo o Departamento de Justiça dos EUA, Clark e seus comparsas desenvolveram um software capaz de burlar os servidores da EA e enganar o sistema para que computasse milhares de partidas em pouquíssimo tempo. Assim, as contas atreladas aos falsificadores geraram um alto acúmulo de FIFA Coins.

O resultado da ação poderia ser vendido em mercados paralelos, como leste europeu e China, transformando-se em ganho real para Clark e os demais. O FBI foi acionado, prendeu o bando e confiscou dinheiro, carros e até uma casa. Os quatro integrantes aguardam a condenação.

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