Único algoz de Nadal em Roland Garros prepara volta às quadras para 2016

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Robin Soderling após sua histórica vitória sobre Rafael Nadal em Roland Garros-2009
Robin Soderling após sua histórica vitória sobre Rafael Nadal em Roland Garros-2009

Derrotado cinco vezes por Rafael Nadal em Roland Garros, Novak Djokovic terá na próxima quarta-feira talvez sua maior chance de finalmente ganhar do espanhol no saibro francês e ficar próximo de conquistar o único Grand Slam que lhe falta.

E se existe alguém que pode dar conselhos ao número 1 do mundo é Robin Soderling, o sueco que ainda hoje é o único tenista a ter vencido o eneacampeão em Paris.

Naquele 2009, Soderling assombrou a todos com o triunfo por 3 sets a 1 sobre o até então quatro vezes ganhador de Roland Garros - depois, Nadal encaixaria mais cinco títulos seguidos. O sueco só parou na final, perdendo para Roger Federer.

A carreira do escandinavo se consolidou depois daquela histórica vitória, mas desde julho de 2011 ele está afastado das quadras por causa de uma mononucleose.

Agora, pela primeira vez, Robin Soderling colocou uma data para seu retorno ao circuito: 2016. "Hoje, finalmente, estou me sentindo muito melhor. Eu não diria que estou 100%, mas não muito longe disso, o que é uma ótima sensação", disse em entrevista à BBC Radio 5 live na última segunda-feira.

"Espero - se continuar progredindo da maneira atual -, então, talvez, é duro dizer, mas talvez em seis meses ou um ano a partir de agora eu possa começar a treinar 100%", revelou o sueco, hoje com 30 anos.

"Meu objetivo era jogar uma longa carreira e atuar até acima dos 30. Se puder ficar saudável, eu ainda sinto que tenho alguns bons anos comigo. Olhando para a maneira como os jogadores do circuito estão atuando agora com mais idade, isso me dá um pouco mais de esperança", revelou o único algoz de Nadal em Paris.

O ex-número 5 do mundo também deu detalhes na entrevista sobre os momentos difíceis da doença. "No começo eu não pensava tanto sobre isso (os anos de carreira perdidos), porque estava me sentindo muito mal: eu tinha problemas indo para minha cara até o banheiro. Mas então, depois de um tempo, assim que comecei a me sentir melhor fisicamente, foi duro mentalmente, é claro: todos os pensamentos começaram a entrar na minha cabeça sobre talvez eu nunca mais jogar tênis novamente. Mas eu fiz algumas outras coisas. Tive uma criança e aprendi que tênis é uma grande parte da minha vida, mas não é a minha vida inteira, como eu pensava antes".

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