Hotel onde Marin foi preso tem diária de R$ 12,6 mil, mordomo e lava-rápido para limusine

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REUTERS/Arnd Wiegmann
Hotel Baur au Lac Zurique Fifa Suíça Polícia 27/05/2015
Viatura da polícia suíça em frente ao hotel Baur au Lac, em Zurique

Nesta quarta-feira, José Maria Marin, ex-presidente da CBF, e outros executivos da Fifa foram presos em uma operação surpresa do FBI e da polícia suíça. As detenções ocorreram no luxuoso hotel Baur au Lac, considerado o melhor de Zurique, no qual as diárias podem chegar a até 3,8 mil francos suíços, ou R$ 10,8 mil, em um quarto de luxo com vista para o lago. Já a diária mais barata sai por 570 francos suíços, ou R$ 1,9 mil.

Fundado há 170 anos, o hotel é comandado pela mesma família há seis gerações. Atualmente o número um entre todas as opções de hospedagem em Zurique no site TripAdvisor.

Ele fica dentro de um parque da cidade suíça e conta com tudo do bom e do melhor, como lava-rápido para limusines, serviço de mordomo personalizado, fitness center com vista para os Alpes e uma das melhores lojas de vinhos do mundo.

Nos quartos, os hóspedes também se esbaldam no luxo. Há sistema de som Bose e docks para iPod em todas as suítes, assim como roupões de algodão egípcio, players de Blu-Ray e DVD, serviço de massagem e fisioterapia e até camas de luxo para animais de estimação. Nos banheiros, o piso é aquecido, e tudo é esculpido em mármore italiano.

Além disso, todos os produtos o que estão no frigobar, como champanhe da melhor qualidade e a seleção de queijos suíços, podem sem consumido sem custo adicional. O serviço de engraxate também é "na faixa" para quem conseguir bancar a diária do Baur au Lac.

Fora dos quartos, os hóspedes ainda contam com diversos restaurantes renomados e também com um dos night clubs mais famosos da Suíça: o Diagonal, que fica dentro do complexo do luxuoso hotel.

A localização é privilegiada, já que o complexo fica a minutos do distrito financeiro de Paradeplatz e da Bahnhofstrasse, a mais famosa rua do comércio de Zurique, onde podem ser encontradas todas as grandes grifes mundiais.

Marin e os outros detidos, porém, não poderão mais aproveitar o Baur au Lac, já que devem ser extraditados para os Estados Unidos, onde o FBI e o Departamento de Justiça darão prosseguimento às investigações. Os presos são acusados de extorsão, fraude e conspiração para lavagem de dinheiro, entre outros delitos, em um "esquema de 24 anos para enriquecer através da corrupção no futebol".

Divulgação
Quarto Hotel Baur au Lac Zurique Suiça
Uma das suítes de luxo do Baur ao Lac, com vista para o lago

Veja a lista com os 14 acusados na investigação:

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