Feras do surfe se encontram no Rio: Medina fala em 'volta por cima', e Slater quer ao menos quartas

Tiago Leme, do Rio de Janeiro (RJ), para o ESPN.com.br
Gazeta Press
Feras do surfe participaram de entrevista, nesta segunda-feira, no Rio de Janeiro
Feras do surfe participaram de entrevista, nesta segunda-feira, no Rio de Janeiro

Enquanto o mar da Barra da Tijuca ainda não oferece as ondas ideais para o início da quarta etapa do Circuito Mundial, as feras do surfe se encontraram nesta segunda-feira à tarde, em uma entrevista coletiva no hotel em que estão hospedados, no Rio de Janeiro. Diante de um interesse da imprensa nunca visto antes na modalidade no Brasil, os atletas falaram sobre a expectativa para a competição.

Sentados à mesa no palco estavam ninguém menos do que Gabriel Medina (atual campeão mundial), Adriano de Souza, o Mineirinho (líder do ranking em 2015), Filipe Toledo (vencedor da primeira etapa e terceiro do ranking), a lenda Kelly Slater (11 vezes campeão mundial), Mick Fanning (três vezes campeão do mundo e atual vice-líder do ranking), além das surfistas do torneio feminino, Carissa Moore, Courtney Colongue e a brasileira Silvana Lima.

Depois de um início ruim nesta temporada, Medina espera começar a recuperação no campeonato com um bom resultado no Rio. Após três etapas disputadas na Austrália, ele está na 16ª posição do ranking, tendo como melhor resultado as quartas de final em Bells Beach, além de uma eliminação na segunda fase e outra na terceira fase.

"O Rio é o lugar ideal para começar a pensar em uma volta por cima. Estou em casa, tenho o apoio da torcida, não só eu, como todos os outros brasileiros. Não foi do jeito que eu queria o começo do ano, mas só tenho que agradecer a Deus pelos lugares que tenho visitado, pelas coisas que aconteceram comigo. Tenho que pensar positivo, quero um bom resultado aqui. É esperar que as ondas apareçam, e estamos juntos", disse o brasileiro de 21 anos, que obteve uma conquista inédita e histórica para o país em 2014.

Medina quer volta por cima, mas ressalta: 'Não é porque fui campeão que vou ganhar tudo agora'

Já o veterano Kelly Slater, que também não começou o ano tão bem e está na nona colocação do ranking, se mostrou tranquilo durante a conversa com os jornalistas. O norte-americano de 43 anos garante que seu objetivo continua sendo conquistar mais um título do WCT e quer chegar pelo menos às quartas de final no Brasil, meta que só conseguiu até agora neste ano em Margaret River.

"Se você está no tour e quer ganhar o título, tem quer ficar de terceiro lugar para cima. Você quer ganhar em cada evento, mas isso não é muito provávelou melhor. Voce quer ganahr em cada evento, isso nao é muito provável, todos querem ganha. Então, você tem que chegar pelo menos às quartas de final em cada evento", afirmou Slater.

A WSL (Liga Mundial de Surfe) informou que uma nova chamada será feita nesta terça-feira, às 7h (horário de Brasília), para ver se as ondas estão boas para o início da etapa brasileira, mas existe a chance de o começo ser adiado novamente para quarta-feira.

Divulgação/WSL
Palco para a etapa brasileira no Circuito Mundial de surfe está montado na Barra da Tijuca
Palco para a etapa brasileira no Circuito Mundial de surfe está montado na Barra da Tijuca
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