Modesto diz que grana de Teixeira foi apenas 'socorro' e garante economia de R$ 23 mi

ESPN.com.br
Ivan Storti/Santos FC
Modesto Roma Jr Presidente Santos Coletiva 22/01/2015
Modesto Roma pegou o Santos em situação financeira complicada

O presidente do Santos, Modesto Roma Jr., disse nesta segunda-feira que o empréstimo de R$ 4 milhões feito pelo ex-presidente Marcelo Teixeira ao clube, revelado com exclusividade pelo ESPN.com.br, não passou de um "socorro de caixa" emergencial para pagar os salários atrasados dos atletas. No entanto, admitiu que o clube pode ter que recorrer à estratégia novamente nos próximos tempos.

"A gente precisava arcar com os compromissos dos atletas, que era nossa condição primeira. Queríamos liquidar as coisas para deixar tudo de maneira mais tranquila no Santos. Precisamos desse 'socorro de caixa' por alguns dias, e o Marcelo nos ajudou nisso, mas felizmente já está tudo superado", assegurou Modesto, em entrevista ao "Bate Bola - 2ª edição", da ESPN Brasil.

"Um novo 'socorro de caixa' poderá ocorrer sempre que houver necessidade, mas não creio que seja necessário. Agora, o Santos está se estruturando, e não queremos pedir para ninguém de fora do clube uma ajuda. O Santos tem que caminhar com suas próprias pernas, e é assim que vamos trabalhar daqui pra frente", acrescentou.

De acordo com Modesto, o Santos irá economizar um grande valor com o elenco que montou para 2015. O mandatário também disse que novos jogadores podem chegar, a exemplo do meia Marquinhos Gabriel, apresentado nesta segunda pelo time da Baixada.

"Nós, quando montamos essa equipe, economizamos R$ 23 milhões por ano. Isso para adequar o elenco do Santos com a realidade financeira que o Santos tem hoje. Mas montamos um elenco de qualidade. Podemos ter mais alguns reforços até. Nossa vontade é de manter esse elenco e reforçá-lo para o Brasileirão, mas tomando cuidado para não gastar em momento algum mais do que arrecadamos", discursou.

Sobre o fraco público nos jogos na Vila Belmiro, o cartola santista disse que gostaria de mandar mais partidas no Pacaembu, mas é impedido pela falta de efetivo da Polícia Militar para trabalhar em mais de um jogo por dia na capital paulista. Por isso, o "Peixe" irá levar alguns jogos para o interior de São Paulo.

"Haverá jogos em São José do Rio Preto, em São José dos Campos e um no Pacaembu, que é o que conseguimos fazer com as datas. O Santos tem que jogar no Maracanã, no Mané Garrincha, em Cuiabá, porque a torcida do Santos está em todo o Brasil. Mas o Santos é um clube de Santos, e o estádio tem condição de receber grandes jogos. Jogaremos aqui contra São Paulo e Palmeiras, por exemplo", encerrou.

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