Com filas e atraso, Botafogo começa pleito para escolher novo presidente

Caio Blois e Tiago Leme, do Rio de Janeiro (RJ), para o ESPN.com.br

Na beira do abismo no Campeonato Brasileiro, o Botafogo escolhe nesta terça-feira seu novo presidente para o próximo triênio. O presidente eleito já assume amanhã. Quatro candidatos disputam as eleições: Carlos Eduardo Pereira (Chapa Ouro), Marcelo Guimarães (Chapa Cinza), Thiago Cesário Alvim (Chapa Azul) e Vinicius Assumpção (Chapa Alvinegra). Após um atraso de cerca de 15 minutos por problemas com fiscais, uma longa fila se formou em General Severiano, causando o primeiro bate-boca do dia.

Os presidenciáveis chegaram bem cedo ao clube para exercer seu direito de voto. Além deles, o atual presidente Maurício Assumpção e Carlos Augusto Montenegro, grande cacique político do clube desde que liderou o clube ao título brasileiro de 1995, também estavam presentes logo no início da votação. O presidente do Ibope deu declaração rápida mas bem direta:

"O Botafogo precisa de humildade em 2015. Não podemos repetir os mesmos erros, não podemos ser tão arrogantes, se não, acabamos na Série C em 2016. Temos que ter cabeça, técnico e time de Série B para voltarmos ao lugar que merecemos. O presidente que assumir precisa trazer o prestígio de volta ao clube e os verdadeiros alvinegros que possam ajudar, nem só com dinheiro, mas principalmente com boas intenções, ideias e atraindo patrocinadores, investimentos, muito em função de seus conhecimentos e desse próprio prestígio", disse Montenegro.

Sobre sua participação e voto, Montenegro também foi bastante claro e direto.

"As pessoas têm que examinar quem são aventureiros e quem tem condição de mudar. Vi alguns adversários falando que sou atrasado. Sempre trabalhei para o Botafogo de graça. É público que estou apoiando a Chapa Azul", garantiu o ex-presidente do clube.

Por volta das 11h, a primeira confusão foi registrada em General Severiano. Um torcedor, sozinho, do lado de fora, protestava em frente ao clube, chamando Maurício Assumpção de "safado". As críticas também iam contra Vagner Mancini, técnico do clube. De dentro da sede, um sócio condenava o ocorrido e gerava discussão entre os presentes.

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