Sabella admite preocupação com desgaste argentino para final: 'Gastamos até a última gota de suor'

André Donke, Antônio Strini, Igor Resende, Jean Santos e Ricardo Zanei, em SP
Getty
Alejandro Sabella orienta time durante o segundo tempo contra a Holanda
Alejandro Sabella orienta time durante o segundo tempo contra a Holanda

Pela segunda vez na Copa do Mundo, a Argentina precisou jogar a prorrogação para avançar de fase. Nesta quarta-feira, diante da Holanda, em São Paulo, o desgaste foi pior: afinal, além da chuva, o duelo foi definido apenas nos pênaltis.

Com Sergio Romero fazendo duas defesas, os albicelestes retornam à decisão após 24 anos. O adversário, a Alemanha, algoz da final em 1990 e que não precisou sofrer para ir ao Rio de Janeiro no próximo depois do 7 a 1 histórico sobre o Brasil.

Por isso, o técnico argentino, Alejandro Sabella, reconhece que a seleção alemã pode tirar vantagem para o grande jogo no Maracanã.

"Foi um jogo duro, parelho, do ponto de vista de posse de bola e ocupaçao. Tivemos as chances mais claras de gol. Não só o resultado conta, tem que ver o rendimento também. Estou absolutamente satisfeto com esses jogadores, que já venho criando há um bom tempo. Temos uma final pela frente, vamos descansar. Com trabalho, humildade e seridade, tentaremos chegar ao máximo", disse o técnico na entrevista coletiva.

"A Alemanha é sempre um rival dificílimo, mas não sei se é um tema, ou se vamos discutir depois (o cansaço). Eles estavam com a partida ganha após 30 minutos, e puderam regular o ritmo no segundo tempo. Nós nao pudemos regular nada. Tivemos que gastar até a última gota de suor", afirmou Sabella na Arena Corinthians.

"Os jogadores ficaram doloridos, golpeados, cansados. O saldo da guerra vamos saber amanhã (quinta)", continuou o ex-treinador do Estudiantes.

Sabella também fez questão de agradecer a muita gente pela ida à final.

"Estou muito satisfeito, contente por várias razões: pelos jogadores, pelo grupo extraordinário de colaboradores, pelas pessoas, por minha família, por todos que de alguma maneira colaboraram para que buscássemos ser melhores, pela associação de futebol argentina (AFA) - que me deu a possibilidade de treinar a seleção. Para as pessoas que estão festejando, é uma alegria estarmos na final", exaltou.

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