WTorre responde declarações de presidente do Palmeiras à ESPN Brasil sobre acordo pela arena

ESPN.com.br

A WTorre, parceira do Palmeiras na reforma do estádio do clube e empreiteira responsável pela obra, enviou um esclarecimento à ESPN Brasil respondendo as declarações dadas pelos presidente do clube, Paulo Nobre, em entrevista ao programa Bola da Vez - o programa vai ao ar de forma inedita às 21h30 desta terça-feira, na ESPN Brasil, mas teve trechos publicados previamente no ESPN.com.br; assista abaixo.

No 'Bola da Vez', Paulo Nobre explica desentendimento com WTorre e afirma: Não seremos prejudicados


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A empreiteira rebateu as reclamações do presidente Paulo Nobre sobre o direito de venda de cadeiras do futuro estádio e questionou a afirmação do dirigente de que haverá uma taxa a ser paga pelo Palmeiras para jogos disputados no novo campo. 

Leia a íntegra do comunicado:

Esclarecimento WTorre à ESPN Brasil
29/10/2013

Em função das declarações do presidente do Palmeiras, Paulo Nobre, a esta emissora, a WTorre entende ser importante esclarecer alguns pontos relativos ao acordo assinado entre a empresa e a Sociedade Esportiva Palmeiras.

1. A empresa julga louvável a declaração do presidente, quando afirma que "o combinado não é caro". A decisão de investimento da WTorre na construção de uma arena padrão FIFA, com, no mínimo, 40 mil lugares e de mais de 20 mil m² de novas instalações para o Clube, foi baseada no acordo celebrado com o Palmeiras e definido em contrato. O que a WTorre espera do Palmeiras é o respeito aos termos acordados no documento, que reflete fielmente o que foi aprovado pelo Conselho Deliberativo, conforme deliberação do C.O.F. com a liberação para assinatura em 1º /07/2008 pelo presidente Affonso Della Monica;

 2. O Palmeiras não pagará aluguel ou fee para jogar na arena. Apenas reembolsará as despesas, como, por exemplo, água, energia e segurança, entre outros. Na prática, era o que acontecia no antigo Palestra Itália. Repetindo: não existe cobrança de aluguel ou fee, conforme cláusula 4.6 da Escritura Pública de Constituição de Direito Real de Superfície e Outras Avenças "... devendo a Proprietária (Palmeiras) reembolsar à Superficiária (WTorre) os custos e despesas incorridos e devidamente comprovados por esta com relação a energia, segurança, água, seguros, entre outros a serem definidos de comum acordo...";

 3. Foi definida na escritura uma regra para se estabelecer o preço dos ingressos na aquisição antecipada pela empresa, para disponibilização aos titulares de camarotes e assinantes de cadeiras. A WTorre já se mostrou disposta a flexibilizar essa regra, apresentando uma proposta desenvolvida por consultoria internacional ao presidente Paulo Nobre, ao presidente do Conselho Deliberativo, Dr. Antonio Augusto Pompeu de Toledo, e ao presidente do C.O.F. Sr. Alberto Strufaldi. Até o momento, duas semanas após a apresentação dessa proposta, a WTorre não recebeu nenhuma manifestação formal por parte do clube a respeito do tema;

  4. O aumento do custo total da obra, integralmente bancada pela WTorre, deu-se em virtude de: (i) aperfeiçoamento do projeto; (ii) aumento do valor das obras de contrapartidas doadas ao Palmeiras; e (iii) exigências legais, muitas delas decorrentes de irregularidades encontradas na área construída do clube.

 5. Em relação à exploração comercial da arena, a escritura não deixa dúvidas no que se refere aos direitos da WTorre quanto à comercialização das assinaturas de cadeiras. Entre outros itens, podemos destacar o Item IV onde a redação do documento é clara: "...durante o período de vigência da Superfície (acordo), a exploração da arena, bem como todos e quaisquer direitos correlatos a arena tais como direitos de exploração do nome e imagem da arena, inclusive com a utilização do símbolo da Proprietária ( Palmeiras) , desde que em conjunto com o nome ou imagem da arena, serão de exclusividade da Superficiária ( WTorre) ..."

 6. A arena está sendo construída para ser uma das melhores arenas multiuso do mundo: funcional, com o menor custo operacional possível, confortável e segura. O retorno do investimento da empresa virá exclusivamente da operação da arena pelo prazo de 30 anos, dividindo, desde o primeiro dia de funcionamento, todas as receitas com o clube (participações crescentes de 20% a 45% e de 5% a 30%). Em função dessas condições, não estamos economizando recursos para entregar aos palmeirenses e à cidade de São Paulo um empreendimento de categoria internacional. Nosso propósito é construir uma arena economicamente sustentável, permitindo o retorno do investimento realizado pela empresa e gerando para o Palmeiras um volume de novos recursos sem paralelo no futebol brasileiro.


WTorre S.A.

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