Ex-diretor jurídico, Kalil diz que é o 'candidato de consenso' para presidência do São Paulo

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Kalil Abdalla é amigo de Marco Aurélio Cunha
Kalil Abdalla é amigo de Marco Aurélio Cunha, rrival político de Juvenal Juvêncio, atual presidente do São Paulo
Kalil Abdalla deixou o cargo de diretor jurídico do São Paulo, nesta terça-feira, para lançar sua pré-candidatura à presidência do São Paulo. O dirigente já ocupava a função há 12 anos e causou surpresa ao sair. Em entrevista à Rádio ESPN, ele explicou que será um "candidato de consenso" entre situação e oposição.

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"(Sou) um candidato de consenso, porque, normalmente, quando se indica um nome de um lado, criam-se dificuldades do outro lado. E foi isso que fez com que eu partisse para a disputa da presidência do São Paulo", afirmou.

Dr. Kalil já havia expressado na carta destinada à Juvenal Juvêncio, atual presidente do clube, que não seria "ético" continuar como diretor jurídico e lançar-se ao cargo máximo dentro do clube. As eleições para o novo presidente do clube acontecem em abril de 2014.

"Resolvi me lançar atendendo a ponderação de diversos conselheiros, tanto ligados a situação quanto da oposição, e a maior parte me procurou dizendo que eu deveria ser o candidato", disse.

"Não tenho a menor dúvida (de que teria consenso dos dois lados), porque faz 12 anos que convivo com as pessoas da situação. Convivo com todos de uma maneira feliz, plena e sem problemas", explicou.

Kalil é próximo de Marco Aurélio Cunha, hoje, rival político de Juvenal. A ligação com ex-membro da diretoria não é problema para Abdalla. "O Marco Aurélio (Cunha) é meu amigo. Tenho liberdade com o Juvenal, e jamais posso concordar que já teria a 30 dias me acertado com o Marco Aurélio. Eu apenas gosto dele, é meu amigo."

Por último, o ex-diretor jurídico do clube comentou sobre a "troca de farpas" entre Marco Aurélio Cunha e Julio Casares, vice-presidente de Marketing do São Paulo. Os dois discutiram publicamente durante um programa de televisão.

"Isso é um problema pessoal de cada um. Achei ridículas aquelas cenas que eu vi na televisão, e isso eu não posso concordar com nenhum dos lados. Infelizmente, eu fui obrigado a assistir cenas de pugilato na televisão. Aquilo é um absurdo e não condiz com o que sempre convivemos dentro do São Paulo", afirmou.
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