Craques, Palmeiras, Luxemburgo e Parmalat e os 20 anos do fim do jejum

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Parmalat chegou ao Palmeiras sob desconfiança da torcida, mas trouxe nove títulos em oito anos

Sérgio; Mazinho, Antônio Carlos, Tonhão e Roberto Carlos; César Sampaio, Daniel, Edílson e Zinho; Edmundo e Evair, onze nomes que jamais deixarão a memória do torcedor palmeirense.

Esta é a escalação do título paulista de 1993, a primeira conquista do clube após um período de 17 anos de jejum. Nomes que representam um momento de redenção e uma época em que o Palmeiras era quase invencível.

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Em uma série de três reportagens especiais o repórter Fernando Gavini reconstrói a trajetória desta ‘máquina' e da vitória que no dia 12 de junho de 2003 completa 20 anos.

Caminho que começou com a chegada da Parmalat, em 1992. "O mais difícil foram os três primeiros meses, que eu pedi um tempo para montar um projeto, para não fazerem nada até que eu tivesse na cabeça um pouco do que a gente queria. Escreviam no muro ‘Parmalat é ilusão", lembra José Carlos Brunoro, homem forte daquela parceria e hoje de volta ao clube como diretor-executivo.

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Levou tempo, mas a união deu certo. Primeiro chegaram César Sampaio, Evair, Mazinho, Zinho, e o Palmeiras foi vice-campeão estadual em 92. No ano seguinte, vieram Edmundo, Edílson, Antônio Carlos e Roberto Carlos, o técnico Vanderlei Luxemburgo, e o Alviverde novamente alcançou a decisão.

Desta vez o rival seria o Corinthians.

O resultado do primeiro jogo trouxe à tona velhos fantasmas. A equipe de Palestra Itália perdeu por 1 a 0, gol de Viola, com direito a provocação. O atacante comemorou imitando um porco.

"Foi o grande erro dele. Foi uma brincadeira legal, foi boa pela repercussão, mas neme ele sabia que aquele gesto motivaria tanto nosso time", diz o meia Zinho.

A brincadeira do corintiano foi usada como arma por Luxemburgo, e o resultado da finalíssima, em 12 de junho de 1993, seria bem diferente. Vitória por 3 a 0 no tempo normal, placar que, no entanto, não garantia o título pelo regulamento da época.

Na prorrogação, Evair marcaria o gol que eternizaria ele e todo aquele time na história do Palmeiras.

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