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Manning por Rivers, todos por um, e mais: as melhores e piores trocas da história do NFL Draft

O NFL Draf 2019 começa nesta quinta-feira, às 21 horas (de Brasília), com transmissão da ESPN e do WatchESPN.

Além da expectativa por quais serão os jogadores selecionados, o fã da bola oval também fica ansioso com a possibilidades de times fazerem trocas malucas para conseguirem recrutar as peças que tanto desejam. Porém, nem sempre as coisas saem bem.

Afinal, parece que todo ano acontece uma troca memorável durante o draft, quando o relógio bate rápido e o telefone toca.

Então, perguntamos, qual foi a troca que mais teve impacto – bom ou ruim – na história da NFL?

GIANTS E CHARGERS EM 2004

A troca: NY mandou Philip Rivers, uma escolha de 3° round, escolhas de 1° e 5° round, em 2005, para ter Eli Manning

Os Chargers selecionaram Eli Manning contra a sua vontade, e os Giants selecionaram Philip Rivers com a 4ª escolha geral, torcendo para que isso fizesse com que eles acabassem ficando com Eli. Isso aconteceu em uma troca que foi boa para os dois lados. Os Chargers ficaram com Rivers, e as trocas se tornaram o kicker Nate Kaeding, Shawne Merriman e Roman Oben. Os Giants se deram ainda melhor. Eles venceram dois Super Bowls com Eli, considerado, por muitos, o melhor quarterback da história da franquia e um futuro membro do hall da fama.

CHIEFS E BILLS EM 2017

A troca: Kansas City trocou as escolhas de 1° e 3° round, mais uma de 1° em 2018 para subir da posição 27 para a posição 10 e recrutar o QB Patrick Mahomes.

Essa poderá se tornar a troca mais importante da história da franquia, ponto. Ter escolhido Mahomes coloca os Chiefs como postulantes ao título pelos próximos anos. Na última temporada, ele se tornou o segundo quarterback na história da NFL a lançar para 50 touchdowns e mais de 5.000 jardas. Ter feito isso na temporada em que completou 23 anos, mostra que os Chiefs estão bem municiados na posição mais importante do jogo.

PATRIOTS E RAIDERS EM 2007

A troca: New England adquiriu o recebedor Randy Moss junto ao Oakland Raiders no último dia do draft

Que barganha. Moss quebrou o recorde de touchdowns recebidos em uma temporada (23), dando ao quarterback Tom Brady uma arma que ele tanto quis durante sua carreira. Muito por conta da grande temporada de Moss, os Patriots tiveram uma temporada regular perfeita de 16-0.

FALCONS E BROWNS EM 2011

A troca: Atlanta trocou cinco escolhas com o Cleveland Browns – 27ª, 59ª, e 124ª daquele ano, e as escolhas de 1° e 4° round em 2012 – para subir no draft e selecionar Julio Jones.

Pode ter soado loucura naquele tempo, mas a aposta do diretor geral Thomas Dimitroff valeu a pena quando Jones se tornou, discutivelmente, o melhor recebedor de toda a liga. Enquanto isso, nenhum dos jogadores que os Browns escolheu – grande surpresa – estão na liga. São eles: Phil Taylor, Greg Little, Brandon Weeden, Owen Marecic e Trent Richardson. Acho que podemos dizer que os Falcons venceram essa troca.

SAINTS E REDSKINS EM 1999

A troca: Nova Orleans trocou todas suas oito escolhas de draft para recrutar Ricky Williams.

Vinte anos depois, isso ainda reina como, talvez, a troca mais ridícula da história da NFL. Mike Ditka, técnico dos Saints, estava tão ‘apaixonado’ pelo RB vencedor do Troféu Heisman, que ele mandou todas as escolhas dos Saints no draft de 1999, mais uma escolha de 1° e uma de 3° do ano seguinte, para trocar de 12° para 5° naquele draft. Sejamos justos, essa troca não fez os Saints piorarem, já que a primeira vitória em pós-temporada da história da franquia veio no ano seguinte. Mas Ricky Williams foi trocado em 2002 por duas escolhas de 1° round para Miami. Mas foi uma furada desde o começo. Os Saints tiveram uma campanha de 3-13 e Ditka foi demitido. Detalhe: no primeiro ano de Dolphins, Williams foi para o Pro Bowl.