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Brady, Brees, Big Ben, e mais: veja quem, assim como Russell Wilson, pode renovar por muito dinheiro em 2019

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Russell Wilson conseguiu o que queria e ganhou do Seattle Seahawks um contrato de quatro anos e US$ 140 milhões, tornado-se mais uma vez o mais bem pago jogador da NFL.

Se a franquia de Washington já garantiu seu passador até 2023, outras franquias ainda conversas com seus quarterbacks, que entram na temporada no último ano de vínculo.

Por questões de currículo, idade ou perfil, é pouco provável que algum deles ultrapasse a marca estabelecida por Wilson, mas isso não quer dizer que esses nomes "pesados" não possam colocar muito dinheiro nos bolsos.

BEN ROETHLISBERGER – PITTSBURGH STEELERS

Restando no contrato: Um ano, US$ 17 milhões ( US$ 23,2 milhões no cap)

Depois de ver Antonio Brown e Le’Veon Bell saírem, os Steelers precisam assegurar que o maior dos ídolos da torcida permaneça em Pittsburgh. Aos 37 anos e mesmo com diversas ameaças de se aposentar, ainda há o que se esperar do quarterback em um último grande contrato.

Big Ben conseguiu se manter saudável por toda a última temporada e teve que “gastar” o braço como ninguém: foram 675 passes tentados, mais do que qualquer outro quarterback na liga, com 452 conexões para 5.129 jardas e 34 touchdowns (16 interceptações).


PHILIP RIVERS – LOS ANGELES CHARGERS

Restando no contrato: Um ano, US$ 16 milhões ( US$ 23 milhões no cap)

Os Chargers fizeram campanha de campeão de divisão na temporada passada – mas havia um Mahomes no meio do caminho – e muito se deve à Rivers. O QB igualou seu melhor rating da carreira como titular (105,5) e o terceiro melhor QBR.

Sem ter perdido um jogo sequer desde que assumiu a titularidade, jogando até os playoffs de 2007 com problema ligamentar, não há porque temer ao investir em um quarterback de 37 anos com a qualidade de Rivers.


ELI MANNING – NEW YORK GIANTS

Restando no contrato: Um ano, US$ 17 milhões ( US$ 23,2 milhões no cap)

Seguimos na fantástica classe de quarterbacks do draft de 2004, mas aqui a renovação é um pouco mais polêmica. Afinal, não são poucos os torcedores que questionam a franquia por não ter investido em um jovem quarterback no draft, enquanto outros dizem que Eli só precisa de mais proteção.

A troca de Odell Beckham Jr. um ano depois da renovação do contrato faz com que todo mundo tenha dúvidas sobre quais são os reais planos da franquia, mas aparentemente eles envolvem Eli dentro de um futuro próximo.


DAK PRESCOTT– DALLAS COWBOYS

Restando no contrato: Um ano, US$ 2 milhões ( US$ 2,1 milhões no cap)

Escolha de quarta rodada em 2016 ele aproveitou a chance que caiu em seu colo com uma lesão de Tony Romo. Mandou o ex-títular para as cabines de transmissão e colocou o time nos playoffs em duas das três temporadas que jogou. Tudo isso por menos de US$ 3 milhões. Uma barganha.

Se em 2017 ele deixou a desejar, em 2018 seu rendimento melhorou, principalmente após a chegada de Amari Cooper. Se as estatísticas de sua carreira são melhores que as de Carson Wentz e lesões não são um problema, é hora de colocar um dinheiro considerável no bolso do camisa 4.


DREW BREES – NEW ORLEANS SAINTS

Restando no contrato: Um ano, US$ 23 milhões, com a temporada seguinte anulada automaticamente ( US$ 22,7 milhões no cap de 2019, US$ 21,3 milhões em 2020)

A renovação com Brees foi uma das novelas antes da última temporada, por mais que ninguém acreditasse que ele fosse sair. O acordo assinado espalhava o bônus por um ano a mais, por mais que não existisse a chance dele jogar em 2020 sob o mesmo contrato.

Brees teve o melhor percentual de passes completados em 2018 (74,4%) e ficou bem perto de disputar mais um Super Bowl. Aos 40 anos ainda é o ídolo e confiável. Seu salário base neste ano será de apenas US$ 1,4 milhão e já não há o que os Saints possam fazer para diminuir o impacto na folha do ano que vem, então talvez seja melhor garantir o QB no elenco, e feliz.


TOM BRADY – NEW ENGLAND PATRIOTS

Restando no contrato: Um ano, US$ 15 milhões ( US$ 27 milhões no cap)

Conhecido por fazer contratos amigáveis à franquia, Brady ocupa mais de 15% da folha dos Patriots para a temporada, algo que nunca aconteceu em sua carreira. Seis vezes campeão do Super Bowl ele quer jogar até os 45 e não há motivos para duvidar, então New England deve agir.

Um novo contrato poderia diluir impacto direto na folha, abrindo cerca de US$ 6 milhões para a busca de outras peças no elenco. Brady já ganhou mais de US$ 200 milhões na carreira e não parece querer encerrar a carreira em outra franquia, então a negociação pode acontecer.