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Jared Goff um desastre no Super Bowl LIII? Acredite, teve quarterback que foi bem pior; veja

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Tom Brady e Julian Edelman agitam torcida em frente ao castelo no Walt Disney World após o título do Super Bowl (2:48)

Depois de mais um título com o New England Patriots, jogadores comemoram e puxaram coro (2:48)

O New England Patriots comemora seu sexto título após a vitória por 13 a 3 sobre o Los Angeles Rams no Super Bowl LIII.

Apesar do mérito da defesa de Boston em permitir apenas três pontos ao segundo melhor ataque da temporada, as críticas obviamente foram direcionadas para Jared Goff, que teve uma atuação bastante questionável na decisão.

Foram apenas 19 passes completados em 38 tentativas do camisa 16, que teve 229 jardas e uma interceptação que praticamente definiu o jogo. O rating dele foi de 57,9 e o QBR de 13.4 (sendo 100 o máximo), com diversas oportunidades perdidas com alvos abertos.

Mas, por mais incrível que possa parecer, esta atuação não passa perto de entrar no top 5 das piores de quarterbacks em Super Bowls. Vamos olhar quem conseguiu ser (muito) mais decepcionante para suas torcidas.

FRAN TARKENTON – MINNESOTA VIKINGS, SUPER BOWL IX

Tarkenton comandou os Vikings durante uma época de ouro, com três idas ao Super Bowl em quatro temporadas. Infelizmente ele perdeu todas suas decisões e conseguiu apenas um passe para touchdown e seis interceptações no grande palco.

O pior desastre foi em 12 de janeiro de 1975, quando o placar do intervalo foi ainda menor que o do último domingo, com a vitória parcial do Pittsburgh Steelers por 2 a 0. Tarkenton terminou o jogo com 11 passes de 26, 102 jardas e três interceptações, sendo o único TD dos Vikings um fruto do time de especialistas.


EARL MORRALL – BALTIMORE COLTS, SUPER BOWL III

Morrall conduziu os Colts à melhor campanha da temporada regular, com 13 vitórias e apenas uma derrota. Seu desempenho resultou no prêmio de MVP da NFL . Na a equipe dos Colts era mais do que favorita contra os Jets, representante da AFL que nunca havia ficado com um troféu.

Mas o quarterback teve uma atuação deprimente. Foram apenas seis passes completados em 17 tentativas, acumulando 71 jardas e tendo três interceptações. O desempenho fez ele perder a posição para Johnny Unitas, que conseguiu, mesmo entrando no fim do terceiro quarto, ter um desempenho melhor, com 11 de 24 para 110 jardas.


RICH GANNON – OAKLAND RAIDERS, SUPER BOWL XXXVII

O Tampa Bay Buccaneers já vencia por 27 a 3 quando Dwight Smith teve a primeira pick-six sobre Gannon. Mas tudo foi por água abaixo mesmo quando os Raiders davam sinais de que poderiam reagir e o placar era de 34 a 21.

Gannon terminou o jogo com 24 passes completados em 44 tentativas, 272 jardas e dois touchdowns, mas estabelecendo também o recorde de cinco interceptações e sendo três delas retornadas para touchdown – outro recorde.


KERRY COLLINS – NEW YORK GIANTS, SUPER BOWL XXXV

Contra a forte defesa do Baltimore Ravens, Collins terminou seu Super Bowl com um rate de 7.1, e tudo fica ainda pior quando você vê que ele fez apenas três jogadas no campo de ataque: um sack, uma bola quase interceptada e outra que acabou nas mãos do adversário.

Collins teve 15 passes completados em 39 tentativas com um total de 112 jardas. Se não foi recorde, as quatro interceptações também não vão encantar ninguém, sendo uma delas retornada para TD por 49 jardas por Duane Starks.


CRAIG MORTON – DENVER BRONCOS, SUPER BOWL XII

Sabe a história de que “nada é tão ruim que não possa piorar”? Pois ela se personifica em Morton, titular dos Broncos na derrota para o Dallas Cowboys em 15 de janeiro de 1978.

No primeiro tempo foram quatro passes completados em 10 tentativas, somando 39 jardas. Nesta metade do jogo, ele ainda acumulou quatro interceptações e o placar de 13 a 0 para Dallas estava até “barato”.

No segundo tempo ele tentou mais cinco passes e não completou nenhum deles, sendo substituído após quase mandar o quinto passe nas mãos do adversário. Seu rating no grande jogo? Um perfeito 0.0.