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Super Bowl LIII, Los Angeles Rams x New England Patriots: veja TUDO do duelo!

Finalmente chegou a hora de conhecer o campeão da NFL na temporada 2018/19. Los Angeles Rams e New England Patriots se enfrentam no esperadíssimo Super Bowl LIII, no próximo domingo, 3 de fevereiro. E, claro, com transmissão AO VIVO, EXCLUSIVA e IN LOCO da ESPN e do WatchESPN!

O ESPN.com.br vai trazer todo o noticiário da semana e acompanhará tudo da partida em TEMPO REAL. E para começar a semana, trazemos um guia com TUDO de melhor da grande partida!

O jogo

O palco

Atlanta vai receber o seu terceiro Super Bowl na história, mas o primeiro no Mercedez-Benz Stadium, inaugurado há apenas dois anos.

A cidade, porém, já traz boas lembranças para os torcedores dos Rams. Foi lá que a franquia conquistou seu único título da NFL na era Super Bowl, em 2000, diante do Tennessee Titans, no Georgia Dome. Antes, em 1994, o mesmo estádio tinha sido palco da taça do Dallas Cowboys contra o Buffalo Bills.

O Mercedez-Benz Stadium é a nova casa do Atlanta Falcons e também recebe o Atlanta United, time de futebol que acaba de se sagrar campeão da MLS. O estádio tem teto retrátil – o que é fundamental em uma época muito fria do ano nos Estados Unidos – e é conhecido por ser ultratecnológico.

Os ingressos

Definitivamente, não é barato ver o Super Bowl! Os preços para Atlanta começam na casa dos US$ 3.500 (R$ 13,1 mil). Para se ter uma comparação, há relatos de que o ingresso para a final da Copa do Mundo de 2018 custavam menos de R$ 8 mil na porta do estádio, sendo vendidos por cambistas.

O hino nacional

O show do intervalo é bem mais famoso, mas o espetáculo do Super Bowl começa, na verdade, no hino nacional norte-americano. Nomes como Cher, Beyoncé, Christina Aguilera, Lady Gaga e Pink já foram responsáveis por apresentações memoráveis.

Desta vez, a responsabilidade do show será da cantora de blues e souls Gladys Knight, sete vezes vencedora do Grammy e nascida em Atlanta.

Os times

Los Angeles x Boston: simplesmente uma das maiores rivalidades dos esportes americanos finalmente chega à NFL.

Os Rams ainda estão se aclimatando a LA mais uma vez, depois de 10 anos em St. Louis. A franquia, na verdade, foi fundada em Cleveland em 1936. Mas foi sim em Los Angeles que ela passou a maior parte de sua existência, entre 1946 e 1994. O retorno aconteceu em 2015.

Curiosamente, cada cidade comemorou um título da equipe: Cleveland em 1945, Los Angeles em 1951 e St. Louis em 1999, o único da era Super Bowl.

Já os Patriots sempre tiveram o sangue de Boston. E transformaram a região em uma das principais capitais do futebol americano nos últimos anos, graças à parceria Bill Belichick-Tom Brady. Todos os cinco Super Bowls da franquia vieram com eles – só o Pittsburgh Steelers tem mais (6).

Mas tradição não necessariamente entra em campo. E na atual temporada, quem leva a melhor é o Los Angeles Rams. O time teve o segundo melhor ataque da temporada regular em número de jardas e fechou com a 13 vitória e apenas três derrotas – a melhor campanha da liga, empatada com a do New Orleans Saints.

Os Quarterbacks

Nunca um confronto entre quarterbacks representou melhor o que é uma disputa de gerações. Experiência x juventude, um dos maiores de todos os tempos x uma das maiores promessas da atualidade.

De um lado, Tom Brady, 41 anos. Consagrado. Em seu 9º Super Bowl, buscando seu 6º anel de campeão. Indiscutivelmente um dos maiores jogadores da história da NFL.

Se Brady fosse um time, só teria menos aparições no Super Bowl que o próprio New England Patriots (11). E só teria menos títulos que o Pittsburgh Steelers (6) – e essa marca já pode ser igualada no próximo domingo.

Do outro lado, Jared Goff, 24 anos, está apenas em sua terceira temporada na NFL, a segundo como titular de fato. Mas já dá sinais de que pode ir muito longe! Neste ano, por exemplo, superou Brady em número de touchdowns e jardas. E ajudou a carregar o time de volta ao Super Bowl.

Os Running-backs

Se o duelo pelo alto é de gerações, no chão ele é de dois talentosíssimos jovens corredores.

Todd Gurley, claro, já é bem mais consolidado – apesar de seus 24 anos de idade. Ele já foi eleito o melhor jogador ofensivo da última temporada e mais uma vez liderou a liga em número de touchdowns terrestres esse ano.

O problema é que ele vem batalhando com lesões e pode não chegar exatamente 100% para o duelo mais importante da temporada – sorte dos Rams ao menos que o reserva CJ Anderson resolveu jogar muito nos playoffs.

Do outro lado, Sony Michel pode ser uma peça decisiva mesmo com apenas 23 anos de idade e em sua temporada como calouro.

Mesmo em um time com Tom Brady – e que, obviamente, confia muito em seu ataque aéreo por isso -, Michel conseguiu se destacar. Ficou perto de atingir as 1.000 jardas terrestres na temporada regular e acabou se tornando o grande nome do time nos playoffs, com cinco touchdowns anotados em apenas dois jogos.

Os técnicos

No banco de reservas, o duelo também é de gerações. São quase 34 anos de diferença de idade entre os dois comandantes.

Bill Belichick é simplesmente o maior técnico da história da NFL. Praticamente já não existem contestações quanto a isso. Quando ele chegou aos Patriots, em 2000, a equipe não tinha nenhum título e apenas duas aparições no Super Bowl.

Agora, New England já lidera a liga em finais e pode se igualar aos Steelers com o maior número de troféus da era Super Bowl.

Belichick é considerado um gênio em formar equipes principalmente com escolhas de draft. Foi recrutando, por exemplo, que ele achou Tom Brady na sexta rodada do draft de 2000.

Já Sean McVay é talvez o mais promissor comandante dessa nova geração. Ele estreou como treinador principal na temporada passada e já tirou o time de uma seca de 12 anos de playoffs logo de cara. Desta vez, foi além: teve uma das melhores campanhas da liga e chega ao Super Bowl logo em sua segunda temporada como técnico.

Com 33 anos, ele é bem mais novo até que Tom Brady (41), quarterback e grande astro dos Patriots dentro de campo.

O show do intervalo - Maroon 5

Não foi tão fácil achar a banda perfeita para o famoso show do intervalo do Super Bowl.

Segundo a Billboard, três artistas recusaram o convite desta vez, em solidariedade a Colin Kaepernick, afastado da liga por conta de protestos contra o racismo. E os nomes eram de um peso enorme: Rihanna, Pink and Cardi B.

Mas o Maroon 5 disse ‘sim’ e chega como uma das bandas mais populares do mundo. Curiosamente, o conjunto é de Los Angeles, casa dos Rams.

Junto à banda, outros dois rappers vão se apresentar: Travis Scott e Big Boi. Foi também uma tentativa da NFL em agradar a cultura local de Atlanta.

As comidas

O Super Bowl só perde para o Dia de Ação de Graças como a data em que os americanos mais comem e bebem.

Mas não é qualquer comida: asinhas de frango, pizzas, batatas chips, guacamole, hambúrgueres, refrigerantes, cervejas...

Estima-se que 14,5 toneladas de batatas, 1,25 bilhão de asinhas de frango, 1,8 toneladas de pipoca, 4 milhões de pizzas e 4 toneladas de guacamole serão consumidas durante o Super Bowl nos EUA. E para matar a sede? 50 milhões de garrafas de cerveja serão vendidas.

E em Atlanta os números de dentro do estádio podem ser ainda maiores. Isso porque a cidade é uma das que vende as comidas mais baratas da NFL e decidiu manter os preços mesmo no maior jogo do ano.

Os comerciais

Com uma audiência de mais de 110 milhões de pessoas, o intervalo na televisão vale uma fortuna. Afinal, que marca não quer anunciar seu produto em uma plateia tão grande?

Estima-se que 30 segundos de intervalos comerciais valham US$ 5 milhões (mais de R$ 18,5 milhões).

O troféu

Depois de tudo isso, o vencedor leva para casa o troféu Vince Lombardi, o sonho de consumo de todas as franquias da NFL.

Quem vence?