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NFL: Quem são os treinadores que correm sérios riscos de desemprego

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A temporada da NFL vai chegando ao fim e enquanto alguns sonham com playoffs e uma festa no Super Bowl LIII, outras franquias já começam a planejar 2019.

Resolvemos listar então aqueles treinadores que possivelmente receberão uma notícia ruim no último dia do ano, na chamada “Black Monday”.

O Cleveland Browns já mandou embora Hue Jackson – que encontrou abrigo no rival Cincinnati Bengals – e o Green Bay Packers deu o “bilhete azul” para Mike McCarthy. Já sabemos também que, apesar do apelo de muitos, Jon Gruden não vai sair do Oakland Raiders, mas tem até time com chance de playoffs cuja torcida pede a cabeça do “professor”.

Confira cinco nomes que muito provavelmente terão uma festa de Ano Novo sem muita comemoração:

MARVIN LEWIS – CINCINNATI BENGALS

Já são 16 temporadas com Lewis no commando dos Bengals, e as coisas não parecem melhorar.

Apesar do histórico não ser dos piores (130-120-3), foram apenas sete temporadas com mais vitórias do que derrotas, com o mesmo número de aparições na pós-temporada – cinco de forma consecutiva – e todas elas que não passaram de um jogo.

A derrota para os Browns, que estavam com técnico interino, foi visto por muitos como a gota d’água. Nem mesmo as importantes perdas de A.J.Green, Tyler Eifert e Andy Dalton vão amenizar mais um ano ruim em Cincinnati.


DIRK KOETTER – TAMPA BAY BUCCANEERS

Em sua terceira temporada como técnico principal da equipe da Flórida, Koetter protagonizou uma das maiores confusões da história para definir quem seria seu quarterback titular após o retorno de Jameis Winston.

Se Fitzpatrick começava o jogo ele acabava indo mal e era bem substituído por Winston, e vice-versa. E vamos lembrar que Koetter era coordenador ofensivo dos Bucs antes de ser promovido à técnico principal.

Em 45 partidas com o time sob seu comando são 19 vitórias e 26 derrotas, uma temporada vencedora e nenhuma ida aos playoffs. Pode ter uma nova chance, mas é bom começar a mostrar algum resultado.


TODD BOWLES – NEW YORK JETS

Na primeira temporada como técnico dos Jets, Bowles fez um trabalho decente, com 10 vitórias e por muito pouco não foi para os playoffs. De lá para cá seu histórico é de 14 vitórias e 31 derrotas.

A torcida pediu a cabeça do treinador após a derrota por 41 a 10 para o Buffalo Bills, na semana 10, e tem muita gente sonhando com uma chance de seduzir Mike McCarthy para Nova York.

O fato é que desde 2016 é quase impossível definir qual é o plano para os Jets. Sam Darnold parece ser o quarterback que a franquia pode apostar, mas Bowles não mostrou ser alguém capaz de desenvolver o jogador.


DAN QUINN – ATLANTA FALCONS

O sonho era ser a primeira franquia a disputar um Super Bowl em seu estádio, mas a torcida dos Falcons agora se limita a secar o rival Saints para não correr o risco de uma festa deles no Mercedes-Benz Stadium.

Esta é a quarta temporada de Quinn como técnico principal de Atlanta esta será a primeira com uma campanha com mais derrotas do que vitórias. Mas a expectativa era alta, e a frustração deve ser suficiente para um basta.

E alguns vão dizer que já resistiu bastante, pois no futebol brasileiro ninguém conseguiria sofrer uma derrota como a do Super Bowl LI e sair impune.


VANCE JOSEPH – DENVER BRONCOS

Os Broncos ainda podem sonhar com uma vaga de wild card, graças às três vitórias consecutivas conquistadas logo após a semana de bye do time.

No caminho estavam a boa equipe dos Chargers, o inconstante Pittsburgh Steelers, e a catástrofe chamada Cincinnati Bengals. E todos os elogios desta sequência foram por terra com a derrota contra os 49ers, no último final de semana.

Os críticos ganham um prato cheio quando olham o histórico de desafios do treinador: das oito vezes que jogou a flanela, ganhou apenas uma, estando 1-5 em 2018, sendo que alguns desafios óbvios – alguém lembra do jogo contra os Chargers? – foram ignorados pelo treinador.