<
>

No Mundial de natação da China, Felipe Lima e Etiene Medeiros ganham bronze e conquistam últimas medalhas brasileiras

O Brasil encerrou sua participação no Mundial de piscina curta da China, em Hangzhou, na manhã deste domingo, da melhor forma possível: mais duas medalhas.

Após o bronze de Daiene Dias nos 100m borboleta, Felipe Lima e Etiene Medeiros também ficaram com o terceiro lugar no pódio em suas provas.

Felipe nadou os 50m peito em 25,80s, ficando atrás do sul-africano Cameron van der Burgh, primeiro colocado, com o tempo de 25,41s, e do bielorrusso Ilya Shymanovich, prata com 25,77s.

Já Etiene caiu na piscina para os 50m livre e fechou a prova em 23,76s. Duas holandesas completaram o pódio: Ranomi Kromowidjojo, ouro com o tempo de 23,19s, e Femke Heemskerk, prata com 26,67s.

O Brasil termina a competição com oito medalhas e iguala sua segunda melhor participação em Mundiais de piscina curta, com 2 ouros, 6 bronzes e um recorde mundial no revezamento 4x200m livre.

Após ficar fora da final da prova que é sua especialidade, os 50m costas - Etiene escorregou na largada e não conseguiu recuperar o ritmo, ficando apenas no 15º geral -, a brasileira falou sobre a 'decepção' logo que saiu da água neste domingo:

"Não tem como esquecer essa prova (50m costas), é impossível, eu sei muito do meu potencial. Agora, medalha", disse a pernambucana, já completando que tudo acontece por alguma razão: "Tem um propósito, sempre tem um porquê".

A nadadora ainda finalizou: "Mais uma vez, a prova me mostrou o quanto eu tenho potencial para 2020. Estou muito feliz".