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KOBE

A "CÓPIA
de Jordan"

A frase dita por Magic Johnson talvez seja uma das melhores definições sobre Kobe Bryant.

Dirk Nowitzki, Derrick Rose e Paul George são alguns dos jogadores atuais da NBA que enxergam Kobe como o Jordan desta geração. Ambos estabeleceram padrões de excelência para as crianças que sonhavam em se tornar profissionais e também para os companheiros que estavam em quadra.

  • Foto: Getty Images

Ao se aposentar, Jordan deu fim a uma era no basquete mundial. Certamente, o mesmo acontecerá com Bryant, que pegou o bastão deixado pelo ex-jogador de Chicago Bulls e Washington Wizards e se tornou o motivo pelo qual muitos amavam, e até odiavam, vê-lo em quadra.

Assim como Jordan, Kobe joga de ala-armador. A altura dos dois é a mesma – 1,98 m. E ambos só ganharam títulos sob a batuta de um técnico: Phil Jackson. Mas não é só na posição e estatura que as similaridades entre os dois ficam evidentes.

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Carinho

Kobe sempre idolatrou Jordan. E o respeito é mútuo.

Desde os tempos de veterano do então astro do Chicago Bulls, Bryant já despontava como seu sucessor na NBA. E Kobe recebeu dicas de seu ídolo, além de todo o apoio necessário, para explodir na carreira.

Os encontros entre os dois em quadra sempre foram marcados pelo respeito e papos descontraídos entre os dois.

Quando Kobe ultrapassou Jordan e tornou-se o terceiro maior cestinha da história da NBA, MJ o incentivou: "Vá atrás de Karl", disse o ex-jogador, em referência a Karl Malone, segundo maior pontuador de todos os tempos.

Na temporada de despedida de Bryant, Jordan fez questão de dar para Kobe uma coleção completa de todos os "Air Jordan", marca de tênis da lenda do basquete. Isso sem contar na emocionante mensagem em vídeo gravada especialmente ao jogador dos Lakers em sua última visita a Charlotte – Jordan agora é dono dos Hornets.

Raio- X

Pop

Kobe Bryant é o 39º colocado na lista das celebridades mais bem pagas no mundo. O jogador teve o maior salário da NBA pelo sexto ano consecutivo: US$ 25 milhões (cerca de R$ 99 milhões) em 2015-2016. Só com patrocínios, o ganho do ala-armador foi de outros US$ 25 milhões, graças aos acertos com Nike, Hublot, Alibaba e Panini.

No balanço divulgado pela revista "Forbes" no All-Star Game de 2016, o camisa 24 apareceu como o terceiro que mais lucrou fora de quadra, atrás apenas de LeBron James e Kevin Durant.

Já pensando no futuro após a vida de atleta, o astro dos Lakers fundou a Kobe Inc em 2013, que teve como primeiro investimento mais de US$ 4 milhões (cerca de R$ 15 milhões) para comprar cerca de 10% da bebida isotônica BodyArmor.

No final de 2015, a empresa de Kobe lançou a “HeroVillain” (“HeróiVilão”, em inglês), que tem um “HV” como logo, assim como a “KB20”, que simboliza os 20 anos do jogador na NBA.

O objetivo desses dois novos projetos é associar a marca a todos os produtos vinculados ao atleta. De camisetas, livros e até bonecos. Para se ter ideia, o preço de uma camiseta dessa linha com o rosto de Kobe custa US$ 25 (cerca de R$ 99).

Tênis

Antes do início da temporada 1997-1998, Kobe fechou um contrato de seis anos e US$ 48 milhões (cerca de R$ 280 milhões hoje) com a Adidas. Porém, a marca alemã não conseguiu fazer a parceria explodir e, seis anos depois, o ala-armador foi para a Nike por cinco anos e US$ 45 milhões (cerca de R$ 230 milhões na cotação atual).

Diferentemente da Adidas, que em 1998 lançou a primeira linha de tênis assinada por Kobe, a empresa norte-americana preferiu esperar o fim da polêmica de abuso sexual na qual o jogador estava envolvido – e inocentado – para finalmente divulgar a primeira versão do Nike Zoom Kobe I em 2006.

Desde então, o camisa 24 teve os tênis entre os mais vendidos da NBA. Segundo levantamento da Forbes de 2015, Kobe foi o terceiro em venda de calçados na temporada 2014-2015, novamente atrás de LeBron e Durant. Os pares customizados do ala-armador renderam US$ 105 milhões (cerca de R$ 419 milhões) para a Nike.

Abaixo, você vê os tênis assinados por Kobe Bryant:

  • Adidas KB8
  • Adidas KB8 2
  • Adidas KB8 3
  • Adidas The Kobe
  • Adidas The Kobe Two
  • Adidas The Kobe Three
  • Nike Zoom Kobe I
  • Nike Zoom Kobe II
  • Nike Zoom Kobe III
  • Nike Zoom Kobe IV
  • Nike Zoom Kobe V
  • Nike Zoom Kobe VI
  • Nike Zoom Kobe VII System
  • Nike Kobe 8 System
  • Nike Kobe 9
  • Nike Kobe X
  • Nike Kobe XI

8 ou 24?

Kobe vestiu apenas uma camisa em toda a carreira na NBA: a do Los Angeles Lakers, é claro. Mas os números foram dois. Logo no começo da jornada na principal liga de basquete do mundo, o jogador usava o número 8. Depois, a partir de 2006, passou a estampar o 24.

No colegial, o jogador começou na Lower Merion High School com o número 24. Porém, em 1996, o ano em que ele liderou a escola no título estadual da Pensilvânia, mudou para a camisa 33, a mesma usada por seu pai nos tempos de colégio.

Quando começou na NBA, Kobe não pôde usar a 33, porque o número foi aposentado pelos Lakers em homenagem a Kareem Abdul-Jabbar. Assim, o jogador optou pela 8 por duas razões: é o mesmo usado por ele quando criança e também por ser a soma do número utilizado no ABCD Camp da Adidas, 143.

Na NBA, Kobe foi tricampeão com a camisa 8 e teve o incrível jogo de 81 pontos contra o Toronto Raptors em janeiro de 2006. A decisão de mudar o número veio depois que os Lakers perderam na primeira rodada dos playoffs daquele mesmo ano para o Phoenix Suns.

Ninguém sabe ao certo qual o verdadeiro motivo para a troca, mas a principal justificativa é que 24 significa trabalhar duro, 24 horas por dia, além, claro, de ser um número já utilizado por ele no High School.

Com a 24, o ala-armador venceu seu único prêmio de MVP na liga e outros dois títulos da NBA – ele ainda foi eleito o mais valioso das finais nas duas vezes. A grande dúvida que fica é: qual número será aposentado pelos Lakers? 8 ou 24?

Miniaturas

Camisas, bonés, tênis... Não faltam opções de produtos para os fãs de Kobe Bryant. Até mesmo bonecos. O astro dos Lakers foi reproduzido em 10 edições diferentes de miniaturas feitas pela McFarlane Toys, que fabrica figuras de ação detalhadas.

Tem o boneco do jogo de 81 pontos contra os Raptors, em 2006, tem Kobe enterrando, Kobe passando, Kobe indo para a bandeja, e a última edição ainda traz os cinco troféus de campeão da NBA e o prêmio de MVP do jogador.

Fenômeno na China

  • Foto: Getty Images

Se Kobe Bryant não é o maior fenômeno de vendas fora da quadra nos Estados Unidos, a história é um pouco diferente na China. O ala-armador é um dos maiores ídolos recentes no país. Para se ter ideia, ele é conhecido por 76% dos chineses, o equivalente a 988 milhões de pessoas.

Graças à Nike, o camisa 24 faz visitas anuais à China, o que reforçou a imagem do jogador no mercado asiático e fez dele um símbolo nos últimos anos. Pode parecer estranho, mas Kobe é muito mais popular do outro lado do mundo do que no seu próprio país, os EUA.

A idolatria e o respeito renderam algumas homenagens. Após o anúncio da aposentadoria, um grupo de fãs fez um grande retrato do jogador em cima de uma quadra de basquete cheia de neve na Universidade de Beihua, que fica no norte da China.

A perfeição do rosto do atleta é impressionante. Além disso, também aparece a inscrição "Forever 24" ("Para sempre 24", em inglês), em referência ao número utilizado por Kobe.

  • Foto: Getty Images

A camisa do jogador, inclusive, foi a mais vendida no país asiático na maior parte da última década. Nos Jogos Olímpicos de Pequim-2008, Kobe recebeu tratamento de rei, sendo o atleta mais badalado pelos chineses em todo o evento.

O bom relacionamento resultou em parcerias para o astro. A China fez com que Kobe fechasse acordos com a Smart Car e com os sites Alibaba e Sina.com. O Alibaba, inclusive, já anunciou a criação de produtos exclusivos do ídolo e pretende lançar uma nova rede social com o nome do astro dos Lakers.

Além disso, Kobe também foi o "ator principal" em um comercial da Smart veiculado na China, em 2011. Na peça publicitária, o jogador banca o herói ao ajudar uma mulher a recuperar um quadro roubado.

Rapper

Você sabia que Kobe Bryant já se aventurou na carreira de rapper? Pois é. Mas ele não teve, nem de longe, o mesmo sucesso alcançado dentro de quadra.

Ainda adolescente, na Filadélfia, o camisa 24 era conhecido como “The Eighth Man” (“O Oitavo Homem”, em inglês) nas batalhas de rap.

Kobe chegou a fazer parte de um grupo chamado Cheizaw, que até assinou contrato com a Sony, mas a gravadora preferiu apostar na carreira solo do ala-armador e deixou o grupo de lado. A ideia era fazer uma música mais pop, diferentemente do estilo "underground" no qual o jogador foi moldado.

Em "carreira solo", Kobe apresentou a música "K.O.B.E." em parceria com a modelo e atriz Tyra Banks no All-Star Game de 2000, mas foi um fiasco. Como consequência, a Sony desistiu do projeto e deixou Bryant de lado.

O fracasso como músico, porém, deixou relíquias caríssimas. Quem quiser comprar o vinil "K.O.B.E." na Amazon terá que desembolsar até US$ 400 (cerca de R$ 1,5 mil).

Games

Quem é fã de video game – e de jogos de basquete, mais precisamente – já deve ter visto a cara de Kobe Bryant estampada na capa de algum game. Ao longo da carreira, o astro dos Lakers já teve até jogos com seu próprio nome.

Em 1998, a Nintendo lançou o "Kobe Bryant NBA Courtside", que ainda teve duas sequências. No ano seguinte, veio o "NBA Courtside 2: Featuring Kobe Bryant", enquanto, em 2002, saiu o "NBA Courtside 2002", que vendeu mais de 100 mil cópias.

Depois, Kobe voltou a protagonizar capas de jogos de video game. Ele apareceu no "NBA07" e depois no "NBA2k10".
Com a melhora nos gráficos, é possível ver como Kobe foi mudando a cada ano nos video games. E ficando mais parecido com o Kobe "real".

Lado
SOMBRIO

Herói de gerações, Kobe Bryant é a prova de que nem todo gênio é santo. Ao longo da carreira, o ala-armador do Los Angeles Lakers acumulou desafetos, polêmicas, troca de socos com companheiros de time e até caso de polícia.

O temperamento sempre foi explosivo, competitivo e pouco estável, principalmente quando algo não andava do jeito que ele gostava. O lado sombrio de Kobe acompanhou a brilhante carreira e fez da lenda um sujeito amado e odiado na NBA.

Briga após toco em treino

Hoje técnico do Cleveland Cavaliers, Tyronn Lue já sofreu com a competitividade de Kobe Bryant. Ambos jogaram juntos nos Lakers no começo dos anos 2000. Tudo aconteceu durante um treinamento da equipe. Bryant invadiu o garrafão e foi para a enterrada, mas levou um toco de Lue. Os reservas foram para o contra-ataque e fizeram a cesta.

Brian Shaw cometeu o erro de ir até Kobe e gritar: "Levou um toco!". Irritado, o astro dos Lakers tentou agredir Lue no meio da quadra. Quando os ânimos acalmaram, o ídolo de Los Angeles buscou de diversas formas jogar uma partida um contra um com Lue, que prontamente rejeitou. O agora técnico foi "perseguido" por mais de um mês.

Soco por aposta

Quem também sofreu com Kobe Bryant no começo dos anos 2000 foi Samaki Walker. Após os treinos, o elenco apostava quem era o mais rápido a acertar um arremesso do meio da quadra. O primeiro a completar a tarefa levava US$ 100 de cada companheiro.

Kobe levou a melhor e todos tiveram 48h para desembolsar a grana. Walker estourou o período e foi cobrado em um treinamento. Questionado sobre o dinheiro, o jogador apenas respondeu que não tinha naquele momento e voltou a ouvir música. O resultado? Walker tomou um belo soco de Kobe.

O episódio foi abafado pela franquia. Técnico na ocasião, Phil Jackson minimizou: “Garotos sempre serão garotos."

Kobe x Shaq

Uma das maiores parcerias da NBA terminou no maior estilo "Casos de Família". Tricampeões com os Lakers no início dos anos 2000, Kobe Bryant e Shaquille O'Neal protagonizaram fofocas, intrigas e discussões antes de o pivô deixar o time californiano rumo ao Miami Heat.

O auge veio na temporada 2003-2004. Já com a relação abalada, ambos trocaram ofensas por meio da imprensa. Kobe chegou a dizer que o "amigo" estava "gordo e fora de forma para atuar em alto nível". O pivô também foi acusado de sempre querer levar o crédito pelas vitórias da equipe.

A situação ficou ainda pior após a derrota na final da NBA para o Detroit Pistons. Desafetos públicos, Kobe e Shaq sabiam que precisavam tomar caminhos diferentes. O'Neal foi para o Heat. Um dia depois da saída do pivô, Bryant assinou uma renovação milionária com os Lakers.

Kobe x Howard

O tempo foi passando, e Kobe deixou as brigas de lado. Mais "maduro", o astro só teve um grande problema na reta final da carreira. Em 2012, os Lakers montaram uma verdadeira seleção, com Steve Nash, Pau Gasol e Dwight Howard, mas o que era para ser um título certo virou um caos.

Sem "dar liga", o time jogou muito abaixo do que se esperava. Como já se especulava, a equipe não rendeu por alguns problemas de vestiário. O maior deles foi entre Kobe e Howard.

O pivô ficou apenas uma temporada na franquia e decidiu ir para o Houston Rockets por não ter um bom relacionamento com a maior estrela dos Lakers. Os dois quase brigaram em quadra no primeiro reencontro deles pela NBA.

De acordo com Kobe, Howard não tinha uma mentalidade vencedora e era muito descontraído no vestiário, quase displicente. Já o astro da equipe sempre foi reconhecido pelo estilo mais "disciplinador".

Fato é que o pivô saiu rapidinho de Los Angeles. Hoje, ambos concordam que jamais poderiam jogar juntos novamente.

Assédio sexual

Em 2003, Kobe Bryant foi acusado de assédio sexual por uma jovem de 19 anos, do Colorado. A garota alegou que o astro forçou uma relação durante a hospedagem em um hotel. O ala-armador admitiu o sexo, mas afirmou que tudo foi consensual.

O caso foi à Justiça, mas acabou encerrado após a garota se negar a testemunhar. Assim, o processo foi arquivado. Kobe escreveu um comunicado pedindo desculpas pelo ocorrido, mas novamente negando qualquer tipo de crime.

KOBE
e o Brasil

O ídolo Oscar

Desde pequeno, Kobe Bryant tem uma admiração pelo Brasil. Por um brasileiro, mais especificamente. Nascido na Filadélfia, Bryant foi para a Itália quando tinha apenas 6 anos, depois que seu pai, Joe Bryant, foi jogar no basquete no país.

  • Foto: Gazeta Press

Joe Bryant chegou à Itália, onde um tal de Oscar Schmidt já reinava na liga local. Joe e Oscar tinham uma certa amizade fora das quadras, e o jovem Kobe virou fã do brasileiro.

"Quando eu estava crescendo, assistia ao Oscar jogar na Itália, ele jogava contra o meu pai e era demais. Eu nem conhecia ele por Oscar, sempre o chamei de 'La Bomba'", disse Kobe.

Você sabia?

O nome "Kobe" surgiu porque seu pai era fã de um restaurante japonês na Filadélfia que tinha esse nome, inspirado no corte da carne "Kobe". Hoje, o local não existe mais.

  • Foto: Getty Images

Fã de Ronaldinho

  • Foto: Getty Images

Ao longo da carreira e por intermédio do mesmo patrocinador de artigos esportivos, Kobe Bryant cultivou amizade com Ronaldinho Gaúcho, que ele diz ser seu jogador favorito e o motivo pelo qual o astro da NBA torce pelo Barcelona.

"Ver Ronaldinho jogar é cativante, comecei a torcer pelo Barça por causa dele. Mas continuo torcendo pelo time mesmo sem ele", disse Bryant.

  • Foto: Getty Images

Kobe, inclusive, revelou que Ronaldinho foi quem o apresentou a Lionel Messi, em 2005. "Vou contar a história. Há muito tempo, exatamente 11 anos, o Barcelona veio a Los Angeles. Eu estava conversando com Ronaldinho, que é um grande amigo meu, e ele me disse: 'Kobe, ouça, vou te apresentar o que vai ser o melhor jogador de todos os tempos'", revelou o Black Mamba.

Visitas ao Brasil

Como amante do futebol, por ter crescido na Itália, em especial dos jogadores brasileiros, Bryant não perdeu a oportunidade de vir ao Brasil em 2013, para a Copa das Confederações, e 2014, para a Copa do Mundo.

  • Para mim, Kobe Bryant está entre os cinco maiores de todos os tempos ao lado de Michael Jordan, Magic Johnson, Larry Bird e LeBron James. Ele é um fenômeno da história, tem um coração tremendo, não tem o mínimo de arrogância. Gosto muito dele e fico feliz porque ele também me reconhece."
  • Oscar Schmidt

  • O que eu aprendi com ele foi principalmente o desejo dele de competir, de lutar, de ser um vencedor e de não aceitar derrota. A vontade, a liderança, o espírito, a garra, a raça, além do conhecimento. Por mais que tenha sido uma temporada desastrosa com relação a resultados, dá pra ver a cara de decepção dele. É um jogador que ama o jogo e que realmente vai fazer falta."
  • Marcelinho Huertas

  • É um cara que eu sempre admirei, sempre joguei contra. É um dos maiores de todos que já vi. Estou muito feliz pelo que ele fez pelo basquete."
  • Leandrinho


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Próximos
KOBES

O novo Messi, o novo Federer, o novo Schumacher, o novo Jordan. Fãs de esporte e a mídia esportiva sempre procuram o novo ídolo de cada modalidade, e Kobe conviveu com as comparações com Jordan durante toda a sua carreira.

Com sua aposentadoria, todos buscam novos ídolos para a NBA. Abaixo, deixamos 5 opções de jogadores com condições para causar grande impacto na liga. Com a posição de Kobe Bryant e as características do astro sendo cada vez mais difíceis de serem encontradas, os critérios utilizados foram, além do potencial e da possibilidade de carregar um time "nas costas" durante muitos anos, o fato de ter menos que 30 anos e ter jogado na mesma franquia durante toda a carreira.

  • O 1º dia de agosto de 2014 poderia significar a interrupção de sua carreira ascendente. ‘Cara’ dos Pacers vice do Leste por dois anos e um dos principais destaques da liga, George quebrou a perna em amistoso da seleção dos EUA, voltando em abril de 2015, e ainda melhor! Foi ao All-Star Game com direito a ser o cestinha, com 41 pontos.
  • Um ano. Foi o que Davis precisou para deixar o basquete universitário de Kentucky e ir para a NBA, onde foi a primeira escolha no Draft de 2012, indo para o New Orleans Pelicans. O prodígio só melhora: 'All-Star' desde 2014 (não jogou em 2015 por lesão), foi campeão olímpico em 2012 e mundial em 2014. Tudo isso com apenas 23 anos.
  • Um dos maiores em atividade. Por 4 anos, Durant foi o maior pontuador da NBA em média, sendo ainda o MVP de 2013-2014 e levando a equipe ao vice de 2012. Isso, somado à medalha de ouro olímpica de 2012, quando foi o cestinha da final. Resta saber se ele permanecerá em Oklahoma City para ser “o próximo Kobe Bryant”.
  • Ascensão. Aos 24 anos, Leonard só melhora. Draftado pelos Pacers em 2011, acabou trocado com os Spurs na mesma noite. Na franquia, foi MVP das finais e campeão em 2014. Na última temporada, foi eleito o melhor jogador de defesa, igualando Jordan e Olajuwon como únicos a serem MVP das finais e melhores defensores. O céu é o limite.
  • Habilidade, precisão, showman. Curry é um fenômeno, principalmente desde a última temporada, quando levou os Warriors ao título. MVP do último campeonato, Curry melhorou ainda mais, destruindo recordes. O armador conseguiu fazer do jogo físico uma aula de estilo a cada partida. Resultado: é impossível saber onde ele vai parar.

Vídeos: Vinicius Zucheratto, Jhenifer Santos | Colaboração: Danilo Bodra, Igor Resende | Revisão e coordenação: Ricardo Zanei | Equipe de arte: Dalton Cara, Gabriel Lucki | Novos Negócios: Débora Fajolli | Programção: Thiago Gonzalez, Aguinaldo Chaves