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Fábio Carille explica causa da falta de gols do Corinthians

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Arnaldo diz que Corinthians é covarde fora de casa: 'Uma hora não se garante' (1:51)

Time de Carille mais uma vez não atuou bem fora de casa (1:51)

O Corinthians chegou ao quarto jogo seguido sem marcar um único gol. Nessa quarta, contra a Chapecoense, o time pouco chutou e abusou das jogadas aéreas no segundo tempo. No fim, revés por 1 a 0 na partida de ida da quarta fase da Copa do Brasil e desconfiança antes da final do Campeonato Paulista, contra o São Paulo.

Fábio Carille não escondeu seu incômodo com a atuação da equipe e culpou o primeiro tempo do Corinthians pela derrota.

“No segundo tempo sim, conseguimos rodar mais a bola, jogamos no campo adversário, mas pelo nosso primeiro tempo pagamos pelo resultado”, afirmou, em entrevista coletiva.

O técnico também foi perguntado sobre o que mais lhe preocupava: os resultados ou o desempenho. A resposta foi categórica.

“Desempenho, sem dúvida. Agora, a gente tem duas decisões casa, primeiro pelo Paulista, onde sabemos a força de jogar em casa, como isso é determinante. Depois pensar na Chapecoense na quarta”.

O técnico evitou críticas pontuais e tentou passar apoio e confiança ao seu grupo, mas na hora de explicar o motivo pela ineficiência do ataque não deixou de lembrar os erros individuais em campo.

“É uma falta de terminar melhor as jogadas. Lembro de um lance (contra o São Paulo), de tantos que tem, que o Vital consegue escapar e tenta o passe para o Gustavo, errado. A tomada de decisão dos atletas precisa melhorar, ali no terço final”, opinou.

Na etapa final da partida contra a Chape, o Corinthians abusou das bolas alçadas à área. Escanteios, laterais, jogadas pelas pontas… A ordem foi mandar a bola para o meio da confusão, como admitiu o próprio treinador ao fim do confronto.

“Como a gente está sofrendo um pouco na questão da construção, então a ideia acaba sendo jogar pelos lados e buscar a área, com bons cabeceadores que a gente tem, se é Gustavo, se é o Mauro, que tem um bom cabeceio. A bola parada já decidiu muito já esse ano, questão de escanteio e de falta, por isso a gente trabalha sempre essa bola lá dentro”, concluiu.