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'Inchaço' na Copa do Mundo de 2022 faz Fifa pensar em fazer jogos em vizinhos do Catar

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A Fifa anunciou que a Copa do Mundo de 2022, no Catar, deve ter 48 seleções e não mais 32 como tem sido desde 1998. A sugestão ainda depende de aprovação no Congresso da entidade, em junho, mas o "inchaço" no torneio já tem feito a entidade pensar em fazer alguns jogos do Mundial em países vizinhos à sede.

Foi o que declarou o presidente da Fifa, Gianni Infantino, na tarde desta sexta-feira, em Miami, nos Estados Unidos, logo após reunião do conselho da associação mundial de futebol profissional.

"A maioria dos jogos do Mundial será no Catar, mas algumas partidas vão acontecer em países vizinhos. Ainda não sabemos quais. Vamos ver", disse Infantino, em entrevista coletiva.

O mandatário também defendeu-se das críticas de que o aumento provocará queda técnica no torneio.

"Uma Copa do Mundo com as duas melhores seleções do mundo terá a maior qualidade possível. Com quatro, já terá menos qualidade. É natural. Mas o futebol nos dá exemplos de que nem sempre é assim. A Islândia foi uma surpresa na Eurocopa [foi até as quartas de final] ou mesmo a Croácia, que chegou na última final".

"O futebol é o esporte, talvez o único, que permita que aconteça surpresas ao longo de 90 minutos".

A distribuição de vagas também foi tema de questionamentos, mas Infantino não explicou quais serão os critérios e como as vagas serão distribuídas por continente. Deu apenas um exemplo de que a escolha deixará a busca mais democrática.

"São quatro vagas para a Ásia e geralmente vemos Japão, Coreia do Sul, Irã e mais alguma seleção. Agora, com o aumento, vamos abrir possibilidades para que a Copa ganhe novos participantes".