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Em nota, Flamengo se manifesta sobre processo de pagamento de indenizações

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Procuradora do MP-RJ explica divergências com o Flamengo em indenizações às vítimas do Ninho (2:11)

Clube e instituições não têm se acertado (2:11)

Nesta quarta-feira, o Ministério Público e a Defensoria Pública do Rio de Janeiro pediram a interdição imediata do CT do Flamengo. A ação veio depois que o clube não entrou em acordo sobre a indenização às famílias das vítimas do incêndio do Ninho do Urubu.

Além disso, as instituições públicas do estado também pediram o bloqueio de R$ 57 milhões nas contas do clube.

O Flamengo publicou uma nota esclarecendo a situação e enfatizando o esforço do clube na tentativa de chegar a um acordo com as famílias sobre o processo indenizatório.

Veja abaixo a nota do Flamengo:

Em relação às ações que vêm sendo desenvolvidas pelo Clube de Regatas do Flamengo no intuito de acelerar o processo de pagamento das indenizações às famílias dos atletas vitimados no último dia 8, gostaríamos de esclarecer que:

1) Na tarde desta quarta-feira (20/02 ) foi instaurado o procedimento de mediação no Núcleo de Mediação do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, sob a coordenação do Desembargador Cesar Cury;

2) Amanhã (quinta-feira), às 14h, será realizada no Tribunal de Justiça a audiência inicial com a participação de familiares dos 10 atletas que faleceram e dos 3 que sofreram ferimentos;

3) Neste primeiro encontro formal, a proposta é de que as famílias recebam todas as informações sobre a mediação, de maneira a que elas possam ter um amplo conhecimento sobre o processo;

4) Vale destacar que a mediação - neste formato e conduzida pelo Tribunal de Justiça - é o modo mais rápido, justo e eficaz para atender aos anseios dos familiares das vítimas da tragédia;

5) O Clube de Regatas do Flamengo seguirá atuando para que os familiares sejam indenizados de forma justa e no menor período de tempo possível, minimizando a dor e o sofrimento das famílias.