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Lateral do Liverpool, Robertson relembra dificuldades no início da carreira

Finalista da última Liga dos Campeões pelo Liverpool, o lateral esquerdo Andrew Robertson se firmou entre os melhores do futebol mundial na posição. No entanto, antes de chegar ao Liverpool em julho de 2017, o escocês enfrentou dificuldades no início da carreira e pensou em abandonar o futebol.

Natural de Glasgow, Robertson começou sua carreira nas categorias de base do Celtic, um dos maiores clubes da Escócia, mas foi dispensado em 2009, aos 15 anos. Em seguida, o lateral foi para o modesto Queen’s Park, time amador onde ficou por três anos.

Aos 17 anos, em sua segunda temporada pelo Queen’s Park, o lateral do Liverpool pediu aos pais um ano para tentar deslanchar na carreira e teve apoio. “O plano era ir à academia durante o dia e me fortalecer, porque eu era bem magro, e ir aos treinos normalmente”, disse o jogador ao site do Liverpool. “Muitos pais poderiam dizer não”.

Em 2012, aos 18 anos, Robertson decidiu começar a trabalhar, mas não abandonou o sonho de ser jogador de futebol profissional. “Eu precisava de um emprego e com sorte consegui, mas não desviei meu foco”, afirmou. “No intervalo do almoço eu ia à academia. Não desviei meu foco do futebol e isso deu resultados no final”.

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Ao final daquele ano, ele se inscreveu em universidades, mas estava confiante de que receberia propostas de clubes profissionais. “Eu sabia que no mínimo eu teria uma pequena chance, talvez teria um ano jogando futebol em tempo integral para ver o que aconteceria. Acabou dando certo”.

Dedicado integralmente ao futebol, Robertson foi para o Dundee United, time da primeira divisão da Escócia. Um ano depois, foi vendido ao Hull City, que à época disputava a primeira divisão do Campeonato Inglês. Três anos depois, o lateral chamou a atenção do Liverpool mesmo com o rebaixamento do Hull City na temporada 2016-17. Hoje, ele é titular absoluto dos Reds e capitão da seleção escocesa.