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Bola de Prata: Nordeste amplia seca e chega a 11 anos fora da seleção

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Nos mínimos detalhes: veja o 'making of' do prêmio Bola de Prata (4:46)

49ª edição da premiação aconteceu em São Paulo, nesta segunda-feira, e prestigiou os melhores do Campeonato Brasileiro (4:46)

O Nordeste até voltou ao Prêmio ESPN Bola de Prata Sportingbet em 2018 com Wescley, do Ceará, tendo levado o troféu de gol mais bonito do Campeonato Brasileiro, em votação popular, mas ampliou sua seca na honraria que de fato vale.

Agora, já são 11 anos sem que nenhum jogador dos clubes da região esteja na seleção ideal da disputa. Na atual temporada, foram quatro os times nordestinos na Série A - Bahia, Ceará, Sport e Vitória, os dois últimos rebaixados -, mas nenhum conseguiu ter algum atleta entre os melhores do certame.

A última vez que a região, composta por nove estados, teve representante na seleção Bola de Prata foi em 2007, quando o uruguaio Acosta, pelo Náutico, foi um dos dois melhores atacantes ao lado de Leandro Amaral, do Vasco.

Vale lembrar que em 2016, Diego Souza, pelo Sport, ganhou o troféu de artilheiro juntamente com Fred (Atlético-MG) e William Pottker (Ponte Preta), cada um com 14 gols.

Na história do prêmio, entregue desde 1970, o Nordeste soma 22 aparições no time ideal, com o Vitória sendo o clube mais premiado, com nove taças, seguido de perto pelo arquirrival Bahia, que tem oito; Náutico e Sport têm dois cada e o Fortaleza, um.

Em 2019, a região terá a chance de quebrar o jejum mais uma vez, de novo com quatro agremiações a representando: os mesmos Bahia e Ceará deste ano e mais Fortaleza (Ceará) e CSA (Alagoas), que subiram da Série B.