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Árbitro da final da Libertadores entre Boca Juniors e River Plate já foi suspenso por 8 meses do futebol

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O chileno Roberto Tobar foi o escolhido para apitar a primeira partida decisiva da Copa Libertadores de 2018, o clássico argentino entre Boca Juniors e River Plate.

O árbitro é considerado um dos melhores da posição em seu país. Contudo, possui uma história nada agradável em seu currículo, tendo sido suspenso por 8 meses por participar um 'clube de pôquer'.

Segundo o jornal espanhol Marca, a Federação de Futebol Chilena confirmou a existência do clube em novembro de 2012, o qual era organizado pelo então diretor de desenvolvimento dos árbitros, Mario Sánchez. As partidas aconteciam em Santiago, sendo que os juízes que ficassem sem dinheiro acabavam apitando partidas de menor importância no interior do país.

A organização funcionou por dois anos, sendo que, ao serem escalados para jogos no interior, os árbitros recuperavam o dinheiro perdido por meio de despesas de viagens. Após descobrir o esquema, a federação declarou todos os participantes culpados, dentre eles Tobar, que tinha a maior projeção no Chile.

Enquanto Mario Sánchez foi punido com o banimento do futebol por toda a vida, Tobar e mais três árbitros foram suspensos por 8 meses. Após o período, ele recuperou o prestígio, começando a apitar internacionalmente em 2014.

Com 40 anos de idade, Tobar já foi o árbitro da Recopa Sulamericana de 2017, entre Atlético Nacional-COL e a Chapecoense, além de partidas pelas Eliminatórias Sulamericanas para o mundial da Rússia, como o empate entre Argentina e Venezuela em 1 a 1, e a vitória do Palmeiras sobre o Boca Juniors na Argentina, válida pela fase de grupos.