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Boca Juniors mergulha em críticas por perder para o River Plate em casa pelo Campeonato Argentino

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Carrasco do Palmeiras, Benedetto fica desconcertado com pergunta de garotinha sobre o River Plate (0:35)

O atacante do Boca Juniors voltou ao seu antigo colégio para inaugurar uma biblioteca e acabou sendo surpreendido (0:35)

No último domingo, o Boca Juniors foi derrotado por 2 a 0 em plena Bombonera pelo River Plate, seu maior rival, pela 6ª rodada do Campeonato Argentino.

O revés, que ocorre pouco mais de uma semana antes do jogo de volta contra o Cruzeiro, pelas quartas da Libertadores, deixou o tempo bastante turbulento pelos lados xeneizes.

Logo após a partida, por exemplo, o ex-zagueiro Jorge Bermúdez, um dos maiores ídolos da torcida boquense e hoje comentarista da ESPN na Colômbia, detonou o técnico Guillermo Barros Schelotto.

O "Patrón", como era conhecido, criticou algumas frases ditas pelo treinador em sua coletiva pós-jogo e usou letras garrafais para criticar a postura de Schelotto e sua equipe.

"'Eles não foram superiores', 'sempre se aprende com vitórias e derrotas', 'a diferença foi que o chute de Martínez entrou e o de Benedetto foi para fora'... ESSAS SÃO AS DESCULPAS? ONDE ESTÁ O CARÁTER? DESDE QUANDO O BOCA NÃO VENCE ESSES JOGOS? POR QUE NÃO JOGARAM OS TITULARES?", escreveu Bermúdez, em seu Twitter.

Os "titulares" em questão são atletas como Pablo Pérez e Edwin Cardona, que foram poupados do clássico de domingo.

E as coisas só pioraram para Schelotto depois que o sempre polêmico Daniel Osvaldo, ex-atacante de Roma, Inter de Milão e do próprio Boca que abandonou o futebol para virar músico, também resolveu disparar contra seu ex-treinador.

Em uma entrevista ao Marca, Osvaldo, que chegou a se naturalizar italiano e defender a Azzurra, revelou que foi mandado embora da equipe de Buenos Aires por fumar no vestiário, e detonou Schelotto por conta disso.

"Ele me mandou embora porque eu fumei no vestiário. Se tem algum problema comigo, venha e diga isso na minha cara. Se quer mandar embora um jogador que tem a trajetória que eu tinha quando cheguei ao Boca, sente comigo para tomar um café e diga: 'Vamos buscar a melhor forma de resolver isso'. E não sair por aí dizendo pra todo mundo que eu fumei um cigarro. Não teve respeito comigo e foi um cag**", afirmou.

"Éramos 12 jogadores que fumavam, mas quem foi mandado embora fui eu. E ele via todos eles fumando, e fazia o que? Dizia que não podiam fazer isso. Para mim nem isso ele disse. Mas até foi melhor que eu estava fumando na hora e fiquei calmo, senão teria arrancado a cabeça dele. Me colocou um minuto e meio no jogo, como se eu fosse um moleque de 14 anos", reclamou.

"Na seleção italiana eu também fumava. Até mesmo o técnico se aproximava de mim para pedir o isqueiro", bradou.

"E agora ele está fazendo o mesmo com Tevez. Ele não tem coragem de mandá-lo embora, então está provocando Carlitos de forma suja", complementou.

O polêmico ex-atacante ainda criticou a inexperiência de Schelotto.

"Eles o colocaram para treinar o Boca. O cara nunca esteve na Europa, a não ser de férias", disparou.