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Cristiano Ronaldo vai custar R$ 1,57 bilhão para Juventus, quase 3 vezes mais que LeBron para os Lakers

Os últimos dias foram agitados no mundo dos esportes, com dois dos maiores jogadores da atualidades decidindo trocar de camisas.

Primeiro foi na NBA, com LeBron James deixando o Cleveland Cavaliers para jogar pelo Los Angeles Lakers. Depois foi a vez do futebol, com Cristiano Ronaldo deixando o Real Madrid para se juntar à Juventus.

Se as duas negociações significam muito dinheiro com publicidade, vendas de camisas, entre outras coisas, a Juventus teve desembolsar muito mais dinheiro do que os Lakers para trazer seu novo astro. Quase R$ 1 bilhão a mais.

Para trazer Cristiano Ronaldo, a Juventus teve que pagar 100 milhões de euros (R$ 446,96 milhões) ao Real Madrid, mais 12 milhões de euros (R$ 53,63 milhões) pela cláusula de solidariedade da Fifa, que renderá um bom lucro ao Sporting e também ao Manchester United.

Com salários, serão 120 milhões de euros (R$ 536,68 milhões) ao longo dos quatro anos. Porém, este é o salário líquido do português, significando que a Juventus terá que arcar com todo o imposto que incidirá sobre os vencimentos do craque, e isso dobrará o custo.

Na Itália existe uma taxação extra sobre valores que ultrapassam os 10 milhões de euros (R$ 44,72 milhões), o que é o caso. Assim, além dos 30 milhões de euros (R$ 134,17 milhões) que irão para a conta de Cristiano Ronaldo todo ano, outros 30 milhões de euros serão pagos pela Juve ao governo.

Assim, o custo total de Cristiano Ronaldo para a Juventus será de 353 milhões de euros (R$ 1,57 bilhão).

Já o Los Angeles Lakers conseguiu um contrato de quatro anos com LeBron James e pagará US$ 154 milhões (R$ 584,82 milhões). A principal diferença, além do fato de não ter que “comprar” o jogador, é que na NBA não existe esta história do time pagar pelos impostos dos jogadores.

As regras para impostos nos Estados Unidos variam de estado para estado, mas caso se torne um cidadão da Califórnia, LeBron pode ter que pagar US$ 5,2 milhões (R$ 19,75 milhões) por temporada. Neste caso, seriam US$ 20,8 milhões (R$ 78,99 milhões) do total de seu contrato sendo “mordido” pelo governo.