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Presidente do Palmeiras é suspenso por 45 dias por chamar Estadual de 'Paulistinha'; clube é multado

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Presidente do Palmeiras detona arbitragem: 'Campeonato jogado no lixo; o Palmeiras é muito maior que um Paulistinha' (3:57)

Mauricio Galiotte falou com a imprensa após a derrota nos pênaltis (3:57)

O presidente do Palmeiras, Maurício Galiotte, foi punido na última segunda-feira pelo TJD-SP (Tribunal de Justiça Desportiva do Estado de São Paulo). Ele terá que cumprir 45 dias de gancho, começando a valer a partir do próximo Campeonato Paulista. O cartola não foi ao Tribunal para se defender.

Galiotte foi enquadrado no artigo 258, parágrafo 2º-II, do CBJD (Código Brasileiro de Justiça Desportiva), que fala em "assumir conduta contrária à disciplina e à ética desportiva" e "desrespeitar os membros da equipe de arbitragem, ou reclamar desrespeitosamente contra suas decisões".

Tudo por ter se referido ao Campeonato Paulista como "Paulistinha" após a derrota para o rival Corinthians na decisão do último Estadual, no dia 8 de abril, no Allianz Parque.

Na ocasião, os palmeirenses reclamaram muito depois que o árbitro Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza marcou um pênalti do volante Ralf no atacante Dudu no segundo tempo, mas, depois de oito minutos, recuou e anulou sua primeira decisão.

O clube do Palestra Itália alega que houve interferência externa na decisão de Marcelo Aparecido, e luta nos tribunais para que a partida seja impugnada. Atualmente, a questão aguarda julgamento no STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva) e pode parar na CAS (Corte Arbitral do Esporte).

Além da suspensão a Galiotte, o Palmeiras ainda foi condenado a pagar multa de R$ 10 mil pelo artigo 258-D - a punição foi de categoria máxima.

A equipe alviverde foi procurada para saber se seu presidente irá recorrer da decisão do TJD-SP e se posicionou da seguinte forma: "O Departamento Jurídico do Palmeiras está estudando os próximos passos".