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Argentino beneficiado por árbitro de vídeo na Bundesliga critica tecnologia e cita bizarrice dita pelo juiz

Na última segunda-feira, em partida válida pelo fechamento da 30ª rodada da Bundesliga, Mainz e Freiburg foram protagonistas numa das maiores confusões cometidas pelo juiz na utilização do árbitro de vídeo.

Após um lance dentro da área de ataque do time da casa, Guido Winkmann não marcou penalidade e decretou o fim do primeiro tempo. Depois de algum tempo, correu até onde está posicionado o monitor do VAR, reviu a jogada e optou pela marcação do pênalti... quando os times já estavam no vestiário. Coube a Pablo de Blasis fazer a cobrança e abrir o placar para o Mainz.

Apesar de ter sido beneficiado na ocasião, o argentino, autor também do segundo gol na vitória por 2 a 0, criticou veementemente o uso da tecnologia nos jogos do Campeonato Alemão.

"Eu não gosto. Eu prefiro o futebol antigo, com mais emoção, sem o árbitro de vídeo parando as emoções", disse, antes de contar como foi a reação de seus adversários ao verem Winkmann tirando os atletas de dentro do vestiário.

"[Jogadores do Freiburg] estavam bravos. Eles não entenderam por que o árbitro decidiu checar o vídeo depois de alguns minutos e eles provavelmente não queriam voltar, mas as regras são regras", afirmou.

Quando pegou a bola para cobrar, De Blasis ouviu mais uma bizarrice do árbitro da partida.

"A coisa mais estranha foi que o juiz me disse que, assim que eu batesse o pênalti, ele apitaria o fim do primeiro tempo. Eu não teria direito a rebote. Seria apenas uma chance para mim", comentou, ainda sem entender o que havia lhe acontecido.

Com a vitória, o Mainz deixou a zona de rebaixamento e colocou nela o próprio Freiburg. Ambos têm 30 pontos, e a equipe da Floresta Negra jogaria os playoffs contra o terceiro colocado da Bundesliga.2 para ver se cairia ou não.