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Presidente de clube grego justifica entrada em campo armado: 'Proteger os torcedores'

Ivan Savvides, presidente do PAOK, explicou, por meio de comunicado oficial no site do clube, o motivo de ter entrado em campo com um revólver na cintura no clássico contra o AEK, no último final de semana. O mandatário justificou a sua ação alegando que estava protegendo os seus torcedores.

“Meu único objetivo era proteger dezenas de milhares de torcedores do PAOK das provocações, evitando violência e baixas humanas. Acreditem, não tive a intenção de interferir na decisão da equipe adversária e da arbitragem”, garantiu.

À oportunidade, Savvides se dirigiu ao árbitro para tirar satisfação sobre um gol anulado contra a sua equipe, mas, felizmente, foi rapidamente contido pelos seguranças da partida antes de conseguir se aproximar do trio de arbitragem do duelo.

A partida seguia em 0 a 0 até que, aos 46, Fernando Varela conseguiu completar o cruzamento e abrir o placar para o time da casa. No entanto o árbitro acabou anulando o lance, alegando impedimento, o que causou a ira do dirigente do PAOK.

PAOK e AEK representam uma das maiores clássicos do futebol grego. Além disso, o clima do confronto era de uma verdadeira decisão, já que o vencedor se aproximaria da liderança do torneio.

Após a polêmica deste final de semana, o Ministério da Cultura e do Esporte do país decidiu suspender o Campeonato Grego.

Este não é a primeira vez que o PAOK vive uma polêmica na temporada. Anteriormente, o clube já havia perdido três pontos na competição após sua torcida atingir o técnico adversário com um rolo de papel higiênico.