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Avaliado em R$ 4.3 bilhões, novo estádio do Chelsea pode não ser construído por impedir luz solar

O Chelsea planeja em breve iniciar o projeto de expansão do Stamford Bridge. Uma família, no entanto, pode atrasar e até impedir as obras avaliadas em mais de £1 bilhão (R$ 4.3 bilhões).

De acordo com a BBC Sports, os Crosthwaites entraram com um pedido para atrasar o início das obras. Eles alegam que o novo estádio prejudicará ao bloquear qualquer tipo de incidência solar que chegue à casa.

Vivendo no local há 50 anos, a família entrou com um pedido de liminar em maio do ano passado alegando o mesmo problema, já que com a nova capacidade do estádio em 60 mil espectadores impediria a chegada de luz do sol na residência.

Há um ano, a permissão de planejamento do novo estádio foi assinada pelo prefeito de Londres, mas o Chelsea pediu ao conselho local para intervir e tirar proveito das leis de planejamento para encerrar o embargo.

O clube comunicou ao conselho local que as obras não poderão prosseguir caso o risco de embargo continue e prejudique o desenvolvimento do projeto.

Em resposta, o conselho respondeu que não poderá agir para ajudar o Chelsea se “as obras não seguirem como o proposto”.

O Chelsea já havia acertado com outras famílias do local um acordo de compensação financeira, mas não chegou em um com os Crosthwaites. A oferta chegou a £50 mil, mas a família recusou, alegando ter “o direito de ter iluminação em sua casa”.

Mesmo com a indefinição junto ao clube, os Crosthwaites não pretendem impedir a construção do estádio. Ainda assim, a família seguirá até o fim na disputa judicial, e dependendo do que ocorrer, pode resultar no cancelamento das obras.