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ESPN Esports analisa as equipes que chegam mais fortes para a primeira etapa do CBLoL

CBLoL 2018 terá novo formato e novo palco Riot Games

O Campeonato Brasileiro de League of Legends começa neste fim de semana em um novo formato e com times muito mais fortes do que nas edições anteriores. Na verdade, se avaliarmos no papel, este é o CBLoL com o melhor nível nos últimos três anos e justamente por isso decidimos fazer o Power Ranking da competição.

Para aqueles não acostumados com o termo e o formato do texto, “power ranking” é uma lista que coloca os times em ordem crescente de força, ou seja, vamos listar todos os times do CBLoL por ordem, do mais fraco para o mais forte.

Como estamos fazendo essa lista antes da competição começar, avaliamos o histórico recente dos times e dos jogadores, além de considerar seu potencial de crescimento dentro da competição. O mais interessante de fazer essa análise antes do CBLoL começar é que tudo pode acontecer, principalmente nos confrontos entre os times nas cinco primeiras colocações. Afinal, esse pretende ser o CBLoL mais disputado de todos os tempos.

KABUM ESPORTS – 8

Depois da parceria de fim prematuro com a Ilha da Macacada e de fornecer instalações e recursos precários para sua equipe, a KaBuM foi rebaixada de maneira merecida na primeira etapa de 2017. Após o ocorrido, a empresa resolveu levar seu time um pouco mais a sério e conseguiu o acesso direto à Primeira Etapa do CBLoL 2018.

Em busca da redenção, neste ano a organização manteve seus jogadores, contratou Filipe “Ranger” e Matheus “Dynquedo” e, principalmente, trouxe para perto de seus jogadores seu técnico – o franco-canadense Nuddle. Principal “reforço da equipe”, Nuddle é peça fundamental para dar mais conhecimento e possibilidades a equipe.

Individualmente, nenhum jogador da KaBuM figura entre os três melhores de sua posição, mas isso não quer dizer que eles não possuam destaques. Entre os novatos do CBLoL, que neste ano são escassos, Alexandre “TITAN” é sem dúvida o nome mais forte, e foi jogando ao redor dele que a equipe conseguiu voltar para o CBLoL. Dynquedo e Luccas “Zantins” também merecem menção por trazer respectivamente segurança e variedade de campeões ao time.

No aspecto coletivo, a equipe ainda tem muito a melhorar, principalmente em seu early game e no famigerado “macro”, porém tem como pontos fortes o draft e o jogo coletivo que, mesmo sendo mais fraco que o de outros competidores, é um elemento que não pode ser deixado de lado pelos demais times. Inclusive, pudemos ver o que esse time pode render na Superliga. Na competição, sua melhor série foi uma vitória por dois jogos a zero contra a até então desfalcada Team oNe.

Tendo em vista o que essa equipe pode fornecer neste novo formato de CBLoL, podemos dizer que as possibilidades da equipe emplacar um dois a zero em algum time são realmente difíceis, principalmente quando falamos do Top 4. Porém, não me surpreenderia vitórias contra seus principais adversários de tabela, CNB e paiN, e algumas emoções contra os demais times. Pontuar, para a KaBuM, será uma emoção.

CNB E-SPORTS CLUB – 7

Dentre as organizações que jogaram todos os Brasileiros de LoL no antigo formato MD2, a CNB é a que teve o pior aproveitamento: foram 38,10% de derrotas na etapa regular, 35,71% de empates e 26,19% de vitórias. Em 2017, após a entrada de Ronaldo Fenômeno e André Akkari, a equipe investiu em uma comissão técnica estrangeira, porém por falta de organização interna e má gestão do time o ano foi inteiramente perdido, assim como a relação com seus jogadores. Mesmo não obtendo bons resultados, é preciso dizer que a CNB está se esforçando.

Com um time todo reformulado novamente, a equipe conta com nomes já conhecidos e experientes como Leonardo “Robo”, Gabriel “Turtle”, Gustavo “Baiano” e Rafael “Rakin”. Entretanto, o nível de alguns destes jogadores ainda está envolto em uma névoa que precisa de visão. Rakin não joga um CBLoL completo desde sua época de Big Gods, em 2016, Baiano está há meses sem jogar devido ao recesso do Circuito Desafiante norte-americano e Pablo “PBO”, atirador revelado no Preparando Campeões, ainda precisa se provar um jogador mais consistente.

Mesmo com essas questões, individualmente a equipe parece muito boa e aparenta ter um belo potencial. Robo traz todo o conhecimento da Red Canids, campeã da primeira etapa em 2017, Turtle tem toda a bagagem técnica da INTZ e o conhecimento passado pelo ex-técnico da equipe (Peter Dun), e Baiano complementa essa receita com seu um ano de passagem pela liga desafiante dos Estados Unidos, no qual era responsável pelas decisões em jogo de sua equipe.

Todo esse conhecimento adquirido precisa impactar dentro do jogo coletivo da equipe, e é justamente aí que mora o problema. A CNB não conseguiu ser formada para disputar a Superliga a tempo e vai ter que se encontrar enquanto o CBLoL levanta voo. Uma boa decolada pode dar bons resultados para a equipe, mas um início ruim pode fazer com que a CNB se veja de novo em um buraco sem fundo, e mesmo que a equipe esteja de esforçando e conseguindo resultados em treinos, em Summoner’s Rift treino é treino e jogo é jogo.

No fim das contas, não temos um exemplo de como esse time pode se portar, mas é possível imaginar que jogará de maneira agressiva a partir do meio, controlando muita visão na rota inferior com Turtle e Baiano, tendo sempre em mente a realização de uma jogada agressiva com teleportes na rota inferior, seguida de torre, ou dragão. Algo bem parecido com o que a INTZ costumava fazer. Mas, para que isso dê certo, PBO e principalmente Robo terão de aguentar a pressão – e sabemos que o atual topo da CNB nunca foi o protagonista das equipes onde passou, e sim um carregador de piano. No fim do dia, nos resta esperar da CNB uma campanha melhor do que a maioria das que já vimos.

PAIN GAMING – 6

Maior torcida de esports do Brasil, a paiN Gaming esteve em todos os playoffs do CBLoL no antigo formato, porém seus resultados na etapa de pontos sempre foram medianos. De todos os times, foi de longe o que mais empatou, 54,76% de empates, e justamente por isso sempre foi terceiro ou quarto colocado. Seu último título foi em 2015 e desde então vem oscilando e tropeçando até a final, mas sem nunca dar de cara com a taça.

Para esse CBLoL, dentre os grandes, foi o time que menos contratou. Seus novos nomes são Murilo “Takeshi” e Thiago “Tinowns”. Enquanto Tin assume a posição de titular absoluto, sem reservas, Takeshi terá a dura tarefa de se adaptar a uma nova posição, o topo. Todo o resto da equipe nós já conhecemos e sabemos que, individualmente, a paiN tem um time de bom nível, que pode ser melhor instruído e aproveitado. Justamente por isso, o grande ponto fraco da equipe acaba sendo o conhecimento técnico da sua comissão, liderada por Juc e Paada.

Por mais que ambos estejam se dedicando e se esforçando ao máximo para ajudar sua equipe, fica visível que existe uma certa confusão em relação as estratégias, escolhas e banimentos de campeões. Esse desentendimento ficou visível em alguns vídeos que mostram os bastidores da equipe, e fica ainda mais visível nas partidas da paiN. Talvez a vitória contra a INTZ na semifinal do CBLoL tenha mascarado alguns problemas, já que o uso do Turíbulo realmente foi visionário, mas os resultados recentes mostram que, coletivamente e taticamente, a equipe ainda tem um longo caminho, e que talvez precise de mais profissionais nessa caminhada.

Individualmente a equipe possui um dos melhores meios do Brasil, Tin, e um dos suportes mais impactantes, Caio “Loop”. Seu atirador, Pedro “Matsukaze”, também vem se provando um grande jogador, porém Rodrigo “Tay” parece não estar em sua melhor fase e, como já mencionado, Takeshi ainda está se adaptando à posição. Mesmo com três jogadores que se destacam em suas posições, o impacto deles no coletivo depende muito mais do draft e do plano de jogo e, como já lembrado, a equipe precisa de mais profissionais na comissão técnica.

Durante a segunda etapa do CBLoL vimos alguns lapsos de genialidade da equipe, como a vitória na semifinal contra a INTZ, porém em muitas das vitórias da paiN seus adversários cometeram vacilos que não devem acontecer neste novo formato do CBLoL. Portanto, o time que mais empatou na história do torneio definitivamente precisará vencer, e isso pode ser difícil.

TEAM ONE – 5

Mesmo tendo vencido a Segunda Etapa do CBLoL com o pior nível de todos os tempos, os Golden Boys merecem muito respeito. Sair do Circuito Desafiante e conquistar o campeonato de sua região é um feito que só a Team oNe conseguiu em todo o mundo do League of Legends. Para isso, a equipe contou com atuações de destaque de Alvaro “VVVert”, topo, e de seu ex-atirador e Luis “Absolut”.

Para essa temporada do CBLoL, a equipe já não é mais novidade e vai precisar superar a barreira de comunicação com seu novo atirador Han “Lactea”, que não jogava profissionalmente desde 2015, mas mostrou estar com o LoL em dia durante a Superliga. Outro fator importante na Team oNe é obviamente VVVert. O jogador fez um segundo split fantástico, mas precisará manter o nível para que seu time consiga colocar pressão em seus adversários.

Dentro dessa equipe ainda temos outros nomes, como Alanderson “4lan”, Bruno “Brucer”, João “Marf” e Ygor “Redbert”. Todos são talentos indiscutíveis, mas ainda falta a Brucer se provar como um bom jogador constante. Por muitas vezes, Marf foi um jogador melhor e trouxe muito mais para o time do que seu companheiro. Já 4lan, mesmo vencendo o CBLoL, ainda não é o melhor caçador do Brasil, e, quando erra, erra feio, e neste split qualquer erro pode fazer com que seu time não pontue na rodada.

Jogador a jogador, a T1 tem um ótimo time, e, se a equipe se provou em 2017, para 2018 ela precisa se firmar - e mentalidade é a palavra-chave. Caso a mentalidade da equipe seja a mesma da campanha vitoriosa em 2017, ela pode, com certeza, conseguir vitórias importantes e chegar em uma boa posição na escalada. Entretanto, os times que os Golden Boys enfrentarão em 2018 são muito mais perigosos do que as equipes do ano anterior. Com isso, fica um pouco difícil colocar ela em posições mais elevadas.

Mesmo assim a capacidade de se aproveitar dos erros dos adversários ainda faz com que a Team oNe seja uma equipe temida, principalmente por aqueles times que tendem a relaxar em partidas dominadas. Portanto, a T1 ainda pode ser a pedra no sapato de times favoritos, mas antes disso ela precisa não tropeçar em si mesmo.

PROGAMING – 4

Orbitando o Top 4 desde que estavam na OPK, o coração desta line – Skybart, Professor e Goku – conseguiu finalmente encontrar uma boa casa, em que todos parecem em sintonia. Após baterem na trave dos playoffs do segundo Split, a ProGaming se reforçou trazendo o caçador Minerva e o técnico Djoko. Com isso, ela conseguiu obter bons resultados no pós-temporada e chegar até a final da Superliga, quando foi derrotada por três jogos a zero pela INTZ.

Em 2018, a equipe tentará chegar lá novamente, mas não pode cometer os mesmos erros do passado – e o principal deles é perder o gás durante a competição. Em 2017 a ProGaming passou as quatro primeiras semanas, mais da metade da competição, entre a primeira e a segunda colocação. Da quinta à sétima semana, os Caveiras só decaíram, e no critério de desempate ficaram de fora das semifinais. Isso aconteceu justamente pelo grande número de empates da equipe a partir da quarta semana: de sete jogos, ela empatou quatro, e o empate que sacramentou sua saída dos playoffs foi contra a sétima colocada na época, a CNB.

Posso estar errado, mas fica claro que o principal problema da equipe é a mentalidade, não a falta de confiança, mas muitas vezes o desespero de conseguir uma jogada ou de obter uma vantagem contundente e acabar se expondo. É claro que, no papel, a equipe tem poucos jogadores de destaque, Bruno “Goku” e Lucas “Luskka” acabam sendo os jogadores referência da equipe, porém, o coletivo é o principal fator de vitória do time. Jogando junto, essa equipe foi e é capaz de vencer as equipes de força inferior e consegue fazer frente às favoritas.

Em 2018, a equipe e todos os envolvidos na ProGaming precisam se provar, e essa necessidade pode ser o principal fator motivacional para eles. Esse foi o fator que motivou a paiN em 2015, a Red em 2017 e a Team oNe na segunda etapa do ano passado. Dessa vez, a ProGaming precisa mostrar que motivação não tem nada a ver com gritos.

RED CANIDS CORINTHIANS – 3

Campeã da Primeira Etapa de 2017 e semifinalista na segunda, a Red Canids – que agora também leva o nome de Corinthians – é com certeza uma das grandes forças da competição, mesmo tendo perdido duas de suas grandes estrelas, brTTpara o Flamengo e Tockers para a Vivo Keyd.

Desfalcada, a equipe foi atrás de reforços e trouxe jogadores individualmente capazes de figurar entre os melhores em suas posições. Para o meio, a equipe agora conta com Kim “Sky”, sul-coreano que em 2017 foi reserva do mitológico Faker, e Park “Winged”, caçador também sul-coreano que já passou pela Keyd em 2014. Essas duas contratações foram fecharam a janela para a Red. Antes disso, a equipe – provavelmente a pedido de seu técnico, Brokenshard – contratou o meio português Francisco “Xico”.

Agora com oito jogadores em sua equipe, sendo quatro estrangeiros, a Red terá de montar um quebra-cabeça para realizar suas substituições e entender como deve jogar e com quem deve jogar, já que a Riot permite apenas dois jogadores estrangeiros por partida. Um exemplo do quão complicado pode ser isso é uma possível substituição do caçador Carlos “Nappon”. Caso ele não esteja jogando bem, colocar Winged em seu lugar implica substituir Dioud pelo seu reserva, Cabuloso, mesmo que Dioud esteja jogando muito bem.

Justamente por causa disso, a equipe terá de manter o mesmo espirito da etapa em que foi campeã em 2017: todos precisarão estar prontos para jogar a qualquer momento, porque uma substituição pode implicar em duas.

A equipe também terá que resolver algumas outras questões, como comunicação e entendimentos distintos do jogo. Um bom exemplo sobre como entendimento de jogo pode demorar a ser adquirido é a Keyd de 2017, e um bom exemplo sobre como esse conhecimento pode ser absorvido rápido é a própria Red. Portanto, eles podem resolver tudo muito rápido e decolarem logo de início, ou demorar um pouco e passar pelas sofrências que a Keyd passou no ano passado.

Indiscutivelmente, esse time tem o melhor meio do Brasil. Sky é muito bom e pode desequilibrar qualquer partida. Porém, os demais jogadores não são tão absolutos assim. Pedro “LEP” é um bom jogador, mas não está entre os melhores de sua posição, e o mesmo serve para todos os demais jogadores com exceção do caçador Winged, que deve disputar o topo com Gabriel “Revolta”.

O nível técnico geral da Red Canids Corinthians é maior do que a média, e seu potencial para deslanchar e conquistar o torneio são reais. Entretanto, ainda precisamos ver para crer.

INTZ – 2

Desde o seu surgimento em 2015, a INTZ se manteve entre as duas primeiras colocações na etapa de grupos e, apenas em 2017, quando teve de se reconstruir, ficou fora das finais. Até então com a melhor comissão técnica do cenário, a INTZ mostrou a todos que mais importante do que ter talentos é ter conhecimento e a capacidade de transmiti-lo.

Em 2017, a saída de Tockers, Yang e Revolta foi um grande golpe à organização, que precisou se reestruturar ao redor de Micao e Jockster. Agora, com a saída de ambos jogadores da rota inferior, ela terá pela primeira vez que jogar sem nenhum dos membros do melhor elenco da história do CBLoL. Para isso, a equipe já vem se preparando desde o ano passado, e um bom exemplo desse preparo foi a conquista da Superliga com a sua nova rota inferior.

As duas únicas contratações do time para 2018, Luis “Absolut” e Pedro “Ziriguidun”, se mostraram adaptadas ao estilo de jogo dos Intrépidos, que, independente das características dos jogadores, sempre tem como foco o jogo inteligente em Summoner’s Rift. Não atoa o time foi capaz de reabilitar e mostrar o verdadeiro potencial de jogadores queimados e desacreditados, como Gabriel “Turtle”, Marcelo “Ayel” e, agora, o próprio Ziriguidun.

Com a agressividade de Diogo “Shini”, a segurança do meio Bruno “Envy” e as surpresas de Ayel, esse time é capaz de vencer qualquer um dos demais participantes do CBLoL, e, o mais importante de tudo, manter o mesmo nível de jogo contra adversários fortes e fracos. É justamente esse o tipo de força que pode definir o primeiro colocado da etapa de grupos e garantir a classificação direta para a grande final.

É claro que não só de elogios vive a INTZ. Seu melhor caminho para a final é, sem dúvidas, ser o primeiro colocado nos pontos. Na última temporada do CBLoL, vimos que esse time sente muita a pressão nos playoffs, e nem mesmo a vitória na Superliga não consegue apagar esse histórico e convencer que o time está diferente. Afinal, o CBLoL não é um torneio de verão.

VIVO KEYD – 1

Durante toda a história do CBLoL nos estúdios de São Paulo, a Keyd foi a equipe com mais vices. Ao todo, foram três, e todos na primeira etapa. Ou seja, a Keyd foi a organização que mais bateu na trave durante este modelo de competição. Parece que uma aura ronda a equipe, e nem mesmo com bons jogadores o título nunca veio.

Em 2018, a coisa será diferente. A equipe conseguiu reunir o elenco mais vitorioso da história do League of Legends brasileiro, apelidado pelos fãs de Exódia, a criatura mitológica de Yu-Gi-Oh!. Felipe “Yang”, Gabriel “Revolta”, Gabriel “Tockers”, Micael “micaO” e Luan “Jockster” venceram a primeira etapa de 2015 e venceram tudo em 2016 dentro do cenário brasileiro de League of Legends. Tudo isso sobre o comando da comissão técnica da INTZ e do aclamado guru do LoL, Peter. Agora, sem uma comissão de peso, o quinteto está junto novamente, e os “problemas” de convivência parecem não existir mais.

A separação dos jogadores em 2017 mostrou muito de suas forças e fraquezas para o fã do esporte, e até mesmo para os próprios membros da formação. Atualmente melhores em suas posições, Tockers, MicaO e Jockster demonstraram seu valor por inúmeras vezes, e com certeza tiveram um belo destaque na última temporada. O meio foi o único jogador da formação a ser campeão em 2017, e a rota inferior teve papel fundamental nas campanhas que levaram a INTZ às semis da última temporada.

Mesmo não sabendo como os cinco estão jogando juntos, já sabemos o que eles podem render e, justamente por isso, se encontram em primeiro nesse power ranking. Os feitos dessa formação são de colocar respeito dentro do cenário brasileiro, e, individualmente, todos estão entre os três melhores jogadores em suas posições, com destaque para a rota do meio e a dupla no caminho inferior.

Mesmo com tudo isso, a equipe não é perfeita, e assim como já vacilou contra times de qualidade inferior, é bem capaz que vacile de novo. Não por desmotivação, entretanto, mas por excesso de autoconfiança. Além disso, não sabemos ainda qual a infraestrutura que essa equipe terá. Em 2016, o time campeão tinha Peter e Abaxial, e, o mais importante de tudo, não possuía essa a aura do “quase” que a Keyd possui.

Por isso, nessa temporada, o Exódia terá de enfrentar muito mais coisas que apenas seus sete outros oponentes para se sagrar campeão novamente.