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Lyon domina, mas melhor jogadora do mundo é do Wolfsburg; veja o TOP 10 das 100 melhores de 2018

Em parceria com “The Offside Rule Podcast”, o jornal inglês The Guardian publicou uma lista com 100 melhores jogadoras do mundo. As escolhas foram feitas por um painel de 72 juízes ao redor do mundo para revelar as cem melhores futebolistas que se destacaram no ano de 2018.

A lista foi publicada aos poucos e só agora as 10 primeiras foram reveladas. Dessas, cinco são jogadoras do Lyon, confirmado a grandeza do atual campeão da UEFA Women’s Champions League.

Em décimo lugar, Megan Rapinoe do Seattle Regin. É a primeira vez que ela aparece entre as dez primeiras. A atacante de 33 anos fez quatro gols nos quatro primeiros jogos na NWSL e passou a temporada fazendo assistências, inclusive na seleção americana, onde contribuiu com cinco gols na vitória de 6 a 0 em cima do México: marcou um e deu assistência para outros quatro.

Em nono, Lieke Martens do Barcelona. Melhor jogadora do mundo pela FIFA no ano passado, Martens também contribuiu com a seleção holandesa de futebol feminino, inclusive anotando um gol no jogo que garantiu a Holanda na Copa do Mundo do ano que vem. Ela caiu oito posições do ano passado para esse.

Wendie Renard do Lyon afirmou-se como uma das melhores zagueiras e já não é de hoje. A capitã do time francês também já anotou alguns gols, sendo dois deles na vitória sobre o Dijon. No ano que vem, ela também estará presente no mundial junto com a seleção dos blues.

Uma das jogadoras de futebol mais conhecidas do mundo, Alex Morgan, do Orlando Pride, ocupou o 7º lugar. Morgan marcou cinco gols na NWSL e foi fundamental nas vitórias contra o Portland Thorns e Chicago Red Stars no início da temporada. No total, ela balançou a rede 18 vezes em 20 jogos nesse ano. Imagina na Copa?

Em 6º lugar, Amandine Henry do Lyon subiu seis posições comparando com o ano passado e, no geral, é a melhor meio-campista da lista: ela anotou quatro gols do meio de campo. Foi fundamental no título da UEFA Women’s Champions League esse ano em Kiev. Na prorrogação, Henry foi responsável por anotar o primeiro dos 4 gols do Lyon para erguerem a taça da liga pela terceira vez consecutiva.

Em 5º lugar, Le Sommer também do Lyon, a responsável pela virada do Lyon em cima do Wolfsburg na Champions. Mais que isso, ela balançou a rede dez vezes em treze jogos, além de ter marcado um gol fora de casa contra o Barcelona nas oitavas de final da liga e hoje, ela é a maior artilheira do time francês. Na seleção, ela marcou gols em nada mais, nada menos do que sete jogos consecutivos, inclusive contra seleções como Estados Unidos, Alemanha, Canadá e Austrália.

O dominante Lyon ocupou também a 4ª colocação com Lucy Bronze, da seleção inglesa e ex-jogadora do Manchester City. No top 10 também no ano passado, ela subiu uma posição esse ano. Na semifinal da UEFA Women’s Champions League, ela anotou um gol contra seu ex-clube e seu voleio foi indicado para gol do ano pela UEFA.

Primeira mulher a vencer uma Bola de Ouro da France Football, Ada Hegerberg subiu sete posições em relação ao ano passado e ocupou o terceiro lugar. Esteve presente no título nacional do Lyon e também nos três títulos consecutivos do clube francês na Champions. A norueguesa fechou a temporada com 31 gols, sendo 15 deles na Liga dos Campeões. Embora tenha sido destaque, ela não jogará na seleção norueguesa em 2018.

Sam Kerr está na segunda posição do ranking. Atacante do Perth Glory, ela começou o ano jogando em seu país natal e anotou logo um hat-trick para seu time antes de voltar aos Estados Unidos. No início do ano, ela trocou o Sky Blue Pelo Chicago Red Stars e ajudou o time americano a avançar aos playoffs. Na seleção, ela esteve junto com a Austrália e anotou três gols na Copa da Ásia.

E apesar do domínio do Lyon, foi o Wolfsburg que ficou com a 1ª posição, com a dinamarquesa Pernille Harder. Ela quem anotou o único gol na prorrogação contra o Lyon na Liga dos Campeões que, embora não tenha sido suficiente para o título, ela ficou para a história. A seleção da Dinamarca não garantiu uma vaga na Copa do Mundo, mas seu brilho não se apagou independente de qualquer coisa: ela anotou dois gols na semifinal na Copa da Alemanha e um gol sensacional contra o Slavia Praga na Europa. O jornal a considerou “a jogadora de futebol mais completa do mundo” e a votação dos jurados promoveu Harder, já que no ano passado ela ficou com a segunda posição.