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Érika Miranda é eleita a judoca do ano no Prêmio Brasil Olímpico 2018, após anunciar aposentadoria

Ao lado de Mayra Aguiar, Erika Miranda é a maior medalhista do Brasil em mundiais. Getty Images

Um dos nomes de maior destaque no judô brasileiro, Érika Miranda anunciou sua aposentadoria no mês passado. Com 31 anos de idade, a judoca do clube Sogipa-RS, representou a seleção brasileira durante 12 anos e finalizou a carreira em 4ª no ranking mundial da Federação Internacional de Judô em sua categoria.

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Medalhista nos últimos cinco mundiais, Érika Miranda anunciou hoje a sua aposentadoria, aos 31 anos. Quarta melhor atleta do mundo no peso-leve e segunda no Ranking da Federação Internacional de Judô, a judoca brasiliense diz adeus aos tatames para cuidar de sua saúde. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ ⠀⠀⠀⠀⠀ ⠀⠀ 'Hoje, com orgulho e emoção, venho despedir da minha carreira no Judô, esporte pelo qual vivi todos os dias com empenho, disciplina, profissionalismo e renúncias, mas sobretudo, com amor e paixão. Há momentos na vida que somos compelidos a tomar decisões importantes e está, sem dúvida, é a mais difícil para mim: deixar o Judô a fim de priorizar a minha saúde.' ⠀⠀⠀⠀⠀ ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ ⠀ ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ ⠀ ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ ⠀⠀ #TudoPeloEsporte ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ #Judô #Érika #Mundial

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Mesmo após se aposentar, Érika foi eleita a atleta de judô do ano no Prêmio Brasil Olímpico 2018, o Oscar do esporte brasileiro. No ano passado, quem venceu foi Mayra Aguiar. A escolha dos melhores atletas de cada modalidade é realizada por um júri formado por jornalistas, dirigentes, ex-atletas e personalidades do esporte.

Neste ano, Érika foi medalhista de prata no Grand Slam de da Rússia e foi a única brasileira a conquistar uma medalha no Mundial de Baku (bronze até 52kg). Ao lado de Mayra, ela tornou-se a maior medalhista do país em mundiais, somando cinco no total. Além do bronze no Azerbaijão, ela tem prata no Rio de Janeiro (2013), bronze em Chelyabinsk (2014), bronze em Astana (2015) e bronze em Budapeste (2017).