Cruzeiro seria penúltimo colocado na maioria das edições anteriores

Vitor Birner
Vitor Birner

Birner diz não lembrar de nenhum jogador que simboliza tanto um rebaixamento de um gigante como Thiago Neves

O Cruzeiro teve a 21° pior campanha neste formato do brasileirão. As outras estão na sequência do texto. 

Lembro que na temporada retrasada, quando o Corinthians de Fábio Carille ganhou o campeonato, todas foram melhores.  

No atual sistema, com igual número de times, somada a atual edição, foram 280 participações de clubes na elite de nosso futebol.  

2019 - Avaí 20, Chapecoense e CSA 32

2018 - Paraná 23

2016 - Santa Cruz e América 28

2015 - Joinville 31

2014 - Botafogo 34 e Criciúma 32

2013 - Náutico 20

2012 - Atlético GO e Figueirense 30, e Palmeiras 34

2011 - Avaí 31

2010 - Barueri 28 e Goiás 33

2009 - Sport 31

2008 - Ipatinga 35

2007 - América RN 17

2006 - Santa Cruz 28

Fonte: Vitor Birner

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Jogadores cogitaram atuar de graça pelo bem do basquete nacional

Vitor Birner
Vitor Birner

O NBB pretende que seu campeonato tenha um ganhador. Foi o que concluíram dirigentes, jogadores e técnico na reunião da quinta-feira anterior.

Eles foram unânimes.

Avaliaram que precisa ser disputado, ter seu campeão, nem que haja alterações na forma das fases finais, pois a interrupção seria péssima para o esporte.

Ressalto que falaram no esporte, não em si mesmos, priorizando a necessidade coletiva.

Por isso, na reunião anterior a que me refiro, Brasília abriu mão da pequena hipótese de chegar ao playoff. Precisaria ganhar os 4 últimos jogos e Bauru perder todos os restantes para se classificar - por causa da pandemia, topou encerrar a fase.

NBB, a liga nacional de basquete, está paralisada por causa do coronavírus
NBB, a liga nacional de basquete, está paralisada por causa do coronavírus Divulgação

Se o cenário no futebol fosse igual, os cartolas eliminados talvez enxergassem a crise como oportunidade, pensando no próprio umbigo, como nos bastidores tem feito o presidente de clube grande com ínfima chance no Paulista.

Há tanta consciência na comunidade do basquete que, se provado aos atletas e treinadores a impossibilidade de serem pagos, afirmaram que jogarão de graça até o fim da Liga.

Como os estrangeiros não participaram da reunião, talvez alguns pensem doutra forma.

Pantufa, videogame e família: como jogadores do NBB passam o tempo na quarentena

A ideia é recomeçar em junho. Como os deslocamentos serão difíceis, arriscados, o jogador Bruno Fiorotto sugeriu a disputa de triangulares nas sedes do quarteto mais bem classificado (Flamengo, Franca, São Paulo e Minas), seguidos por semifinais e finais.

Ninguém se opôs, todavia nada foi decidido.

Haverá outra videoconferência, hoje, para acertarem detalhes.

Desde a conversa anterior, combinaram enviar em 3 de abril as suas situações contratuais, com prazos de término dos mesmos, em busca do consenso.

Sabem que a manutenção dos patrocinadores, cotas de televisão e as principais fontes de renda dependem do organizado torneio, por isso têm trabalhado unidos.

Fonte: Vitor Birner

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Redução salarial, futuro dos estaduais e Brasileirão: dirigentes tomam decisão sobre futuro do futebol brasileiro

Vitor Birner
Vitor Birner

Estão encerradas as negociações entre clubes e atletas, representados pela Fenapaf, sobre questões relacionadas a salários e outras pendências por causa da parada forçada do calendário brasileiro.

Esta foi a conclusão da reunião de dirigentes, ocorrida nesta quinta-feira à tarde, sobre decisões emergenciais do nosso futebol.

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Jogadores entrarão em férias no dia 1º de abril. Cada clube decidirá o período, entre 20 a 30 dias. A ideia é abrir espaço em dezembro para a realização de partidas que ficarem atrasadas.

Enquanto isso, será aguardada a medida provisória que o governo promete editar. Conhecidas as regras da mesma, haverá a conversa, ou o corte direto, para a redução dos ganhos dos jogadores.

Prass explica 'maluquice' das negociações de salário: 'É como pedir desconto para o dentista sem ter pago as últimas cinco consultas'

De agora em diante, quaisquer acordos serão individuais. Se forem coletivos, a conversa será com os sindicatos em seus estados, pois as situações econômicas das equipes divergem. Nem todas estão atrasadas nos pagamentos.

E o calendário, como fica?

A perspectiva é de manutenção do formato do Brasileirão, pois é necessário honrar acertos comerciais já firmados.

Prass explica responsabilidade que jogadores com altos salários têm: 'E o resto, cara? É um egoismo absurdo'

Os estaduais precisam ser jogados. A Globo não pretende quitar todas as cotas desses torneios, em caso de interrupção ou cancelamento. 

Antes de qualquer crítica, digo que isso é correto, pois a única parte que pode render audiências elogiáveis é o mata-mata. Comprar a fase inicial seria péssimo sob a visão empresarial.

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Clubes discutem reduções salariais e antecipação de férias dos atletas

Vitor Birner
Vitor Birner

         
    

Dirigentes e advogados de clubes conversam sobre medidas para o futebol.

Patrocinadores pretendem romper contratos, não há renda dos jogos, e as contas têm que ser pagas. A maioria acha que todos devem fazer esforços no momento atípico, incluindo os jogadores, por enquanto arredios sobre qualquer diminuição salarial.

Há cartolas que defendem a utilização do artigo 503 da CLT, discutível sob o prisma da própria constituição, pois prevê 25% de redução salarial e do direito de imagem com iniciativa unilateral, sem anuência dos jogadores.

No intuito de evitar problemas mais para frente, especialistas na legislação não recomendam, mas acham que isso deve ser cogitado como parâmetro para negociações. Será muito difícil para quase todas as equipes das três principais divisões nacionais pagarem o combinado.

Clubes discutem futuro do futebol
Clubes discutem futuro do futebol YASUYOSHI CHIBA/AFP via Getty Images

 
A outra opção mencionada, a mais simples de ser praticada, seria dar férias imediatamente aos atletas, o que permitirá a realização das partidas em dezembro e janeiro.
Além disso,  pretendem reter parte do salário para quitarem ano que vem. Há quem se posicione contra, insista na necessidade dos jogadores entenderem a situação, abrirem mão de algo.
 
Nada está resolvido. Até terça, esses foram os principais temas discutidos pelos que tomarão decisões.

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Corinthians de Andrés Sanchez deveria ser muito rico

Vitor Birner
Vitor Birner
Andrés Sanchez
Andrés Sanchez Gazeta Press

A força

Tudo que o Corinthians conseguiu, após o rebaixamento, teve influência de Andrés Sanchez.

É possível debater os métodos, a administração, mas nunca separar o cartola de todos os resultados.

Por ser o sucessor de Wadi Helu, Vicente Matheus e Alberto Dualib como político mais influente no Parque São Jorge, seus candidatos foram eleitos presidentes do clube.

Roberto de Andrade e Mário Gobbi, eleitos com apoio do cartola, romperam com o mesmo ao longo de suas gestões.

A era Tite, a formatação de uma ideia de jogo, os técnicos Mano e Carille, a tentativa com Thiago Nunes, os sucessos e fracassos passaram, direta ou indiretamente, por escolhas do dirigente.


A crítica

A fase atual tem sido a mais crítica do cartola. Até as organizadas que, outrora, nos momentos ruins em campo protestavam sem falar de Andrés, hoje reclamam do presidente.

Não lhes tiro a razão, mesmo que pareçam contraditórias, pois a lista de êxitos do longevo grupo de situação do Corinthians merece elogios.

Além de estaduais e da Copa do Brasil, obteve três campeonatos brasileiros, a inédita Libertadores e o Mundial, que poderiam garantir a idolatria quase intocável da torcida.

Mas a mesma percebeu que a instituição paga o preço.


Menos influente

A união de  Andrés com Ricardo Teixeira, administrador de métodos discutíveis, uma espécie de antigo ‘dono’ de nosso futebol, mais os cerca de 30 milhões de adeptos, deveriam redundar numa hegemonia longa ou, na hipótese que planejaram, na espanholização, a polarização com o Flamengo.

Mas o cenário foi desenhado com outros contornos.


O baile

O time da Gávea mostrou paciência, capacidade, dialogou abertamente  sobre os problemas com seus 40 milhões de torcedores, recuperou suas finanças e, por méritos, desfruta do sucesso por acertar.

Enquanto se arrumou, o Corinthians andou noutra direção.

A interrupção do governo petista gerou a perda do patrocinador master. Equívocos ao contratar, a arena caríssima de Itaquera, que na prática foi devaneio politiqueiro, e folha de pagamento maior que o potencial dos jogadores geram dificuldades.

Tudo aconteceu enquanto os números em campo foram positivos.   

O clube, ao contrário de S. Paulo e do Flamengo, tem dificuldade para negociar seus atletas por valores elogiáveis.

Na saída de Malcom, que desde os 12 anos foi da equipe, o Corinthians levou 30%.

Na de Renato Augusto, metade dos 8 milhões de Euros foram para o clube.

Na de Jadson, após a temporada de alto nível em 2015, 30% dos 5 milhões da moeda europeia.

Love foi à França, como Ralf para a China, pois suas rescisões custavam a bagatela de 1 milhão de euros cada.

O zagueiro Marquinhos foi por 3 milhões de euros.

Everton Ribeiro foi para o Coritiba, pois não era utilizado.

Citei apenas alguns negócios.


A estratégia

Lembro que Andrés Sanchez era vice de futebol no mandato  em que o time foi para a segundona.

Mas renunciou ao cargo antes do barco afundar.

Era o presidente no rebaixamento.

Parte dos problemas financeiros que geraram o rebaixamento foram herdados da parceria da MSI, que o cartola bancou, e que continua afirmando ter sido positiva.


A opinião

Relembro que a fase mais bem-sucedida dele, como mandatário, foi no governo Lula e no resquício do mesmo, quando teve trânsito grande na Cbf, apoiando e ajudando R. Teixeira na eleição, implodido o clube dos 13, tudo no período de preparação da Copa do Mundo, com patrocínio estatal na camisa.

No atual momento, em condição igual a dos outros cartolas, pouco tem produzido.

A importância de A. Sánchez foi e continua sendo inegável no Corinthians.

Respeito as opiniões contrárias.


O gigante

É possível recuperar o Corinthians.

O momento exige alteração nas políticas do clube.

Qualquer time com 30 milhões de torcedores pode ser rico e elogiável no futebol.

Muita saúde e paz a todos. 

Fonte: Vitor Birner

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Esquema tático, artilheiro e estatísticas: os detalhes da LDU, rival do São Paulo nesta quarta

Vitor Birner
Vitor Birner

LDU venceu na estreia da Libertadores
LDU venceu na estreia da Libertadores Getty

Após empatar por 1 a 1 com o Delfin no jogo, o primeiro do ano e que valeu o título da Supercopa do Equador, ganha nos pênaltis por 5 a 4, a LDU tropeçou apenas contra o Independiente Del Valle - derrota em casa por 3 a 2.

Esta foi a única partida (das seis até agora no ano) em que a equipe de Quito teve menos posse de bola.

Em todas as demais, a LDU fez gols. No Campeonato Equatoriano, foram 9 em 5 jogos. É o time que lidera a competição.  Na Libertadores, fez três na estreia diante dos reservas do River Plate.

O artilheiro Martínez (6 gols) teve apagadas passagens pelo Inter, além de ter vestido as camisas de Mogi Mirim, Caxias e Guaratinguetá antes de ir para Croácia e México.  Está longe de ser jogador de alto nível, mas a fase é positiva.

Quem comanda do banco é o uruguaio Pablo Repetto. Ele posiciona a equipe no 4-2-3-1. O trio tem sido formado por Quinteros, que já foi lateral e joga avançado na direita, Caicedo, o mais rápido, na esquerda, e Sornoza, aquele mesmo, no meio.


  


         


Na fase defensiva, o time forma o 4-4-1-1. O ex-Fluminense e Corinthians, na maioria das partidas, atuou próximo ao centroavante. Entretanto, pode recuar para compor o quinteto.

A dupla de volantes tem Valencia, que foi atacante e lateral no Manchester United, e Lucas Villaruel, argentino com passagens por Huracán, Defensa e Newell´s.

Nos escanteios, as bolas costumam ser direcionadas próximas ao bico da pequena área, ou na própria.

Os zagueiros Rodríguez (12,4) e Guerra (15,8) têm a maior média de bolas roubadas, superior a dos volantes, o que representa um sistema de marcação com oscilações.

Os laterais Ayala e Perlaza apoiam.

Antes da partida diante do Barcelona de Guayaquil, no fim de semana, a média de finalizações era de 13,46 a favor e 12,07 contra. A de posse de bola era 52,8%, com 356,1 passes certos, enquanto as equipes que enfrentou tiveram 47,2% após 322,37 toques precisos.   

É uma equipe com atletas rodados que, se mantiver o padrão das últimas partidas, exigirá boa atuação do São Paulo

O time de Fernando Diniz, caso atue bem, tende a encontrar e oferecer espaços. Se conseguir melhorar nas finalizações, pode fazer gols (repare que escrevi no plural).

Cruzamentos e lances iniciados pelos lados pedem atenção dos marcadores do tricampeão da Libertadores.

Provável time da LDU: Galbarini: Perlaza, Rodríguez, Guerra e Ayala: Valencia e Villarruel; Quinteros, Sornoza e Caicedo: Martínez 

Resultados da LDU na temporada:

LDU 2 x 1 Barcelona (Campeonato Equatoriano)
LDU 3 x 0 River Plate (Libertadores)
El Nacional 0 x 3 LDU (Campeonato Equatoriano)
LDU 2 x 3 Independiente del Valle (Campeonato Equatoriano)
Deportivo Cuenca 1 x 2 LDU (Campeonato Equatoriano)
Delfin 1 (4) x (5) 1 LDU (Supercopa do Equador)

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Flamengo é favorito: detalhes do Junior Barranquilla

Vitor Birner
Vitor Birner
Borja comemora gol pelo Junior
Borja comemora gol pelo Junior Facebook/Reprodução


Fuad Char, principal acionista do Junior Barranquilla, falou aos jogadores que exige a vitória na estreia da Libertadores.

A cobrança, se avaliarmos o desempenho atual do El Tiiburón, pode ser avaliada como pretensão.

Disputou sete rodadas: foram três resultados positivos, o mesmo número de empates, e uma derrota.

Tem que melhorar a dinâmica para se classificar.

Falta equilíbrio entre os sistemas.  Não tomou gols em quatro jogos, mas levou cinco nos três restantes. Os sete favoráveis conseguiu em quatro partidas. 

Três vezes empatou por 0 a 0. 

O treinador Julio Comesaña, uruguaio, é daqueles que tenta preparar o arroz com feijão simples. Nada de inovações táticas será mostrado.

Opta pelo 4-4-2 (4-4-1-1)  - com exceção do jogo em que escalou Valência, a dupla foi Téo Gutiérrez, veterano encrenqueiro e habilidoso, e Borja - ou pelo 4-2-3-1, em que Cardenas atua no meio do trio e o atleta emprestado pelo Palmeiras adiantado.

Utilizou mais variações, entretanto foram poucas.

Está em busca do nível mais alto, algo que o campeão da Libertadores tem de sobra; o Independiente del Valle, na proposta coletiva, também; e que o Barcelona mostrou nas fases anteriores.

Se nada for alterado, o punhado de partidas serve como pequena amostra para afirmar, com pleno embasamento, que o Junior Barranquilla é a zebra do grupo. 

O jogo

A média de posse de bola no ‘Colombianão’ é de 52,76%, e de 433,68 passes trocados por jogo.

Dep Cali, Ind. Medellin e Dep. Cali tiveram mais posse de bola que o Barranquilla. Duas vezes a equipe de Borja foi visitante nessas partidas. 

Ou seja: no Maracanã oferecerá a mesma ao campeão da Libertadores e hoje, na estreia, tende a não conseguir mantê-la, se é que pretende.

Provável time: S. Vieira: Piedrahita, Gomez (Rosero), Mera e Fuentes: D. Moreno e J. Sánchez; E. Cetrê, Cárdenas (T. Gutierrez) e Hinestroza: Borja.   

No lugar de Jorge Jesus, colocaria o Berrio na lateral. É arriscado, pois a ausência de William Arão pode comprometer o sistema de marcação, mas o poderio ofensivo limitado do Junior e as brechas que abre ao tomar gol são convites à ousadia, além de encantarem a torcida.

Sei que o tema é o esporte mais atípico do planeta, falo de resultados, e que há desfalques. Com tudo isso, o Flamengo continua sendo favorito.

Fonte: Vitor Birner

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De clube-empresa a 'conselheiro que não gosta do Pelé': entrevista exclusiva com Peres, presidente do Santos

Vitor Birner
Vitor Birner

O presidente do Santos José Carlos Peres participou do Futebol Na Veia desta sexta-feira (28). Logo depois, topou uma conversa sobre os bastidores e planos do Santos. Confira abaixo!

Peres de diz favorável à profissionalização no clube e comenta remuneração de cargos


         
     

O Santos terá um dono? Peres comenta possibilidade do clube virar uma S/A


         
     

Peres comenta projeto para mudar escudo do clube e diz: 'Tem conselheiro que não gosta do Pelé'


         
     

Peres diz que pretende aprovar o projeto de clube-empresa no Santos ainda esse ano


         
     
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De clube-empresa a 'conselheiro que não gosta do Pelé': entrevista exclusiva com Peres, presidente do Santos

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Qual o time que Tiago Nunes deve escalar?

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São Paulo de Diniz é obrigado a fazer um grande jogo contra o Corinthians

Vitor Birner
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Federação Paulista erra feio na escolha do árbitro para o Majestoso

Vitor Birner
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Pato não merece elogio algum contra a Ferroviária: péssimo posicionamento e atuação ‘desligada’

Vitor Birner
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Pato foi elogiado na partida diante da Ferroviária.
Discordo da avaliação.
Dificultou a criação, foi inoperante na marcação adiantada, teve dificuldade técnica, além dos gols perdidos.
Tem que se conectar ao coletivo.

Fonte: Vitor Birner

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Presidente do Grêmio não deveria aceitar todos os pedidos de Renato Gaúcho

Vitor Birner
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Fonte: Vitor Birner

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Flamengo salva Inter e Eriksen, e Gabigol deveria agradecer ao clube rubro-negro

Vitor Birner
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Fonte: Vitor Birner

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A direção do São Paulo deveria pedir com urgência as voltas de Igor Gomes e Antony da seleção olímpica

Vitor Birner
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Arboleda, agora multado, desrespeitou a camisa do São Paulo

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Flamengo no patamar dos times da Europa

Vitor Birner
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Gabigol tenta bicicleta na derrota do Flamengo para o Liverpool na final do Mundial de Clubes
Gabigol tenta bicicleta na derrota do Flamengo para o Liverpool na final do Mundial de Clubes Getty

A regra na década

Os times do continente atuam recuados contra os europeus.

Priorizam a marcação, abrem mão da bola, da iniciativa, e os abençoados pela sorte conseguem resultado positivo. 

Tive a impressão que a zebra mais admirou, em anteriores edições, durante a partida, do que acreditou na chance de ser campeã. 

A positiva exceção 

O Flamengo contrariou a regra. Escolheu manter seu padrão. 

O Liverpool, mesmo com seus principais jogadores, teve que se esforçar muito para obter o resultado. 

Nada de acomodação. Discussões com árbitro, jogadores se cobrando, tudo foi preciso. 

Em outro patamar

Qualquer outra equipe da América perderia rapidamente dos ingleses.

Nenhuma exigiria pleno empenho dos favoritos no Mundial. 

Ao ser testado em nível mais alto que o nosso, o Flamengo, mesmo sentindo o amargo sabor de perder, mostrou ter futebol para jogar os melhores torneios. 

 É óbvio que, nas principais ligas, a chance de ganhar seria nula. 

 O time que J. Jesus preparou seria respeitado. Quiçá, em alguns países, disputaria o lugar na liga dos campeões, algo impossível para os daqui e da Argentina.

 Por isso, sem média, populismo com seus torcedores, meus aplausos para o futebol nesta elogiável temporada. 

Fonte: Vitor Birner

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Conquista do Flamengo foi épica: jogo difícil não pode mascarar que Jesus montou o melhor time da América

Vitor Birner
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Se fosse torneio no sistema de pontos corridos, o Flamengo ganharia o título do River Plate  com sobras. 

Só que era a decisão de Copa Libertadores, onde pode haver mais que o potencial dos jogadores. 

O Flamengo sentiu. Teve desempenho muito aquém do padrão usual. Costuma sair tocando a bola ao campo de frente, mas, no primeiro tempo, insistiu nos chutões, o que favoreceu a proposta millonaria. 

Resolveu o problema após as instruções de Jorge Jesus.

Aumentou a frequência no entorno da área de Armani, mas a equipe de Gallardo tem muita rodagem, Filipe Luís, Bruno Henrique e o próprio Gabigol, em quase toda a partida anulado pelo zagueiro Pinola, rendiam pouco no quesito técnica, impedindo a criação do volume de chances habitual.

Para completar, o quase insubstituível Gérson se machucou e Jesus, que no Brasileirão deu ritmo para Diego, pôs o veterano no gramado. 

Do outro lado, além de mais alterações, o treinador colocou Lucas Pratto, herói na decisão na temporada anterior.  

As mudanças foram positivas apenas para Jesus e cia. O centroavante perdeu o lance tolo e, em seguida, aconteceu o empate. 

O River sentiu, a concentração diminuiu e, sem demora, o artilheiro Gabigol se consagrou marcando nos acréscimos. 

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Li opiniões que avaliaram como injusta a conquista.

Discordo.

A queda física do River, as alterações, gols perdidos, tudo compõe qualquer jogo de futebol. 

A arbitragem merece aplausos. 

Como o assunto é futebol, o nível apenas razoável da partida se tornou irrelevante, pois a virada nos últimos minutos tornou a decisão épica. 

Parabéns aos campeões. 

O Flamengo tem a melhor equipe da América. 

Contraria o tédio de nossa obsoleta monocultura tática. 

Consegue recordes.

Os resultados positivos são obtidos sem tédio. 

Teve atuações elogiáveis em grandes partidas.

É merecido destaque nas resenhas de bares e mídia.

Meus aplausos para os campeões. 

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São Paulo pertence ao seleto grupo de gigantes; para eles, títulos estaduais são migalhas

Vitor Birner
Vitor Birner

    


Pela enésima vez repito: atualmente, taça de campeonato estadual nada agrega aos gigantes.

É irrelevante.

Tive essa resenha mais uma vez no Linha de Passe (assista acima).

Uso a metáfora do troféu de gelo. Após poucos tropeços no Campeonato Brasileiro, Copa do Brasil ou na Libertadores, a importância recebida, dos que insistem que tem alguma, derrete, evapora e some.

Se fosse o contrário, Mano continuaria no Cruzeiro, o tricampeão Carille no Corinthians, Abelão no Flamengo, e assim por diante. 

O único dos gigantes, no texto disserto apenas sobre times deste patamar, dos campeões que sobreviveu no cargo foi Renato Gaúcho, pois conseguiu ganhar torneios relevantes em temporadas anteriores.

O Flamengo, de longe o melhor time do país, será campeão nacional, mas se acontecer o milagre de perder, o que duvido, a competição e a Libertadores, ninguém entre as suas dezenas de milhões de torcedores ficará satisfeito pela conquista no Carioca.

Ainda bem que pensam dessa forma. É necessário que o torcedor entenda a grandeza do clube.

O tema surgiu quando falávamos sobre o jejum do São Paulo, o recordista nacional de êxitos em torneios continentais, uma das camisas mais pesadas da América e do planeta.

Respeito as opiniões dos que divergem, e prefiro acreditar que haja educação recíproca com a minha: a parte dos que torcem pela equipe e acham o paulista especial, nunca teve ou perdeu toda a noção do que representa o clube no futebol.

O Manchester United, após ganhar Copa da Liga e Liga Europa, bem mais relevante que estaduais, achou pouco. 

O Milan, presenteado com uma vaga na Supercopa em 2016, venceu a Juventus; continua em crise.

Os de porte inferior ao do time de Daniel Alves, que ganhavam o campeonato nacional, como Arsenal, Sporting (Taça da Liga e de Portugal na temporada anterior e da Cândido Oliveira em 2015) e Olympique de Marselha, mantêm suas torcidas infelizes.

E os "Gunners" obtiveram a mítica FA Cup na temporada retrasada.

O Athletico-PR, que é grande, mas não pertence ao rol dos gigantes, nem sequer joga o Paranaense.

Sei lá quantos parágrafos mais posso escrever para lhe mostrar o porquê de manter a ideia.

Concordo que estaduais derrubam técnicos, ganhar é sempre melhor que perder, e considero a relevância dos clássicos em qualquer competição.

Por outro lado, se disputados em torneio de impacto, essa relevância aumenta.

É só recordar o River Plate x Boca Juniors na última Libertadores.

As eliminações dos millonarios no começo do século, Tévez imitando a gallina, como qualquer resultado positivo xeineze em clássicos anteriores toma goleada do sucesso de Prato, Gallardo e cia.

Fonte: Vitor Birner, blogueiro do ESPN.com.br

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Derrota jogando bem é bullying do futebol para a torcida do São Paulo

Vitor Birner
Vitor Birner
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Continua a sina do torcedor da equipe brasileira com mais títulos continentais.

No início da semana a expectativa era positiva, tinha pleno aproveitamento, como mandante, desde a chegada de Fernando Diniz, e receberia uma das equipes mais incompetentes do torneio. 

Terminadas as rodadas, viu os concorrentes por vagas na Libertadores pontuarem e perdeu as suas partidas. 

Na anterior, diante do limitado Fluminense, teve pífia atuação, e hoje, frente ao bem treinado Athletico, teve dinâmica elogiável. 


Como é rotina nas equipes de Fernando Diniz, o problema foi na finalização. 

Anthony teve sua melhor atuação em muito tempo,  menos nesse quesito essencial. Pablo ficou devendo em tudo. 

Igor Gomes outra vez agregou para a dinâmica coletiva. Bueno e Tchê Tchê perderam oportunidades, como Gabriel Sara que desperdiçou a principal. 

Daniel Alves, na lateral, preocupado com Rony, foi útil também na construção. Reinaldo com desempenho razoável, parecido aos de Arboleda, Jucilei e Bruno Alves escapam das reclamações. 


É difícil criticar Fernando Diniz por essa partida. A troca de atleta encostado pelo Cuca por Sara, que poderia comprometer o sistema de marcação, proporcionou uma senhora oportunidade, sem prejudicar a retomada de bola. 

A de Raniel no lugar de Pablo foi técnica e necessária; Hernanes entrou porque Igor Gomes teve câimbras. 

Em suma, o time foi bem, mas no jejum de títulos nada disso é útil.


Em fases assim, os resultados são tudo.

Para completar, quase no encerramento, o único chute de Cirino, a falha raríssima de Thiago Volpi, o principal jogador do São Paulo no campeonato, que fora exigido uma vez em 90 minutos, pode ser avaliado como o bullying do futebol pelos derrotados.

Do lado ganhador, aplausos para o goleiro athleticano, o melhor na obtenção de outro resultado positivo após o título na Copa do Brasil. 

A crise aumentou no Morumbi. 

Na Arena continua a paz. 

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Derrota jogando bem é bullying do futebol para a torcida do São Paulo

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Só falta queimarem Daniel Alves no São Paulo

Vitor Birner
Vitor Birner

O acumulador de sucessos, capitão da seleção, tem sido avaliado por alguns como o problema do São Paulo.

 Pouparei os leitores de adjetivos compatíveis.

Educação e gentileza precisam ser cultivadas, inclusive ao discordar de crença, viés ideológico ou da noção do que acontece em campo.

Li os argumentos dos que pedem a saída do atleta.

O mais citado é que, diante de Atlético-MG e Corinthians, sem o veterano, foram as melhores apresentações da equipe no período Diniz. 

Os mineiros com o técnico que, mesmo na condição de mandante, perderam da Chape, e o Corinthians no jejum de resultados positivos. 

Precisamos pensar como têm atuado os times, seus momentos, em qualquer avaliação com sabedoria dos jogos.

Se há dúvidas, pense no Flamengo antes de Jorge Jesus.

Mas isso é apenas detalhe. 

No clássico frente ao Palmeiras, além de atuação elogiável do ganhador, teve uma lista de aspectos, todos muito mais relevantes que a partida de Daniel Alves, que explica o baile. 

Era necessário, para vencer o time mais capaz e rodado, no mínimo igualar o esforço feito pelo oponente, mas nem todos os jogadores se lembraram. 

Isso tornou mole a marcação adiantada proposta pelo treinador.

Daniel Alves durante jogo entre São Paulo e Palmeiras, pelo Brasileiro
Daniel Alves durante jogo entre São Paulo e Palmeiras, pelo Brasileiro Thiago Rodrigues/Gazeta Press

A transição palmeirense à frente foi simplificada, feita pelo chão.

A bola chegou redonda em Dudu e cia. 

Era para Fernando Diniz colocar Tchê Tchê na lateral, mas optou por Daniel Alves, o que pode ser útil contra equipes sem atletas  decisivos no setor. 

A soma do que citei dificultou que atuasse na criação, sua principal virtude, e sobrecarregou o multicampeão por Juventus, PSG e Barcelona. 

O mesmo aconteceu com Bruno Alves e Arboleda. 

Luan sucumbiu, Alexandre Pato manteve os sumiços em partidas difíceis e clássicos, Antony precisa maturar a leitura de lances e jogos. 

Abri mão de qualquer adjetivo porque, após tantos problemas,  seria indelicado usar o preciso ao foco em Daniel Alves. 

Há outros aspectos. 

A estiagem de conquistas mantém a crise viva ou próxima, o grupo tem alguns operários merecedores de aplausos, os comuns e promissores novatos. 

Uns necessitam de referência para evoluírem, outros para renderem o que podem. 

Nada acontecerá sem a condição atlética ideal de todos, lembrando que Daniel Alves atuou na Copa América enquanto os demais  treinavam, e o sistema de jogo compatível.

Se alguém imagina que Daniel Alves pegará a bola, driblará meia dúzia e ganhará partidas sozinho, sou obrigado a informar que nunca teve tanto potencial. 

A expectativa desses é incompatível com o futebol. 

Podem criticar o veterano. 

Dou nota 6 pelo que tem mostrado nos gramados.  

Por outro lado, a preparação de qualquer time com os disponíveis exige que seja escalado.

Pode jogar diante do lateral,  o setor de Antony,  onde tende a render mais. 

Recomendo cuidados aos que  amam o São Paulo. 

As vaias geraram as saídas de jogadores importantes. 

Enxergar os problemas da equipe em Daniel Alves, no longo período de jejum, soa como sabotagem ou pequena noção sobre o futebol. 

Reconheço a minha dificuldade para cogitar nisso, ao ouvir a reclamação, as soluções para a melhora da harmonia coletiva e resultados. 

Nem mesmo a diminuição no rendimento, que será natural, pois é mortal com 36 anos, pode, na atual temporada, tirar o atleta tantas vezes campeão da equipe. 

Fonte: Vitor Birner

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