Conselheiro do Palmeiras é favorável ao projeto da SAF

Vitor Birner
Vitor Birner

Há uma disputa no congresso pela aprovação de projetos para o futebol.

Os mais citados em nada convergem. 

Recomendo o texto de Savério Orlando, conselheiro vitalício o Palmeiras, publicado no site migalhas, apoiando as ideias que mudam de forma positiva o esporte.

O embrião de um novo mercado para o futebol brasileiro

De Savério Orlandi*

A notícia mais alvissareira neste último final de semana passou fora das quatro linhas, com o protocolo do Projeto de Lei do Senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG), que veicula a criação de um novo sistema para o futebol brasileiro e tipifica a SAF - Sociedade Anônima do Futebol.

Tomando a dianteira com relação ao propalado PL do Dep. Pedro Paulo Teixeira (DEM-RJ), na prática a iniciativa legislativa significa verdadeiramente um projeto que não se traduz, como de costume, em tratar de “mais do mesmo”.

É bem verdade que o denominado “projeto de lei do clube empresa” de autoria do Dep. Pedro Paulo, sequer logrou a mínima aderência por parte do “Colégio de Presidentes” que se reuniu ultimamente para encontros e debates em torno dos seus termos, no recente e mais notório exemplo de aglutinação desde a implosão, anos atrás, do Clube dos 13.

E nem poderia ser diferente... Talvez menos pelo consenso comum que seria louvável e edificante, e mais pelas razões próprias de cada clube, vendo primeiro a parte que lhe tocaria no citado projeto, o fato é que maioria da cartolagem a ele torceu o nariz, em especial pela (logo descartada) ideia da constituição de um fundo garantidor, mas também pelos outros equívocos catalogados no PL, como o delicado e discutível mercado de créditos fiscais que criaria, as incertezas nas relações de trabalho com o tratamento diferenciado dos atletas conforme seus vencimentos, além da descabida possibilidade da utilização do instituto da (RJ) recuperação judicial para os futuros clubes empresas, como se estes fossem uma sociedade comercial na acepção jurídica de sua definição.

Enfim, este malfadado projeto se destina, sobre o festejado manto de “lei do clube empresa”, a servir mais uma vez ao refinanciamento dos clubes (para não dizer um novo socorro governamental e calote de colaboradores e fornecedores em geral), sem tocar naquilo que se faz realmente imperioso, vale dizer, a criação de mecanismos próprios para o financiamento do futebol, além da criação de condições estáveis e favoráveis ao desenvolvimento de um mercado específico.

Importante assinalar, antes de avançarmos, que “clube empresa” por si só, não requer hoje em dia qualquer novo permissivo legal, sendo sua formação possível e totalmente autorizada pelas normas legais existentes, a propósito, basta que vejamos casos como o Red Bull, Botafogo de Ribeirão Preto, Figueirense, ou até mesmo o Bahia e a Companhia Botafogo (do Rio), aqui referidos unicamente para que sirvam de exemplos e não para deles discorrermos ou fazermos julgamentos.

Existe atualmente uma falsa impressão quanto à profissionalização nos clubes de futebol, refletidas basicamente no aprimoramento das suas instalações físicas de treinamento, na participação de executivos mais preparados em cargos diretivos do departamento, na implantação de estruturas científicas, de comunicação e de apoio mais contemporâneas e bem aparelhadas. Mas é só isso mesmo...

Os retrógrados processos políticos internos e a recorrente (e aparentemente insolúvel) crise financeira, que se revela pela indisponibilidade de caixa, na falta de recursos para investimento, em dívidas assombrosas e atraso no cumprimento de obrigações, ainda assolam de forma nociva os clubes das cinco regiões do país indistintamente, quer se dizer, desde aqueles que compõem a elite nacional até o baixo clero do futebol brasileiro, e evidencia as duas grandes mazelas a serem enfrentadas para o desenvolvimento do novo mercado futebolístico.

E é justamente para reverter o esgotamento deste modelo, para socorrer esse quadro de penúria, para superar a “gestão de condomínio”, que se apresenta o PL e o conceito da Sociedade Anônima do Futebol, como ferramenta embrionária da adoção definitiva do tipo empresarial próprio (S/A), que permitirá não só o melhor entendimento do negócio como também irá propiciar fatos e elementos que poderão redundar na consolidação de um novo mercado, que certamente desafiará outras formas de financiamento, performance e resultados.

Não há, reconhecidamente, outro tipo societário que venha tornar essa realidade possível e palatável senão a SAF, com a sua adequada adaptação à realidade da empresa futebolística, a necessária transparência e o rigor dos seus mecanismos de controle e governança, os impeditivos legais (e estatutários que serão adotados) destinados à minimizar conflitos de interesse, malversação de recursos e gestão temerária, além de poder conferir credibilidade suficiente para permitir investimentos de terceiros, eventual realização de operações em mercado aberto, constituição de fundos, entre outras formas de financiamento.

Espera-se, pois, que os clubes possam em rápido processo de amadurecimento assimilar a dimensão do Projeto de Lei e sua extensão no idealizado incremento de suas atividades e no desenvolvimento orgânico do “todo”, para que tenhamos, quem sabe, um novo modelo vigente e exitoso já em curto e médio prazos.

Mais do que isso, para que se antecipem em seus deveres domésticos elaborando o levantamento e a valoração dos seus ativos próprios, formatando analíticos confiáveis de seus passivos, promovendo estudos de reforma e/ou adequação dos seus Estatutos Sociais com vistas às futuras migrações para a SAF.

E que derradeiramente tenham a convicção de que o futebol não comporta mais refinanciamentos, perdões ou casuísmos, mas sim reclama um marco inicial e consistente que permita a eles inovar e incrementar suas fontes de receita para que, no final do dia, seja fomentado um único e próspero mercado futebolístico.

*Savério Orlandi, advogado militante em SP, sócio filiado e consultor jurídico da ABEX (Associação Brasileira dos Executivos de Futebol), Membro Vitalício do Conselho Deliberativo, Membro Efetivo do Conselho de Orientação e Fiscalização e Ex-Diretor de Futebol Profissional da Sociedade Esportiva Palmeiras, Pós Graduado em Direito Empresarial pela PUC-SP, onde também se graduou.

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Time que perde de propósito se apequena

Vitor Birner
Vitor Birner
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Em qualquer competição, o time que a disputa tem sua própria motivação, seja a classificação para outro torneio, evitar o descenso ou ser campeão.

Para isso é necessário competir.

Se for preciso perder, ou o regulamento tem problemas, ou não falamos de futebol, pois em outras atividades é preferível manter a ética do que ganhar.

Pense na política, onde a mentira pode ser útil para vencer, ou nos negócios em que a propina ajuda no lucro. Os honestos se recusam a entrar nisso, optam por faturar menos e às vezes mudam de área, mantendo o que pensam ser útil para a harmonia coletiva.

Se uma equipe de futebol perde de propósito, deve ser adjetivada como suja, avaliada pela covardia, pois muito mais que simples derrota esportiva, joga na latrina o respeito pela sua camisa.

Tanto faz se alguma vez foi prejudicada dessa maneira, seja por atletas que abriram mão de disputar lance em protesto por decisão de árbitro, dirigente detonando entidade que luta por todos para beneficiar seu clube, montando conchavo com governos ou federação em troca de ajudas.

Essas escolhas diminuem qualquer equipe. As que apelam para isso afundam em raso patamar.  A única hipótese que lhes resta é recomeçar depois de apertar o botão da descarga.

Aos rancorosos, cito a sabedoria de Gandhi: olho por olho e todos ficarão cegos.

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Busca pelo sucessor de Jesus testa diretoria do Flamengo

Vitor Birner
Vitor Birner

Se o Flamengo tentar contatar alguém de fora, terá que convencer o mesmo a lidar com aquilo que, supostamente, contribuiu para Jorge Jesus ir embora.

O português foi.

A COVID-19, as restrições para viajar, a falta de perspectiva de melhora de casos, os problemas de gestão do futebol, tudo continua.

Tenho dúvidas se foi isso que convenceu o ídolo a trocar de ares. Topou renovar o contrato sabendo dos problemas, usou frases fortes, disse que pretendia ganhar o mundial, fez pacto com os jogadores, e que poucos clubes seriam capazes de convencê-lo a sair da Gávea.

Mas abriu mão de tudo pelo Benfica. Se for remunerado com valores que estão sendo divulgados, receberá enorme acréscimo nos ganhos.

O presidente prometeu elenco capaz de lutar pela Champions League, algo improvável diante da realidade financeira do clube.  Como disse e repito, se a ideia era ter equipe capaz de ganhar títulos nacionais e continentais, algo que o treinador sempre disse ser fator motivador, teria continuado o trabalho.

O treinador conhece os meandros do futebol português. Por isso, nem ele acreditaria que receberia oferta tão robusta.

Por isso descartava, em seu discurso na maior parte do tempo, retornar ao seu país.

Jorge Jesus durante Flamengo x Fluminense, pela final do Carioca
Jorge Jesus durante Flamengo x Fluminense, pela final do Carioca Gazeta Press

De qualquer forma, após a oferta que supera em muito o pago na antecessor, usou o direito de qualquer trabalhador e optou por ganhar mais.

A saída foi contraditória apenas sob a ótica esportiva, mas totalmente compreensível. A sua obra permanece intacta.

Conseguiu, em campo, o status de lenda flamenguista. Mexeu com todo o futebol em nosso país. Tem mais troféus que derrotas.

O adeus em nada interfere nos méritos elogiáveis.

A bomba agora está nas mãos da diretoria. Terá que provar capacidade. Caso se equivoque, a gente verá que Jorge Jesus foi grande e casual acerto, ou que a demissão do Pelaipe foi bobagem.

Terá que achar alguém com ideias de jogo parecidas, que seja capaz de utilizar pleno potencial dos atletas e desenvolver o time, pois foram trazidos mais jogadores acima da média em nosso padrão.

Precisará do técnico que lide com o nosso idioma, o que restringe opções, conquiste a confiança do elenco, e que aceite moradia onde a pandemia está sem controle.

Receberá em troca o melhor grupo de atletas do continente, além da torcida de cerca de 40 milhões, a mesma que espera resultados iguais ou superiores aos da última temporada.

Fonte: Vitor Birner

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Reunião acaba sem consenso, e voto vai decidir rival de Casares em eleição presidencial do São Paulo

Vitor Birner
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Marco Aurelio Cunha
Marco Aurelio Cunha MARCELO FERRELLI/Gazeta Press

O São Paulo terá eleições em dezembro, e o candidato que enfrentará Julio Casares, que se anuncia como de coalizão, só será definido em agosto, mais precisamente no dia 8. É o que garantem integrantes da oposição. 

Isto porque uma reunião nessa quinta-feira (9) envolvendo os três postulantes, Marco Aurélio Cunha, Roberto Natel e Sylvio de Barros, acabou sem consenso.

Combinou-se, então, de o escolhido sair de um pleito a ser realizado em dois turnos no mesmo dia, um na sequência do outro, entre participantes que se declaram como de oposição em pouco mais de um mês.

Nele, votarão 64 conselheiros vitalícios e outros 30 que são eleitos, todos já pró-candidatura, não importando quem do trio seja o vencedor. O grupo acredita que este total, hoje em 94, possa chegar a 112.

Marco Aurélio Cunha e Roberto Natel são dados como favoritos, cenário que faz os votos de Sylvio de Barros ganharem bastante importância. 

Quem não quiser votar pessoalmente, principalmente por conta do distanciamento social em decorrência da pandemia do novo coronavírus, poderá ser representado por alguém com procuração.

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Os aplausos ao desprezo pela secular cultura do futebol

Vitor Birner
Vitor Birner

A regra não diz, mas a cultura do jogo, a mesma que os atletas foram habituados por mais de século, reza que falta fora da área nem sempre era marcada quando acontecia dentro da mesma. 

Falo do jogo de campo ou de várzea. Na ficção do "society" ou do condomínio, pois os critérios são outros e costumam ser soprados.

Após ver os pênaltis marcados em Barcelona x Atlético de Madrid, alguns do Carioca, além de outros tantos, é possível dizer que assistimos à inversão do padrão . 

As partidas foram corridas em lances no meio de campo, o que é positivo, mas qualquer toque leve próximo ao gol terminou com bola no cal. 

O Atlético empatou o clássico depois que Carrasco tropeçou no joelho do marcador. Pense comigo. Os que viram a infração falaram que o defensor mudou de direção. 

Ainda bem, pois era necessário. Foi muito natural. Lance corriqueiro. 

O belga tocou Semedo ao invés do contrário. É muito diferente do carrinho ou do goleiro que, sem intenção, acertam o oponente.  

Foi o que aconteceu no pênalti anterior, favorável ao Barcelona, da épica marca de 700 gols de Messi. 

A intenção de Felipe era a bola, se atrasou, e tocou Semedo, que foi ao gramado. 

Como afirmaram todos, o leve toque. 

É necessário entender a subjetividade do esporte. Jogadores musculosos e grandes são derrubados com dificuldade, enquanto com os mais leves acontece o contrário. 

Se basta derrubar para marcarem, recomendo aos clubes buscarem atletas mirrados, baixos e rápidos,  pois se encostar nos mesmos será pênalti. 

Essa parte sempre foi considerada. Hoje, parece desprezada. 

É isso que o VAR tem promovido. 

Sou a favor da tecnologia, mas nunca em lances interpretativos. 

O conhecido jogo de contato está sendo alterado. 

Semedo, do Barcelona, e Carrasco, do Atlético de Madrid
Semedo, do Barcelona, e Carrasco, do Atlético de Madrid Getty Images

Se continuar assim, em algum tempo será apitado como os festivos, os  promovidos nas firmas. 

Tudo isso, reitero, sob aplausos da maioria. 

Por favor, ao raciocinar sobre o post, lembre que futebol é disputa, que os marcadores têm direitos iguais aos dos atletas que pretendem fazer gols ou dar assistências. 

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Especialista diz que Medida Provisória que permite ao mandante negociar transmissão dos jogos é inconstitucional

Vitor Birner
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Mauro Cezar analisa: MP que muda direitos de transmissão é chance de virada no futebol brasileiro

A MP que permite ao clube mandante vender a transmissão do jogo, sem a anuência do visitante, pode se transformar em problema do clube que a utilizar.

“É inconstitucional”, afirma o advogado José Francisco Manssur, especialista em direito esportivo.

“Fere o direito da inviolabilidade do direito de imagem previsto no artigo 5, inciso X (10°) da constituição. Da forma como a Lei Pelé estabeleceu desde 1998, os dois clubes que participam do jogo de futebol têm que ceder o direito de imagem. Cada um tem a seu, então no jogo há dois direitos envolvidos”.

“A partir do momento que uma lei infraconstitucional, que está abaixo da constituição, determina que passa a ser do mandante, o direito de imagem do clube visitante fica totalmente violado. Isso é inconstitucional, na minha opinião”.

Perguntei sobre a pandemia, pois foi citada como razão para o presidente fazer a medida Provisória:  “Não consigo ver a relação. É problema de saúde pública e deveria ser tratada assim, tecnicamente, pelas autoridades da saúde pública, não com medidas de viés político, ideológico. Não consigo entender a correlação entre pandemia e direito de transmissão de jogos para justificar a urgência. Se a gente conseguir achar, em qualquer lugar do mundo, o governo que tenha legislado sobre medida para transmitir jogo de futebol para tratar da pandemia, aí eu posso até mudar de ideia.  Por enquanto não consigo ver relação entre uma coisa e a outra”.

Boa parte dos clubes têm sido muito subservientes ao governo federal. Se algum vender o mando, talvez o que perde evite recorrer. Só eles podem?

“Estou falando de controle de constitucionalidade. Uma série de entidades, associações constituídas faz mais de um ano e partidos políticos podem alegar que fere a constituição recorrer, não apenas os clubes”.

Futebol e os direitos de transmissão
Futebol e os direitos de transmissão Getty Images

Ele ressalta ao trâmites: “O Flamengo pode negociar a partir de sexta-feira, quando a MP entra em vigor. A inconstitucionalidade precisa ser declarada por um tribunal, ou o Congresso não derrubar a MP, pois seguirá valendo, ou caducar após 60 dias.”

De acordo com José Francisco Manssur, como há contratos em andamento, assinados antes da MP pelos outros times, fica caracterizada a inconstitucionalidade: “ O direito é meu (do clube), eu vendi para a Globo e tenho que aceitar a transmissão noutra tv porque tem a MP. Essa é a grande inconstitucionalidade”.

Fonte: Vitor Birner

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A importante reunião para definir candidato de oposição no São Paulo

Vitor Birner
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MAC é o principal candidato
MAC é o principal candidato Getty Images

Nesta quinta, Jayme Franco, Sylvio Alves de Barros, Roberto Natel e Marco Aurélio Cunha se reunirão virtualmente.

Buscarão consenso sobre quem disputará a próxima eleição.

Se nada for resolvido, outras reuniões deverão acontecer.  

Caso a disputa seja mantida, lembro que três precisarão abrir mão para ser encerrada, haverá a convenção para a escolha.

De fato são candidatos muito diferentes. Sem dúvida, Mac é mais popular com parte da torcida. Por outro lado, tanto no Conselho quanto com os associados Natel tem maior apoio.

Os outros têm perfil de antigos dirigentes do São Paulo, são preferidos dos que enxergam o clube como de elite, uma espécie de Paulistano, e agradam alas tradicionais.

Ao longo da campanha abordarei mais o tema. São precisas grandes mudanças no sistema de gestão. Olhar para frente em busca do horizonte pioneiro ao invés de tentar encontrar apenas no passado as soluções para tornarem o time constantemente campeão.

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Favorito na eleição do São Paulo quer contratar Muricy, manter Fernando Diniz, e avaliará se Raí permanece

Vitor Birner
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Julio Casares é um dos candidatos à presidência do São Paulo
Julio Casares é um dos candidatos à presidência do São Paulo Rubens Chiri/São Paulo FC

As eleições do São Paulo serão em dezembro. Se fossem agora, Julio Casares ganharia com sobra.

Tem a maioria no Conselho.

A oposição se articula, pretende fazer uma convenção para escolher seu candidato, e os que têm sido mais citados são Sylvio Alves de Barros, Roberto Natal, Jayme Franco e Marco Aurélio Cunha.

Mac, por exemplo, teria dificuldade após o adiamento dos Jogos Olímpicos.

Em outro momento escreverei mais sobre a política no clube. Hoje, trago alguns detalhes da minha conversa com o favorito ao cargo.

Ele garantiu a permanência de Fernando Diniz, havia feito post no Instagram, e reiterou: “Não há hipótese nenhuma de mexer".

Sobre o retorno de Rogério Ceni, que alguns citam nos bastidores, afirmou: “Acho competente, pode voltar um dia".


         
    

Em live do São Paulo, Luis Fabiano revela: 'Se Deus quiser, em breve, vão me ver com essa camisa de novo'

Em suma, o atual técnico será mantido. Se for embora ao longo do seu mandato, o ídolo terá grande chance de receber oferta.

Outra ideia de J. Casares é ter Muricy como coordenador técnico: “É uma questão de tentar conversar, nós somos amigos, eu gosto do profissionalismo dele, acho que pode ser importante para nós”.

A principal alteração talvez aconteça na diretoria do futebol.  De acordo com o que falou, Raí “será avaliado".

Como a gente tem noção sobre a dinâmica do esporte, isso dependerá dos resultados. Se o time estiver em crise tende a sair, se for campeão pode ser mantido.

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É só uma hipótese, mas pandemia pode fazer clubes brasileiros serem excluídos da Libertadores

Vitor Birner
Vitor Birner
Coronavírus está alterando a realidade do futebol
Coronavírus está alterando a realidade do futebol Getty Images

A curva de crescimento da pandemia em nosso país pode interferir na participação dos clubes brasileiros na Libertadores. É fácil o raciocínio.

De acordo com uma reportagem da BBC, temos a maior taxa de mortalidade e a segunda em contaminação da América do Sul, só atrás do Peru, que, por testar muito, possui uma das menores de letalidade e, ao contrário daqui, tem minúscula de subnotificação. 

Se nada for alterado, os outros países terão, antes de nós, condições de promover o futebol. 

Na atual temporada, é preciso minimizar prejuízos. A ideia de lucrar será adiada. A Conmebol, sabedora disso, pode recomeçar o campeonato apenas com times das outras nações. 

A conjuntura atípica talvez exija medidas fora do padrão. Lembro que a entidade, por conta da influenza, em outro momento, eliminou times do México.


         
    

Sei que não tinham força na entidade por serem da Concacaf, que os brasileiros geram enorme receita, mas se todos os demais estiverem prontos, enquanto aqui se debate sobre a importância do isolamento, será possível a exclusão. 

E para não haver dúvida: este texto é uma reflexão. Só tem informação de números de COVID-19 citados pela BBC. No mais, é uma hipótese que considera economia e cronologia.

Fonte: Vitor Birner

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Permissão de cinco alterações foi outra medida elitista da Fifa

Vitor Birner
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5 substituições irá beneficiar os clubes da elite
5 substituições irá beneficiar os clubes da elite Getty Images

A Fifa parece trabalhar para os clubes mais ricos.

É uma pena.

Os que podem gastar fortunas em atletas terão, graças à aprovação das cinco substituições, mais chances de ganhar seus jogos.

Os treinadores das maiores potências, são a minoria, terão como melhorar as atuações tática e técnica usando reservas  de alto nível durante as partidas, enquanto os da enorme maioria, quase todos, vão se desdobrar para conseguir o resultado positivo.

Real Madrid, Bayern, Manchester City, Manchester United, Juventus, Liverpool, Barcelona e outros poucos agradecem.

Já o futebol, que tanto aprecia a competição, a hipótese das zebras derrotarem os favoritos, olha os cartolas e balança a cabeça discordando.

Enrolando?

A opção da cartolagem foi explicada pelo excesso de jogos, após o retorno do esporte, gerado pela pandemia.

Tenho o palpite que, encerrado o problema de saúde mundial, será mantida.

Há oito anos permitiam sete no banco, aumentaram para doze. Tendência não é diminuir. Chuto que avaliarão como útil para o futebol.


         
    
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Episódio Conselho x Raí tem que servir para o São Paulo mudar

Vitor Birner
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| Lugano explica cortes do São Paulo e diz que jogadores não haviam aceitado, mas ri: 'Não mudou nada; não podia pagar' |

A negativa de Leco aos que pediram a cabeça de Raí, se for mantida como imagino que será, tem que ser aplaudida.

Há mais que resultados na construção do clube.

Se aceitasse a pressão do centrão, o grupo que pretende obter diretorias, incluindo a ocupada pelo ídolo, teria sido covarde e mancharia a história do São Paulo.

O episódio, desta vez, tem que ser tratado de outra forma.

É necessário mudar o sistema político do São Paulo. Há muito tempo falo sobre o tema. Chega de procurar, após cada crise, alguém para culpar e ser sucedido pelo cartola que tende a ser o próximo criticado.

Diminuir a força do Conselho é fundamental. O presidente não deveria ficar refém dos seus integrantes, nem ter a caneta para tomar todas as decisões.

As vozes dos torcedores devem, seja de forma direta ou indireta, ter mais peso, pois no futebol onde dinheiro é a principal meta, eles mantêm os interesses dos patrocinadores, televisão, empresas de material esportivo e tudo que gera receitas.

Não é possível, no atual cenário, o grupo de conselheiros ávidos por cargos continuar especulando nas entranhas políticas em busca de diretorias.

Na turma que pretendia demitir o maior ídolo, tem gente que trabalhou na gestão de Marcelo Portugal Gouvêa, virou oposição, ganhou diretoria de Juvenal para aprovar o 3° mandato, foi dispensado e voltou para oposição, apoiou Kalil Rocha Abdala, fez campanha contra Aidar, pouco depois estava na diretoria do cartola que renunciou e, como fora nomeado para almejada pasta pelo então presidente, criticou Ataíde Gil Guerrero.

Por que o São Paulo tem que ficar a mercê disso para ser governável?

Ainda sobre os que pediram a saída de Raí, teve quem exigisse pedido de perdão do funcionário por reclamar de Bolsonaro.

Mas quando Antônio Cláudio Mariz de Oliveira escreveu no Estadão “é dever cívico persuadir a sociedade a se mobilizar em reação ao chefe do executivo”, declaração mais forte que a de Raí, fez-se o silêncio, porque o advogado e conselheiro é muito temido e respeitado no Conselho, e ai da pessoa que cogitar se intrometer na sua opinião.

Antes da ouvir a pífia e provável alegação que Raí é assalariado, ressalto que além de afirmar que se tratava de opinião pessoal, é remunerado e pode ser cobrado pelo que faz no futebol do São Paulo.

Leco, ao lado de Raí, durante entrevista coletiva do São Paulo, no CT da Barra Funda
Leco, ao lado de Raí, durante entrevista coletiva do São Paulo, no CT da Barra Funda GazetaPress

Em quem vota ou como pensa o mundo são questões fora do acordo entre patrão e empregado.

Antes de encerrar, aviso que omiti por opção os nomes, o que diminuirá a audiência do texto.

Creio que seriam xingados, além de generalizarem, e sou contra essa forma radical de crítica.

Qualquer debate para ser útil e positivo necessita respeito. O Conselho também tem pessoas que mantiveram a postura ideológica de oposição, recusaram cargo para manter suas lutas, como fez Kalef João Francisco e alguns outros.

Sei que muitos no órgão discordam quando falo que o São Paulo necessita mudar. Respeito a opinião da parte conservadora do Conselho, e dessa forma deve caminhar a democracia.

Está na hora da torcida ter mais importância prática. É lembrada nos momentos de dificuldade e na hora política costuma ser relegada à nulidade, mesmo sendo o que torna muito grande os principais cargos dos cartolas.

Compensa refletir, diante de tudo isso, se o clube gerido por executivos obteria mais receitas e troféus.

Raí é o diretor de futebol do São Paulo desde dezembro de 2017
Raí é o diretor de futebol do São Paulo desde dezembro de 2017 Gazeta Press

Raí falou como brasileiro

Era para ser apenas outra opinião sobre o presidente.

Leio um monte, favoráveis ou contrárias, embasadas ou fanatizadas, profundas ou superficiais, desde a eleição.

É teu direito de cidadão, seja comunista, socialista ou capitalista, ignorante ou letrado, com seus valores, noções de ética, sociologia, economia, política, sabedoria e mais argumentos, ter conceito sobre o atual governo.

Como é de todos, em qualquer condição, o de discordar.

Isto se chama democracia, onde o candidato, seja corrupto e mentiroso, ou plenamente honesto, preparado ou incapaz, pode ser escolhido, criticado e ou elogiado pelos eleitores, tudo em prol da harmonia coletiva.

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Cartolas têm apoio de Bolsonaro para o Paulista recomeçar em maio

Vitor Birner
Vitor Birner


| Andrés diz que eliminação do Corinthians na 1ª fase do Paulista seria 'ridícula', mas banca permanência de Tiago Nunes |

A CBF não quer aprovação do projeto do deputado Pedro Paulo, apoiado por Rodrigo Maia, que direciona os clubes para serem empresas. 

Se adotarem o modelo, a tendência é formarem ligas, excluindo a CBF, diminuindo  o poder da entidade.

Por isso, na rua da Alfândega cresceu o apoio ao projeto do deputado Arthur Maia.

É uma espécie de ‘calote’ oficial.

Os pagamentos do FGTS dos jogadores serão suspensos por seis meses, os das parcelas do Profut por doze, ambos são úteis aos cofres públicos, e as cláusulas de rescisão unilaterais reduzidas pela metade.

Os cartolas das equipes, carregadores de pires vazios, quase todos incapazes de acharem soluções técnicas, apreciaram a generosa cooperação.

É óbvio que a maioria, ou todos, devem encampar a ideia.

Conversei com advogados, disseram que é inconstitucional, mas pode passar, ser aplicada e depois apreciada nas devidas instâncias.  

O presidente da República, como todos sabem, pretende que as atividades cotidianas sejam reiniciadas.

A entidade que manda no futebol aproveitou e, para minar a proposta defendida pelo líder da Câmara, teve o aval de Bolsonaro.

O presidente quer ver bola rolando o quanto antes.

As federações estaduais, principal eleitorado desses gestores, foram instruídas a se mexerem. 

O estadual paulista, de acordo com as conversas entre dirigentes, poderá recomeçar no dia 23 com o dérbi entre Corinthians e Palmeiras.

É isso que pretendem.

Calculam o retorno dos atletas para o dia 11, o que permitirá período minúsculo de treinos.

Relembro que os estaduais continuam, porém, no que diz respeito ao estágio de preparação dos times, todos iniciarão do zero. 

Pacaembu recebeu leitos para pacientes infectados com coronavírus
Pacaembu recebeu leitos para pacientes infectados com coronavírus Getty Images


Não me pergunte como poderão treinar, disputar as divididas, bater os laterais, comemorar os gols nos estádios semidesertos. Acho improvável cumprirem esse prazo.

A minha opinião é simples: a atual curva de casos exige mais tempo que o pretendido.

É hora de os cientistas terem mais voz do que os políticos.

Fonte: Vitor Birner

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É possível entender Lugano, mas São Paulo já teve elenco melhor, sim, nos últimos anos

Vitor Birner
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Juanfran e Daniel Alves antes de jogo entre São Paulo e Ceará, pelo Brasileirão 2019
Juanfran e Daniel Alves antes de jogo entre São Paulo e Ceará, pelo Brasileirão 2019 Miguel Schincariol/Getty Images

Diego Lugano disse que o atual elenco “é o melhor do São Paulo em sete, oito anos”.  Voltou, então, até 2012, ano do sucesso na Copa Sul-Americana, último título conquistado pelo clube.

O raciocínio demonstra otimismo para encerrar o jejum de quase oito anos.

É justificável porque após diversos equívocos na formação das equipes, a atual tem alguns quesitos essenciais para conquistar algo em campo. 

As lideranças como Daniel Alves e Juanfran rendem mais que outros nas suas funções. Hernanes tem nome e tamanho para reclamar, mas entende que há jogador em melhor fase que ele. Fernando Diniz tem o apoio, o respaldo desses, algo que facilita a formação do ambiente positivo e, por consequência, a união durante os jogos. 

A forma de o time atuar expõe as virtudes dos melhores e agrada aos jogadores, que podem remar na mesma direção. Ao contrário do que foi regra em muitas temporadas, se há narizes tortos, são inofensivos. 

Hernanes admite que teve receio de voltar ao São Paulo de novo e explica o que o convenceu: 'Sonho de Libertadores'; assista

O time principal é forte, porém, falta reposição para atletas fundamentais na dinâmica, como Arboleda e para os elogiáveis operários Bruno Alves e Tchê Tchê. 

Se a ascensão de Igor Gomes continuar, Diniz fizer adaptações nos jogos sem Daniel Alves como volante, os que subiram de Cotia melhorarem e Hernanes recuperar seu futebol, a declaração de Lugano pode ser precisa

Até isso se tornar realidade, o grupo de atletas que teve Kaká, Pato, Rogério Ceni, Luis Fabiano, Alan Kardec, Souza, Ganso, Michel Bastos, Maicon (meio-campista hoje no Grêmio, não o zagueiro, que só chegou em 2016), Reinado e o guerreiro Álvaro Pereira, dirigidos por Muricy, era melhor que o atual. Tinha mais potencial. 

Era o elenco de 2014 - os repórteres do ESPN.com.br Henrique Munhos, Jean Santos e Murilo Borges levantaram todos desde 2012, veja e compare.

E é fácil entender os motivos daquele grupo não ter sido campeão. 

Faltavam muitas virtudes que citei no texto. Precisaria escrever alguns posts criticando egos de ídolos. O time em que Kaká corria  enquanto Ganso, Luis Fabiano e Pato 'andavam' não podia estar no rumo ideal. 

Hernanes se vê mais decisivo salvando o São Paulo da queda do que em títulos brasileiros: 'Me lembro dos calafrios'

No atual, todos se esforçam pelo coletivo, vaga se ganha com potencial e desempenho, na bola, e as marcas pessoais são menores que o São Paulo.

Para encerrar a seca, além de manter tudo, precisará derrotar times fortes, entre eles o Flamengo, que tem mais gente para decidir e conjunto para se aplaudir. 

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É possível entender Lugano, mas São Paulo já teve elenco melhor, sim, nos últimos anos

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Com teste rápido para coronavírus e sem público, Ferj pretende retomar Carioca em maio

Vitor Birner
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Maracanã
Maracanã Getty Images

A Ferj pretende recomeçar em maio o campeonato estadual. Comprará os testes de rápida detecção da COVID-19. 

A ideia é que os atletas sejam submetidos aos mesmos duas horas antes das partidas. Procurei saber, em vão, se haverá jogo no caso se alguém testar positivo.

Se o plano dos cariocas for realmente colocado em prática, as partidas serão sem público, o que garante cumprimento dos acordos com televisão e patrocinadores.

A CBF também cogita investir nos mesmos exames. É óbvio, para usar nos seus torneio

Fonte: Vitor Birner

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Com teste rápido para coronavírus e sem público, Ferj pretende retomar Carioca em maio

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Jogadores cogitaram atuar de graça pelo bem do basquete nacional

Vitor Birner
Vitor Birner

O NBB pretende que seu campeonato tenha um ganhador. Foi o que concluíram dirigentes, jogadores e técnico na reunião da quinta-feira anterior.

Eles foram unânimes.

Avaliaram que precisa ser disputado, ter seu campeão, nem que haja alterações na forma das fases finais, pois a interrupção seria péssima para o esporte.

Ressalto que falaram no esporte, não em si mesmos, priorizando a necessidade coletiva.

Por isso, na reunião anterior a que me refiro, Brasília abriu mão da pequena hipótese de chegar ao playoff. Precisaria ganhar os 4 últimos jogos e Bauru perder todos os restantes para se classificar - por causa da pandemia, topou encerrar a fase.

NBB, a liga nacional de basquete, está paralisada por causa do coronavírus
NBB, a liga nacional de basquete, está paralisada por causa do coronavírus Divulgação

Se o cenário no futebol fosse igual, os cartolas eliminados talvez enxergassem a crise como oportunidade, pensando no próprio umbigo, como nos bastidores tem feito o presidente de clube grande com ínfima chance no Paulista.

Há tanta consciência na comunidade do basquete que, se provado aos atletas e treinadores a impossibilidade de serem pagos, afirmaram que jogarão de graça até o fim da Liga.

Como os estrangeiros não participaram da reunião, talvez alguns pensem doutra forma.

Pantufa, videogame e família: como jogadores do NBB passam o tempo na quarentena

A ideia é recomeçar em junho. Como os deslocamentos serão difíceis, arriscados, o jogador Bruno Fiorotto sugeriu a disputa de triangulares nas sedes do quarteto mais bem classificado (Flamengo, Franca, São Paulo e Minas), seguidos por semifinais e finais.

Ninguém se opôs, todavia nada foi decidido.

Haverá outra videoconferência, hoje, para acertarem detalhes.

Desde a conversa anterior, combinaram enviar em 3 de abril as suas situações contratuais, com prazos de término dos mesmos, em busca do consenso.

Sabem que a manutenção dos patrocinadores, cotas de televisão e as principais fontes de renda dependem do organizado torneio, por isso têm trabalhado unidos.

Fonte: Vitor Birner

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Redução salarial, futuro dos estaduais e Brasileirão: dirigentes tomam decisão sobre futuro do futebol brasileiro

Vitor Birner
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Estão encerradas as negociações entre clubes e atletas, representados pela Fenapaf, sobre questões relacionadas a salários e outras pendências por causa da parada forçada do calendário brasileiro.

Esta foi a conclusão da reunião de dirigentes, ocorrida nesta quinta-feira à tarde, sobre decisões emergenciais do nosso futebol.

[]

Jogadores entrarão em férias no dia 1º de abril. Cada clube decidirá o período, entre 20 a 30 dias. A ideia é abrir espaço em dezembro para a realização de partidas que ficarem atrasadas.

Enquanto isso, será aguardada a medida provisória que o governo promete editar. Conhecidas as regras da mesma, haverá a conversa, ou o corte direto, para a redução dos ganhos dos jogadores.

Prass explica 'maluquice' das negociações de salário: 'É como pedir desconto para o dentista sem ter pago as últimas cinco consultas'

De agora em diante, quaisquer acordos serão individuais. Se forem coletivos, a conversa será com os sindicatos em seus estados, pois as situações econômicas das equipes divergem. Nem todas estão atrasadas nos pagamentos.

E o calendário, como fica?

A perspectiva é de manutenção do formato do Brasileirão, pois é necessário honrar acertos comerciais já firmados.

Prass explica responsabilidade que jogadores com altos salários têm: 'E o resto, cara? É um egoismo absurdo'

Os estaduais precisam ser jogados. A Globo não pretende quitar todas as cotas desses torneios, em caso de interrupção ou cancelamento. 

Antes de qualquer crítica, digo que isso é correto, pois a única parte que pode render audiências elogiáveis é o mata-mata. Comprar a fase inicial seria péssimo sob a visão empresarial.

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Clubes discutem reduções salariais e antecipação de férias dos atletas

Vitor Birner
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Dirigentes e advogados de clubes conversam sobre medidas para o futebol.

Patrocinadores pretendem romper contratos, não há renda dos jogos, e as contas têm que ser pagas. A maioria acha que todos devem fazer esforços no momento atípico, incluindo os jogadores, por enquanto arredios sobre qualquer diminuição salarial.

Há cartolas que defendem a utilização do artigo 503 da CLT, discutível sob o prisma da própria constituição, pois prevê 25% de redução salarial e do direito de imagem com iniciativa unilateral, sem anuência dos jogadores.

No intuito de evitar problemas mais para frente, especialistas na legislação não recomendam, mas acham que isso deve ser cogitado como parâmetro para negociações. Será muito difícil para quase todas as equipes das três principais divisões nacionais pagarem o combinado.

Clubes discutem futuro do futebol
Clubes discutem futuro do futebol YASUYOSHI CHIBA/AFP via Getty Images

 
A outra opção mencionada, a mais simples de ser praticada, seria dar férias imediatamente aos atletas, o que permitirá a realização das partidas em dezembro e janeiro.
Além disso,  pretendem reter parte do salário para quitarem ano que vem. Há quem se posicione contra, insista na necessidade dos jogadores entenderem a situação, abrirem mão de algo.
 
Nada está resolvido. Até terça, esses foram os principais temas discutidos pelos que tomarão decisões.

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Corinthians de Andrés Sanchez deveria ser muito rico

Vitor Birner
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Andrés Sanchez
Andrés Sanchez Gazeta Press

A força

Tudo que o Corinthians conseguiu, após o rebaixamento, teve influência de Andrés Sanchez.

É possível debater os métodos, a administração, mas nunca separar o cartola de todos os resultados.

Por ser o sucessor de Wadi Helu, Vicente Matheus e Alberto Dualib como político mais influente no Parque São Jorge, seus candidatos foram eleitos presidentes do clube.

Roberto de Andrade e Mário Gobbi, eleitos com apoio do cartola, romperam com o mesmo ao longo de suas gestões.

A era Tite, a formatação de uma ideia de jogo, os técnicos Mano e Carille, a tentativa com Thiago Nunes, os sucessos e fracassos passaram, direta ou indiretamente, por escolhas do dirigente.


A crítica

A fase atual tem sido a mais crítica do cartola. Até as organizadas que, outrora, nos momentos ruins em campo protestavam sem falar de Andrés, hoje reclamam do presidente.

Não lhes tiro a razão, mesmo que pareçam contraditórias, pois a lista de êxitos do longevo grupo de situação do Corinthians merece elogios.

Além de estaduais e da Copa do Brasil, obteve três campeonatos brasileiros, a inédita Libertadores e o Mundial, que poderiam garantir a idolatria quase intocável da torcida.

Mas a mesma percebeu que a instituição paga o preço.


Menos influente

A união de  Andrés com Ricardo Teixeira, administrador de métodos discutíveis, uma espécie de antigo ‘dono’ de nosso futebol, mais os cerca de 30 milhões de adeptos, deveriam redundar numa hegemonia longa ou, na hipótese que planejaram, na espanholização, a polarização com o Flamengo.

Mas o cenário foi desenhado com outros contornos.


O baile

O time da Gávea mostrou paciência, capacidade, dialogou abertamente  sobre os problemas com seus 40 milhões de torcedores, recuperou suas finanças e, por méritos, desfruta do sucesso por acertar.

Enquanto se arrumou, o Corinthians andou noutra direção.

A interrupção do governo petista gerou a perda do patrocinador master. Equívocos ao contratar, a arena caríssima de Itaquera, que na prática foi devaneio politiqueiro, e folha de pagamento maior que o potencial dos jogadores geram dificuldades.

Tudo aconteceu enquanto os números em campo foram positivos.   

O clube, ao contrário de S. Paulo e do Flamengo, tem dificuldade para negociar seus atletas por valores elogiáveis.

Na saída de Malcom, que desde os 12 anos foi da equipe, o Corinthians levou 30%.

Na de Renato Augusto, metade dos 8 milhões de Euros foram para o clube.

Na de Jadson, após a temporada de alto nível em 2015, 30% dos 5 milhões da moeda europeia.

Love foi à França, como Ralf para a China, pois suas rescisões custavam a bagatela de 1 milhão de euros cada.

O zagueiro Marquinhos foi por 3 milhões de euros.

Everton Ribeiro foi para o Coritiba, pois não era utilizado.

Citei apenas alguns negócios.


A estratégia

Lembro que Andrés Sanchez era vice de futebol no mandato  em que o time foi para a segundona.

Mas renunciou ao cargo antes do barco afundar.

Era o presidente no rebaixamento.

Parte dos problemas financeiros que geraram o rebaixamento foram herdados da parceria da MSI, que o cartola bancou, e que continua afirmando ter sido positiva.


A opinião

Relembro que a fase mais bem-sucedida dele, como mandatário, foi no governo Lula e no resquício do mesmo, quando teve trânsito grande na Cbf, apoiando e ajudando R. Teixeira na eleição, implodido o clube dos 13, tudo no período de preparação da Copa do Mundo, com patrocínio estatal na camisa.

No atual momento, em condição igual a dos outros cartolas, pouco tem produzido.

A importância de A. Sánchez foi e continua sendo inegável no Corinthians.

Respeito as opiniões contrárias.


O gigante

É possível recuperar o Corinthians.

O momento exige alteração nas políticas do clube.

Qualquer time com 30 milhões de torcedores pode ser rico e elogiável no futebol.

Muita saúde e paz a todos. 

Fonte: Vitor Birner

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Corinthians de Andrés Sanchez deveria ser muito rico

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Esquema tático, artilheiro e estatísticas: os detalhes da LDU, rival do São Paulo nesta quarta

Vitor Birner
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LDU venceu na estreia da Libertadores
LDU venceu na estreia da Libertadores Getty

Após empatar por 1 a 1 com o Delfin no jogo, o primeiro do ano e que valeu o título da Supercopa do Equador, ganha nos pênaltis por 5 a 4, a LDU tropeçou apenas contra o Independiente Del Valle - derrota em casa por 3 a 2.

Esta foi a única partida (das seis até agora no ano) em que a equipe de Quito teve menos posse de bola.

Em todas as demais, a LDU fez gols. No Campeonato Equatoriano, foram 9 em 5 jogos. É o time que lidera a competição.  Na Libertadores, fez três na estreia diante dos reservas do River Plate.

O artilheiro Martínez (6 gols) teve apagadas passagens pelo Inter, além de ter vestido as camisas de Mogi Mirim, Caxias e Guaratinguetá antes de ir para Croácia e México.  Está longe de ser jogador de alto nível, mas a fase é positiva.

Quem comanda do banco é o uruguaio Pablo Repetto. Ele posiciona a equipe no 4-2-3-1. O trio tem sido formado por Quinteros, que já foi lateral e joga avançado na direita, Caicedo, o mais rápido, na esquerda, e Sornoza, aquele mesmo, no meio.


  


         


Na fase defensiva, o time forma o 4-4-1-1. O ex-Fluminense e Corinthians, na maioria das partidas, atuou próximo ao centroavante. Entretanto, pode recuar para compor o quinteto.

A dupla de volantes tem Valencia, que foi atacante e lateral no Manchester United, e Lucas Villaruel, argentino com passagens por Huracán, Defensa e Newell´s.

Nos escanteios, as bolas costumam ser direcionadas próximas ao bico da pequena área, ou na própria.

Os zagueiros Rodríguez (12,4) e Guerra (15,8) têm a maior média de bolas roubadas, superior a dos volantes, o que representa um sistema de marcação com oscilações.

Os laterais Ayala e Perlaza apoiam.

Antes da partida diante do Barcelona de Guayaquil, no fim de semana, a média de finalizações era de 13,46 a favor e 12,07 contra. A de posse de bola era 52,8%, com 356,1 passes certos, enquanto as equipes que enfrentou tiveram 47,2% após 322,37 toques precisos.   

É uma equipe com atletas rodados que, se mantiver o padrão das últimas partidas, exigirá boa atuação do São Paulo

O time de Fernando Diniz, caso atue bem, tende a encontrar e oferecer espaços. Se conseguir melhorar nas finalizações, pode fazer gols (repare que escrevi no plural).

Cruzamentos e lances iniciados pelos lados pedem atenção dos marcadores do tricampeão da Libertadores.

Provável time da LDU: Galbarini: Perlaza, Rodríguez, Guerra e Ayala: Valencia e Villarruel; Quinteros, Sornoza e Caicedo: Martínez 

Resultados da LDU na temporada:

LDU 2 x 1 Barcelona (Campeonato Equatoriano)
LDU 3 x 0 River Plate (Libertadores)
El Nacional 0 x 3 LDU (Campeonato Equatoriano)
LDU 2 x 3 Independiente del Valle (Campeonato Equatoriano)
Deportivo Cuenca 1 x 2 LDU (Campeonato Equatoriano)
Delfin 1 (4) x (5) 1 LDU (Supercopa do Equador)

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Flamengo é favorito: detalhes do Junior Barranquilla

Vitor Birner
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Borja comemora gol pelo Junior
Borja comemora gol pelo Junior Facebook/Reprodução


Fuad Char, principal acionista do Junior Barranquilla, falou aos jogadores que exige a vitória na estreia da Libertadores.

A cobrança, se avaliarmos o desempenho atual do El Tiiburón, pode ser avaliada como pretensão.

Disputou sete rodadas: foram três resultados positivos, o mesmo número de empates, e uma derrota.

Tem que melhorar a dinâmica para se classificar.

Falta equilíbrio entre os sistemas.  Não tomou gols em quatro jogos, mas levou cinco nos três restantes. Os sete favoráveis conseguiu em quatro partidas. 

Três vezes empatou por 0 a 0. 

O treinador Julio Comesaña, uruguaio, é daqueles que tenta preparar o arroz com feijão simples. Nada de inovações táticas será mostrado.

Opta pelo 4-4-2 (4-4-1-1)  - com exceção do jogo em que escalou Valência, a dupla foi Téo Gutiérrez, veterano encrenqueiro e habilidoso, e Borja - ou pelo 4-2-3-1, em que Cardenas atua no meio do trio e o atleta emprestado pelo Palmeiras adiantado.

Utilizou mais variações, entretanto foram poucas.

Está em busca do nível mais alto, algo que o campeão da Libertadores tem de sobra; o Independiente del Valle, na proposta coletiva, também; e que o Barcelona mostrou nas fases anteriores.

Se nada for alterado, o punhado de partidas serve como pequena amostra para afirmar, com pleno embasamento, que o Junior Barranquilla é a zebra do grupo. 

O jogo

A média de posse de bola no ‘Colombianão’ é de 52,76%, e de 433,68 passes trocados por jogo.

Dep Cali, Ind. Medellin e Dep. Cali tiveram mais posse de bola que o Barranquilla. Duas vezes a equipe de Borja foi visitante nessas partidas. 

Ou seja: no Maracanã oferecerá a mesma ao campeão da Libertadores e hoje, na estreia, tende a não conseguir mantê-la, se é que pretende.

Provável time: S. Vieira: Piedrahita, Gomez (Rosero), Mera e Fuentes: D. Moreno e J. Sánchez; E. Cetrê, Cárdenas (T. Gutierrez) e Hinestroza: Borja.   

No lugar de Jorge Jesus, colocaria o Berrio na lateral. É arriscado, pois a ausência de William Arão pode comprometer o sistema de marcação, mas o poderio ofensivo limitado do Junior e as brechas que abre ao tomar gol são convites à ousadia, além de encantarem a torcida.

Sei que o tema é o esporte mais atípico do planeta, falo de resultados, e que há desfalques. Com tudo isso, o Flamengo continua sendo favorito.

Fonte: Vitor Birner

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De clube-empresa a 'conselheiro que não gosta do Pelé': entrevista exclusiva com Peres, presidente do Santos

Vitor Birner
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O presidente do Santos José Carlos Peres participou do Futebol Na Veia desta sexta-feira (28). Logo depois, topou uma conversa sobre os bastidores e planos do Santos. Confira abaixo!

Peres de diz favorável à profissionalização no clube e comenta remuneração de cargos


         
     

O Santos terá um dono? Peres comenta possibilidade do clube virar uma S/A


         
     

Peres comenta projeto para mudar escudo do clube e diz: 'Tem conselheiro que não gosta do Pelé'


         
     

Peres diz que pretende aprovar o projeto de clube-empresa no Santos ainda esse ano


         
     
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De clube-empresa a 'conselheiro que não gosta do Pelé': entrevista exclusiva com Peres, presidente do Santos

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