CBRu premia os melhores do rugby nacional

Rouget Maia
Rouget Maia, blogueiro do ESPN.com.br
Mario Henrique
Troféu Brasil de Rugby
Troféu Brasil de Rugby
Hoje é dia de premiação no rugby brasileiro. Logo mais, às 19h00, acontece em São Paulo, o III Troféu Brasil Rugby. A cerimônia organizada pela CBRu vai laurear os melhores atletas, técnicos e árbitros do rugby brasileiro no ano de 2012.

Os vencedores foram escolhidos por um júri formado por treinadores das equipes do Super 10, treinadores e capitães das seleções nacionais, imprensa especializada, representantes da arbitragem e pessoas ligadas às seleções.

Confira algumas das 20 categorias e seus indicados:

Melhor atleta Masculino XV
Felipe Claro (Alemão) - SPAC
Moisés Duque - São José RC
Daniel Danielewicz - Desterro RC

Atleta revelação Masculino XV
Matheus Daniel (Matias) - Jacareí RC
Jardel Vettorato - Novo Hambrugo RC
Lucas Abud - SPAC

Melhor atleta Masculino 7s
João Luiz da Ros (Ige) - Desterro RC
Diego Lopez - Pasteur
Lucas Duque (Tanque) - São José RC

Atleta revelação Masculino 7s
Eduardo Melotto (Duka) - Curitiba RC
Gustavo Albuquerque (Rambo) - Curitiba RC
Martin Schaefer - Rio Branco RC

Melhor atleta Juvenil
Lucas Drudi - Jacareí RC
João Bello - SPAC
Vitor Guastalli - Bandeirantes RC

Atleta revelação Juvenil
Pedro Di Pilla - Pasteur
Lucas Tranquez - SPAC
Rodrigo Andreoli - Chapecó

Melhor atleta Feminino

Paula Ishibashi - SPAC
Julia Sardá - Desterro
Juliana Santos (Xoxa) - Bandeirantes RC

Atleta revelação Feminino
Luiza Campos - Charrua RC
Taís Bernal Balconi - Desterro RC
Rachel Kochhann - Panteras Negras

Melhor técnico - Super 10
Ignacio Ferreyra - São José RC
Timothy King - SPAC
Paulo Meireles (Leco) - Pasteur

Try do Ano
Daniel Gregg - Brasil x Uruguai - Campeonato Sul-Americano
Julia Sardá - Dubai 2012
Erick Cogliandro (Putim) - Brasil x Paraguai - Eliminatórias da Copa do Mundo de Rugby
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Confirmado! Brasil enfrenta EUA e os Pumas no Estádio do Pacaembú pela Americas Rugby Cup, com transmissão pelos canais ESPN

Rouget Maia
Rouget Maia, blogueiro do ESPN.com.br

A Confederação Brasileira de Rugby (CBRu) confirmou três partidas da Seleção Brasileira de Rugby no tradicional Estádio do Pacaembú conforme adiantou na terça-feira (08) Diego Garcia.

A primeira partida será um test match contra Alemanha no dia 05/12, depois o Brasil faz mais duas partidas pelo novíssimo Americas Rugby Cup em 2016. Enfrenta os Eagles no dia 27 de fevereiro e a Argentina no dia 05 de março. Vai ser muito especial para mim, estar nas arquibancadas do velho Paulo Machado de Carvalho, principalmente para ver os Pumas contra os Tupis, num torneio oficial entre os melhores do continente.

O campeonato foi costurado rapidamente e lançado oficialmente no último dia 11, está garantido nos próximos 5 anos e terá os mesmos moldes do Six Nations. Somente um turno, todos contra todos, cada seleção joga cinco vezes, alternando os mandos nos anos seguintes. Por exemplo, se nessa edição o Brasil faz 3 partidas em casa [joga também contra o Uruguai no dia 13/02/2016, no Rio Grande do Sul], na próxima edição só jogará duas vezes em solo da pátria amada brasileira.

Outro aspecto que lembra muito o Six Nation europeu, é que a Americas Rugby Cup terá todos os jogos trasmistidos com exclusividade pelos canais ESPN.

2016 será ainda mais histórico.

Veja abaixo a tabela de jogos do Brasil na Americas Cup

6 de fevereiro de 2016
Chile x Brasil - Chile
13 de fevereiro de 2016
Brasil x Uruguai - Rio Grande do Sul 
20 de fevereiro de 2016
Canadá x Brasil - Canadá
27 de fevereiro de 2015
Brasil x EUA - São Paulo
5 de março  de 2016
Brasil x Argentina - São Paulo


 

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O XV dos 'esquecidos' da Copa do Mundo de Rugby

Rouget Maia
Rouget Maia, blogueiro do ESPN.com.br
Divulgação
Uma seleção com jogadores que não vão participar desse mundial
Uma seleção com jogadores que não vão participar desse mundial

A Copa do Mundo de Rugby começa em Twickenham (Londres), na próxima sexta-feira, às 20h do horário londrino, com english team recebendo Fiji para primeira dança . Faltam só 7 dias para o momento maior do rugby, o terceiro maior evento esportivo do planeta.

E como em outras edições, os cortes por lesão na reta final da preparação são verdadeiros dramas nacionais. Rhys Webb e Leigh Halfpenny, que se machucaram no final de semana passado no amistoso entre País de Gales e Itália são o exemplo mais recente. Numa só tacada os galeses perderam os titulares de duas posições chave, médio-scrum e abertura.

Infelizmente, não foram só as lesões que ceifaram alguns dos melhores jogadores de rugby do mundo do mundial. Questões políticas entre federações e jogadores, indisciplinas e comportamentos anti-socais também causaram baixas em algumas seleções.

O jornal The Telegraph fez uma espécie seleção dos excluídos, com os melhores jogadores em cada posição que não iremos ver nesse mundial.

Pilar aberto, Alex Corbisiero - Stuart Lancaster Não bancou a volta do pilar que este com os Lions dois anos atrás. Uma sequencia de lesões acabou com a chance do primeira linha mais combativo no scrum fixo da Inglaterra.

Hooker, Dylan Hartley - O rei das cabeçadas, deve estar com a "cabeça gorda" no sofá da sala. Pegou um mês de suspensão por dar uma cabeçada em Jamie Goerge do Sarracens, foi cortado da seleção pela enésima atitude mais do que anti-desportiva - e ainda viu Georgie ser convocado em seu lugar.

Pilar fechado, Census Johnston - O gigante de Samoa trocou a Copa do Mundo pela grana ao assinar um contrato com o Toulouse que o obrigou a se aposentar da seleção nacional do seu país.

Segunda-linha, Rodrigo Ortega - O melhor jogador uruguaio está fora da Copa do Mundo, é outro que tem entraves contratuais com seu clube, Castres, (França).

Segunda linha, James Horwill - Desde que Michael Cheika assumiu o comando técnico da Austrália, o capitão dos Wallabies em 2011 não viu mais a cor amarela da camisa da sua seleção. Uma aposta que pode custar caro para Cheika, Horwill foi mal como capitão, mas é jogador indispensável na casa de máquinas de qualquer equipe.

Asa, Marcell Coetzee - Esteve em todas as convocações da seleção da África do Sul nos últimos anos, mas foi cortado pelo técnico Heineken Meyer depois de sofrer uma lesão no joelho durante o Rugby Championship desse ano. Especula-se que Coetzee estaria recuperado antes do inicio do mundial, e que ele teria sido cortado para satisfazer cotas raciais dentro dos boks.

Asa, Steffon Armitage - A política de não aceitar jogadores que estejam federados fora da Inglaterra acabou com os sonhos desse inglês que seria um ótimo asset para equilibrar o plantel inglês.

Oitavo, Nick Easter - O oitavo inglês já deu sua contribuição à seleção inglesa, mas é fominha e esteve nos planos de Lancaster até o último corte.


Scrum-half, Rhys Webb - Foi dramática a retirada de campo de Webb na partida entre Gales e Itália. No entanto, a dor pela grave lesão no pé não deve ter sido pior que saber de imediato que a Copa do Mundo dava adeus.

Abertura, Aaron Cruden - O jogador neozelandês não conseguiu se recuperar em tempo de uma cirurgia para reconstrução do ligamento cruzado anterior do joelho. Azarado, ficou de fora da final de 2011 também por conta de lesão.

Ponta, Israel Dagg - Em baixa durante 2014 e 2015 esse fullback neozelandês entrou nessa seleção como ponta. Os quatro anos desde a final de 2011 não foram bons para Dagg.

Primeiro Centro, François Steyn - Versátil e forte, foi cortado por opção de Heineken Meyer. Outra dispensa controversa no esquadrão sul africano.

Segundo Centro, Manu Tuilagi - O enorme centro é a perda mais notória da Inglaterra. Mas convenhamos, com ficha extensa de indisciplinas fora de campo, inclusive durante o mundial de 2011, e o ultimo "incidente" em maio quando agrediu uma policial, Lancaster não tinha outra opção. Bater um mulher, nem com flor...

Ponta, Cornal Hendricks - Outro sul africano que poderia estar no mundial. Foi cortado mesmo tendo feito 5 tries em 12 jogos.

Fullback, Leigh Halfpenny - O outro dama galês, Halfpenny teve uma seria lesão no joelho semana passada e vai assistir o mundial pela TV. Perde muito Gales.

 

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O favoritismo dos All Blacks, sua relação com a haka e as Top 5 "haka response"

Rouget Maia
Rouget Maia, blogueiro do ESPN.com.br
Getty Images / Scrum.com
A haka maori e os All Blacks
A haka maori e os All Blacks

A Nova Zelândia com sua seleção de rugby, "the Almighty All Blacks", entra, mais uma vez, como franca favorita na Copa do Mundo de Rugby. Não é para menos, além de estarem no topo do ranking da World Rugby, é só olhar as tabelas abaixo que mostram a comparação dos resultados de jogos dos All Blacks contra Austrália, África do Sul, Argentina, Fiji, Inglaterra, Irlanda, França, Escócia, País de Gales e Itália - os nove países melhores posicionados no ranking da Word Rugby mais a Itália - para entender o gigantismo desse favoritismo.

Tomando como base os quatro últimos anos, a Nova Zelândia jogou contra essas seleções 53 partidas, entre Test Matches e jogos oficiais. Incluso nessa conta, a Copa do Mundo de 2011 e as edições do Rugby Championship. Perdeu 5 partidas e empatou 2, um índice de vitórias de 86,8% contra os melhores do mundo.

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Resultados dos últimos 4 anos
Resultados dos últimos 4 anos

Se aumentarmos a base e contarmos todos os jogos já disputados oficialmente pelos All Blacks, sendo a primeira partida disputada em 1903 contra Austrália e a última partida oficial - Bledisloe Cup, em agosto desse ano, com vitória sobre a Australia e o 12º título consecutivo - a Nova Zelândia disputou 465 jogos, perdeu 99, empatou 16, um incrível índice de vitória de 73,3% em um intervalo de mais de 100 anos jogando contra os Top 10!

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Resultados desde 1903
Resultados desde 1903

Esse gigantismo de vitórias sobre seus principais adversários, num período de tempo tão longo formaram o core do signo de invencibilidade/poder/competência da Nova Zelândia.

Talvez por isso, para os seus torcedores, os All Blacks ainda têm uma "dívida" quando o assunto é Copa do Mundo de Rugby. Os dois títulos mundiais foram conquistados nos torneios sediados em casa, 1987 e 2011, e nas duas vezes enfrentou e venceu a França - em 2011 quase perderam, os 20 minutos finais da partida foram desesperadores e fizeram a cidade de Auckland tremer de medo da França de Thierry Dusautoir e seus companheiros.

E apesar dos dois títulos mundiais, não é só para seus torcedores, mas na percepção do mundo do rugby em geral, os neozelandeses cultivam mais fiascos do que conquistas. Talvez os dois momentos negativos mais marcantes para os kiwis tenham sido a campanha de 2007, quando perdeu para França nas quartas de final, e 1995 quando perderam a final para África do Sul.

Também é preciso considerar nessa longa tradição e história de vitórias envolvendo os All Blacks, o símbolo mais marcante extra campo da formação do signo de poder dos All Blacks, a haka maori - que não tem relação direta com o jogo de rugby, mas ao que parece influencia os adversários.

É uma discussão antiga que de tempos em tempos acaba ganhando algum destaque, principalmente quando o adversário se contrapõe de forma incisiva a haka - que para os neozelandeses sempre beira ao desrespeito e é encarado como provocação. 

Essa postura não deixa de ser uma vantagem esportiva. Os All Blacks já começam na frente a partida pela presença, união e aura divina levantada pela haka. Afinal, não é uma simples dança folclórica, é quase um grito de guerra maori que foi absorvido pela seleção de rugby e transformado, com todos os elementos religiosos e sociais envolvidos, numa sensação de irmandade e união entre os jogadores, e propalado ao adversário, que em geral é obrigado a ficar observando com atenção.

Não observar a haka é um desrespeito, avançar e contestar o desafio é um desrespeito, quase tudo que o adversário fizer diferente de ficar parado prestando atenção no bando de gigantes cantando, dançando e fazendo caretas (parte da cultura maori), "Ka mate, ka mate (eu posso morrer, eu posso morrer) Ka ora' Ka ora' (eu posso viver, eu posso viver)" é desrespeito. E acho que deve ser quase impossível não ficar de alguma forma tocado pela cena, seja se imbuindo de raiva para vencer, seja sentindo o baque.

Imagine então a sensação dos adversários vendo a outra haka, chamada Kapa o Pango que termina com um claro sinal de morte, com todos os jogadores fazendo um sinal inconteste de que vão cortar o pescoço do adversário.

Uma forma empírica de medir a influencia da Haka é ver os resultados das partidas dos All Blacks quando são "contestados" pelos adversários durante a haka, seja ficando em silencio e imóvel por mais de 2 minutos depois do término da haka, como fez a seleção galesa em 2008, seja enfrentando a haka como fez o capitão da Irlanda, Willie Anderson, em 1989.

Veja abaixo uma seleção das Top 5 Contestações da Haka, e no final do post confira o índice de vitória dos Kiwis quando são, segundo eles, desrespeitados.

Irlanda x Nova Zelândia (1989)
Há 16 anos Willie Anderson ousou enfrentar a haka comandada pelo grande Buck Shelford e enlouqueceu mais de 50 mil irlandeses presentes no antigo Lansdowne Road Stadium. Anderson praticamente puxou a equipe toda à frente e ainda conclamou seus torcedores no final.

Inglaterra x Nova Zelândia (1997)
Old Trafford lotado para assistir a Inglaterra receber os All Blacks. Durante a haka a seleção inglesa andou em direção dos All Blacks. Enquanto isso, Richard Cockerill, hoje o emblemático Diretor de Rugby do Leicester Tigers, em sua primeira partida como titular na primeira linha da seleção inglesa, decidiu continuar em frente sozinho até ficar de rosto colado com Norm Hewitt. "What the f*** have you done?" foi a reação do capitão inglês Martin Johnson, enquanto tirava Cockerill do "chamego"entre os hookers.

Nova Zelândia x Tonga (2003)
Na Copa do Mundo de 2003, na Austrália, Tonga aceitou e contestou o desafio da haka neozelandesa fazendo sua Sipi Tau (Fiji, Tonga e Samoa, tem cantos de guerras próprios na mesma linha da haka maori) ao mesmo tempo, quando o esperado seria cada seleção fazer sua performance com o adversário "quieto". Bonito de ver, mas desastroso para Tonga que foi massacrada em campo.

Nova Zelândia x Itália (2007)

Na primeira partida de ambas as seleções durante a Copa do Mundo de 2007, os italianos resolveram fazer uma roda de jogadores e nem deram bola para a haka na outra metade do campo. Uma provocação catastrófica para os italianos que foram literalmente massacrados nessa partida.

País de Gales x Nova Zelândia (2008)
O fenomenal time de Gales de 2008, campeão do Six Nations com direito a Grand Slam, queria acabar com um tabu que datava de 1953. O plano incluía 2 minutos com todos os jogadores galeses imóveis depois que a haka acabou. Foi um momento dramático, mas não valeu de muito já que Gales não chegou nem perto da vitória.

Nova Zelândia x França (2011)
Na final da última Copa do Mundo de 2011, os All Blacks foram desafiados pelo time francês. Os Bleus já entraram em campo com uma formação em V e pararam na linha que demarcava o meio campo, claramente contestando o desafio. A atmosfera no estádio era inebriante, mas apesar de terem sido contra-desafiados, dessa vez os All Blacks sofreram um bocado para vencer e quase mataram do coração os torcedores kiwis mais desavisados, na final de Copa do Mundo mais apertada da história.


Resultados das partidas listadas:
Irlanda 6-23 Nova Zelândia (1989)
Inglaterra 8-25 Nova Zelândia (1997)
Nova Zelândia 91-7 Tonga (2003)
Nova Zelândia 76-14 Itália (2007)
Nova Zelândia 8-7 França (2011)

Ao que parece desafiar a haka não é bom negócio, índice de vitória de 100%. Dá uma sensação mais ou menos na linha, "Se ficar o bicho pega, se correr o bicho morde".

Contudo, como eu imagino que os torcedores dos Wallabies vão lembrar da semifinal da Copa do Mundo de 1991, David Campese um conhecido provocador e catimbeiro, ficou batendo bola atrás dos postes enquanto a seleção australiana ficava perfilada observando a haka. O gesto foi notado pelos All Blacks que trataram Campese com todo rigor permitido nas regras do jogo e um pouquinho mais, mesmo assim Campese ainda marcou um try e foi um dos jogadores chaves nessa vitória que colocou os Wallabies na final daquele mundial que eles acabaram vencendo. 

Prova que a invencibilidade é só simbólica e o catimbeiro Campese acabou desconcentrando um pouquinho os neozelandeses nessa semifinal de mundial.

A Copa do Mundo de 2015 se aproxima, quem vai ter coragem de relembrar a pressão que os All Blacks se auto-infligem e usar isso contra os grande favoritos?

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Springboks liberados

Rouget Maia
Rouget Maia, blogueiro do ESPN.com.br

A ação na justiça da África do Sul que visava impedir a participação dos jogadores convocados pelo técnico Heineke Meyer na Copa do Mundo de Rugby, retendo os passaportes de atletas e comissão técnica, foi indeferida pelo juiz Ntendeya Mavundla.

O caso foi levado à corte por um obscuro partido político chamado Agency for New Agenda (ANA) que acusou o Ministério dos Esportes e a Associação de Rugby da África do Sul (SARU) de "inconsistência com a constituição sul africana" ao convocar poucos jogadores negros para o mundial.

Mayundla indeferiu o pedido, mas salientou que concorda com a ANA quando se fala na velocidade de transformação e inserção da raça negra no rugby.

O que Mayundla não falou, é que 20 anos é muito pouco tempo para se transformar o rugby de um país inteiro. Mayundla também não disse se existe uma falta de vontade política e social da SARU para aumentar a participação da raça negra no rugby. Um trabalho na base mais focado, já teria melhores resultados, e talvez a hoje a África do Sul, estivesse mais forte ainda.

A discussão sobre o racismo no rugby sul africano ainda vai longe. Personagens como Peter de Viilliers parecem mais se aproveitar da confusão do que realmente discutir o caso.

A verdade é que, desde 2007 quando os Springboks também foram ameaçados de terem os passaportes retidos pelo próprio Ministro do Esporte da África do Sul da época, o número de jogadores negros convocados no período de preparação para Copa do Mundo, ou nos anos que antecedem o quadriênio da preparação dos boks, praticamente não se alterou. Vale lembrar que técnicos brancos e negros comandaram os Springboks desde então.

A política de baixo calão que permeia esse assunto tão pesado e sério, é terrível para o esporte. Os bons jogadores de rugby negros vão surgir se houver um trabalho de base bem feito, principalmente nas províncias sul africanas onde o rugby é mais forte.

Para fechar, dois aspectos que foram levantados pelo fã de rugby e fã dos Springboks, Luiz Silveira, de Vila Velha.

1. Será que já não existe uma enorme pressão por uma espécie de cota negra nos boks? Porque Heineken Meyer deixaria jogadores mais experientes e que dariam um balanço melhor para o plantel como Cobus Reinach e Marcell Coetzee (brancos) fora da Copa do Mundo, e convoca jogadores com pouca ou nenhum experiencia internacional como Rudy Paige e Siya Kolisi (negros)?

2. Onde estão as cotas de transformação racial na seleção de futebol da África do Sul? Os Bafana Bafana são majoritariamente negros.

Para mim, a questão racial deve ser trabalhada no dia a dia da sociedade sul africana, e não somente com o mundial se aproximando do pontapé inicial. Meyer sabe de antemão que além de equilíbrio e balanço técnico, sua seleção precisa agradar também fora do lado esportivo. Sem apoio ele não passaria um ano no comando.

Para ler o comentário completo do Luiz Silveira, clique aqui e vá até a secao de comentarios.

 

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Copa do Mundo de Rugby sem os Springboks? O racismo ainda cobra seus prejuízos à África do Sul

Rouget Maia
Rouget Maia, blogueiro do ESPN.com.br

A Copa do Mundo de Rugby está tão próxima de seu pontapé inicial que já da para sentir o cheiro de grama pisada. A expectativa nos países com chance de chegar ao título é enorme. Não é diferente na África do Sul, bi-campeã mundial e um dos principais países do rugby hoje.

Desde que foi anunciado o plantel de 31 jogadores que irão para Londres, um drama de proporções cada vez maiores toma conta do noticiário sul-africano. E a discussão maior não é se o técnico Heineke Meyer selecionou os melhores jogadores. A discussão é sobre racismo no rugby da África do Sul e a falta de representatividade (negra) que Springboks tem em relação ao país.

Getty Images / Scrum.com
Bryan Habana e Percy Montgomery, fullback e ponta, campeões do mundo.
Bryan Habana e Percy Montgomery, fullback e ponta, campeões do mundo.

O rugby sul-africano, assim como toda África do Sul, sofreu muito por conta do sistema de apartheid que existia no país. A emblemática campanha de 1995 uniu a África do Sul em torno de um ideal de convivência entre brancos e negros. Chester Williams que esteve no Brasil ano passado, foi o grande embaixador da "Rainbow Nation" incentivada por Nelson Mandela, mas ao que parece, essa parte da história do rugby sul africano não é contada com todas as cores.

Os resquícios e desdobramentos de anos de apartheid ainda são sentidos (ou combatidos) até hoje. E talvez, estejam gerando discrepâncias que hoje atrapalham o rugby da África do Sul. Racismo é um tema muito delicado para ser discutido em poucas linhas de um blog. Por isso, não vou, nem de perto, entrar no mérito atual da questão que movimenta hoje os bastidores do rugby no país de Mandela: se existe ou não um forte grau de racismo no rugby Springbok.

Existe hoje tanta discussão em torno da convocação dos boks e o racismo, que a Copa do Mundo de Rugby de 2015 será estranha para os sul-africanos. Eles devem apoiar o time que tem chances de ganhar o mundial? Ignorá-los? Ou se opor?

Grupos ativistas produziram um manifesto para o fim do racismo no rugby. Esse documento teve o mesmo destaque na imprensa que a convocação dos Springboks. Peter De Villiers, técnico que comandou os boks no ultimo mundial, foi duro em suas críticas ao time que foi convocado "O rugby da África do Sul está na sarjeta. É uma vergonha nacional e um insulto a inteligência negra. Não era assim na minha época, Heineken Meyer deve ser colocado contra parede".

Os nervos estão aflorados.

Fato é, existe uma política oficial de governo na África do Sul que busca a readequação da participação social da raça negra, e vários setores da sociedade vem cobrando a falta de "transformação" racial no rugby que está prevista na constituição do país.

Outro fato, um desses grupos que produziram o manifesto, impetrou uma ação na justiça, em Pretória, contra o Ministro dos Esportes e contra o presidente da Associação Sul-Africana de Rugby (SARU). Além disso, pediu o confisco de passaportes dos jogadores e da comissão técnica para que não possam embarcar para Londres nos próximos dias.

Para dar uma ideia da dimensão do imbroglio politico/social que a SARU está metida, a mesma coisa aconteceu em 2007, quando o então Ministro dos Esportes, Butana Komphela, ameaçou a SARU do confisco dos passaportes dos jogadores antes do Mundial disputado na França, caso não houvessem "sinais transformações tangíveis".

O sinal de transformação que Komphela queria era um plantel com pelo menos seis jogadores negros indo para a Copa do Mundo de Rugby de 2007.Foi atendido. 

Naquele ano seis jogadores negros formaram o plantel Springbok: Rick Januarie, Akona Ndungane, Wayne Julies, JP Pietersen e Bryan Habana.

Já imaginaram? A Copa do Mundo sem os Springboks? Pois é, tem sul-africano que imaginou e ainda deseja isso.

Se eles estão certos ou não, é algo que só os próprios sul-africanos, e só eles, podem dizer.

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Suspeita de fraude na venda de ingressos para Copa do Mundo de Rugby

Rouget Maia
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Rouget Maia
Na imagem, destacado em vermelho, a compra de 10 ingressos para uma partida com ingressos esgotados
Na imagem, destacado em vermelho, a compra de 10 ingressos para uma partida com ingressos esgotados 

Faltando menos de um mês para a Copa do Mundo de Rugby na Inglaterra, surgem boatos de fraude na venda de ingressos para o mundial.

A Which? - empresa inglesa, especializada em direito do consumidor, testes de produtos, avaliação de eventos - lançou um comunicado levantando dúvidas sobre a venda de ingressos para Copa do Mundo de Rugby, avaliou alguns sites secundários, mas focou sua pesquisa num site em particular, GetSporting.com.

O site oferece pacotes que são bons demais para ser verdade, vende ingressos para jogos com ingressos esgotados, como Inglaterra x Australia e Inglaterra x País de Gales. De acordo com a pesquisa e o levantamento do histórico da empresa feito pela Which?, existe uma forte possiblidade que os consumidores que adquiriram ingressos através da GetSporting.com não os recebam ou recebam ingressos falsos.

GetSporting.com não é um dos revendedores oficiais da World Rugby para Copa do Mundo, e está operando em desacordo com a política de venda de ingressos da organização do mundial, permitindo que clientes comprem até dez ingressos por pessoa para uma partida, em vez dos quatro permitidos oficialmente.

Com o comunicado da Which? levantando suspeitas sobre as vendas da GetSporting.com a polícia inglesa já bloqueou as vendas por telefone. Já na internet é outra história. Eu consegui fazer o acesso hoje normalmente e simular a compra de dez ingressos para partida entre Inglaterra x Austrália. Não finalizei a compra com o cartão de crédito, mas a principio na houve qualquer impedimento.

Com a proximidade do inicio do mundial, as compras de ultima hora e por impulso tendem a ser menos criteriosa pelo fã do esporte que ainda não tem seu ingresso. 

Por isso, se você pensa em assistir o mundial in loco, e não quer se arriscar com algum sistema comandado por um "Raymond Whelan" do rugby, utilize o link da World Rugby (rugbyworldcup.com/buyofficial) que informa quais são as revendas autorizadas e onde você pode comprar seu ingresso com segurança.

E bom mundial!

 

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Rugby: 20 anos de profissionalismo, bem vividos.

Rouget Maia
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@DomincRumbles
Imagem do histórico Press Release da reunião do Conselho da IRFB que abriu o rugby para o profissionalismo
Imagem do histórico Press Release da reunião do Conselho da IRFB que abriu o rugby para o profissionalismo

Ontem escrevi um post que comentou o importante anúncio da participação de Craig Joubert como um dos 12 árbitros que conduzirão as partidas de rugby seven nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. O assunto principal tratava sobre estarmos presenciando um momento histórico, o inicio da mudança da relação de forças entre o union x seven que o boost olímpico pode produzir.

No campo do achismo, a mudança para esporte olímpico no Rio2016 poderá ser um divisor de águas para o rugby, tão grande como foi a mudança de esporte amador para profissional que ontem comemorou 20 anos.

Infelizmente, porque esse é um marco a ser lembrado sempre, só hoje vi o tweet de Dominc Rumbles, Chefe de Comunicação da World Rugby, que que dizia:

[20 anos atrás o rugby foi declarado um esporte aberto, profissional e desde então o número de praticantes no mundo cresceu de 1milhão para 7,2 milhões]

Efetivamente, a expressão "open game" que eu mal e porcamente traduzi para "jogo aberto", removeu todas as restrições com relação à pagamentos e benefícios, pela primeira vez o jogo de rugby se tornou profissional.

Em outro tweet, Rumbles mostrou a imagem (colocada no topo do post) do press release resultante da reunião do conselho da International Rugby Football Board (IRFB) que abriu o caminho para o profissionalismo no rugby. É interessante ver a ultima disposição do documento, a ser melhor definida na época, sobre a admissão ou a reintegração de jogadores de rugby league - que já era profissional e devia incomodar bastante com um fluxo de jogadores migrando para o league por questões exclusivamente financeiras.

Rob Andrew, abertura da seleção inglesa em 1995, fez alguns comentários sobre essa época que foram publicados no site da IRFU (Federação Inglesa de Rugby):

Sobre suas memórias de 1995

"Era uma época excitante. Foi logo após da Copa do Mundo de 1995 na África do Sul [esse mundial foi disputado entre os meses de maio e junho daquele ano] e houve muito falatório sobre o rugby se tornar profissional. Na verdade, era mais quando se tornaria profissional do que se deveria se profissionalizar. Essa mudança veio no final de agosto de 1995"

"Para ser honesto, a primeira fase foi meio caótica, porque a International Rugby Football Board [a IRFB depois foi substituída pela IRB e agora pela World Rugby], de repente, passou a considerar o rugby de totalmente amador para profissional - da noite para o dia"

"Não demorou muito para as coisas acontecerem quando os empresários se envolveram, começaram a comprar clubes e literalmente em semanas o cenário estava completamente transformado, então era uma época excitante"

Sobre o entendimento entre os jogadores com profissionalismo

"Acho que na Copa do Mundo de 1991 [disputada no Reino Unido] foi uma plataforma de lançamento para um algo a mais. Foi uma plataforma de lançamento na direção das demandas dos jogadores, da quantidade de dinheiro no esporte, do interesse da mídia - a sensação, como jogador, entre 1991 e 1995, era inevitável que o jogo se tornaria profissional. Era mais uma questão de quando e como."

"Teve muito boato na África do Sul sobre profissionalismo no rugby durante a Copa do Mundo de 1995. Mas nos pegou de surpresa a decisão ter sido tomada tão rapidamente."

Sobre a diferença que a profissionalização do rugby e o período amador

"Mudou completamente o jogo, porque antes da profissionalização o rugby era completamente amador e todos nós trabalhávamos para viver. Então nós jogávamos pela seleção ou pelo clube, treinávamos às terças e quintas-feiras, jogávamos no final de semana, e voltávamos ao trabalho na segunda-feira, mesmo sendo um jogador da seleção. Era assim que você fazia."

"De repente, você era um atleta profissional e esse era o seu trabalho. Pessoas abandonaram carreiras e se arriscaram como jogadores de rugby profissional. Os clubes tiveram que se organizar para pagar esses custos novos, porque antes desse ponto, como esporte amador, os clubes praticamente não tinham custos. Então, da noite para o dia, tiveram que transformar toda essa estrutura do esporte e passamos cinco anos entendendo quem pagava o que, porque, e como sistema iria funcionar."

Foram 20 anos de profissionalismo, bem vividos. Com mais segurança, dinheiro e estabilidade para os atletas. Com mais espetáculo e velocidade no jogo para encantar cada vez mais os torcedores. Agora, acho que o rugby vai mudar de novo, talvez daqui 20 anos, trataremos do assunto rugby olímpico e como o rugby seven foi menor que o rugby union.

Eu, sinceramente, espero que não.

 

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Rugby: 20 anos de profissionalismo, bem vividos.

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Craig Joubert nos Jogos Olímpicos

Rouget Maia
Rouget Maia, blogueiro do ESPN.com.br
World Rugby / Divulgação
Craig Joubert estará apitando jogos nas Olimpíadas de 2016
Craig Joubert estará apitando jogos nas Olimpíadas de 2016

Os Jogos Olímpicos tem um poder de transformação enorme dentro do mundo esportivo, ter a chancela de esporte olímpico é a chave que a abre a porta de muito dinheiro, mídia e visibilidade mundial. Assim como no Brasil, países de todos os continentes, tem legislações que de uma forma ou de outra, com mais ou menos intensidade, tem um projeto oficial olímpico.

Para o rugby, a chancela olímpica do rugby seven, é um divisor de águas. A força de mídia, a quantidade de praticantes, o investimento financeiro, os patrocinadores e demais características que formam o core business de qualquer esporte vão concentrar cada vez mais na modalidade olímpica do rugby.

Essa mudança no modelo de negócios do esporte rugby é um grande desafio para World Rugby, e mostrar que a entrada do rugby seven como esporte olímpico deve ser encarada por todos os players que compõe e/ou participam do esporte como um aumento na fatia de participação do rugby no negocio esporte - e não somente uma mudança de vetor - onde o dinheiro, a quantidade de praticamente e os fãs que iam para o rugby union passam para o rugby seven. O desafio é crescer em relação aos outros esportes.

Acredito que vá demorar muito ainda para o rugby seven seja um esporte maior que o rugby union, mas é um ícone dessa mudança o anuncio que o árbitro sul africano Craig Joubert faz parte da comissão de 12 árbitros que comandarão as partidas de Seven durante os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. Joubert foi o árbitro da final da Copa do Mundo de 2011 e é chamado pela própria World Rugby de melhor árbitro de rugby union da atualidade.

Joubert não está caindo de paraquedas, tem experiência com rugby seven, apitou o Circuito Mundial de Rugby Seven Masculino entre 2003 e 2005, estará apitando a abertura do circuito, em Dubai, junto com os outro onze árbitros das Olimpíadas. Ele será mais um dos grandes assets da World Rugby que trabalha com intensidade e foco para manter o rugby seven cada vez mais arraigado no seio olímpico.

 

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A França e "Os Soldados da Esperança"

Rouget Maia
Rouget Maia, blogueiro do ESPN.com.br
Michalak / Divulgação
Decifra-me ou nos devoram. Frederic  Michalak é o enigma Francês.
Decifra-me ou nos devoram. Frederic Michalak é o enigma Francês.

Parece que algo diferente acontece com a França, e os outros países que almejam o Troféu Webb Ellis de Campeão do Mundo de Rugby deveriam prestar um pouco mais de atenção nos Bleus. Não dá para dizer que os franceses podem cantar de galo, até porque nos últimos anos eles andaram perdendo umas penas e cantando baixo, mesmo dentro do próprio galinheiro, mas há a essência de campeão permeando todo o país, chama-se esperança.

Os franceses adoram a Copa do Mundo de Rugby, não tanto como, às vezes, nós que adoramos e acompanhamos o rugby achamos que os franceses consomem rugby no dia a dia. O rugby francês tem regiões de maior penetração, mas no frigir dos ovos, na França, o futebol é um esporte muito maior que o rugby.

Os amistosos de inverno e as tours de verão no hemisfério sul vem e vão sem emocionar muito a torcida em geral e só a mídia especializada acompanha esses jogos. Até o tradicional Six Nations vem perdendo espaço no gosto do francês, talvez pelo formato do torneio que pode selar o destino de uma seleção ainda no meio do campeonato. Já a Copa do Mundo é algo diferente que mexe com os brios gauleses.

A televisão francesa em parceria com a Federação Francesa de Rugby lançou a campanha promocional da Copa do Mundo com o slogan "Rugby é jogado por 66 milhões", e estrelas como Sébastien Chabal ou Fabien Gauthié aparecem em todos os veículos de comunicação conclamando a torcida pelos Bleus no Mundial.

E o público tem respondido. Mais de 5.000 torcedores acompanharam um treino matinal da seleção francesa concentrada em Perpignan, e mais de 8 milhões de pessoas (audiência combinada) acompanharam os dois jogos amistosos contra os ingleses nos dois últimos finais de semana (15/08 - Inglaterra 19x14 França e 22/08 França 25x20 Inglaterra).

A história mostra que os franceses tem razão nesse otimismo, a França costuma se dar bem nos mundiais. Foi duas vezes vice-campeã (1987 e 2011) e esteve em todas as semifinais da história, exceto em 1991 quando perderam para Inglaterra nas quartas-de-final, num dos jogos mais brutais e violentos da história da Copa do Mundo de Rugby.

Mesmo assim, há algumas semanas, a França nem era mencionada como um dos pretendentes ao titulo da Copa Mundo desse ano. Eddie Jones, atual técnico do Japão, grande artífice da África do Sul de Jake White que foi campeã do mundo em 2011, e na minha opinião, o melhor técnico de rugby da atualidade, foi perguntado em julho quem seriam os favoritos ao título. Nem vacilou na resposta: Inglaterra e as três potências do hemisfério sul (boks, blacks e aussies) como únicos pretendentes. Excluiu Gales e Irlanda, por achar que para os dois países falta o "X-factor" para vencer os jogos decisivos, e nem se preocupou em mencionar os selecionados do técnico Phillipe Saint-André. Uma "afronta" que fez eco no coração do torcedor francês.

Por isso, a convincente vitória da França sobre a Inglaterra no ultimo sábado foi recebida com alegria pela imprensa e torcida. Pela primeira vez, existe uma confiança genuína no país, ainda sussurrando apenas, que os Bleus podem voltar à Paris no final de outubro com a taça de campeão do mundo debaixo do braço. "Les Soldats de L'Espoir" [Os soldados da Esperança] foi a chamada de capa do Midi Olimpique (jornal especializado), e muito dessa esperança reside no pack de fowards que dominou o forte jogo de base inglês.

Os franceses estão há dois meses na fase final e mais intensa da preparação da equipe. O primeiro mês foi focado na preparação e melhoria física do plantel de jogadores. A França de hoje está leve em campo. Rápida e focada no plano de jogo de Saint-André.

Assim como os dois últimos técnicos franceses, Bernard Laporte e Marc Lievremont, o atual técnico francês reclama bastante da falta de tempo para preparação da equipe antes dos Test-Matches. E faz tempo, ele fala para quem quiser ouvir, que com um pouco mais de tempo de preparação é possível transformar a França num real competidor ao título mundial. Baseado na performance de sábado, dá para dizer que ele não estava sendo somente fanfarrão.

Contudo, não dá para deixar a onda de otimismo ir muito longe, a Inglaterra mostrou que a França ainda tem várias deficiências defensivas que não foram sanadas desde o Six Nation do começo do ano, e é importante lembrar que essa foi uma das piores apresentações da equipe de Stuart Lancaster.

O enigma francês chama-se Frederic Michalak, e tem posição certa, abertura. Há muito tempo bato na tecla que a França se viciou em usar médio-scrums como aberturas e perdeu em Michalak o flair quando o craque se perdeu nas noitadas do inicio arrasador da sua carreira. No sábado, Michalak deitou e rolou em campo, foi merecidamente eleito o melhor em campo, mas duvido que ele vá ter o mesmo espaço que teve nessa partida num jogo da Copa do Mundo - a verdade é que falta um abertura condizente com a qualidade da equipe inglesa, e o Michalak jogou sem ser incomodado.

Enfim, esse é o rugby da França, a mais intrigante das principais seleções de rugby do mundo. Um mês atrás não se falava ou pensava na França no cenário da Copa do Mundo, agora eles foram elevados a posição de pretendentes ao título. Mas, de novo, conhecendo a França, pode ser que tudo exploda ainda na primeira fase do Mundial.

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Copa do Mundo de Rugby: 5 motivos tecnológicos para você se ligar ainda mais no Mundial

Rouget Maia
Rouget Maia, blogueiro do ESPN.com.br
World Rugby / Divulgação
A Copa do Mundo de Rugby se aproxima e você não pode perder nenhum detalhe
A Copa do Mundo de Rugby se aproxima e você não pode perder nenhum detalhe

Com menos de um mês para o inicio da Copa do Mundo de Rugby de 2015, na Inglaterra, vale a pena dar uma olhada mais atenta nas tecnologias disponíveis para as sete semanas da mais pura "rugger action" dos próximos 4 anos.

Essa promete ser a Copa do Mundo com maior aparato tecnológico disponível desde sua primeira edição em 1987.

Quando a Inglaterra der o ponta pé inicial da partida de abertura contra Fiji no dia 18 de Setembro, mais de 7,5 milhões de telespectadores estarão grudados nas suas telas de TV.

Com uma audiência desse porte, as empresas estão naturalmente ansiosas para mostrar e usar toda a tecnologia a disposição. A Copa do Mundo terá realidade aumentada nas visitas aos estádios do torneio, a melhor tecnologia de instant replay já vista, apps que proporcionaram ao usuário competir com os melhores jogadores do mundo (do conforto do seu sofá, naturalmente), e mais ainda, o melhor kit de jogo e bola que já foram usados nos jogos de rugby.

Será que você está pronto para tudo isso?

Para ajudar o rugbier nesses tempos modernos, vejam abaixo as 5 mais interessantes novidades tecnológicas que deverão acompanhar os fans nesse mundial.

1 - Hawk-Eye

A mesma tecnologia usada nos replays, no futebol e no tênis, para confirmar se a bola passou por cima da linha (no caso do rugby estamos falando do in goal, lateral, etc) estará presente nessa Copa do Mundo de Rugby. A World Rugby - entidade máxima do rugby mundial - testou a tecnologia Hawk-Eye Smart na Guinness Premiership Pro12 com a ajuda da SkySports, testes também foram realizados na Copa do Mundo de Rugby Sub-20 disputada na Italia em junho com a entrada da ITV.

O objetivo do teste era perceber se a tecnologia poderia melhorar a segurança do jogador "fortalecendo e melhorando a eficiência do Television Match Oficial (TMO) no processo de tomada de decisão". Em outras palavras, confirmar com exatidão se uma bola passou ou não por cima da linha.

Graças a tecnologia Hawk-Eye "Smart Replay", o TMO terá a sua disposição replay em diferentes ângulos mostrados em tempo real e camera lenta. O staff médico também terá acesso a tecnologia para analisar lesões da cabeça decorrentes de impactos do jogo.

2 - Realidade Aumentada

Blippar / Divulgação
A realidade aumentada é como uma janela no estádio
A realidade aumentada é como uma janela no estádio 

Para quem vai acompanhar os jogos nos estádios da Copa do Mundo, a realidade aumentada será uma oportunidade de realizar uma experiência interativa de imersão 360º. Simplesmente faça um scan do seu ingresso com seu smartphone usando o aplicativo Blippar, e vc destravará a visão 360º do estádio onde a partida será realizada.

Com o recurso destravado basta mirar a camera do seu telefone nas instalações internas e externas do estádio para se divertir. Abaixo um video que explica bem a funcionalidade do que é a realidade aumentada.

Através da realidade aumentada o proprietário do ingresso poderá ver seu assento no estádio e usar ferramentas de navegação para chegar até ele. Também serão disponibilizados comentários, sobre a partida em questão, feitos por três lendas do rugby inglês, Jonny Wilkinson, Lawrence Dallaglio e Will Greenwood.

3 - A bola

Gilbert / Divulgação
A bola da Copa do Mundo de Rugby 2015
A bola da Copa do Mundo de Rugby 2015

A bola da Copa do Mundo será a Gilbert's Match XV. A empresa conduziu um extensivo programa de desenvolvimento durante dois anos para apresentar uma nova composição de textura que proporciona um grip ainda mais seguro, o design dessa nova superfície da bola da Gilbert também promete melhorar ainda mais a velocidade da dispersão da água (em jogos sob chuva).

4 - Os Estádios

Para quem quiser deixar as cantorias e bagunças para o vizinho de assento nos estádios da Copa do Mundo, será possível contar com um serviço de " in-ear commentary service" por 10 pounds (assinatura de 1 ano). O radio que possibilita ouvir as instruções dos árbitros e suas descompostura nos jogadores que cometem foul play já existe há algum tempo, a novidade é que agora o serviço será disponibilizado em outras línguas e com a opção "newbie" (novato) desenvolvida para quem não sabe dizer a diferença entre um scrum e um lateral, algo que o fã de rugby da ESPN já aprendeu há muito tempo.

5 - Kit de jogo (uniformes)

Canterbury / Divulgação
O novo uniforme da Canterbury para seleção da Inglaterra
O novo uniforme da Canterbury para seleção da Inglaterra

O uniforme das seleções é praticamente uma peça de alta tecnologia, No caso da Inglaterra, por exemplo, o uniforme continua branco, mas a rosa ganhou um "facelift" e o símbolo seleção inglesa será visualizado em 3D.

A camisa de jogo também tem um sistema de amortecimento da recepção da bola que foi desenvolvido em mais de 220 horas de testes, e é o kit de jogo mais leve já produzido pela Canterbury - que deve se permanecer leve no decorrer da partida graças ao sistema de absorção mínima do suor.

As propriedades dinâmicas de de gerenciamento de calor não deixarão os jogadores super aquecerem ou congelarem se o outono europeu for muito frio.

Esses são mais 5 motivos para você marcar na sua agenda, Abertura do Copa do Mundo de Rugby, dia 18 de setembro, com exclusividade, nos canais ESPN.

 

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Palmeiras e Band-Sarracens firmam parceria

Rouget Maia
Rouget Maia, blogueiro do ESPN.com.br

A Sociedade Esportiva Palmeiras volta a participar do rugby brasileiro, diferente do formato dos anos 80 quando tinha uma equipe própria (como faz hoje o Corinthians que disputa os campeonatos rugby há poucos anos), mas firma parceria importante com Band-Sarracens com campo de uso exclusivo e, mais ainda, com um projeto para desenvolvimento de rugby para categorias de base junto com o Palmeiras.

A notícia é para lá de importante para o rugby paulista, leia abaixo o comunicado que acabou de ser veiculado pela assessoria da equipe da capital de São Paulo:

A Sociedade Esportiva Palmeiras em parceria com o Bandeirantes Saracens de São Paulo inaugura neste sábado (22), a partir das 14 horas, novo campo para receber jogos dos principais campeonatos participados pelo clube de rugby. Estão incluídos torneios como Brasileiro, Paulista, feminino e categorias de base da primeira divisão que o tradicional clube Bandeirantes Saracens disputa. A entrada é franca para sócios e não-sócios do clube de campo, em Parelheiros, zona Sul da capital.

O espaço passa a ser a casa do Band-Saracens, como também é conhecido, e conta com campo nas dimensões oficiais, vestiários e área para terceiro tempo, além de bar e restaurante para o público. Uma infraestrutura completa para receber associados e torcedores, alojamentos para concentrações, além de um visual incrível à beira da represa de Guarapiranga.

"O Palmeiras sempre teve tradição em apoiar outros esportes, inclusive o rugby. Na década de 1920 os jogos de rugby eram realizados no antigo Parque Antártica. O Palmeiras também teve rugby no inicio dos anos 1980", relembra o CEO do Band-Saracens, Antonio Martoni Neto. Diretora do clube de campo, Sueli Palma comemora: "Estamos muito orgulhosos em receber o rugby em nossa casa".

A parceria, que mantém a tradição da Sociedade Esportiva Palmeiras em apoiar diversos esportes, disponibiliza o clube de campo em caráter de uso exclusivo para o Band-Saracens. O clube de rugby paulistano, em contra-partida, implantará dentro do local treinamentos para categorias de base do Palmeiras, criando um novo polo de desenvolvimento do esporte.

"Temos certeza que será uma grande parceria. Nosso clube, com mais de 30 anos de tradição dentro do rugby, implantará e coordenará categorias de base na Sociedade Esportiva Palmeiras, enquanto o gigante Palmeiras entra com infraestrutura e suporte visando a prática do esporte. É uma parceria que, com certeza, será benéfica para ambos", avalia Antonio Martoni.

O rugby é um esporte Olímpico, e as seleções brasileiras masculina e feminina estarão presentes na Olimpíada Rio 2016. Atletas e treinadores do Band-Saracens farão parte dessa momento histórico do esporte no Brasil. O clube de campo do Palmeiras está localizado em Parelheiros, na Avenida Professor Hermann Von Lhering, 6300, em São Paulo (SP).

Veja no mapa indicativo: www.palmeiras.com.br/clube/clube_de_campo.

Sobre o São Paulo Saracens Bandeirantes - A história do Bandeirantes começou bem antes de sua fundação oficial em 1983. Em 1977 jovens jogadores que atuavam nas categorias de base do Colégio São Luis em São Paulo juntaram-se aos amigos que ingressavam na Faculdade Mauá para disputarem o Campeonato Brasileiro da Segunda Divisão na categoria adulto, conquistando o título nacional.

Em março de 1983, um grupo de jogadores, oriundos de diversos colégios e faculdades, decidiu montar um clube legitimamente brasileiro, com a cultura e a administração brasileiras. Assim nasceu o Clube de Rugby Bandeirantes, em homenagem às figuras históricas dos Bandeirantes de São Paulo, que desbravaram o Brasil.

Em 1984, a equipe disputou o acesso no Campeonato Paulista da Segunda Divisão e conquistou o título, subindo para a Primeira Divisão, na qual permanece até hoje. A partir de 1985, conquistou todos os títulos possíveis do rugby brasileiro como quatro campeonatos nacionais (1988, 1995, 2001 e 2009), oito estaduais, Taça Ouro Brasil e Torneio do Mercosul.

O Bandeirantes também disputou vários jogos no exterior, contabilizando mais de 15 excursões por diversos países. A agremiação se destaca também por ter atletas regularmente convocados para a seleção brasileira. Em dezembro de 2013, ao completar 30 anos, realizou um projeto inédito na América do Sul ao oficializar parceria com o Saracens Rugby da Inglaterra, um dos principais clubes da Europa e do mundo, passando a se chamar Band Saracens.

Mais informações no site http://portuguese.saopaulosaracens.com/

 

 

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O Rugby mais uma vez no Festival Olímpico Transforma

Rouget Maia
Rouget Maia, blogueiro do ESPN.com.br

As Olimpíadas do Rio de Janeiro vão se avizinhando e as atividades de fomento dos esportes olímpicos vão crescendo em número e tamanho.

Vejam abaixo o comunicado enviado pela CBRu divulgando mais uma participação do rugby no projeto Transforma - acontece nesse sábado no Centro Esportivo Miécimo que fica em Campo Grande.

É uma oportunidade incrível para os cariocas e para o aumento da capacitação e prática do rugby.

Do centro da cidade do Rio de Janeiro até o Centro Esportivo são 50km e o trajeto leva em média 1 hora de carro via BR101.

Com transporte público a viagem já fica mais demorada e cara. Em média 2 horas de viagem usando os confortáveis BRS (Bus Rapid System, ou Trem Bala para os cariocas), fazendo baldeação para o sistemas de trens na Central no Brasil até a Estação Campo Grande que fica há dois quilômetros do Centro Esportivo, e se você não quiser andar esse último trecho e pegar mais um ônibus a viagem toda vai custar R$20,60.

Rio de Janeiro (RJ) - A quase um ano para os Jogos Olímpicos do Rio-2016, a Confederação Brasileira de Rugby (CBRu) e o Comitê organizador da Rio-2016 intensificam o trabalho para construir um legado olímpico para a cidade. Neste sábado (23/5), o rugby estará incluído em mais um Festival Esportivo Transforma. O circuito esportivo, que contará com outras 20 modalidades, será realizado no Centro Esportivo Miécimo da Silva, das 8h às 13h.

André Redlich/Rio 2016
Rugby no Festival Transforma
Rugby no Festival Transforma

O projeto, que conta com apoio da World Rugby e da Federação Fluminense, pretende impactar mais de 1000 escolas públicas e privadas do Rio de Janeiro até os Jogos Olímpicos do Rio-2016.

"Esse é mais um evento que mostra como o rugby está se espalhando por todo o país. Tivemos duas outras edições recentes com resultados muito positivos. desta vez, acreditamos que vamos reunir mais de 500 crianças", afirma Mauricio Migliano, gestor de desenvolvimento da CBRu.

"Nossa parceria com o Transforma é iniciar no Rio de Janeiro, por conta das Olimpíadas, mas logo levar esse trabalho de incentivar a prática esportiva aos demais estados brasileiros, como base do legado olímpico do rugby".

As últimas edições da Capacitação Esportiva Transforma aconteceram nos dias 4 de maio, na Vila Olímpica de Padre Miguel, e no dia 1º de abril, na Vila Olímpica Mané Garrincha, no Caju. Ao todo, participaram 312 professores de 289 escolas, entre municipais, estaduais, particulares, federais e Vilas Olímpicas.

"A capacitação atendeu perfeitamente às expectativas de obtenção do conhecimento necessário para a iniciação ao rugby. A linguagem utilizada pelos facilitadores contribuiu muito para o entendimento do esporte. Neste bimestre, iniciamos o rugby na nossa escola e esta capacitação ‘caiu como uma luva'. Obrigada, Transforma", declara Simone Ribeiro, da escola municipal Brigadeiro Faria Lima, que participou do projeto no dia 1º de abril.

André Redlich/Rio 2016
Rugby no Festival Transforma
Rugby no Festival Transforma

"Este é o melhor legado que as Olimpíadas podem deixar para nossos jovens", complementa Cláudia Rodgers, da Secretaria Municipal de Educação - Piraí.


Festival Esportivo Transforma
Entrada gratuita
Data: 23/05/2015
Horário: das 08h às 13h
Local: Centro Esportivo Miécimo da Silva
Rua Olinda Ellis, 488 - Campo Grande
Rio de Janeiro - RJ
CEP: 23017-120

 

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Uma pintura brasileira em Hong Kong

Rouget Maia
Rouget Maia, blogueiro do ESPN.com.br

A seleção Brasileira de Rugby Seven começou bem o primeiro dia de jogos no Torneio Qualificatório do Honk Kong Sevens, a 6ª Etapa do Circuito Mundial. Venceu a seleção favorita do seu grupo e dona da casa, Hong Kong, vendeu bem caro a derrota para o Uruguai e ainda deixou uma pintura de try, assinada por Careca, ponta do SPAC.

Assim como nessa etapa, o Brasil participou das etapas em Dubai e nos Estados Unidos como convidado. As participações do Brasil no Circuito Mundial de Sevens vem oferecendo aos jogadores e aos torcedores brasileiros momentos únicos, onde cada minuto em campo vale por um dia de treino da seleção que se prepara para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro ano que vem.

Nesse primeiro dia de jogos a seleção brasileira mostrou um ataque criativo, e é hoje uma seleção forte e rápida. Ainda falta uma boa bagagem internacional para equipe que oscila muito dentro de uma mesma partida, mas nada se conquista sem esforço, história e um pouco de heroísmo.

No primeiro jogo, contra Hong Kong, o Brasil venceu por 17 a 12, tries de Martin, Boy e Fiori. Mostrou muita capacidade defensiva e força física para aguentar a pressão contra uma equipe com mais qualidade técnica, mas pouco conjunto.

Na segunda partida, contra o Uruguai, o Brasil não se saiu tão bem. A equipe estava desorganizada no começo da partida e cometeu falhas individuais que foram capitalizadas em dois tries dos Teros ainda no primeiro tempo. O Brasil se recuperou ainda na etapa inicial, colocou pressão no jogo, que resultou o belo try do Careca. No segundo tempo o Brasil continuou a pressionar o Uruguai, mas o placar não se alterou, e a seleção brasileira foi derrotada por 14 a 7

Hoje, às 22h44 o Brasil enfrenta o México na ultima partida da fase de grupos e tem boas chances de vencer. Depois a onça bebe água nos jogos da segunda fase, mas como escrevi acima: cada minuto em campo vale um dia de treino - Vai saber o que essa seleção ainda pode pintar do quadro mundial do rugby olímpico.

 

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A Irlanda precisa pensar além da vitória sobre a Inglaterra

Rouget Maia
Rouget Maia, blogueiro do ESPN.com.br

Passado alguns dias da vitória por 19 a 9 que a Irlanda impôs sobre a Inglaterra e garantiu a liderança isolada no 6 Nations, vale pena ir além das considerações sobre a inteligência do técnico irlandês Joe Schmidt, a perfeita execução do plano de jogo e a enorme capacidade do melhor abertura da Europa na atualidade, Jonathan Sexton.

Joe Schmidt montou um belo time para Irlanda, uma equipe eficiente. Talvez só os All Blacks executem um plano de jogo com tanta intensidade e concentração. Schmidt vê na defesa chave para vencer no rugby moderno e é favorecido pelas leis do jogo e pela arbitragem que as implementa. O nível de limite de offside está esticado de uma forma infame e na linha, se prestarmos atenção, invariavelmente os segundos centros estão off-side.

A Irlanda de Schmidt não comete erros e não rifa as bolas. Além disso, eles limitam o tempo e o espaço dos adversários diminuindo o ritmo jogo em cada disputa de ruck, e com Sexton e Henshaw, a melhor parelha defensiva de 10 e 12 da seleção irlandesa na era profissional, tem uma linha que não anda para trás.

Não vejo hoje um abertura melhor do que Sexton na Europa. Ele é corajoso e competente, amassou o abertura inglês enquanto esteve em campo. Ford é bom jogador, mas viu seu time ser constantemente ser empurrado para trás pelos chutes de Sexton e não conseguiu fazer o mesmo. O primeiro tackle que ele recebeu de Sexton foi um símbolo da disputa entre os dois: o mestre e o aprendiz.

É verdade que a indisciplina defensiva da Inglaterra ajudou desde o começo, permitindo Sexton converter um pênalti atrás do outro e assim a Irlanda dominou o placar a o emocional da partida.

Apesar disso, foi a inteligência de Schmidt e a competência de Sexton forçaram a Inglaterra a cometer a maioria dos erros. Com Sexton no comando tendo Conor Murray como segunda voz, o jogo de chutes foi exemplar e eles sabiam quando chutar alto ou longo, enlouqueceram a defesa inglesa.

O grande problema de Schmidt é depender de Sexton, como o próprio treinador admitiu. A entrada de Ian Madigan no lugar do titular que sentiu a virilha ao chutar a conversão do try de Henshaw mostrou um gap enorme. E assim, Ford conseguiu colocar a Inglaterra mais a frente no campo na segunda metade da etapa final.

A Irlanda é favorita no 6N, pode ser campeã com um Grand Slam, mas até agora mostrou um jogo restringido aos detalhes de um plano de jogo defensivo e eficiente. E, para os mais antigos, 44 chutes numa partida remete a números de jogos dos anos 50.

A vitória irlandesa foi de uma beleza desenxabida, se pensarmos mais longe, pensarmos na Copa do Mundo, é de imaginar que alguma coisa diferente precisa ser criada para enfrentar os gigantes do hemisfério sul.

Steve Hansen, técnico dos All Blacks, deu sua cutucada ontem numa entrevista para o WalesOnline,"Foram só três tries marcados em dois jogos. Ninguém está preparado para se arriscar, porque eles vão ficar amarrados atrás da linha de vantagem se abrirem a bola", e complementa de cara-lisa ao dizer que as equipes dos dois jogos [Irlanda x Inglaterra e Gales x França] não queriam mover a bola "porque eles sabem que não podem".

A Irlanda quase beliscou uma vitória contra os All Blacks recentemente, mas a gente sempre esquece que foi uma partida em Dublin, e quase vitória é derrota. Os desafios que a Copa do Mundo devem apresentar serão diferentes.

Agora eu pergunto: O que que você acha desse rugby de beleza insípida, defensivo e eficiente que a Irlanda apresenta nesse 6N? Como será contra equipes que abrem passes e carregam a bola em vários canais do campo, como fazem África do Sul e Nova Zelândia?

 

 

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Super Sevens Masculino de 2015 remodelado, que vire um circuito logo!

Rouget Maia
Rouget Maia, blogueiro do ESPN.com.br
CBRu/Divulgação
Logomarca Super Sevens 2015
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Nesse final de semana começa em Ivoti (RS) o Super Sevens Masculino de 2015. São duas etapas dessa vez e deve ser o inicio da retomada do antigo formato, devem crescer o número de etapas.

"O Super Sevens Masculino foi criado em 2015 para substituir o Brasil Sevens como a máxima competição do Rugby Sevens masculino, o rugby olímpico, no Brasil. A proposta do Super Sevens Masculino é retomar o formato do antigo Circuito Brasileiro de Rugby Sevens, que foi disputado entre 2008 e 2011, quando foi substituído pelo torneio único do Brasil Sevens", informa o comunicação oficial do torneio da CBRu.

Ivoti, conhecida como cidade das flores, é uma daquelas cidades-alemãs da região do Vale do Rio dos Sinos, tão alemã que lá também é falado Riograndenser Hunsrückisch (registro internacional, código de língua: iso-139 hrx), que é a variante oficial do dialeto alemão regional.

Realizar uma etapa do Super Sevens numa cidade turística, onde o rugby é forte como na Serra Gaúcha, é a forma que a CBRu, que instalou unidade do programa POLO no Rio Grande do Sul, divulgar junto com a Federação Gaúcha de Rugby o esporte no estado.

"Enxergamos no Super Sevens Masculino uma possibilidade de dar visibilidade ainda maior para o rugby no estado. Não só em Ivoti e Vale dos Sinos, onde será realizada a etapa, mas sim para todo Rio Grande do Sul. Também é interessante, porque também estamos fazendo uma divulgação em escolas públicas da região, reforçando o trabalho de base da modalidade. Por último, é uma grande oportunidade de organizarmos um evento profissional de nível nacional, então um bom teste para nosso know-how de organização", afirma Lucas Toniazzo, gestor do POLO de desenvolvimento da CBRu no Rio Grande do Sul.

Para saber mais do programa POLO clique aqui.

FICHA TÉCNICA

SUPER SEVENS MASCULINO - Circuito Brasileiro Masculino de Rugby Sevens
1ª etapa - Ivoti/RS
Data: 28 de fevereiro, a partir das 10h00, e 1º de março, a partir das 9h00
Local: Centro Esportivo Municipal de Ivoti
ENTRADA FRANCA

Sobre o Super Sevens Masculino

O torneio, que contará com a participação de 12 times, será disputado em dois dias no Centro Esportivo Municipal de Ivoti. A etapa final do torneio ocorre no estado de São Paulo nos dias 14 e 15 de março, em cidade a definir.

As 12 equipes foram divididas em três grupos com quatro times cada:

GRUPO A: Desterro (SC), Niterói (RJ), Brummers (RS) e Band Saracens (SP)
GRUPO B: SPAC (SP), Jacareí (SP), Ilhabela (SP) e Pasteur (SP)
GRUPO C: São José (SP), Curitiba (PR), Campo Grande (MS) e Uberlândia (MG)

Disputado antes do início da temporada de Rugby XV, o Super Sevens masculino abre as atividades para os clubes em 2015. Neste ano, o circuito contou com uma etapa qualificatória, disputada em Florianópolis (SC), nos dias 21 e 22 de fevereiro, e terá ainda outras duas etapas principais, em Ivoti (RS), nos dias 28 de fevereiro e 1º de março, e em São Paulo, nos dias 14 e 15 de março. A somatória das etapas de Ivoti e São Paulo determinará o campeão brasileiro masculino de sevens de 2015. Vale lembrar que os três primeiros colocados receberão também Bolsa Atleta durante um ano.

Cada etapa conta com 12 clubes fixos, isto é, assegurados nas duas etapas principais, sendo que cada etapa pode convidar até 4 outros clubes para participarem. Os 12 clubes foram determinados da seguinte maneira: Um representante de cada um dos seis estados federados (SP, RJ, MG, PR, SC e RS), classificados por meio dos circuitos estaduais de sevens de 2014; Os três melhores classificados do Brasil Sevens 2014, excluindo as equipes classificadas por meio dos circuitos estaduais; E os três primeiros colocados do Torneio Qualificatório de Florianópolis.

A pontuação para as etapas de Ivoti e São Paulo será atribuída às equipes da seguinte maneira: 1º colocado: 30 pontos; 2º - 26 pontos; 3º - 24 pontos; 4º - 22 pontos; 5º - 20 pontos; 6º - 18 pontos; 7º - 16 pontos; 8º - 14 pontos; 9º - 12 pontos; 10º - 10 pontos; 11º - 8 pontos; 12º - 6 pontos; 13º - 4 pontos; 14º - 2 pontos; 15º - 1 ponto; 16º - 0 pontos.

O árbitros do torneio são: Murilo Bragotto, Mariano de Goycoechea, Vinícius Aleixo, Benjamin Neves, Henrique Platais, Ricardo Sant'Anna. Giancarlo Bristot e Lucas Toniazzo.


 

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Super Sevens Masculino de 2015 remodelado, que vire um circuito logo!

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CBRu divulga lista de atletas da seleção feminina que vai para o WSS de Atlanta

Rouget Maia
Rouget Maia, blogueiro do ESPN.com.br
João Neto/Fotojump
Luiza Campos será a capitã da seleção brasileira em Atlanta
Luiza Campos será a capitã da seleção brasileira em Atlanta

A Confederação Brasileira de Rugby divulgou a lista de atletas do plantel da seleção feminina de rugby sevens que disputará a 3ª etapa da Women's Sevens Series (WSS), nos dias 14 e 15 de março, em Atlanta, Estados Unidos.

A tabela com os jogos do sábado que definem os chaveamentos e jogos do domingo já foi divulgada pela World Rugby. O Brasil enfrenta duas pedreiras nas duas primeiras partidas, o canadá e depois a Inglaterra. Fehca o sábado pegando a China mais uma vez. Mais um tira-teima.

O técnico Chris Neil terá um bom tempo para ambientar a equipe, e ainda contará com um sparring interessante para deixar as meninas ainda mais afiadas e endurecidas em mais um super torneio do "rugby olimpico".

Rouget Maia
WSS ATLANTA
WSS ATLANTA

 

Abaixo trecho do comunicado da CBRu:

"A viagem das Tupis está programada para o dia 2 de março. No dia 3, a equipe brasileira fará sua concentração em Chula Vista, Califórnia, no Olympic Training Center (OTC), onde treina com a seleção de desenvolvimento dos Estados Unidos, realizando jogos-treino. O Brasil chega no dia 8 a Atlanta".

Nada como uma molecada invocada, como deve ser essa selecao desenvolvimento americana, para mantar as jogadoras ligadas.

Horário das partidas do Brasil

Sábado
10h44 - Brasil x Canadá
13h50 - Inglaterra x Brasil
16h34 - Brasil x China

Convocadas:
Luiza Campos (capitã) - Charrua;
Mariana Ramalho (vice-capitã) - SPAC;
Paula Ishibashi - SPAC;
Beatriz Futuro - Niterói;
Amanda Araujo - Recife;
Júlia Sarda - Desterro;
Juliana Esteves - Band Saracens;
Raquel Kochhann - Charrua;
Bruna Lotufo - Band Saracens;
Haline Scatrut - Curitiba;
Thais Rocha - SPAC;
Karina Godoi - São José;
Isadora Cerullo - Niterói;

Técnico: Chris Neill


 

 

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Só pedreira em Las Vegas para o Brasil que marcou um dos três mais bonitos do torneio.

Rouget Maia
Rouget Maia, para o ESPN.com.br
World Rugby/Divulgação
Lucas Duque passa pela defesa francesa no segundo dia do Las Vegas Sevens
Lucas Duque passa pela defesa francesa no segundo dia do Las Vegas Sevens

Nesse final de semana aconteceu em Las Vegas a 5ª Etapa da Serie Mundial de Sevens. Fiji venceu a Nova Zelândia na final e garantiu a terceira colocação na tabela geral com 86 pontos. Mesmo com a derrota na final a Nova Zelândia manteve o segundo lugar em segundo lugar com 88 pontos, e na liderança a África do Sul que ficou em terceiro nessa etapa e soma 93 pontos.

O Brasil esteve presente nessa etapa e pegou uma pedreira atrás da outra. Estreou contra a Austrália, perdendo por 45 x 0. No segundo jogo, nova derrota, 38 x 14 contra a Escócia, mas um dos tries brasileiro foi uma pintura, com direito a um passe de costas do Moisés encontrando seu irmão Lucas correndo angulado, com timming perfeito. Um try de tirar o chapéu e considerado merecidamente um dos 7 of the Best eleito pela World Rugby, dê uma olha e vote no try do Lucas Duque  - www.wolrdrugby.org

Fechando a fase de grupos, o Brasil perdeu para França, fez um bom primeiro tempo e acabou com vantagem no placar, mas a seleção levou a virada e perdeu por 26 a 7.

No mata-mata, nova derrota para Samoa, por 26 x 7, jogando o Brasil para a disputa do 13º ao 16º lugares. A última partida foi contra Portugal e os Tupis quase conquistaram a vitória inédita. Os portugueses abriram 12 x 0 no placar, mas o Brasil reagiu e virou o placar para 19 x 12, com tries de Moisés, Sábados e Tanque. No fim, o Brasil foi penalizado, ficou com um homem a menos e acabou levando a virada no último minuto. Portugal 26 x 19 Brasil.

 

 

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Humor para divulgar o (Super) Rugby

Rouget Maia
Rouget Maia, blogueiro do ESPN.com.br

O Super Rugby começa nesse final de semana e eu sei que todos estão sabendo que vamos ter a partida do Waratahs, atual campeão, recebendo o Force, transmitida pela ESPN+, em VT na segunda-feira de carnaval às 20h00.

O Natal Sharks, franquia sul africana que disputa o Super Rugby é patrocinada por uma operadora de telefonia celular do país chamada Cell C.

Obviamente não conheço a empresa, nem seus serviços, mas a Cell C criou uma campanha para promover o rugby (na África do Sul, imaginem vocês) que é hilária e só poderia acontecer no rugby.

Chamada de Rugby'ginners - uma brincadeira com a Junção das palavras rugby + beginners (iniciantes) pegou direitinho o espirito dos jogadores de rugby no geral, brinca com os ídolos da equipe (e alguns da África do Sul) prima pelo humor e eu adoraria veralguma coisa assim no Brasil.

Até porque as antigas propagandas da Topper que fizeram tanto sucesso e ajudaram tanto a divulgar o rugby brasileiro jogavam muito com humor, de outra forma, menos burlesco, mas efetivo.

A empresa criou um hotsite para www.rugbyginners.co.za (em inglês) que explica a ideia, mas o que marca mesmo é visual bem humorado dos jogadores nas imagens e textos e claro, os vídeos hilários. Um narrador pontua as imagens de cada vídeo, mas é possível colocar legendas em inglês o que facilita um pouco, pelo menos.Esse abaixo impressiona pelos efeitos especiais, os demais vocês podem ver olhando lá no site o Rugby'ginners!


 

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Casamento de quem ama o Rugby e um ao outro

Rouget Maia
Rouget Maia, blogueiro do ESPN.com.br
Arquivo pessoal Patricio Garmendia
Com uniforme completo do Band Sarries, Camila e Patricio se casaram hoje em São Paulo
Com uniforme completo do Band Sarries, Camila e Patricio se casaram hoje em São Paulo

Rugby é disciplina, amizade, companheirismo e em muitos casos, amor.

Este post é uma homenagem aos meus amigos Patricio Garmendia e Camila Grosze Nipper que hoje casaram no civil, devidamente uniformizados com o clube da alma e do coração de ambos, o Bandeirantes.

Conheço o Patricio, aka Guampese, Guampa, Guampi, desde pelo menos 1990 quando ambos éramos juvenis. Ele sempre foi fanático pelo rugby e pelo Band - muito antes dessa época de Sarries, TV, viagens de avião.

Arquivo pessoal Patricio Garmendia
Camila ao lado dos filhos Dudu (5 anos) e Guilherme (18 anos)
Camila ao lado dos filhos Dudu (5 anos) e Guilherme (18 anos)

Guampa e Camila são jogadores de rugby, estão juntos circulando pela tribo do rugby desde o torneio Lions Rugby de 2003, quando um terceiro tempo deve ter selado o primeiro beijo do casal. Estão juntos até hoje, provando que a Camila deve ser muito paciente para aguentar por tantos anos a fera Guampese dormindo ao lado na cama.

Vida longa ao casal! Guampa, Camila, que inveja de vocês. Eu queria ter casado assim, com meu grande amor, vestido na minha mais querida beca, mostrando juntos as alianças novinhas nas fotos que ficarão para sempre na história da família.

 

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Les Blues sont rouges

Rouget Maia
Rouget Maia, blogueiro do ESPN.com.br
Adidas Rugby
Novo uniforme, vermelho, da França
Novo uniforme, vermelho, da França

Os Bleus entram com o novo segundo uniforme que a fornecedora oficial, Adidas, produziu para 2015. Vermelho.

E é bom que os "rouges" entrem em campo com vermelho. Eles são imprevisíveis, estão desacreditados até pelo seu próprio técnico.

Vermelho de sangue. Sangue nos olhos para enfrentar as agruras de uma equipe sem identidade própria além da identidade nacional.

Contudo, é sempre divertido lembrar que, sendo franceses, imprevisíveis e sempre surpreendentes, não é difícil de imaginá-los campeões do 6 Nations.

França x Escócia
15h00 (horário de Brasília) AO VIVO
Stade de France, Paris


 

 

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