Ações na Bolsa, ranking da Uefa, títulos, valor da marca: a triste decadência do Manchester United pós Ferguson

Paulo Cobos
Paulo Cobos


Se você acha que técnico não tem essa importância toda para um time de futebol, vai mudar de ideia ao constatar o que aconteceu com o Manchester United depois de 2013, quando Alex Ferguson deixou o clube após  27 anos comandando o clube.

Com o escocês, o United era temido, admirado, valioso. Hoje, segue faturando muito dinheiro. Mas não é sombra do que era com Ferguson.

Vamos começar pelos títulos. Sem o mítico treinador, o United nunca mais ganhou a Premier League. Com ele, foram 13 títulos da mais importante liga nacional do planeta. Depois da saída do escocês, o clube ainda conseguiu ganhar uma competição internacional: a Liga Europa.

Mas o prestígio europeu já não é mais o mesmo. No último ano com Ferguson, o clube mais famoso de Manchester era o quinto colocado no ranking da Uefa (na temporada anterior estava em segundo). Hoje, tem uma modesta nona posição.

Sem resultados, o United acumula notícias ruins em rankings que medem o prestígio dos clubes europeus.

Alex Ferguson lamenta resultado de jogo entre Manchester United e Leeds, em 2010
Alex Ferguson lamenta resultado de jogo entre Manchester United e Leeds, em 2010 Getty Images

A última chegou nesta quarta-feira. Como faz todos os anos, a consultoria britânica Brand Finance divulgou sua lista com o valor da marca dos clubes de futebol. Com um tombo de quase 11%, o United foi ultrapassado pelo Barcelona e agora ocupa a terceira posição, com o rival Liverpool muito perto.

Hoje, a marca do Liverpool equivale a 96% da do United. No último ano com Ferguson, esse percentual era de apenas 43%.

Para os americanos da revista "Forbes", o United também está em decadência. No caso da publicação, a avaliação é pelo valor total do clube. Na despedida de Ferguson, o time vermelho de Manchester brigava com o Real Madrid pela liderança.

Em 2013, a "Forbes" dizia que o United valia US$ 3,2 bilhões, e o Real US$ 3,3 bilhões. O Barcelona estava mais atrás, com US$ 2,6 bilhões. No ranking divulgado em 2019, o United é avaliado em US$ 3,8 bilhões, mais longe dos US$ 4,2 bilhões do Real e também atrás dos US$ 4 bilhões do Barcelona.

O Manchester United tem suas ações negociadas na Bolsa de Valores de Nova York. E quem comprou papéis do clube no dia que Ferguson se aposentou teria prejuízo se os vendesse hoje.

Em mais de 2013, quando o escocês se despediu, uma ação do United era negociada por US$ 17,87. Hoje, só US$ 14,69.




Fonte: Paulo Cobos, blogueiro do ESPN.com.br

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Em 2019, Flamengo foi Flamengo; em 2020, não honra seu gigantismo

Paulo Cobos
Paulo Cobos

Nenhum clube brasileiro pode ser tão grande como o Flamengo. E no ano passado os adversários sentiram na pele essa força. Com finanças equilibradas após anos de sacrifícios, gente competente no futebol, um técnico espetacular e um elenco estrelado o clube sobrou.

Acumulou títulos. Jogou bonito. Encheu o Maracanã sempre.  Ganhou muito mais dinheiro. Causou inveja. Em 2019, o Flamengo foi Flamengo. O maior clube brasileiro.

Mas chegou 2020. O ano que mudou a história do mundo por um vírus que teima em ir embora e segue acumulando mortes. E, neste ano trágico, quem é gigante deveria mostrar gigantismo para liderar. Não foi o que o Flamengo fez.

Estádio da Gávea, do Flamengo
Estádio da Gávea, do Flamengo Flamengo

A cada atitude mesquinha e egoísta, e elas foram muitas, a diretoria do Flamengo não honrou o tamanho do clube.

Não é preciso listar tudo que os cartolas flamenguistas fizeram de errado em 2020. E nada disso pode ser sinônimo de opinião das dezenas de milhões de rubro-negros espalhados pelo país do único clube realmente nacional do Brasil.

O flamenguista não é isso.

Imagem institucional do Flamengo está cada vez mais arranhada': Ivana critica mudanças da diretoria 'a favor do vento'

Vou aqui só relatar o último ato desse triste ano flamenguista. Depois de prometer os mais "espetaculares protocolos" de segurança para seus jogadores contra a Covid-19, o clube, como bem falou o colega Fábio Sormani, virou um foco ambulante do vírus.

Encheu um avião com cartolas para passar uma semana no Equador acompanhando o elenco em dois jogos de Libertadores

O resultado é um elenco profissional em que mais de 90% dos jogadores já foram contaminados. Além dos próprios dirigentes já com idade de risco infectados. Isso sim é um "fracasso espetacular". 

Fonte: Paulo Cobos, blogueiro do ESPN.com.br

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Desejo mórbido: por que tanto prazer em enterrar o 'Dinizismo'?

Paulo Cobos
Paulo Cobos



Sempre simpatizei com Fernando Diniz. Desde os tempos em que ele se esgoelava na beira do campo xingando e pedindo para os jogadores do modesto Audax tocarem a bola. Recentemente, quando ele citou o Quixote em uma entrevista, adorei. Que bom ouvir uma referência tão legal de um treinador.

Mas admito que sua carreira nunca decolou. Ele vive muito mais de brilharecos aqui ou ali do que algo realmente sólido. Nunca conseguiu montar um time com uma defesa sólida ou com um ataque que traduza em gols o domínio que tem da posse de bola. 

Só que me causa espanto o desejo quase mórbido que tanta gente tem em comemorar o enterro do tal "Dinizismo".

O São Paulo acumula treinadores com resultados tão medíocres nos últimos 12 anos como os obtidos por Diniz, muitos deles falando espanhol que encantam vários dos meu melhores amigos tricolores, que sabem muito de futebol.

Alguns decidiram deixar o Morumbi por uma oferta. Outros, em determinados momentos, também tiveram suas cabeças pedidas.

Fernando Diniz
Fernando Diniz Gazeta Press

Mas em nenhum deles a percepção que o que mais irritava era uma ideia de jogo. Com Diniz, a má vontade não parece ser apenas com os resultados. Ou apenas com a falta de gols ou com os muitos sofridos.

O treinador parece ter virado um demônio apenas por pensar "fora da caixinha". Tirá-lo do emprego não é só uma mudança de treinador como acontece em todos os clubes quase todas as semanas. É simplesmente matar quem ousa ser diferente.

Vida longa ao "Dinizismo". E a todo mundo que tenha coragem de ousar.



Fonte: Paulo Cobos, blogueiro do ESPN.com.br

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Aprendam com Suárez saindo como se fosse um qualquer e não repitam Neymar: o Barcelona pode não ser o clube dos sonhos

Paulo Cobos
Paulo Cobos

"Faz 2 anos que estou vivendo um sonho de criança e cada dia que passa a alegria de estar aqui aumenta." Quando ainda brilhava no Barcelona,  Neymar foi às redes sociais e relembrou seu grande desejo de garoto.

E ele não é o único jogador, especialmente brasileiro, que sempre sonhou em defender um dos clubes mais gigantes do planeta. E é difícil competir em charme com o Barcelona, que ainda é sinônimo de chance de ganhar dinheiro com marketing e morar em uma cidade encantadora.

Mas para quem fecha os olhos para o interesse de outras equipes de grande porte esperando uma chance de defender o time catalão, a forma como Luís Suárez, o terceiro maior artilheiro do clube, está deixando o Barcelona é um aviso.

Escorraçado por um treinador com passado no clube, mas ainda alguém na função com um currículo de títulos menor,  o uruguaio foi tratado como se fosse um qualquer. Dispensado em um telefonema que durou poucos segundos, Suárez foi obrigado a abrir mão de parte de seu salário desta temporada para conseguir sua liberdade.

E ele não é um caso único de grandes ídolos do Barcelona  recentes que deixaram o clube como se fosse pela porta dos  fundos, caso de  Ronaldinho e outros que não escondem suas desavenças em relação a como o clube foi administrado nos últimos anos, como Puyol e Xavi.

Nunca um jogador deveria pensar duas vezes em jogar no Barcelona por causa da bagunça em que ele se transformou. Uma hora isso vai passar, claro. Mas é o caso de pensar até mais do que duas vezes em defender um time que não trata bem os seus ídolos.

Suárez e Neymar lamentam gol do Valencia contra o Barcelona, em 2016
Suárez e Neymar lamentam gol do Valencia contra o Barcelona, em 2016 Getty Images


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Prove que não foram só palavras, Andrés: ouse e tente trazer Rogério Ceni para o Corinthians

Paulo Cobos
Paulo Cobos

Quem assume o Corinthians? Comentaristas analisam possível solução para o time paulista após saída de Tiago Nunes


Na última segunda-feira, elogiei (o que não gosto de fazer) Andrés Sanchez, o presidente do Corinthians. O motivo foram suas palavras que não teria problemas em contratar Rogério Ceni, o maior ídolo do São Paulo, para ser o técnico corintiano. O texto original você pode ler aqui.

E a oportunidade para provar que não foram só mais outras tantas palavras vazias do cartola chegou rápido. O Corinthians fez o certo e demitiu Tiago Nunes nesta sexta-feira

Evidente que seu trabalho era péssimo e não havia chance alguam disso mudar.

Rogério Ceni está muito bem empregado, no Fortaleza, onde faz um trabalho brilhante. E já foi criticado uma vez por deixar o clube cearense por uma aventura no Cruzeiro que acabou de forma desastrosa.

Vou entender se Ceni desta vez, mesmo com um convite de um dos gigantes brasileiros, prefira ficar no Fortaleza.

Rogério Ceni durante jogo entre Fortaleza e Flamengo
Rogério Ceni durante jogo entre Fortaleza e Flamengo Buda Mendes/Getty Images

Mas Andrés vai melhorar um pouco a sua biografia se mostrar a grandeza que falta nesse debate tolo de ídolos que não podem trabalhar no maior rival.

Rogério Ceni já é muito bom técnico. E vai ser ainda melhor. 

Ouse, Andrés!

Fonte: Paulo Cobos

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Tiago Nunes, o técnico que fez Cássio e Fagner, os dois melhores jogadores do Corinthians, parecerem pernas de pau

Paulo Cobos
Paulo Cobos

Lucas Lima finaliza, Fagner mete a mão na bola, faz pênalti e é expulso; na cobrança, Luiz Adriano marca para o Palmeiras


O Corinthians conseguiu algo raro na última Copa do Mundo, em 2018, na Rússia. Em uma época que quase todo o talento de ponta do futebol brasileiro está na Europa, o clube teve dois jogadores convocados para a seleção brasileira.

E não foi por que Tite, técnico mais vitorioso da história do clube, puxou a sardinha para o Parque Sâo Jorge.

Cássio e Fagner foram ao Mundial porque são muito bons. O primeiro é o maior goleiro da história do clube alvinegro. O mais vitorioso. O mais carismático. O dono das defesas mais espetaculares.

Fagner é acusado por muitos de ser apenas um jogador violento. Mas duvido que exista um lateral-direito no Brasil tão inteligente nas duas partes do campo, defendendo e atacando com maestria.

Nunca os dois foram questionados no Corinthians. Mas aí chegou Tiago Nunes. E isso mudou.

O técnico que fez um trabalho espetacular no Athetico-PR se mostra de uma mediocridade total no Timão. Foi o que mostrou mais uma vez nesta quinta-feira, quando seu time perdeu para um Palmeiras que está longe de ser excelência.

E foi triste ver o que acontece com Cássio e Fagner.

Nenhum goleiro sobrevive ao bombardeio que o Corinthians hoje sofre na sua defesa. Segundo o TruMedia, a ferramente de estatísticas da ESPN, Cássio já foi o goleiro que mais trabalha no Brasileiro, com média de 5 defesas por jogo.

Tiago Nunes durante treino do Corinthians
Tiago Nunes durante treino do Corinthians Rodrigo Coca/Agência Corinthians

E não tem como fazer milagre todo jogo. Goleiro que trabalha tanto, acaba falhando. E Cássio não para de falhar.

Fagner brilhou muito por que sempre soube ser um coadjuvante que aproveita as oportunidades.

Mas o Corinthians de Tiago é de uma pobreza tática tão grande que o pobre lateral direito precisa fazer tudo. Se mata na defesa e ainda precisa ser o único articulador no ataque.

E ele não pode fazer tanto. E acaba protagonizando lances bizarros, como o pênalti cometido contra o Palmeiras, que resultou na sua expulsão.

Jogador pode ser bom e ídolo. Mas não resiste a técnico que não mostra competência.

Fonte: Paulo Cobos

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Só 1 do Bayern, City e ingleses no topo e PSG igual ao Atlético de Madrid; veja o ranking dos jogadores de 50 milhões de euros

Paulo Cobos
Paulo Cobos

Pagar 50 milhões de euros, ou R$ 314 milhões pelo câmbio atual, era algo raro há dez anos atrás. Mas isso mudou. Segundo o site Transfermarkt, nada menos do que 74 compra de jogadores superaram essa bareira.

O blog tabulou a quantidade de jogadores de 50 milhões de euros por clube e países. Algumas constatações são óbvias, como a força da Premier League, que já tem 35 jogadores com essa etiqueta de preço. E também da La Liga, com 22 atletas atingindo esse patamar. 

O Manchester City é quem mais vezes ultrapassou essa barreira. Foram 11 jogadores acima desse valor. A maioria já na gestão de Guardiola. A lista é grande: De Bruyne, Rodri, Mahrez, Cancelo, Laporte, Sterling, Mendy, Stones, Walker, Sané e Bernardo Silva.

Sterling e De Bruyne comemoram em partida pelo Manchester City
Sterling e De Bruyne comemoram em partida pelo Manchester City Getty Images

A vice liderança no ranking dos jogadores de 50 milhões de euros é acirrada. O Real Madrid tem nove, só um a mais que Barcelona, Chelsea e Manchester United. 

Mas nem tudo é tão óbvio assim. Quarto clube mais rico do mundo, o Bayern até hoje só contratou um jogador de mais de 50 milhões de euros. E ainda deve estar arrependido. Foram 80 milhões de euros gastos no lateral Lucas Hernández, que nunca se firmou no time titular.

E reforços caros não fazem falta para o Bayern. Só lembrar do recente titulo da Champions.

O PSG gastou uma fortuna com Neymar e Mbappé. Mas além deles só comprou mais três jogadores de mais de 50 milhões de euros (Cavani, Di María e Icardi). O total de 5 é o mesmo do bem mais modesto Atlético de Madrid.

A terceira força do futebol espanhol já assinou três cheques acima de 50 milhões de euros para trazer um jogador (João Felix, Lemar, Diego Costa, Morata e Griezmann). 


Patada, bicicleta, velocista e mais: os 5 gols mais incríveis da temporada da Premier League



Veja o ranking completo de jogadores de 50 milhões de euros por clube

Manchester City, 11
Real Madrid, 9
Barcelona, 8
Chelsea, 8
Manchester United, 8
Atlético de Madrid, 5
Juventus, 5
PSG, 5
Arsenal, 3
Times chineses, 3
Liverpool, 3
Bayern, 1
Inter, 1
Napoli, 1
Lazio, 1
Tottenham, 1
West Ham, 1

Veja o ranking completo de jogadores de 50 milhões de euros por país

Inglaterra, 35
Espanha, 22
Itália, 8
França, 5
China, 3
Alemanha, 1

Fonte: Paulo Cobos, blogueiro do ESPN.com.br

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Viva a responsabilidade: por que Real Madrid, Liverpool, Zidane e Klopp são gigantes

Paulo Cobos
Paulo Cobos


Gastar dinheiro com coisas boas é ótimo. Mas é horrível quem esbanja quando a história pede responsabilidade. Por isso que Real Madrid e Liverpool, e seus treinadores, mostram mais uma vez como são gigantes. 

Um estudo divulgado nesta terça feira por Andrea Agnelli, o presidente da Juventus e da Associação Europeia de Clubes (ECA), estima que os clubes europeus irão perder até 4 bilhões de euros, ou mais de R$ 25 bilhões, de suas receitas por causa da crise do coronavírus.

Klopp e Zidane em foto de maio de 2018, durante final entre Real Madrid e Liverpool, em Kiev
Klopp e Zidane em foto de maio de 2018, durante final entre Real Madrid e Liverpool, em Kiev Getty Images

Mas nada disso parece importar para a maioria esmagadora dos clubes europeus. Isso vai dos mais prudentes, como o Bayern, que ainda assim gastou 45 milhões de euros com Sane, até as loucuras do Chelsea, com mais de 200 milhões de euros para formar um esquadrão.

Um dos clubes que mais sofre com a crise, e já dono da maior folha de pagamentos do mundo do esporte, o Barcelona está no mercado para quem sabe desta vez conseguir agradar Messi. E fala em gastar dezenas de milhões de dólares em Lautaro, Depay e Wijnaldum.

Os eternos gastões City e PSG parecem mais cuidadoso. Mas os ingleses não vão hesitar em gastar uma pequena fortuna para outro zagueiro para Guardiola. E os franceses já assinaram um cheque de 50 milhões para ter Icardi em definitivo. 


E o que fazer o Real Madrid e Liverpool? O primeiro não chegou nem perto do título da Champions na última temporada. Mas tem um estádio para reformar. E só pensa em vender e vai seguir apostando em jogadores jovens e nos veteranos que estão lá há muitos anos e amortizados.

O Liverpool já teve a chance de contratar Thiago Alcântara por uma barganha pelo seu talento. Mas os donos americanos do clube relutam em fazer qualquer investimento nesta temporada, e o negócio parece cada vez mais difícil.

E sorte dos dois gigantes terem treinadores que não têm o perfil de eternos pedidores de reforços. Zidane ganhou três Champions no Real Madrid com apego zero por contratações. O Liverpool gastou muito para Klopp no início do seu trabalho. E colheu frutos com uma Champions e o fim da fila na Premier League. Agora ele aceita começar a temporada 2020/2021 sem investimentos.

Clubes e técnicos gigantes.


Fonte: Paulo Cobos, blogueiro do ESPN.com.br

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Viva a responsabilidade: por que Real Madrid, Liverpool, Zidane e Klopp são gigantes

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Andrés, desta vez, acertou: Rogério Ceni pode - e deveria o mais rápido possível - ser técnico do Corinthians

Paulo Cobos
Paulo Cobos

É quase impossível concordar com algo que Andrés Sanchez diz. Em entrevista no "Aqui com Benja," no FOX Sports, o cartola falou algo que criou muita polêmica: ele contrataria Rogério Ceni, o maior ídolo da história do São Paulo, para ser técnico do Corinthians.

Assino embaixo.

Por que é evidente que Ceni tem um potencial enorme para ser um treinador top no futebol brasileiro. Ele entende, claramente é um profissional dedicado e determinado e tem conceitos à frente hoje da maioria de seus colegas de profissão.

Rogério Ceni, técnico do Fortaleza, durante jogo contra o Corinthians
Rogério Ceni, técnico do Fortaleza, durante jogo contra o Corinthians Gazeta Press

Se o torcedor corintiano achar que seu passado no Morumbi é um problema, deve se reciclar. Se o conceito de amor à camisa já parece algo totalmente ultrapassado para um jogador em tempos de profissionalismo extremo, fica bizarro para um treinador.

OK. Seria muito estranho ver Ceni vestindo, ainda que apenas nos treinos, um agasalho com o escudo corintiano. Mas nada que bons resultados e bom futebol não resolvam.

Andrés Sanchez diz que não contrataria estrangeiro, mas teria Rogério Ceni no Corinthians: 'Sem problema nenhum'

Se Andrés conseguiu perceber que Ceni no Corinthians é algo que pode acontecer, o mesmo deve acontecer com o próprio treinador. Ele já deu entrevistas dizendo que não se vê comandando os maiores rivais do São Paulo. 

Esqueça isso, Rogério. Se algum são-paulino que tem você como maior ídolo mudar de opinião por você treinar um dia o Corinthians, ele na verdade não tem o carinho verdadeiro por você.

Eu só quero o bem para meus ídolos. E se eles tiverem a chance de ter uma evolução em suas carreiras, ficarei muito feliz.

Com certeza um dia Rogério Ceni vai voltar ao São Paulo. Mas como seria bom vê-lo também no Corinthians. Ou no Palmeiras. Ele vai ter tempo para isso.

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O VAR, ainda bem, nunca vai acabar com comentarista de arbitragem e discussão em mesa redonda

Paulo Cobos
Paulo Cobos

O VAR não é como a tecnologia com chips e sensores que mostra se a bola entrou ou não entrou no gol ou se foi dentro ou fora em uma quadra de tênis. Ele não é uma máquina. É simplesmente um monte de imagens que no fim serão analisados por um olho humano.

E aí perdão a quem fica enfurecido quando demora demais ou, ao que tudo indica, erra feio, como no gol anulado do São Paulo contra o Atlético-MG nesta quinta-feiraSão Paulo contra o Atlético-MG nesta quinta-feira.

Claro. É irritante esperar 5 minutos pela tomada de uma decisão ou ver seu time prejudicado por uma tecnologia que muita gente, de forma precipitada, disse que acabaria com os erros no futebol. 

É fato que no Brasil o VAR parece ser uma máquina de escrever quando comparado aos super computadores de alguns países europeus. Mas não é nada muito diferente de todo o demais do futebol: sempre parece que estamos longe das melhores práticas.

Não adianta espernear. Enquanto uma decisão for tomada por um ser humano, não existe perfeição. Fato que pode melhorar, mas ainda bem que o VAR não vai acabar com algo nem tão antigo no futebol e uma tradição de décadas.

O VAR nunca vai acabar com a figura do comentarista de arbitragem na TV. E terei a sorte de conviver com gente competente com Sálvio Spínola e Renata Ruel. Que enriquecem o debate e fomentam uma discussão saudável.

Uso do VAR durante o Campeonato Brasileiro
Uso do VAR durante o Campeonato Brasileiro Getty

E também quem dizia que o árbitro de vídeo iria acabar com o bate boca se foi ou não pênalti para o seu time no  programa preferido de TV no domingo à noite pode ficar tranquilo. O VAR brasileiro parece que duplica a chance disso acontecer.

Fonte: Paulo Cobos, blogueiro do ESPN.com.br

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Luxemburgo merece uma estátua no Palmeiras; pena que cada vez mais ela fique longe da porta principal

Paulo Cobos
Paulo Cobos

Vanderlei Luxemburgo foi gigante. Para quem já passou dos 50, como eu, ele foi por muito tempo sinônimo do melhor futebol praticado no Brasil. Do começo dos anos 90 até meados da primeira década deste século, ele foi campeão inúmeras vezes, sempre jogando bem.

Meu time preferido dele nem é um repleto de taças. O Palmeiras campeão paulista de 1996, garanto, era melhor do que a máquina de Jorge Jesus do Flamengo de 2019.

Depois desta boa memória afetiva, é triste constatar o que Luxemburgo é hoje. Seus brilharecos são cada vez mais raros. Suas entrevistas cheias de "eu já fazia isso há 30 anos" e ressentimento com treinadores estrangeiros são algumas vezes constrangedoras. Ele sempre parece o que não sabe fazer na beira do campo.

Cada vez fica mais claro que ele parou no tempo.

Luxemburgo explica substituições no Palmeiras, diz que Ramires 'entrou bem no jogo' e exalta: 'Ali começou a ter futebol' 

E novamente me vem a cabeça o que ele fez no Palmeiras. Antes do esquadrão de 1996, ele ganhou 5 títulos em menos de dois anos entre 1993 e 1994 (dois Brasileiros, dois Paulistas e um Rio-São Paulo). Foi ele quem tirou o clube da fila de 17 anos vencendo o eterno rival Corinthians.

Pela quantidade de títulos e a qualidade do jogo (e poucos clubes brasileiros prezam tanto o bom futebol como o Palmeiras), ele merecia uma estátua na entrada principal na sede do clube ou do Allianz Parque.

Mas Luxemburgo resolveu voltar inúmeras vezes para o Palmeiras. Na atual, ganhou um Paulista. Mas com o futebol mais medíocre que o clube teve em anos. E agora faz uma campanha no Brasileiro que em termos de pontos não é tão ruim. Mas que colocaria o Palmeiras fácil no Z-4 se o que valesse é bom futebol.

Talvez seja melhor Luxemburgo repensar a carreira. Para que sua estátua no Palmeiras não fique bem longe do portão principal, escondida para que pouca gente lembre dele.

Vanderlei Luxemburgo orienta o Palmeiras durante jogo com o Internacional pelo Brasileiro
Vanderlei Luxemburgo orienta o Palmeiras durante jogo com o Internacional pelo Brasileiro Flickr Palmeiras

Fonte: Paulo Cobos, blogueiro do ESPN.com.br

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Pau que bate em Chico (não) bate em Francisco: Messi faz com Barcelona o que Neymar fez, mas não é massacrado

Paulo Cobos
Paulo Cobos

O que vale para Neymar não vale para Messi. Copiando o amigo, o argentino também resolveu deixar o Barcelona de forma conturbada. Mas nem de perto é massacrado como o brasileiro foi quando resolveu trocar o clube catalão pelo Paris Saint-Germain

E olha que Neymar saiu sem nenhuma discussão jurídica: os franceses foram à Espanha e simplesmente pagaram a multa de 222 milhões de euros prevista em contrato.  Já Messi alega que uma cláusula no seu trato permite que ele deixe o Barcelona agora mesmo com um ano de contrato por cumprir sem o pagamento de multa rescisória. O clube diz que isso já venceu. 

Mas tanto na crítica (basicamente a imprensa europeia) como no 'tribunal das redes sociais', o tratamento dado aos dois é bem diferente. 

Joia do United, Greenwood torce para que Messi vá para a Premier League: 'Seria um sonho para todos'

Ao optar pelo PSG, Neymar só "pensava em dinheiro". Era "egoísta" mirando glórias individuais. Trocava um dos clubes mais tradicionais do mundo por outro que só "virou grande por dinheiro dos árabes".

Não parece que Messi vai abrir mão de seu salário de 50 milhões de euros, o maior do futebol, no seu novo clube. Também é claro que ele quer deixar o Barcelona por que percebeu que lá a chance de ganhar a Champions, e ser eleito de novo o melhor do mundo, diminui a cada ano. E o Manchester City, o favorito para tê-lo, é tão financiado por dinheiro árabe como o  PSG.

Mas Messi parece ser apenas um pobre e indefeso jogador. Sempre a culpa é do Barcelona e de seus cartolas incompetentes (e são mesmo). 

Neymar e Messi antes de clássico Brasil x Argentina
Neymar e Messi antes de clássico Brasil x Argentina Getty

Sim. O argentino tem uma carreira muito mais vitoriosa que Neymar. Sempre teve um comportamento fora do campo com uma correção que muitas vezes faltou ao brasileiro. Mas em quatro anos de Barcelona, Neymar teve sua passagem por um clube com menos problemas disciplinares, muita entrega, brilho e cumprindo o papel de escudeiro do argentino sem reclamar.

Tanto Neymar como Messi têm o direito de fazerem o que acham melhor para suas carreiras. É legítimo. Mas para quem vê de fora e quer opinar sobre o assunto vale lembrar o ditado que ouvíamos de nossos avós: "Pau que bate em Chico bate em Francisco."

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Corinthians e Tiago Nunes nunca deram 'match'; difícil acreditar que ainda vão dar

Paulo Cobos
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Não resta nem mais o argumento que seu time não perdia clássicos. Neste domingo, o Corinthians de Tiago Nunes, em mais uma exibição abaixo da média, perdeu para o São Paulo sem Daniel Alves, seu principal jogador.

E chegou a hora de dizer sem rodeios: o treinador e o clube nunca deram "match". Não que Fernando Diniz no São Paulo e Luxemburgo no Palmeiras sejam casos de amores perfeitos. Mas em algum momento pelo menos os torcedores desses times tiveram carinho por esses treinadores. O que não aconteceu com Tiago.

Contratado quando ainda comandava o Athletico-PR no ano passado, ele acabou demitido do time de Curitiba. E preferiu tirar uma espécie de período sabático para assumir o Corinthians apenas em 2020.

Se aceitasse o desafio de pronto, talvez teria colocado o time diretamente na fase de grupos da Libertadores, o que mudaria a história corintiana nesta temporada. Se tivesse fracassado no Brasileiro-19, ainda não seria cobrado.

Tiago Nunes orienta jogadores do Corinthians durante o clássico contra o São Paulo
Tiago Nunes orienta jogadores do Corinthians durante o clássico contra o São Paulo Gazeta Press

Quando assumiu, prometeu mudar o DNA de jogo defensivo do Corinthians. Mas não foi capaz de fazer os jogadores comprarem essa ideia.

Também não mostrou apreço por dois ídolos do clube, dispensando Jadson e Ralf.

E logo de cara colheu um fracasso retumbante: a eliminação na pré-Libertadores diante do modesto Guarany do Paraguai.

Seu Paulista era abaixo da mediocridade até a parada por causa da Covid-19. Sua promessa de futebol ofensivo ficou só nas palavras. E o time também defendia mal.

Quesada: 'Não sei qual será o futuro de Luan e Tiago Nunes se continuar assim; é o pior possível'


Com pouca empatia com torcedores e longe de mostrar domínio do grupo, foi salvo pela paralisação. Na volta, o time reagiu e chegou na final do Paulista. Mas o futebol continuava tosco. 

Começa o Brasileiro e depois de 6 rodadas o Corinthians tem um mísera vitória, diante do Coritiba com um jogador a menos desde o primeiro tempo. E não sabe o que fazer com alguns de seus principais jogadores, como Luan.

Tiago Nunes e Corinthians estão há 10 meses buscando um "match" que nunca aconteceu. Difícil acreditar que ele irá acontecer um dia.

Fonte: Paulo Cobos, blogueiro do ESPN.com.br

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Corinthians e Tiago Nunes nunca deram 'match'; difícil acreditar que ainda vão dar

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Andrés parece que venceu batalha por naming rights; resta agora transparência e 'calar' Yankees

Paulo Cobos
Paulo Cobos

Depois de quase dez anos, Andrés Sanchez enfim parece que vai cumprir a promessa do estádio do Corinthians ter um 'naming right' em troca de milhões que vão ajudar a pagar seu financiamento. Seria vergonhoso que isso não acontecesse pelo comportamento empolgado do cartola nas redes sociais nos últimos dias. E colegas competentes da imprensa relatam que o negócio está fechado mesmo.

Com o contrato assinado, Andrés primeiro tem uma obrigação. Ele precisa ser absolutamente cristalino de qual será o valor recebido pelo clube. Este não é um acordo como um patrocínio qualquer.  Vai pagar um financiamento feito por bancos públicos. 

Durante todo esse tempo (o estádio foi inaugurado em 2014), Andrés sempre se recusou a aceitar um valor muito distante da pedida inicial, algo como R$ 400 milhões. Não há problema algum de o valor ser menor. O momento do país e do mundo é ruim. Mas o corintiano que tanto sofre com essa novela precisa saber o quanto os naming rights vão ajudar na conta da Arena.

Andrés Sanchez durante entrevista coletiva
Andrés Sanchez durante entrevista coletiva Daniel Augusto Jr/Ag. Corinthians

Depois da obrigação, Andrés terá um desafio imenso (e nesse caso conte comigo).

São vários os estudos que apontam a dificuldade das pessoas adotarem o nome de uma empresa em um estádio que tem outro nome há muitos anos. Ao contrário de novas arenas já batizados com seus patrocinadores, como o Emirates, do Arsenal, e o Allianz Parque, do Palmeiras. 

Vencer essa batalha também será provar que um dos times mais importantes do esporte mundial está errado. 

Lenda do esporte americano, o New York Yankees nunca aceitou a ideia de ter seu estádio, o  Yankee Stadium, batizado com o nome de um patrocinador. 

"Você não muda o nome da Casa Branca. Você não munda o nome do Grand Canyon. Este é o Yankee Stadium, e sempre será o Yankee Stadium", disse, em 2007, Lonn Trost, então chefe de operações do time mais vitorioso do beisebol.

Tomara, para o bem das contas do Corinthians, que seu estádio não seja Itaquerão para sempre.

Naming rights da Arena Corinthians: Flávio Ortega atualiza informações sobre o possível negócio

Fonte: Paulo Cobos, blogueiro do ESPN.com.br

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Messi brilhar na Premier League será mais difícil que no Espanhol? Pelo Real Madrid, e outros números, não é bem assim

Paulo Cobos
Paulo Cobos

O debate já teve a largada. Muita gente começa a dizer que caso vá mesmo defender o Manchester City, o favorito para ter o argentino, Messi não terá na Premier League a mesma moleza que teve em 15 anos jogando o Campeonato Espanhol.

É evidente que na Inglaterra o campeonato é mais disputado, com um maior número de que  clubes brigando pelo título. Também é fato que o jogo tem uma intensidade diferente.

Mas são vários os números que mostram que Messi pode ter vantagens em trocar de país.

A Premier League é hoje um campeonato mais ofensivo do que o Espanhol. Isso fica claro na média de gols, o que na teoria para Messi é ótimo. Na temporada 2019/2020, o Inglês teve média de 2,72 gols por partida, contra 2,48 no Espanhol.

Lionel Messi em ação pelo Barcelon
Lionel Messi em ação pelo Barcelon Getty Images

Segundo o TruMedia, a ferramenta de estatísticas da ESPN, o número de chances por jogo na Premier League também é maior. Em média, cada time tem 12,4 finalizações por jogo, contra 11,3 na La Liga.

O futebol espanhol é hoje também muito mais faltoso que  o Inglês. Cada jogo realizado na terra do Barcelona tem média de 27,5 faltas por jogo, bem mais do que as 21,4 marcadas pela arbitragem no campeonato que o City joga.

O futebol espanhol em termos europeus é muito mais vitorioso. São 61 títulos na história, contra 43 dos ingleses. Hoje, dos oito clubes melhores posicionados no ranking da Uefa, são quatro espanhóis e apenas um inglês.

Por fim, ao deixar o Barcelona, Messi não terá pela frente como principal adversário o Real Madrid. E pelo tanto que já reclamou de arbitragem, ele deve achar que o Real não é só pelo futebol o adversário mais duro que um clube pode ter.

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Fonte: Paulo Cobos, blogueiro do ESPN.com.br

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Renato tem razão: seu Grêmio não é 'cavalo paraguaio'; afinal para isso é preciso liderar o Brasileiro

Paulo Cobos
Paulo Cobos

Na véspera da final do primeiro jogo da decisão do Campeonato Gaúcho, Renato Gaúcho ironizou como poucos sabem fazer no futebol brasileiro. Fez isso ao rebater às críticas ao modesto começo do Grêmio no Brasileiro, com apenas uma vitória em cinco rodadas. 

"De cavalo paraguaio, estou cheio. Daqui a 10 rodadas, vamos ver quem é quem. O meu grupo vai brigar pelo título, pode escrever. Disso não tenho dúvidas. Querem criticar com quatro ou cinco rodadas, é o direito de vocês. Pela 15ª, 16ª rodada, voltamos a conversar", afirmou o treinador.

Renato Gaúcho, técnico do Grêmio
Renato Gaúcho, técnico do Grêmio Divulgação

Renato Gaúcho tem razão em dizer que seu Grêmio não é "cavalo paraguaio". Afinal, para receber essa jocosa denominação, é preciso em algum ponto liderar o Campeonato Brasileiro. E isso é algo que ele pouco sabe fazer.

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Por um misto de desprezo incompreensível pelo mais importante campeonato do país e também por incompetência, Renato só terminou na liderança uma das 130 rodadas do Brasileiro que disputou desde setembro de 2016, quando voltou ao clube.

E ainda foi uma jornada pouco significativa: a segunda da edição do já distante ano de 2016.

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Renato deveria ouvir um pouco de Zidane (que assim como ele jogou muito, e em um patamar bem acima). Ao ganhar o Espanhol desta temporada, ele colocou o título, em termos de dificuldade e satisfação, acima das três Champions que ganhou pelo Real Madrid.

Ganhar torneios copeiros como Libertadores e Copa do Brasil é gigante. Mas Renato precisa aprender que o Brasileiro é tão grande ou até maior.

Fonte: Paulo Cobos, blogueiro do ESPN.com.br

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Vai doer, ainda mais sendo brigado e de graça, mas o Barcelona tem a chance de renascer sem Messi

Paulo Cobos
Paulo Cobos

Rescisão unilateral e sem multa: como Messi tenta deixar o Barcelona

Nesta terça-feira, dia 25 de agosto, o futebol mundial teve sua notícia mais importante em anos. Lionel Messi, que na sua carreira profissional de mais de 15 anos só vestiu a camisa do Barcelona, anunciou que pretende deixar o clube.

E não será de forma amigável. Vai alegar que a cláusula que o permitia sair de graça  em junho ainda vale por causa da COVID-19, que levou o fim da temporada para este mês. 

Qualquer que seja o desfecho da novela, que vai colocar qualquer uma envolvendo Neymar no chinelo, será dolorido.

Messi lamenta durante jogo entre Barcelona e Atlético de Madrid, por LaLiga
Messi lamenta durante jogo entre Barcelona e Atlético de Madrid, por LaLiga David Ramos/Getty Images

O divórcio vai deixar sequelas no casamento entre um craque e um clube que parecia ser o mais sólido do futebol. Não faltarão acusações das duas partes, brigas judiciais e um rancor de ambas as partes.

O Barcelona pode ficar sem o maior jogador da sua história sem receber um mísero centavo, a ainda o ver indo para um rival. Mas não é o fim do mundo. E pode ser uma grande chance do gigante catalão renascer.

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A verdade é que o Barcelona se arrasta, com resultados medíocres na Europa e futebol comum, nos últimos anos com Messi. 

Claro que não foi pela  de talento do argentino, que mesmo já estar fora dos melhores anos da sua carreira segue sendo um fenômeno. Mas o Barcelona gasta milhões para contratar jogadores que ao lado de Messi nem de perto lembram o que já jogaram.

Messi não foi o líder que o clube precisava depois das saídas de Xavi e Iniesta. Acumulou birras infantis com treinadores. Tudo isso sobre o olhar da mais incompetente diretoria de um clube gigante europeu.

O 1º passo depois do Barcelona: Kfouri acredita que PSG e City são principais candidatos a fechar com Messi


Chegou a hora de se separar. O Barcelona precisa urgentemente se reconstruir. E isso não aconteceria em só uma temporada. Não seria justo com o próprio Messi. Com poucos anos de carreira, ele precisa  jogar em um clube pronto para ganhar agora.

Que cada um siga seu caminho.

Fonte: Paulo Cobos

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Ensinar garotos a driblar e bater faltas: uma sugestão para Ronaldinho abandonar escândalos e 'se comportar'

Paulo Cobos
Paulo Cobos

Depois de seis meses, Ronaldinho Gaúcho não é mais prisioneiro no Paraguai. Na sessão judicial em que foi liberado para voltar ao Brasil, prometeu "se comportar". Quem sou eu para aconselhar. Mas pelo menos vou dar uma sugestão para o melhor do mundo mais legal que já apareceu dar a volta por cima.

Não dá para abandonar eventos em que ele fatura milhões. Não que lhe falte dinheiro, mas é óbvio que alguém com padrão de vida tão elevado não pode deixar de seguir acumulando reais para pagar suas contas.

Mas dá para fazer isso de um jeito mais racional, sem a sede desmedida que o faz acumular escândalos nos últimos anos. E não adianta dizer que a culpa é toda do "irmão vilão".

E aqui entra a minha sugestão para Ronaldinho fazer algo que imagino que lhe possa dar prazer e mudar sua imagem mais do que arranhada.

Ronaldinho Gaúcho na sala de audiência no Palácio de Justiça em Assunção
Ronaldinho Gaúcho na sala de audiência no Palácio de Justiça em Assunção EFE

Li no relato dos colegas do ESPN.com.br que o duas vezes melhor do mundo pensa em mudar para a Barcelona. Mas como seria bom se Ronaldinho ficasse no Brasil, seja em Porto Alegre ou no Rio, para ensinar o que fazia com maestria a garotos de categorias de base.

Não dá para imaginar que ele seja treinador. Mas que tal ensinar garotos a driblar? E não só apenas para fazer malabarismo. Nos melhores tempos de Barcelona, o drible era só um atalho para Ronaldinho marcar gols.

Tanto na seleção brasileira quanto em grandes clubes, como o Flamengo, se conta em anos a última vez que aconteceu um gol em cobranças de falta. Nada mal Ronaldinho gastar uma hora de seu dia para mostrar como se bate na bola para meninos.

Ronaldinho prometeu "se comportar". Tomara que também prometa fazer as pessoas novamente sorrirem com ele.

Ronaldinho e Assis pagam R$ 1,1 milhão e após quase seis meses voltarão ao Brasil em liberdade

Fonte: Paulo Cobos, blogueiro do ESPN.com.br

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'Os Neymarzetes vão ficar tristes'; poderiam estar felizes, mas nada disso faz sentido

Paulo Cobos
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Imagino que nunca um jogo de futebol europeu teve tanta audiência no Brasil como a final da Champions League, neste domingo, entre Bayern e PSG. Nos últimos minutos da vitória dos alemães, minhas duas filhas me acompanharam.

Quando o jogo acabou, a mais velha, nada fã do futebol, disse: "Os Neymarzetes vão ficar tristes".

O Bayern não atropelou o PSG como fez contra outro rivais. Foi, claro, melhor. Mas não seria absurdo uma vitória dos franceses. E Neymar falhou nas poucas chances que teve. Mas poderia ter sim decidido o jogo. E aí minha filha provavelmente diria: "Os Neymarzetes vão ficar felizes".

Neymar ficou sem o título da Champions League em 2019-20
Neymar ficou sem o título da Champions League em 2019-20 Getty Images

O que ela disse ou poderia ter dito se a história tivesse sido diferente me faz pensar no que Neymar desperta até em pessoas que não tem o futebol como o passatempo preferido, e com certeza o que é mais forte entre quem é louco pelo esporte mais popular do planeta.

Neymar nunca foi tão adulto como nesta Champions. Longe de ser um "Neymarzete", disse que torceria por ele neste Champions antes do mata-mata em Lisboa começar. Por nunca ele ter merecido tanto o título como agora.

Se foi capaz de mudar seu comportamento dentro de campo, Neymar também pode acabar com esse amor e ódio tão tolo que o acompanha. Quando ganham ou perdem, Cristiano Ronaldo e Messi não despertam a mesma euforia ou desprezo. É o que ele deve buscar. Ser avaliado apenas pelo que faz em campo, não por sua vida fora de campo.

Que em 2021 Neymar ganhe a Champions, seja pelo PSG ou pelo Barcelona.  Mas que não exista mais essa divisão entre "Neymarzetes" e quem não o suporta.

Bayern supera PSG de Neymar e é campeão da Champions League



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Torcida real e virtual e Flamengo: por que Vasco é o gigante adormecido com mais chances de acordar

Paulo Cobos
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O Vasco completa 122 anos nesta sexta-feira com uma alegria que não conhecia há muito tempo. Com mais um gol do artilheiro Cano, o clube venceu o Ceará, manteve os 100% de aproveitamento no Brasileiro e agora lidera a competição, o que não acontecia desde 2012.

Uma sensação doce para um time tão vitorioso, mas mergulhado em dívidas e atrasos de salários. E que pode ser um aperitivo para um gigante com chances de despertar por dois principais motivos.

O primeiro é um patrimônio que vale ouro. O Vasco tem uma torcida grande, atuante, nacional e disposta a gastar para ajudar o clube. Combinação rara.

Em julho, o clube de São Januário era a agremiação brasileira com mais sócios-torcedores, cenário que deve seguir o mesmo. O Vasco tem hoje 117.291 associados. Muito mais do que os 88.772 do Flamengo. Nos dois casos, essa era a situação em tempo real na manhã do dia do seu aniversário.

Ramon exalta jogadores do Vasco no Brasileirão: ‘Estão entregando a alma’

Se tamanho em redes sociais pode significar dinheiro no caixa, o Vasco também está em boa situação. Segundo levantamento mensal do Ibope Repucom, o clube é o sétimo com mais seguidores nas principais redes.

São 7,6 milhões, o tanto que Fluminense e Botafogo juntos têm e mais do que times como Atlético-MG, Cruzeiro e Inter.

Mesmo com anos longe de títulos importantes e times medíocres, o Vasco manteve seu prestígio fora do Rio. Na última pesquisa nacional do Datafolha sobre torcidas, de 2019, o Vasco era o time de 8% dos moradores do Norte e de 5% no Nordeste, números acima da sua marca geral de 4%.

O segundo motivo da chance real do Vasco dar a volta por cima pode até parecer irônico, mas é real.

Germán Cano comemora seu gol pelo Vasco sobre o Ceará
Germán Cano comemora seu gol pelo Vasco sobre o Ceará Vasco

O sucesso do Flamengo, seu maior rival, pode ser uma grande oportunidade. O trabalho feito na Gávea primeiro pode servir de exemplo para São Januário. E são vários os casos recentes no mundo de clubes que cresceram recentemente mesmo sendo de cidades com um time de força maior.

Foi assim que aconteceu com o Atlético em Madri, com o City em Manchester e com o Everton em Liverpool.

E nenhum desses três tinha uma torcida do tamanho do Vasco e a mesma galeria de títulos.

Fonte: Paulo Cobos, blogueiro do ESPN.com.br

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Não é só por domingo: Neymar trocar Mbappé por Messi seria burrice

Paulo Cobos
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Dinheiro, prêmios individuais e títulos. Se Neymar gosta disso, e ninguém tem dúvida que ele ama os três da mesma forma, trocar o PSG e sua parceria com Mbappé para voltar aos braços de Messi no Barcelona seria uma imensa burrice.

Fazer dupla com Mbappé só tem vantagens. O garoto de 21 já conquistou Copa do Mundo, mas ganha metade do salário de Neymar (36 milhões de euros contra 18 milhões). 

 Como relatou nesta semana o jornal francês "Le Parisien", Mbappé não se importa em ser o coadjuvante do brasileiro. E declara publicamente que torce por Neymar ser eleito o melhor do mundo e que trabalha para isso.

Com sua idade, o francês é parceiro para Neymar ganhar não só uma Champions, mas várias. Os dois têm contrato com o PSG até 2022, e Mbappé recentemente disse que se vê por muito tempo no clube do seu país.

Não vai faltar dinheiro para o PSG oferecer um novo contrato ainda mais lucrativo para os dois estenderem a parceria.


Agora imagine Neymar deixando se seduzir pelo Barcelona e reatar a  dupla com Messi.

Esqueça o status de ter o melhor salário do time. Enquanto jogar na Catalunha, o argentino será sempre o mais pago. É bom Neymar se lembrar da sua épica atuação no mata-mata da Champions contra o PSG em 2017, quando arrebentou, mas quem estava nas capas dos jornais espanhóis era Messi, 

Aumentar sua artilharia cobrando pênaltis? Também é melhor esquecer. No Barcelona, o principal goleador tem que ser Messi, e ele decide tudo, incluindo quem bate pênaltis e faltas.

Mas o mais importante vem agora.  Messi tem contrato com o Barcelona apenas até 2021. Com a bagunça que virou o clube, hoje é um risco dizer que ele tem um projeto de  longo prazo lá.

E não há como fugir do mais delicado. Aos 33 anos, o melhor de Messi vai ficando para trás. O de Mbappé está só começando.

Neymar e Mbappé, em treino do PSG
Neymar e Mbappé, em treino do PSG Getty


Fonte: Paulo Cobos, blogueiro do ESPN.com.br

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