Quanto vale uma taça? A do Mundial de 2012 do Corinthians até R$ 326 milhões; veja o cálculo

Paulo Cobos
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É possível definir quanto vale um troféu ganho no futebol? Esqueça o valor do material usado na peça: faz tempo que isso de ouro puro acabou. Resta então a quase impossível missão de atribuir um valor de acordo com o peso da competição.

A discussão agora ganha força com o pedido de penhora do troféu do Mundial de clubes do Corinthians, de 2012, feito por uma instituição de ensino que alega ter sofrido um calote da equipe do Parque São Jorge.

O clube diz que é impossível atribuir um valor à taça. O juiz que analisou o caso discordou, e apontou uma forma para avaliar o preço do troféu para uma possível venda.  Vejam o que ele escreveu:

"Dado que se trata de objeto histórico e único, fortemente desejado por todos os clubes do Brasil que não possuem o título de campeão mundial, sua avaliação deve ser efetuada com base no quanto foi despendido para sua obtenção, como são avaliados bens de natureza histórica, artística etc. que não podem ser comparados a nenhum outro, mas que possuem expressão monetária representativa".

Pelo raciocínio do magistrado,  a taça do Mundial pode ser avaliada de acordo com o que foi "despendido para sua obtenção". Também  não é fácil calcular isso, mas existe um caminho básico.

O Mundial foi o fecho da temporada de 2012 do Corinthians, que teve antes como auge a conquista da sonhada Libertadores pelo clube. Então é possível dizer que o troféu ganho no Japão foi fruto do investimento de toda temporada.

Alessandro, capitão do Corinthians, com o troféu do Mundial de Clubes
Alessandro, capitão do Corinthians, com o troféu do Mundial de Clubes AMA/Corbis via Getty Images

E quanto o Corinthians gastou com seu futebol naquele ano? Pelos números do seu balanço, foram R$ 233,3 milhões investidos apenas no departamento de futebol, o que inclui o pagamento de salários, contratações e gastos com viagens. 

Pela correção da inflação, isso equivale hoje a R$ 326 milhões.

Acho difícil alguém comprar por esse valor...


Fonte: Paulo Cobos, blogueiro do ESPN.com.br

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Federação ganhar mais que Flamengo, Real, Barcelona, City ou United? Veja como só no Brasil essa piada acontece

Paulo Cobos
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Nesta terça-feira, a CBF, a Confederação Brasileira de Futebol, anunciou as receitas que teve em 2019. Os números impressionaram. A entidade que comanda (ou deveria) o futebol nacional anunciou que entraram R$ 957 milhões nos seus cofres. O lucro também foi graúdo: R$ 190 milhões. Isso em um ano com clubes gigantes tendo prejuízos acima dos R$ 150 milhões, como Corinthians e São Paulo.

Mas o que mais salta aos olhos é que a CBF foi a entidade do futebol brasileiro que mais faturou. Mesmo no melhor ano da sua história nas finanças, o Flamengo arrecadou R$ 939 milhões. E isso com a ajuda dos R$ 300 milhões obtidos com a venda de jogadores. Sem eles, o abismo em relação à CBF seria imenso.

É uma grande piada do futebol brasileiro. Basta ver a realidade dos dois países com os clubes mais ricos do mundo. Tanto na Espanha quanto na Inglaterra as federações nacionais ficam muito longe das receitas obtidas pelos grandes clubes.

Na temporada 2018/2019, a Real Federação Espanhola de Futebol teve receitas de 225 milhões de euros. Muito menos do que o Barcelona (840 milhões de euros) e Real Madrid (757 milhões de euros) conseguiram no mesmo período. A federação também ficou bem longe do Atlético de Madrid, que faturou 368 milhões de euros.

Na Inglaterra, a FA, a federação nacional fundada em 1863, é bem rica. Mas ainda assim fica atrás de cinco clubes. Na temporada 2017/2018, os últimos números oficiais disponíveis, a entidade divulgou receitas de 357 milhões de libras, número bem abaixo dos registrados, no mesmo período, por United (590 milhões de libras) e City (500 milhões).

A federação inglesa também foi superada por Arsenal (403 milhões de libras), Chelsea (448 milhões) e Liverpool (445 milhões).

Que pelo menos a CBF use a fortuna que arrecada em troca de tão poucos serviços prestados ao flagelo que muito clubes sofrerão com a crise do coronavírus.



Fonte: Paulo Cobos, blogueiro do ESPN.com.br

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Euro adiada 'custa' mais que um Liverpool; Copa América nem tanto

Paulo Cobos
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Copa América e Euro adiadas, e agora? Hofman explica consequências de torneios em 2021

Nesta terça-feira, Uefa e Conmebol bateram o martelo. Tanto a Euro e a Copa América que estavam previstas para o meio do ano foram adiadas para 2021. Isso significa que muito dinheiro vai demorar para entrar no cofre das duas abastadas entidades.

Mas, óbvio, que o torneio europeu é muito mais rico que o sul-americano.

Na última edição, disputada em 2020, a Euro  rendeu impressionantes 1,916 bilhão de euros para Uefa, ou cerca de R$ 10,6 bilhões pelo câmbio atual. Só com direitos de TV o faturamento foi de R$ 5,7 bilhões. Patrocínios renderam R$ 2,7 bilhões. Ingressos e pacotes de  hospitalidade geraram outros R$ 2,2 bilhões.

Pelo ritmo de crescimento das outras edições, a edição de 2020 teria uma receita total de 2,5 bilhões de euros (R$ 13,9 bilhões). Em 2018, a meta era arrecadar 2 bilhões de euros apenas com direitos de TV e patrocínio. 

As receitas da Euro seriam suficientes até para comprar, se eles estivessem à venda, alguns dos clubes mais ricos do mundo. Em ranking tradicional da revista Forbes, o Liverpool teve um valor estimado em US$ 2,18 bilhões, ou, sempre pelo câmbio atual, R$ 11 bilhões.

Álbum de figurinhas da Eurocopa 2020, que foi adiada para 2021
Álbum de figurinhas da Eurocopa 2020, que foi adiada para 2021 Adam Davy/PA Images via Getty Images

Em seus balanços, a Conmebol não detalha quanto arrecada com suas competições. Mas, pelo orçamento de 2019, é possível ter certeza que a Copa América não chega nem perto das receitas da Euro.

Na sua previsão de ganhos do ano passado, quando a Copa América foi disputa no Brasil, a entidade apostou que iria faturar US$ 486,7 milhões (R$ 2,5 bilhões) com todas suas competições. E a maior parte do dinheiro vem da Libertadores.


Fonte: Paulo Cobos, blogueiro do ESPN.com.br

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E se o coronavírus fechar estádios por meses em todo o mundo? De Flamengo a Liverpool, veja quanto clubes podem perder

Paulo Cobos
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O pânico da epidemia do novo coronavírus bateu com força no futebol. Depois de praticamente paralisar o esporte na Ásia, o vírus passou a atacar as competições na Europa, com uma enxurrada de portões fechados e adiamento de duelos importantes.

E nesta semana esse movimento chegou com força total na América do Sul, com Libertadores e eliminatórias paradas. No Brasil, jogos nas capitais paulista e carioca serão com portões fechados.

E se a epidemia durar meses? Qual será o impacto nas finanças dos clubes? 

O presidente do Barcelona afirmou que cada vez que o time joga no Camp Nou sem torcida o prejuízo é de 6 milhões de euros, ou cerca de R$ 31,5 milhões. Para detalhar mais o tamanho do rombo, o blog buscou o quanto a bilheteria pesa nas receitas de times brasileiros e europeus.

Na Europa, o levantamento que a consultoria Deloitte faz todos os anos mostra o peso do "match day" nas finanças dos clubes. Nesse valor entram o preço dos ingressos e o que os torcedores consomem nos estádios.

Entre os 5 times mais ricos do planeta, essas receitas respondem, na média, por 18% das receitas. Por exemplo: o PSG, quinto no ranking e que já sofre com os portões fechados, faturou na temporada passada 636 milhões de euros, ou R$ 3,339 bilhões. Seu torcedores respondem por 18% desse valor, ou 115,9 milhões de euros (R$ 608 milhões).

Para os clubes colocados entre o sexto e o décimo lugar na lista dos mais ricos, o peso do "match day" cai para 14%. É um pouco mais alto para o Liverpool, que tira 16% de suas receitas, o equivalente a R$ 496 milhões. dos jogos em Anfield.

Anfield, estádio do Liverpool
Anfield, estádio do Liverpool Getty Images

No Brasil não é tão simples fazer essa conta. Mas orçamentos dos clubes e levantamento do Itaú BBA ajudam a entender essa equação.

Em seu orçamento para 2020, o Flamengo estima ter receitas totais de R$ 672 milhões. Pelas contas do clube, R$ 108 milhões, ou 16% do total, serão obtidos com bilheteria. Mas levando em conta que os programas de sócio torcedor têm como principal atrativo vantagens para ir aos estádios, um longo período com portões fechados pode  tornar o coronavírus ainda mais devastador para as finanças no futebol.

O Flamengo estima faturar R$ 96 milhões em 2020 com seu sócio-torcedor.  Somados aos R$ 108 milhões de bilheteria, essa fatia representa 30% de todas receitas  previstas pelo rubro-negro.

Em seu estudo, o Itaú BBA junta bilheteria e sócio-torcedor como um só grupo na divisão de receitas dos clubes brasileiros. Em 2018, 15%, em média, de todas as receitas dos principais times do país saíram diretamente do torcedor.

Mas esse peso pode ser bem maior em alguns casos. No Grêmio, 21% das receitas dos times em 2018 tiveram bilheteria e sócio-torcedor como fonte.  No Internacional, essa fatia foi ainda maior, de 27%.


Fonte: Paulo Cobos, blogueiro do ESPN.com.br

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Juventus, Dortmund, United: Coronavírus faz ações de clubes despencarem até 39% e donos perderem milhões

Paulo Cobos
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A epidemia do novo Coronavírus que assusta o mundo não  leva prejuízo ao futebol apenas pelos portões fechados em jogos na Europa. Todos clubes do continente que têm ações em bolsas de valores espalhadas pelo mundo viram seus papéis derreterem  desde o começo de fevereiro, quando a doença deixou de ser um problema apenas chinês.

O caso mais grave é o da Juventus. No dia 2 de fevereiro, cada ação do time de Cristiano Ronaldo valia 1,15 euro. No fechamento de ontem, os papéis do time de Turim fecharam a 0,70 euro, um tombo de inacreditáveis 39%.

País europeu mais afetado pelo vírus, a Itália vê também as ações dos dois grandes da capital perderem valor. No início de fevereiro, uma ação da Roma era negociada por 0,62 euros. Nesta segunda-feira, elas valiam 0,46, uma queda de 26%. No mesmo período, os papéis da Lazio despencaram 28%, indo de 1,72 euro a 1,23.


Borussia Dortmund e Manchester United, gigante que negociam ações, também sofrem com a queda em seus papéis.

Sempre levando em conta o início de fevereiro até ontem, as ações do time alemão caíram 20%, passando de 8,61 euros para 6,93 euros. O tombo do United foi menor, mas ainda assim considerável.

Em pouco mais de 30 dias, as ações do time caíram 16%. Negociados em Nova York, os papéis do time inglês foram de US$ 19,10 para US$ 16,08. Mas como é o time de futebol em bolsas de valores o United com ações mais valiosas, a baixa representa um rombo enorme, de cerca de US$ 200 milhões.



Fonte: Paulo Cobos, blogueiro do ESPN.com.br

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Que pena, você era o cara! Como dói ver Ronaldinho algemado no Paraguai

Paulo Cobos
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Ronaldinho Gaúcho chega algemado ao Palácio de Justiça no Paraguai

Durante oito anos, entre 2002 e 2010, cobri praticamente todos os jogos da seleção brasileira pela "Folha de S. Paulo".  E na primeira metade deste período o time nacional tinha uma verdadeira constelação de astros. Dida, Cafu, Roberto Carlos, Rivaldo, Ronaldo, Adriano, Kaká e Juninho Pernambucano (que baita sujeito este).

Para onde você olhasse, sempre tinha um craque que rendia alguma boa história para ser contada. Mas para mim o "cara" daquela época era Ronaldinho. Não por que suas entrevistas fossem as melhores do mundo. Muito pelo contrário: suas respostas quase sempre começavam com um "estou muito contente, muito feliz" e eram, via de regra, vazias de conteúdo. E obrigado por uma vez "driblar" o Dunga, que gostava da imprensa longe, e me dar uma exclusiva.

Ele até teve bons momentos com a camisa da seleção, como na conquista do penta e na Copa das Confederações de 2005. Mas também nunca jogou com a camisa amarela como fazia com a do Barcelona.

Mas Ronaldinho tinha na seleção o que todos os outros juntos não tinham: um carisma arrebatador.

Eu vi várias vezes crianças deficientes alucinadas por ganharem um abraço de Ronaldinho. Eu vi policiais da imigração deixando seus postos de trabalho para correrem atrás dele em um desembarque na China. Eu estava no Vietnã quando milhares de pessoas foram às ruas receber uma seleção brasileira olímpica.

Ronaldinho algemado
Ronaldinho algemado Getty Images

Era fácil ver o sorriso das pessoas vendo o aquecimento dos jogos e treinos, quando Ronaldinho fazia malabarismos que pareciam impossíveis com a bola. Eu vi adversários brigando para ganhar a camisa do craque após os jogos, certamente para guardarem como se fosse um troféu.

Tudo isso passou pela minha cabeça no sábado, quando Ronaldinho escondia as algemas a caminho de uma prisão paraguaia.

Ninguém está acima da lei. Se errou, que Ronaldinho seja punido. Mas como dói ver alguém como ele nesta situação. 

Torço muito para Ronaldinho logo resolva este e outros problemas legais que se acumulam no Brasil. Você não pode deixar de ser o "cara" que encantou o mundo por jogar muito. Mas que encantava muito mais, pelo menos para mim, por ser um sujeito tão legal.


Fonte: Paulo Cobos, blogueiro do ESPN.com.br

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Gabigol e Bruno Henrique terão chance? Agora louco por atacantes, Tite cria missão mais difícil da seleção: ser companheiro de Neymar

Paulo Cobos
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'Sarrafo alto' e 'melhor nível técnico': Tite diz o que espera de Neymar na seleção brasileira

Em setembro de 2016, Tite fez sua primeira convocação na seleção brasileira. Os compromissos eram oficiais, pelas eliminatórias para a Copa de 2018. Na lista de 23 nomes, eram apenas quatro atacantes. Neymar e Gabriel Jesus tinham lugar certo no time titular, já que Taíson e Gabigol não eram páreo para a época.

Dois anos depois, na Copa da Rússia, Tite só foi um pouco mais generoso com os atacantes: chamou cinco para a competição em que o Brasil acabou eliminado nas quartas de final.

Gabigol e Bruno Henrique comemoram gol do Flamengo no Mundial de Clubes 2019
Gabigol e Bruno Henrique comemoram gol do Flamengo no Mundial de Clubes 2019 Marcio Machado/Eurasia Sport Images/Gett

Estamos agora em março de 2020. Nesta sexta-feira, o treinador fez uma nova convocação. Novamente para as eliminatórias, mas agora para o Mundial de 2020. Chamou 24 atletas, e nada menos do que sete são atacantes.

Contando que Neymar é intocável, a lista de Tite cria a mais dura missão da seleção nas eliminatórias. Se optar por um esquema com três atacantes, serão seis candidatos para duas vagas. Pior se o comandante for mais conservador e optar por apenas dois jogadores de frente, o que faria a outra vaga no ataque ser disputada por seis atletas.

E desta vez não há figurantes na parada. Isso se Tite não ter levado Gabigol e Bruno Henrique apenas para justificar a estupenda fase dos flamenguistas, e, no fim, como quase sempre faz, optar pelos "europeus".

Tite nega ter conversado com Flamengo sobre convocação de três jogadores: 'É o começo de uma Copa do Mundo'

Além da dupla da Gávea e Neymar, todos os outros atacantes chamados já foram titulares com o treinador: Gabriel Jesus, Firmino, Richarlison e Everton Cebolinha.

Vai ser imperdível.


Fonte: Paulo Cobos, blogueiro do ESPN.com.br

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De rival mais valorizado a seca de bicampeões: os (poucos) números que restam para desafiar favoritismo do Flamengo na Libertadores

Paulo Cobos
Paulo Cobos

A fase de grupos da Libertadores de 2020 começa nesta terça-feira. E não será o blog que irá dizer que o Flamengo não é o favorito para conquistá-la. É verdade que Palmeiras, Grêmio e São Paulo têm sim bons times. E que a dupla Boca e River segue forte. Mas nenhum desses clubes têm a mesma qualidade, e confiança, que o time de Jorge Jesus.

Resta, para os 31 adversários do rubro-negro, a 'numerologia'. Veja 4 fatos que desafiam o favoritismo flamenguista.

Valor de mercado
De acordo com o site especializado transfermarkt.com, o Flamengo tem o elenco mais valioso desta Libertadores. No total, o grupo da Gávea é avaliado pelo site em 151,2 milhões de euros, ou quase R$ 750 milhões. Mas isso só pelo fato de ter um elenco mais numeroso: são 33 atletas. Mas no valor por jogador 'per capita', o River está na frente. De acordo com o transfermarkt, cada atleta do time argentino vale, em média, 4,95 milhões de euros, contra 4,58 milhões dos rubro-negros.

Seca de bicampeões
Antes comum (aconteceu sete vezes no século passado), um clube ganhar pelo menos duas vezes seguidas a Libertadores agora é raridade. O último a fazer isso foi o Boca Juniors, que levantou a taça em 2000 e 2001.

Tradição
Não são poucos os times que disputam a Libertadores com mais títulos do certame que o Flamengo. São seis títulos do Boca ,cinco do Penãnol, quatro do River Plate e três de Grêmio, São Paulo, Santos, Nacional e Olímpia.

Ranking de técnicos
Jorge Jesus virou ídolo quase instantâneo no Flamengo. Mas ainda fica atrás de Marcelo Gallardo, do River, em ranking mundial que leva em conta todos os resultados nos últimos anos. O argentino é o segundo da lista, e o português o sexto. E Gallardo já foi cotado para dirigir um gigante como o Barcelona, algo que Jesus ainda busca.

Gabigol comemora após marcar para o Flamengo sobre a Cabofriense
Gabigol comemora após marcar para o Flamengo sobre a Cabofriense Gazeta Press

Fonte: Paulo Cobos, blogueiro do ESPN.com.br

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Bilionário alemão odiado por torcedores rivais lucrou R$ 531 milhões comprando brasileiros por pouco e vendendo por muito

Paulo Cobos
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Dietmar Hopp, o bilionário dono do Hoffenheim, virou a principal notícia do futebol internacional no final de semana. Nos estádios alemães, surgiu uma onda de ódio dos torcedores dos times rivais. Na Alemanha, é "pecado" um clube ter dono. E com sua fortuna de mais de R$ 65 bilhões, Hopp é o alvo preferencial desse sentimento.

De uma coisa o dono de uma empresa gigante de software não pode ser acusado. Sua estratégia para reforçar seu clube não é, com raras exceções, contratar grandes nomes, como fazem muito endinheirados que se aventuram no futebol. O que ele faz é garimpar talentos pelo mundo, pagando barato, para depois vendê-los por valores muito mais altos. E com isso fica ainda mais rico.

Brasileiros estão entre seus melhores negócios. Com apenas quatro jogadores do país, acredite, Hopp lucrou inacreditáveis R$ 531 milhões (pelo câmbio atual). O quarteto formado por Joelinton, Roberto Firmino, Carlos Eduardo e Luiz Gustavo custou apenas 14,2 milhões de euros para o Hoffenheim (R$ 70 milhões hoje). E foram vendidos por 122 milhões de euros, ou R$ 602 milhões (sempre pelo câmbio atual).

Seu melhor negócio foi com o atacante Joelinton. Em 2015, ele foi comprado do Sport por 2,2 milhões de euros. Quatro anos depois, foi vendido para o Newcastle por 44 milhões de euros.

Firmino foi outro negócio espetacular de Hopp. Depois de se destacar na Série B pelo Figueirense em 2010, ele foi para o Hoffenheim por 4 milhões de euros.  Em 2015, o Liverpool pagou 41 milhões de euros para levá-lo para Anfield, onde brilha até hoje.

Dietmar Hopp
Dietmar Hopp Getty Images

Luiz Gustavo jogava no futebol de Alagoas quando os olheiros de Hopp o encontraram. Foi para o Hoffenheim por só 1 milhão de euros. Em apenas 3 anos, se valorizou tanto a ponto do Bayern pagar 17 milhões de euros pelo volante.

Carlos Eduardo não foi tão barato. Custou 7 milhões de euros para o time alemão. Ainda assim foi vendido por 20 milhões de euros, outro baita lucro.

E que baita negociante de jogadores brasileiro é esse Hopp.

Fonte: Paulo Cobos, blogueiro do ESPN.com.br

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Messi, o mimado insaciável: Barcelona já gastou R$ 3,683 bilhões pós-Neymar, e argentino diz que não é suficiente para ganhar Champions

Paulo Cobos
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Messi disse nesta quinta-feira, em entrevista ao jornal Mundo Deportivo,  que o Barcelona não tem hoje força para ganhar a Champions League. E fez dois pedidos: as contratações de Neymar e de seu compatriota Lautaro Martínez, que juntos devem custar algo em torno de R$ 1,5 bilhão.

Um dos 5 maiores jogadores da história, Messi parece agora um mimado insaciável. 

A cada fracasso, e eles se acumulam no Barcelona, ele reclama de algo. E pede mais jogadores para dividir as tarefas com ele. Só que o que o Barcelona mais fez após a saída de Neymar, em 2017, foi contratar.

Com a chegada do atacante Braitwaite, são 776,6 milhões de euros gastos com reforços para Messi (afinal ele parece mesmo o dono do clube). Pelo câmbio atual, isso representa inacreditáveis R$ 3,683 bilhões, dinheiro suficiente para o Barcelona fazer seu novo estádio, que não sai do papel também por falta de recursos.

Claro que o Barcelona jogou muito dinheiro fora: pagar agora, por exemplo, 18 milhões de euros por um atacante do Leganés parece um desperdício.

Messi disse ao Mundo Deportivo que o Barcelona não tem, hoje, força para ganhar a Champions
Messi disse ao Mundo Deportivo que o Barcelona não tem, hoje, força para ganhar a Champions Tima Clayton/Getty Images

Mas no pós-Neymar, o clube catalão trouxe alguns dos jogadores mais badalados do planeta, como Coutinho, Dembélé, Griezmann, De Jong e Arturo Vidal. 

Não é possível que com esses jogadores, além de outras estrelas que já estavam no clube e da forte base da equipe, o Barcelona não seja capaz de jogar pelo título da Champions, como diz Messi.

Gastando muito menos, e sem ter um gênio como Messi, o Liverpool fez isso.

Messi fez tanto para o Barcelona que é muito difícil dizer não a ele no clube, mesmo quando seus pedidos parecem caprichos exagerados. Mas chegou a hora do Barcelona gastar menos e jogar mais.

Fonte: Paulo Cobos, blogueiro do ESPN.com.br

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Vítima ou culpado? Barcelona e PSG, os clubes de Neymar na Europa, são uma grande bagunça

Paulo Cobos
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'É AGORA!' Rômulo Mendonça vai à loucura ao falar de momento decisivo na carreira de Neymar

Daqui a três meses, quando a temporada na Europa acabar, uma novela será repetida. Vai começar a discussão de onde Neymar estará no próximo ano. E tudo indica que novamente serão semanas falando se o brasileiro vai defender Barcelona ou PSG.

Qualquer que seja a decisão do craque, uma coisa é certa: ele vai jogar em um clube que é uma verdadeira bagunça.

Episódios ocorridos nesta semana corroboram o que virou padrão no gigante catalão e no ascendente time de Paris. Cartolas que batem cabeça, técnicos sem respaldo e envolvidos em tiroteios dentro do vestiário e falta de comando são as marcas de Barcelona e PSG, que até conseguem ganhar nos campeonatos nacionais, mas que acumulam vexames, para elencos tão milionários, na Champions League.

O Barcelona está em uma das maiores crises institucionais de sua história. A diretoria é acusada agora de contratar uma empresa especializa em redes sociais que tinha a missão de falar mal, acredite se quiser, de seus próprios ídolos.

Isso depois do clube protagonizar um verdadeiro pastelão na demissão de Ernesto Valverde e na busca por seu substituto, com direito até a ser recusado pelo ídolo Xavi, em episódio que deixou sequelas na relação com ele. E ainda ver Messi dar um pito público em Abidal, o diretor de futebol que criticou em entrevista a um jornal catalão os próprios jogadores pela falta de comprometimento.

O PSG até parecia que navegava por águas mais calmas nos últimos meses. Mas bastou uma derrota para o Borussia Dortmund, na abertura das oitavas de final da Champions, para a crise voltar com força.

Neymar, do PSG, lamenta chance desperdiçada contra o Borussia Dortmund
Neymar, do PSG, lamenta chance desperdiçada contra o Borussia Dortmund Getty Images

O resultado deixou evidente que o técnico Thomas Tuchel não controla o vestiário. Horas depois da derrota, teve até irmão de jogador detonando sua estratégia. O alemão parece não ter respaldo da diretoria para controlar Mbappé e Neymar, suas duas maiores estrelas.

E o brasileiro jogou gasolina na fogueira após a partida em Dortmund, reclamando que o clube o poupou nos últimos jogos quando ele já tinha condição de jogar, e com isso o deixou sem ritmo de jogo. 

Este episódio deixa no ar uma pergunta difícil de responder: Neymar é uma vítima da bagunça que é o PSG ou culpado da situação? E, se voltar para o Barcelona, irá enfrentar uma crise em que não tem culpa ou que causou ao deixar o clube em 2017?

Fonte: Paulo Cobos, blogueiro do ESPN.com.br

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Não é bem assim: Flamengo é o mais rico do Brasil, mas diferença para rivais não é como a de Barça e Real na Espanha

Paulo Cobos
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Após ser derrotado na Supercopa, Dorival Jr. - o técnico do Athletico-PR - elogiou o Flamengo, apontando que o clube carioca caminha para ter a força de um Barcelona ou Real Madrid. Muita gente entendeu que isso quer dizer apenas que o rubro-negro trabalha bem para ter muito mais dinheiro que os rivais, como acontece na Espanha com os dois gigantes.

Dorival compara organização do Flamengo com Barcelona e Real Madrid: 'Estão colhendo os frutos'

Não é bem assim.

O Flamengo é o clube mais rico do Brasil. Mas a diferença não chega perto do abismo que separa Barcelona e Real Madrid dos outros clubes espanhóis. Para fazer o levantamento, o blog tabulou os orçamentos dos principais times do Brasil para 2020 e das equipes da primeira divisão espanhola na temporada 2019/2020.

Em 2020, a agremiação carioca estima receitas de R$ 726 milhões. Seu adversário mais próximo no dinheiro para gastar será o Palmeiras, com orçamento de R$ 600 milhões, ou 83% da verba flamenguista.

São Paulo e Corinthians ficam um pouco mais longe, mas ainda assim têm receitas previstas, respectivamente, de 75% e 64% das projetadas pelo Flamengo.

Os rivais cariocas ficam bem mais longe do Flamengo. O Vasco tem orçamento de R$ 324 milhões, ou 45% das receitas do rubro-negro. O Botafogo pode gastar menos de um terço do que o Flamengo: R$ 209 milhões.

Com exceção do Cruzeiro na Série B, os grandes de Belo Horizonte e Porto Alegre contam com praticamente metade das receitas flamenguistas.

Arrascaeta comemora seu gol na Supercopa do Brasil entre Flamengo e Athletico-PR
Arrascaeta comemora seu gol na Supercopa do Brasil entre Flamengo e Athletico-PR Flamengo

Claro que a diferença no orçamento em relação ao Flamengo conta dentro de campo. Mas que não é nada parecido com o que acontece na Espanha.

Nesta temporada, o Barcelona prevê receitas de 875 milhões de euros. Já o Real Madrid estima arrecadar 755 milhões de euros. Nos dois casos esse valor não incorpora dinheiro obtido com a venda de jogadores.

Quem chega mais perto da dupla é o Atlético de Madrid, que estipula faturamento de 377 milhões de euros, os 43% do dinheiro do clube catalão e 50% do Real Madrid. Todos os outros times da La Liga não conseguem atingir um quarto das receitas dos dois gigantes.

Isso é a realidade até de clubes tradicionais e quem fazem bonito em competições europeias. O Valencia, por exemplo, tem 21% do orçamento do Barcelona e 24% do Real Madrid. O Sevilla tem 16% do dinheiro catalão e 18% da verba do gigante da capital.

O Getafe, maior surpresa da temporada, lutando por vaga na Champions, tem menos de 10% do orçamento de Barcelona e Real. Prova que dinheiro é muito coisa, mas não é tudo no futebol. 


Fonte: Paulo Cobos, blogueiro do ESPN.com.br

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Não é bem assim: Flamengo é o mais rico do Brasil, mas diferença para rivais não é como a de Barça e Real na Espanha

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Único que perde mais do que ganha: Corinthians é grande brasileiro que passa mais vergonha em mata-mata na Libertadores

Paulo Cobos
Paulo Cobos

Tiago Nunes diz que Néstor Pitana foi terrível: 'Quero pedir desculpas à arbitragem brasileira pelas críticas'

Se mata-mata de Libertadores é coisa para gente grande, o Corinthians passa vergonha. Nenhuma potência brasileira perde tanto em confrontos quando é matar ou morrer como o clube do Parque São Jorge.

O time é o único dos 12 times mais tradicionais do Brasil que não consegue chegar aos 50% de aproveitamento em duelos eliminatórias na principal competição do continente. 

Com o novo fiasco diante do modesto Guaraní, do Paraguai, o Corinthians tem agora 13 fracassos em séries de mata-mata e apenas nove triunfos, o que dá o modesto aproveitamento de 41%.

O grande mais próximo da performance corintiana é o Cruzeiro, que ainda assim é bem melhor: 50%. Quase todos os grandes têm desempenho entre 60% e 70% em mata-matas da Libertadores, casos de São Paulo (70%), Vasco (69%), Inter (68%), Santos (65%), Grêmio (65%) e Flamengo (62%).

Corinthians, de Cássio, é grande brasileiro que mais passa vergonha em mata-mata na Libertadores
Corinthians, de Cássio, é grande brasileiro que mais passa vergonha em mata-mata na Libertadores Getty Images

E o Corinthians nem pode mais justificar que perde na Libertadores quando tem um grande rival pela frente, como era regra até a primeira década deste século. 

Antes, o clube era derrotado no mata-mata por gigantes, como Boca Juniors, em 1991, Grêmio, em 1996, Palmeiras, em 1999 e 2000, River Plate, em 2003 e 2006, e Flamengo, em 2010.

O padrão agora despenca. 

O clube deu adeus à Libertadores nos últimos dez anos contra Tolima-COL, duas vezes diante do Guaraní paraguaio e também diante dos decadentes Colo-Colo-CHI e Nacional-URU.

Não dá para ficar culpando sempre o juiz!

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'Neymarketing', no ótimo sentido: PSG vê explodir dinheiro de patrocínio depois da chegada de brasileiro

Paulo Cobos
Paulo Cobos

Os detratores de Neymar adoram dizer que o craque brasileiro é só imagem, e adoram chamá-lo de de "Neymarketing". O estudo anual da consultoria Deloitte, que analisa as finanças dos clubes europeus, mostra que a forma jocosa de tratar o camisa 10, totalmente fora da realidade pelo seu enorme talento, é, na verdade, uma benção para o Paris Saint-Germain.

Nenhum dos 20 clubes mais ricos do mundo tem na "área comercial", que engloba principalmente patrocínios, uma fatia tão grande no total de receitas como o PSG. Na temporada 2018/2019, o time de Paris faturou 363 milhões de euros (cerca de R$ 1,65 bilhão) apenas vendendo sua imagem. 

Esse valor representa 57% de todo o faturamento do time de Neymar (636 milhões de euros).  Nenhuma outra agremiação entre entre as 10 mais ricas do mundo ultrapassa os 50%.

As receitas do PSG com marketing dão um salto enorme justamente com a chegada do brasileiro, para a temporada 2017/2018. No ano anterior, o clube tinha faturado 274 milhões de euros nessa área, ou 89 milhões de euros a menos do que em 2018/2019.

Impulsionado pelo marketing, o PSG é o segundo clube com maior crescimento de faturamento na era pós-Neymar: suas receitas cresceram 31% em apenas dois anos, contra, por exemplo, 12% do Real Madrid e 5% do Manchester United.

Neymar durante jogo entre PSG e Monaco, pela Ligue 1
Neymar durante jogo entre PSG e Monaco, pela Ligue 1 EFE/EPA/YOAN VALAT

Crescimento maior só o do Tottenham, que aumentou seus ganhos em 45%, graças ao boom criado pelo novo estádio.

A Deloitte, usando uma foto de Neymar,  enche de elogios a forma como o PSG se vende, citando a parceria com a Nike e sua coleção que tem Michael Jordan como chamariz. "O PSG é um suceso para unir futebol e entretenimento". 

Com Neymar, faz sentido.

Fonte: Paulo Cobos, blogueiro do ESPN.com.br

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Mundial de 2000 foi o melhor time da história do Corinthians, mas título não é top 5 na lista de mais importantes do clube

Paulo Cobos
Paulo Cobos


Dida; Índio, Adilson, Fábio Luciano e Kléber; Vampeta, Rincón, Marcelinho e Ricardinho; Edílson e Luizão. Com esse time, há 20 anos, o Corinthians era campeão mundial. Na opinião do blog, nunca o clube de Parque São Jorge teve um time tão bom na sua história. Mas, que ao superar nos pênaltis o Vasco na decisão, ganhou um título importante, mas que não está no top 5 das taças mais gloriosas corintianas.

O primeiro Mundial organizada pela Fifa não foi um "torneio de verão" como dizem seus detratores. Mas é tolice querer colocar no mesmo patamar de outros títulos do Corinthians uma competição que até hoje claramente não é prioridade dos gigantes europeus. E que também teve critérios nada cristalinos para definir seus participantes.

Corinthians comemora o título mundial de 2000
Corinthians comemora o título mundial de 2000 Getty

Claro que o corintiano sonhava com um título internacional para acabar com piadas tolas. Mas tolice é achar que isso fosse preciso para justificar a grandeza do clube. O torcedor tem títulos muito mais importantes para se orgulhar.

O blog faz aqui o seu top 5. Concorde, ou não. Só não vale xingar.

1º - Paulista de 1977
Sim. É uma competição estadual e a decisão foi contra a Ponte Preta. Mas é um título inesquecível. Eram 23 anos sem gritar campeão. O gol de Basílio é o mais importante e chorado da história corintiana. Nenhuma taça teve tanto choro, tanta festa, tanta coisa para ser contada.

2º - Libertadores de 2012
Isso sim é um título internacional de verdade. Campanha invicta. Ganhando do bicho papão Boca Juniors na decisão, com Romarinho calando a Bombonera. E Sheik arrebentando no jogo decisivo no Pacaembu. De quebra, colocar Neymar no bolso na semifinal.

3º - Brasileiro de 1990
O corintiano mais novo passou anos sonhando com um título internacional. Mas quem tem pelo menos 50 anos teve outra longa espera. E ela acabou em 1990, com o primeiro título do Brasileiro da equipe. Com Neto arrebentando e Tupãzinho marcando de carrinho o gol na decisão contra o São Paulo.

4º - Brasileiro de 1998
A base da equipe que conquistaria o Mundial de 2000 começou a ser montada aqui, com Vanderlei Luxemburgo no comando. E era um time que derrubava a balela que Corinthians era só o time da raça. Um esquadrão, que ainda tinha, além de muitos campeões de 2000, Gamarra brilhando na zaga.

5º - Copa do Brasil de 1995
A ideia inicial era colocar o Mundial de 2012 nesta posição. Mas lembrei que ganhar do Grêmio de Felipão no temido estádio Olímpico teve muito mais emoção do que ganhar do Chelsea no Japão. A Copa do Brasil era um título inédito até então. O Mundial de 2012 fica então no sexto lugar.

Vote em qual é o maior título da história do Corinthians, clicando aqui.



Fonte: Paulo Cobos, blogueiro do ESPN.com.br

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'Lucrinho', clube mais gastão do mundo, novo estádio parado e sacanagem com técnico: Barcelona pós-Neymar é o caos

Paulo Cobos
Paulo Cobos


Neymar não é feliz no PSG como foi no Barcelona. Mas ainda mais infeliz é a vida do clube catalão depois do divórcio nada amigável com o atacante brasileiro, em 2017. Depois da saída do integrante mais jovem do trio MSN, o Barcelona entrou em um espiral de decepções esportivas, gastos exorbitantes, obra de  um novo estádio que só atrasa e agora uma conturbada procura por um novo treinador.

Os 222 milhões de euros que o PSG pagou por Neymar viraram pó. Desde a saída do atacante, o clube do mundo que mais gastou com contratações foi o Barcelona. Em menos de três anos, o clube investiu 758,6 milhões de euros em reforços, ou quase R$ 3,5 bilhões.

Só com Philipe Coutinho, Dembélé e Griezmann foram mais de 400 milhões de euros. O primeiro está emprestado ao Bayern, o segundo parece nada se importar com o clube e o terceiro pouco faz na sua temporada de estreia.

O Barcelona também é o  time, de qualquer esporte, que paga os salários mais altos do mundo: na média, cada jogador do time recebe R$ 4,3 milhões por mês. O clube gasta mais de 80% do que arrecada com salários, muito acima dos 70% recomendados pela Uefa.

Messi em Barcelona x Atlético de Madrid
Messi em Barcelona x Atlético de Madrid Getty

Assim, na temporada passada, teve lucro, depois do pagamento de impostos, de apenas 4,5 milhões de euros, ou cerca de R$ 20 milhões. Como comparação, no mesmo período o rival Real Madrid lucrou 38 milhões de euros, o equivalente a R$ 170 milhões.

A tão sonhada reforma do Camp Nou é outra decepção. A obra demora para sair do papel, e a previsão é que ele só fique pronta em 2024, o plano inicial é que acabasse entre 2021 e 2022. Em um roteiro que começa a lembrar o do Corinthians em Itaquera, a venda dos 'naming rights' está empacada, com supostos interessados que nunca fecham o negócio.

E agora o Barcelona resolve agir para se afundar no caos administrativo. Descontente com o desempenho do técnico Ernesto Valverde, a diretoria faz um busca inusitada por um novo treinador com o atual ainda empregado.

O clube foi atrás do ídolo Xavi, e ouviu um não de um treinador no começo da carreira no futebol inexpressivo do Qatar. E a imprensa catalã fala agora até em demitir o treinador, que tem o apoio de Messi, e colocar o técnido do seu time B no comando. Tudo sem falar com Valverde.

Muito mais que uma bagunça.

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Pura maldade: Corinthians fez molecagem com Ralf, que sempre foi homem com o clube

Paulo Cobos
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Ralf teve duas passagens pelo Corinthians. A primeira, a mais vitoriosa, entre 2010 e 2015. A segunda, que começou em 2018, acabou nesta segunda-feira, quando soube apenas na volta aos treinos que não fazia parte dos planos de Tiago Nunes.

Somando os dois períodos, o volante participou de 420 jogos oficiais com a camisa corintiana. Disciplinado ao ponto de nunca ter sido expulso e com raras contusões, ele esteve em campo em nada menos do que 78% das 540 partidas oficiais que o clube fez enquanto esteve lá.


Um comportamento profissional exemplar, em uma época com 'chinelinhos' que ficam mais tempo no departamento médico que dentro de campo e jogadores chiliquentos que acabam toda hora suspensos por cartões tolos. 

O Corinthians já teve outros divórcios conturbados com jogadores que foram campões mundiais em 2012. Alguns, como Jorge Henrique, não dá para tirar a razão do clube. Outros, como Paulo André, foram polêmicos e muitas vezes injustos.

Mas com Ralf o que o clube fez foi pura molecagem. Tiago Nunes tem o direito de não querer o volante. Mas que o destrato fosse com ele saindo pela porta da frente. Digno de alguém que foi homem como poucos na história do Corinthians. 

Fonte: Paulo Cobos, blogueiro do ESPN.com.br

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Jesus reclama das vendas do Flamengo, mas clubes que gastaram mais de R$ 500 milhões com joias da Gávea têm mais motivos para se queixar

Paulo Cobos
Paulo Cobos

         
    


Em entrevista para uma emissora de TV de Portugal, Jorge Jesus reclamou do valor por qual o Flamengo vende seus jogadores. Citando os 30 mihões de euros que o Real Madrid deve pagar por Reinier, o treinador decretou: "O Flamengo ainda não sabe valorizar os seus jogadores."

As palavras do português não fazem sentido. Nenhum time brasileiro conseguiu valores tão expressivos por seus jogadores nos últimos tempos como o Flamengo. Além disso, muitas vezes o valor obtido é praticamente o mesmo da quantia estipulada para as multas rescisórias em contrato. 

E até agora a maioria dos jogadores revelados na Gávea e depois vendidos não conseguiram explodir na Europa (alguns até já voltaram).

Juntos, Vinícius Jr., Paquetá, Vizeu, Jorge, Léo Duarte e Jean Lucas renderam mais de R$ 500 milhões de forma bruta com suas vendas. E até o momento eles são um misto de decepções, irregularidade e desconfiança.

Maior venda da história do Flamengo (45 milhões de euros), Vinícius Jr. começou empolgando no Real Madrid. Mas, 47 jogos depois e apenas seis gols marcados, virou até piada em programas de humor da Espanha por sua falta de pontaria. E cada vez tem menos espaço com Zidane.

Paquetá foi outro negócio milionário do Flamengo. O Milan pagou cerca de R$ 150 milhões por ele. E até agora não empolga, com 30 jogos oficiais pelo clube italiano e apenas um gol marcado.

Outro comprado a peso de ouro pelo Milan, custou 10 milhões de euros, o zagueiro Léo Duarte só entrou em 5 jogos do clube desde sua chegada para a temporada 2019/2020. O volante Jean Lucas, que foi para o Lyon por 8 milhões de euros, só teve basicamente chances de atuar no final das partidas.

Muito pior aconteceu com Vizeu. Foram apenas 5 jogos pela Udinese antes de voltar ao Brasil. Também foi curta a passagem do lateral Jorge pela Europa, onde não emplacou no Monaco e no Porto.

Jorge Jesus
Jorge Jesus Getty Images

Todos são muito jovens e ainda podem dar a volta por cima. Mas a realidade é que mostraram que o valor que o Flamengo recebeu por eles, que Jesus acha baixo, até agora foi mais alto do que a entrega.


Fonte: Paulo Cobos, blogueiro do ESPN.com.br

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Na frente de Knicks, Patriots, Yankees, Tottenham e Inter de Milão: Flamengo brilha nas redes sociais e se distancia de grandes paulistas

Paulo Cobos
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O sucesso em campo faz o Flamengo brilhar também nas redes sociais, ficando na frente no número de seguidores de gigantes do esporte mundial. E abrindo larga distância para o trio de ferro paulista, com quem antes travava uma disputa muito mais acirrada.

Segundo levantamento do Ibope Repucom, o clube carioca tinha, em dezembro de 2018, 21,271 milhões de seguidores somando Twitter, Facebook, Instagram e  You Tube.  Um ano depois, são 27,352 milhões seguindo o time nessas redes sociais, um crescimento de quase 29%.

No mesmo período, o Corinthians teve um acréscimo de apenas 9% no número de seguidores. Com isso, tem hoje 4,5 milhões de inscritos a menos que o Flamengo. Há 12 meses, a diferença era de apenas 334 mil.

O São Paulo também viu seu número de seguidores crescer apenas 9%, contando hoje com 14,856 milhões. O Palmeiras só foi um pouco melhor, aumentando sua base em 10%, com 10,954 milhões de inscritos em suas redes, ou 40% do total flamenguista.

VEJA MAIS: Jorge Jesus destaca todos os recordes batidos no Flamengo e crava: 'Há um antes e um depois de Jesus no Brasil'

Um outro estudo divulgado nesta semana mostra o quanto o Flamengo é gigante nas redes sociais, superando o número de inscritos de times ícones do esporte mundial.

No levantamento anual sobre o salários de times de diversas modalidades, a consultoria Sporting  Intelligence contabilizou os seguidores dos times de diversas ligas no Twitter, no Facebook e no Instagram. Nessas três redes, o Flamengo tem 25,122 milhões de seguidores.

Os dados da Sporting Intelligence são de meados de novembro passado, e neles a lista dos que ficam atrás do Flamengo é glamurosa.

Na NBA, o New York Knicks tem 10,276 milhões de seguidores. Na liga de basquete, só Los Angeles Lakers, Golden State WarriorsChicago Bulls superam  o rubro-negro carioca. 

Na MLB e na NFL, ninguém bate o Flamengo. O venerado New York Yankees conta com 14,508 milhões de inscritos. No futebol americano, mesmo com Tom Brady, o New England Patriots fica nos 15,4 milhões de seguidores.  O Flamengo também supera times famosos do futebol europeu, como Tottenham e Inter de Milão.

Com tanta gente curtindo, vai ficar mais fácil o Flamengo ganhar ainda mais dinheiro.

Fonte: Paulo Cobos, blogueiro do ESPN.com.br

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Esbanjando 'fair play', Rodrigo Caio no Flamengo é um soco no estômago do São Paulo

Paulo Cobos
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Para o são-paulino, Rodrigo Caio era um fraco. Para o flamenguista, um forte que encarou Salah, Firmino e Mané. E para passar de um jogador "fracassado" pela visão torta que ronda o Morumbi nos últimos anos a zagueiro chave na Gávea ele não precisou chutar o fair play que é a marca de sua carreira.

Em 2019, ele fez 60 jogos pelo Flamengo. E sua disciplina foi espetacular. Foram apenas sete cartões amarelos, ou um a cada oito jogos. Expulsão? Nenhuma. 

No novo clube, Rodrigo Caio quase sempre estava no lugar certo, e pouco precisou fazer faltas para desarmar os adversários. Pelo TruMedia, a ferramenta de estatísticas da ESPN, foram 47 partidas por Brasileiro, Copa do Brasil, Libertadores e Mundial. Nelas, o defensor cometeu apenas 53 infrações, média de 1,2 por confronto, número digno de Gamarra, o zagueiro paraguaio que fez história por seu 'fair play'.

Com o zagueiro em campo, o Flamengo sofreu apenas 51 gols, ou menos de um por partida. Ele manteve também o bom passe de quem já foi volante, com índice de precisão de 90% com a camisa do clube carioca.

Há um ano, quando o Flamengo pagou 5 milhões de euros por apenas 45% dos direitos federativos de Rodrigo Caio, muita gente no São Paulo dizia que o clube havia feito uma grande venda. Mas quem realmente fez um "negócio da China" foi o rubro-negro. E com "fair play".

Rodrigo Caio comemora com Bruno Henrique após marcar pelo Flamengo
Rodrigo Caio comemora com Bruno Henrique após marcar pelo Flamengo Alexandre Vidal/Flamengo

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Suárez, Griezmann e Aubameyang: como esse trio mostra que Neymar só 31º do mundo é pura má vontade

Paulo Cobos
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Nesta quinta-feira, o tradicional jornal inglês "The Guardian" continuou a divulgar sua lista de 100 melhores jogadores do mundo, feita de acordo com o voto de especialistas. E ela mostra que mais uma vez a incrível rejeição que Neymar tem pelo planeta todo.

O brasileiro é apenas o 31º colocado no ranking. É verdade que o camisa 10 esteve longe de fazer em 2019 uma temporada que o colocasse perto do top 10. Mas só dá para creditar essa posição à repulsa, muitas vezes merecida, que sua personalidade causa.

Na lista do "The Guardian", estão à frente de Neymar atacantes com muito menos talento e com números também decepcionantes.

Com seguidas lesões, o brasileiro fez apenas 20 jogos oficiais até agora em 2019. Ainda assim, conseguiu marcar 15 gols e deu assistências para outros nove. Dessa forma, foi responsável direto por 24 tentos do PSG, o que dá a incrível média de 1,20 por partida.

O Arsenal é hoje um time medíocre. Ainda assim, Aubameyang, na lista do jornal, é o 28º melhor do mundo. Ele fez 47 jogos no ano, com 29 gols e 5 assistências, o que dá uma média de 0,72 gol com sua participação direta.

O francês Griezmann não ganhou nada no primeiro semestre no Atlético de Madrid. Agora, pelo Barcelona, tem um desempenho sofrível. Foram 56 jogos em 2019, com apenas 20 gols e 14 assistências, média de 0,61 tento produzido por partida. Mas, para os especialistas ouvidos pelo jornal, foi o 25º melhor jogador de 2019.

Outro atacante do Barcelona, time que esteve o ano todo longe de brilhar, Luís Suárez aparece no 26º posto no ranking do "The Guardian". Sua produção ofensiva também ficou muito longe da registrada por Neymar. O uruguaio fez 52 jogos oficiais na temporada, com 28 gols e 10 assistências, média de 0,73.

Números muitas vezes são frios e não dizem a verdade. Pode até ser no caso do Neymar e sua carreira em 2019. Mas não deve haver alguém que prefira Aubameyang a Neymar.



Fonte: Paulo Cobos, blogueiro do ESPN.com.br

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