Altitude x atitude

Paulo Calçade
Paulo Calçade

Os clubes brasileiros venceram seis das últimas 10 edições da Copa Libertadores da América. Hoje a disputa do principal torneio de futebol do continente não assusta tanto, mas o respeito pela competição e pelos adversários permanece intacto, inclusive por um dos seus maiores fantasmas: a altitude.

Esse, por mais que seja negado, é um perigo real, cientificamente comprovado, que diminui o rendimento de equipes não aclimatadas ao rigor da altitude, como a de La Paz (3.640m) e a de Oruro (3.735m).

Para encarar os times dessas cidades de igual para igual seria necessário um período de duas a três semanas de aclimatação. Como isso é impossível para qualquer clube, a saída é jogar com cautela. Mas o problema é que do outro lado sempre haverá um adversário disposto a fazer tabelinha com esse 12º. jogador.

Na edição atual do torneio, o Internacional foi derrotado na estreia pelo The Strongest (3 a 1), em La Paz, e o Cruzeiro empatou com o Universidade de Sucre (0 a 0), em Sucre, a 2.810m.

A altitude modifica algumas grandezas físicas da atmosfera. Dentre todas as alterações, a que mais interfere no rendimento é a redução da pressão parcial do oxigênio, isso porque a massa de ar que está acima diminui de volume.

A quantidade de oxigênio presente no ar não se altera até 13.500m. Portanto, não falta oxigênio em La Paz, falta pressão. A 2.500m, por exemplo, essa pressão, segundo o livro Biologia do Esporte, do professor Jürgen Weineck, é um quarto menor.

Com pressão do oxigênio menor nos alvéolos pulmonares, o abastecimento desse combustível tão precioso está comprometido. Para esportes com provas de curta duração, o efeito é inverso. A resistência menor do ar permite marcas superiores aos recordes mundiais.

Em provas inferiores a dois minutos, e de ação continua como o futebol, é outra história.

Menor capacidade de reação, decisão e discernimento, nervosismo e interferência na parte técnica são alguns dos problemas mais comuns em altitudes mais severas. Quem precisa de resistência sofre mais.

Você deve estar acostumado também a ouvir que a bola é mais leve nas alturas. Não é por aí, o peso ainda é o mesmo, entre 410 e 450 gramas, o que muda é a resistência do ar, devido a pressão menor, o que a torna mais rápida.

Isso explica tantos chutes de longa distância contra os goleiros desacostumados à redução da densidade do ar. A 2.000m de altitude, por exemplo, essa diminuição da resistência do ar pode ser comparada a um vento a favor de cerca de 1,5 m/s. A combinação da bola mais rápida com o goleiro mais lento explicam algumas falhas.

A ciência ajuda a entender um pouco melhor essa questão e ensina que cada ser humano pode reagir a essas limitações de uma forma diferente. Muitos não sentem nada, mas ficam tão impressionados com os problemas que talvez possam ter que acabam reagindo como se também fossem vítimas das alturas. Mas aí o caso é para a psicologia.

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Entrevista do mês: Carille recebe o DataESPN e revela como foi o processo de reconstrução de identidade no Corinthians

Renato Rodrigues
Por Renato Rodrigues, do DataESPN
Getty
Fabio Carille durante o jogo do Corinthians contra a Chapecoense
Fabio Carille deixou de ser auxiliar-técnico de Tite e Mano Menezes para, enfim, se tornar treinador do Corinthians

Fábio Carille não foi a primeira opção da diretoria para treinar o Corinthians em 2017. Por outro lado, nunca se mostrou incomodado com este fato. Desde que recebeu a notícia de ser o escolhido para tal desafio, após quase uma década como auxiliar-técnico fixo do clube, focou no trabalho, treinamentos, na montagem do elenco e na.... organização!

Talvez este seja o maior mantra de seu trabalho até aqui à frente do Timão. Desde sempre o treinador sabia das dificuldades que teria pela frente para se firmar em meio à tanta desconfiança e pressão de um 2016 abaixo do esperado. Mas sempre garantiu que, campeão ou não, formaria um time organizado, ciente do que fazer em campo e acima de tudo competitivo.

Os meses se passaram, o título do Campeonato Paulista veio e agora, com a confiança da torcida, o treinador alvinegro vislumbra a evolução da equipe que inicia bem o Brasileirão. Vem mais conquistas por aí?

Desta vez o bate papo foi por vídeo. Tive a companhia do comentarista Paulo Calçade, do repórter Mendel Bydlowski e também do companheiro de DataESPN Ricardo Spinelli, que nos ajudou a levar parte da nossa tecnologia do dia a dia para o CT Joaquim Grava. Tudo para nos auxiliar nessa conversa mais aprofundada sobre futebol. Só futebol!

A visita do DataESPN também rendeu uma matéria especial nos canais ESPN que você pode acompanhar CLICANDO AQUI. Mas o papo foi longo e você pode assisti-lo na íntegra em três partes. Nesta primeira, logo abaixo, o treinador fala de todo planejamento e mobilização criada para trazer velhas essências que o Corinthians trazia consigo nos últimos anos, principalmente vindas dos trabalhos de Tite e Mano Menezes. Confira:

DataESPN visita: entrevista especial com Fábio Carille - Parte 1

Nesta segunda parte, Fábio Carille fala um pouco de como trabalhar jogadores que não vem atuando como titular para que entendam os mecanismos do modelo de jogo do Corinthians. Também cita a utilização de jovens da categorias de base e de como a concentração é algo trabalhado no dia a dia dos treinamentos:

DataESPN visita: entrevista especial com Fábio Carille - Parte 2

Por fim, o bate papo fica ainda mais tático quando utilizamos a tecnologia para nos auxiliar. Na nossa "Prancheta 2D", o treinador alvinegro explica o porquê de ter aberto mão do 4-1-4-1 em alguns momentos da temporada, a importância de Jô para o funcionamento da equipe e, principalmente, o conceito da linha defensiva de 4, algo tão forte e bem trabalhado no Corinthians nos últimos anos:

DataESPN visita: entrevista especial com Fábio Carille - Parte 3

Me siga no Twitter: @rnato_rodrigues

E acompanhe as análises no Facebook: Renato Rodrigues

 

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Administrar o jogo: Sálvio e Calçade explicam a 'Regra 18', que não está no manual de arbitragem

Sálvio Spinola
ESPN.com.br

Existem 17 regras no manual de arbitragem. Na prática, porém, há mais uma norma: no 'Regra 18' desta terça-feira, que foi ao ar durante o Bate Bola Na Veia, Sálvio Spinola e Paulo Calçade explicaram como os árbitros controlam o jogo, interferindo na aplicação de cartões, acréscimos e outras ações.

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A cobrança de tiro de canto, o popular 'escanteio': 'Regra 18' explica a norma 17 do futebol

Sálvio Spinola
ESPN.com.br

Na última regra do livro do futebol, Sálvio Spinola e Paulo Calçade explicam como funciona o tiro de canto, mais conhecido como 'escanteio'. Toda norma tem suas peculiaridades, assim como o escanteio tem as suas. Confira a explicação da Regra 17, que foi ao ar no Bate Bola Na Veia desta terça-feira.

A cobrança de tiro de canto, o popular 'escanteio': 'Regra 18' explica a norma 17 do futebol
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Reversão no lateral, detalhes do tiro de meta: 'Regra 18' explica as normas 15 e 16 do futebol

Sálvio Spinola
ESPN.com.br

Parecem regras simples, mas existem nelas vários detalhes que podem gerar dúvidas. O lateral e o tiro de meta são os objetos das normas 15 e 16 do futebol, que foram destrinchadas por Sálvio Spinola e Paulo Calçade no ‘Regra 18' desta terça-feira, exibido durante o Bate Bola Na Veia.

Reversão no lateral, detalhes do tiro de meta: 'Regra 18' explica as normas 15 e 16 do futebol
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Paradinha, invasão, goleiro adiantado: 'Regra 18' explica a norma 14, sobre cobrança de pênaltis

Sálvio Spinola
ESPN.com.br

Você sabe tudo sobre a regra do pênalti? Jogadores, goleiros e árbitros são sempre desafiados por situações específicas da penalidade máxima. Nesta terça-feira, Sálvio Spinola e Paulo Calçade explicaram a norma 14 do futebol no 'Regra 18', que foi ao ar durante o Bate Bola Na Veia.

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É para cartão vermelho? 'Regra 18' termina de explicar a norma 12 do futebol

Sálvio Spinola
ESPN.com.br

É para expulsão? Essa dúvida ronda muitas partidas de futebol e a resposta está prevista na regra 12 do esporte. Sálvio Spinola e Paulo Calçade explicaram quais situações são passíveis de cartão vermelho no episódio desta terça-feira do ‘Regra 18', exibido durante o Bate Bola Na Veia.

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Sete situações são advertidas com cartão amarelo: 'Regra 18' destrincha a regra 12

Sálvio Spinola
ESPN.com.br

O 'Regra 18' continua explicando a 12ª norma do futebol. Nesta terça-feira, Sálvio Spinola e Paulo Calçade destrincharam as situações que são advertidas com cartão amarelo. Durante o Bate Bola Na Veia, eles mostraram que faltas persistentes, não cumprir distância regulamentar, retardar início do jogo, conduta antidesportiva, entrar em campo sem autorização, reclamar contra a arbitragem e até abandonar o campo podem geram punições.

Sete situações são advertidas com cartão amarelo: 'Regra 18' destrincha a regra 12
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Recuos, seis segundos, jogo perigoso: quais infrações são tiros livres indiretos? 'Regra 18' explica a regra 12

Sálvio Spinola
ESPN.com.br

Existem infrações no futebol que são punidas com tiros livres indiretos e poucos conhecem todas as normas da regra 12. Sálvio Spinola e Paulo Calçade destrincharam as faltas indiretas no 'Regra 18', que foi ao ar durante o Bate Bola Na Veia desta terça-feira.

Recuo, seis segundos, jogo perigoso... Quais infrações são tiros livres indiretos? 'Regra 18' explica a regra 12
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O que é falta e o que merece cartão? 'Regra 18' explica a polêmica regra 12

Sálvio Spinola
ESPN.com.br

No 'Regra 18' desta terça-feira, Sálvio Spinola e Paulo Calçade explicaram a norma 12 do futebol durante o Bate Bola Na Veia. Quais ações dentro do jogo devem ser punidas com tiro livre direto? O que é falta e o que não? Saiba a diferença entre lance imprudente, temerário e de força excessiva, tirando todas as suas dúvidas!

O que é falta e o que merece cartão? 'Regra 18' explica a polêmica regra 12
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O que é participar do lance, levar vantagem e interferir no adversário? 'Regra 18' destrincha o impedimento

Sálvio Spinola
ESPN.com.br

O que é participar do lance, levar vantagem ou interferir no adversário? Todas essas ações são fundamentais na regra 11 do futebol, o impedimento, mas são difíceis de entender. Nesta terça-feira, Salvio Spinola e Paulo Calçade destrincharam essas normas em mais um episódio do ‘Regra 18' durante o Bate Bola Na Veia.

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Contusões, jogador fora de campo, braço na frente: 'Regra 18' esclarece a posição de impedimento

Sálvio Spinola
ESPN.com.br

A posição de impedimento rende muita discussão e suscita muitas dúvidas. No 'Regra 18' que foi exibido durante o Bate Bola Na Veia desta terça-feira, Salvio Spinola e Paulo Calçade esclareceram as questões sobre essa norma. Por exemplo, afirmaram que jogadores contundidos ou fora do campo podem dar condição de jogo aos atacantes.

Contusões, jogador fora de campo, braço na frente: 'Regra 18' esclarece a posição de impedimento
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Jogar, interferir ou ganhar vantagem: 'Regra 18' explica a famosa norma 11, do impedimento

Sálvio Spinola
ESPN.com.br

O 'Regra 18' desta terça-feira explicou e analisou a famosa regra 11, do impedimento. Durante o Bate Bola Na Veia, Salvio Spinola e Paulo Calçade mostraram que para se aplicar a regra, o atleta impedido deve jogar, interferir ou ganhar vantagem no lance.

Jogar, interferir ou ganhar vantagem: 'Regra 18' explica a famosa norma 11, do impedimento
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Bola em jogo e determinando o resultado: 'Regra 18' explica as normas 9 e 10 do futebol

Sálvio Spinola
ESPN.com.br

No episódio desta semana do 'Regra 18', Paulo Calçade e Sálvio Spinola explicaram as normas 9 e 10 do futebol: 'Bola em jogo' e 'Determinando o resultado'. Os árbitros e as bandeirinhas de escanteio, por exemplo, são neutros. Já a 'regra 10' foi alterada recentemente para incluir critérios de desempate em um jogo.

Bola em jogo e determinando o resultado: 'Regra 18' explica as normas 9 e 10 do futebol
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Tempo de jogo e dimensões são sempre iguais? 'Regra 18' explica e mostra que nem sempre é assim

Sálvio Spinola
ESPN.com.br

Nesta edição do 'Regra 18', Sálvio Spinola e Paulo Calçade explicam que as dimensões de campo e o tempo de jogo nem sempre são os mesmos no futebol. Existem casos que isso pode ser combinado e ter tempos diferentes.

'Regra 18' explica regra 7 e 8: dimensões e tempo de jogo
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Tempo de jogo e dimensões são sempre iguais? 'Regra 18' explica e mostra que nem sempre é assim

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'Regra 18' explica a norma 6 do futebol: os oficiais de jogo

Sálvio Spinola
ESPN.com.br

No episódio desta semana do 'Regra 18', Paulo Calçade e Sálvio Spinola falam sobre a regra seis do futebol: os oficiais de jogo. A partir de 1 de junho, essa norma vai incluir o bandeirinha, o quarto árbitro, o árbitro adicional e o árbitro assistente reserva. Assista!

'Regra 18' explica a norma 6 do futebol: os oficiais de jogo
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Chuteira é item não-obrigatório e esquema de uniformes; 'Regra 18' explica norma 4 do futebol

Sálvio Spinola

Neste capítulo de 'Regra 18', Paulo Calçade e Sálvio Spinola explicam a norma 4 do futebol, explicando quais os itens obrigatórios nos uniformes dos jogadores e qual número mínimo de jogadores para que uma partida possa continuar.

Chuteira é item não-obrigatório e esquema de uniformes; 'Regra 18' explica norma 4 do futebol
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Chuteira é item não-obrigatório e esquema de uniformes; 'Regra 18' explica norma 4 do futebol

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No 'Entrando de Fininho', o comentarista Paulo Calçade mostra habilidade com a raquete

Fernando Meligeni
Entrando de Fininho: Meligeni recebe Paulo Calçade, que revela admiração por Federer

No 'Entrando de Fininho' desta semana, o apresentador e ex-jogador de tênis Fernando Meligeni recebe o comentarista dos canais ESPN Paulo Calçade, que se mostrou um admirador do tênis e do tenista Roger Federer. Calçade também falou sobre o futebol brasileiro e como ele poderia ser melhor explorado.

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No 'Entrando de Fininho', o comentarista Paulo Calçade mostra habilidade com a raquete

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Futebol brasileiro marca seu primeiro gol desde os 7 a 1

Paulo Calçade
Paulo Calçade
Divulgação
Aloizio Mercadante, Dilma Rousseff, Michel Temer e George Hilton, em lançamento da MP do Futebol
Mercadante, Dilma, Temer e George Hilton, em lançamento da MP do Futebol

Para entender o impacto da Medida Provisória do futebol, assinada pela presidente Dilma Rousseff nesta quinta-feira, precisaremos deixar de lado, momentaneamente, nossas crenças político-partidárias em relação à crise que permeia o Governo. Agora, o que menos importa é de que lado você está, a favor ou contra essa administração, pois o conteúdo da MP é muito bom.

Entender os benefícios do documento é fundamental para percebermos a extensão da revolução que ele apresenta para o futebol brasileiro. Quem possui alguma relação com o esporte, seja profissional ou apenas emocional, recebeu uma lição de casa fazer.

A origem de tudo você já conhece: os clubes estão quebrados, devendo um dinheiro impossível de ser restituído aos seus credores e ao Estado. Pior, desde a renegociação dos direitos de televisão, a situação só piorou, prova incontestável de incompetência e de administração temerária dos cartolas.

Por maior que seja a dívida, os clubes não deixarão de existir. E vão continuar se financiando com o nosso dinheiro, pois utilizam os valores que deveriam ser repassados aos impostos para bancar - e muito mal - a sua atividade fim.

Como não há controle ou responsabilidade, deixa quebrar para ver o que acontece. Até hoje funcionou dessa forma. Agora, porém, quem aderir ao projeto será obrigado a ter uma boa e cuidadosa administração.

Algo precisava ser feito. E, com serenidade, constataremos que os pontos principais da MP são tão óbvios e necessários, que só mesmo a cartolagem brasileira, clubes, federações e CBF, para encontrar problemas.

Vamos a alguns pontos do texto:

1 - Publicar demonstrações contábeis padronizadas e auditadas por empresas independentes;
*** É tão óbvio que não precisa explicar.

2 - Pagar em dia todas as contribuições previdenciárias, trabalhistas e contratuais, incluindo direito de imagem;
*** A menos que você goste de receber seus salários com atraso e abra mão da sua previdência, também estamos no terreno do óbvio.

3 - Gastar no máximo 70% da receita bruta com o futebol profissional;
*** Este ponto vai gerar controvérsia. Especialistas em gestão mostram que 70% é o limite máximo para manter a casa em ordem. Vale, pois os clubes chegaram ao fundo do poço e precisam conviver com medidas mais duras. Eles procuraram isso.

4 - Manter investimento mínimo e permanente nas categorias de base e no futebol feminino;
*** Aqui entra o propósito do Governo em refundar o futebol feminino. É mais fácil agir do que reclamar. Mas os clubes vão chiar porque não há como contestar o resto.

5 - Não realizar antecipações de receitas previstas para mandatos posteriores, a não ser em situações específicas;
*** É preciso deixar claro o que são as tais "situações específicas", mas ao manter as receitas restritas ao período do mandato do cartola, a MP tenta evitar uma nova quebradeira. Os cartolas deverão aprender a trabalhar com o que têm.

6 - Adotar cronograma progressivo dos déficits que deverão ser zerados a partir de 2021;
*** Também óbvio, afinal a MP foi editada para acabar com as dívidas.

7 - Respeitar todas as regras de transparência previstas no art. 18 da Lei Pelé.
*** Não precisaríamos chegar a esse ponto, uma MP determinar que outra lei seja cumprida. Ora, já basta a lei! Mas é o que temos para hoje.

O que os clubes ganham com isso?

1 - A dívidas deverão ser pagas de 2% a 6% nos primeiros 36 meses e quitadas de 120 meses a 240 meses;

E quem falhar?

1 - Os clubes que desrespeitarem as regras poderão ser rebaixados de divisão;

2- Todos os que praticarem gestão temerária serão responsabilizados.

Agora a batalha será travada no Congresso. A aprovação da MP não será tarefa fácil, pois o futebol possui uma bancada parlamentar significativa, dedicada a lutar pelos interesses da CBF, das federações e dos clubes, que não são os mesmos da Medida Provisória, a primeira boa notícia depois dos 7 a 1.

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Zaga do São Paulo vacilou no gol de Danilo e ataque teve dificuldades em trabalhar a bola

Paulo Calçade
ESPN.com.br

No Bate Bola 3ª edição, os comentaristas Paulo Calçade analisou o comportamento da defesa do São Paulo no gol de Danilo e a dificuldade do ataque são-paulino em entrar na defesa do time de Tite.

Calçade analisa falha da zaga e problemas em São Paulo criar no clássico
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Zaga do São Paulo vacilou no gol de Danilo e ataque teve dificuldades em trabalhar a bola

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São Paulo de Muricy correu para trás em Itaquera

Paulo Calçade
Paulo Calçade

Muricy Ramalho falou em pegada, marcação, intensidade... Usou uma série de termos técnicos para explicar a derrota do São Paulo para o Corinthians. Realmente faltou muita coisa ao time, que ofereceu total liberdade para o adversário se movimentar. 

Ganso criticou o árbitro, mas não soube explicar porque não recupera bolas, algo que os veteranos Danilo e Sheik ainda fazem a caminho dos 40 anos.

A seguir, veja como a marcação são-paulina se comportou diante de um adversário bem preparado técnica e taticamente.

Em detalhes, Calçade destaca falta de marcação do 'vazio' São Paulo contra o Corinthians
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São Paulo de Muricy correu para trás em Itaquera

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