ESPN faz lista com os 100 maiores jogadores da história: opine, discorde e divirta-se

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top 100

Quem são os melhores jogadores da história da NBA? Para responder a pergunta, a ESPN recrutou especialistas do mundo inteiro. A missão é das mais ingratas, afinal, são eras distintas, posições diferentes, características até conflitantes.

Tudo começou em janeiro, com algumas "pílulas", cada uma contendo 10 jogadores. Primeiro, os armadores.Depois, alas-armadores e alas. Vieram, então, os alas-pívôs. Por fim, os pivôs

No fim de janeiro, a ESPN começou a sua contagem regressiva do top 100, chegando à apoteose na semana do Carnaval.  

Eleger 100 parece até fácil, afinal, são muitos jogadores. Mas, assim como acontece com qualquer lista, tudo - ou quase tudo - é passível de discussão. Você vai achar falta de um ou outro nome? Opa, sim. Vai ver que alguns de seus preferidos não estão entre os melhores? Com certeza. Vai discutir por que tal jogador apareceu na frente de outro? Sem dúvida!

Abaixo, a lista completa, com um pequeno perfil de cada eleito. Os prêmios foram simplificados, assim, um jogador eleito para o segundo ou terceiro time ideal da temporada aparecerá como eleito para a seleção da temporada. E por aí vai. 

Discuta, opine, discorde! E, principalmente, divirta-se"

 

1 – Michael Jordan

  • Acho que Deus se disfarçou de Michael Jordan"
  • 1986
  • Larry Bird, sobre o rival do Chicago Bulls

Posição: ala-armador

Times: Chicago Bulls (1984-93, 1995-98), Washington Wizards (2001-03)

Prêmios: 5 vezes MVP (1987-88, 1990-91, 1991-92, 1995-96, 1997-98), 6 vezes MVP das Finais, 14 vezes All-Star, 11 vezes na seleção da temporada, 9 vezes no time defensivo do ano, 10 vezes cestinha da temporada, Jogador Defensivo do Ano (1987-88), Novato do Ano (1984-85), eleito para o Hall da Fama

Títulos: 6 (1991, 1992, 1993, 1996, 1997, 1998)

Números da carreira (média): 30,1 pontos, 6,2 rebotes, 5,3 assistências, 49,7% de aproveitamento

Apelido: Air Jordan, His Airness

Você sabia? Nas 11 temporadas nas quais jogou pelo menos 20 partidas com os Bulls, Jordan terminou entre os cinco mais votados para o prêmio do MVP dez vezes. A exceção? A temporada de novato, quando terminou em sexto. E nos playoffs, analisando pela posição de classificação, nos tempos de MJ, os Bulls nunca foram superados contra franquias de campanha igual ou inferior. O recorde é de 24 vitórias e nenhuma derrota.

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Michael Jordan 1

 

2 – Kareem Abdul-Jabbar

Posição: pivô

Times: Mikwaukee Bucks (1969-1975), Los Angeles Lakers (1975-1989)

Prêmios: 6 vezes MVP (1970-71, 1971-72, 1973-74, 1975-76, 1976-77, 1979-80), 2 vezes MVP das Finais, 19 vezes All-Star, 15 vezes no time ideal da temporada, 10 vezes no time defensivo do ano, Novato do Ano (1969-70), eleito para o Hall da Fama

Títulos: 6 (1971, 1980, 1982, 1985, 1987, 1988)

Números da carreira (média): 24,6 pontos, 11,2 rebotes, 2,6 tocos, 55,9% de aproveitamento

Apelido: Cap

Você sabia? Ele simplesmente é o líder de todos os tempos da NBA em relação aos prêmios de MVP, pontos e win shares (percentual de vitórias obtidas por partidas disputadas). Quer mais? Abdul-Jabbar é dono de três dos seis melhores anos da história em win shares, incluindo a temporada 1971-1972, quando terminou com médias de 34,8 pontos e 16,6 rebotes. Se contarmos apenas as seis temporadas pré-Lakers, o pivô ainda se mantém entre os 50 melhores da história da NBA no quesito.

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Kareem Abdul-Jabbar 2

 

3 – LeBron James

Posição: ala

Times: Cleveland Cavaliers (2003-2010, 2014-hoje), Miami Heat (2010-2014)

Prêmios: 4 vezes MVP (2008-09, 2009-10, 2011-12, 2012-13), 2 vezes MVP das Finais, 11 vezes All-Star, 11 vezes no time ideal da liga, 6 vezes no time defensivo do ano, Novato do Ano (2003-04), cestinha da temporada (2007-08)

Títulos: 2 (2012, 2013)

Números da carreira (média): 27,3 pontos, 7,1 rebotes, 6,9 assistências, 49,6% de aproveitamento

Apelido: King James, The Chosen One

Você sabia? LeBron James e Michael Jordan são os únicos jogadores na história da NBA com quatro temporadas tendo avaliação de eficiência (um índice matemático conhecido pela sigla PER) igual ou maior que 30. A performance de LeBron nas finais de 2015 foi uma das melhores de todos os tempos, o que fez ele se tornar o primeiro jogador na história das decisões a liderar todos os jogadores em pontos, rebotes e assistências. Ele marcou ou deu assistência em 57,7 pontos por jogo, o maior número de qualquer jogador na história das finais.

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LeBron James 3

 

4 – Magic Johnson

Posição: armador

Time: Los Angeles Lakers (1979-1991, 1995-1996)

Prêmios: 3 vezes MVP (1986-87, 1988-89, 1989-90), 3 vezes MVP das Finais, 12 vezes All-Star, 10 vezes no time ideal da temporada, eleito para o Hall da Fama

Títulos: 5 (1980, 1982, 1985, 1987, 1988)

Números da carreira (média): 19,5 pontos, 7,2 rebotes, 11,2 assistências, 52 % de aproveitamento

Você sabia? No seu melhor e no maior palco, as decisões da liga, Magic Johnson é o único jogador na história das finais da NBA com múltiplos triple-doubles em jogos que fecharam as séries. Ele teve média de 12 assistências por partida em seis vezes nas finais da NBA. Nenhum outro jogador conseguiu isto nem mesmo uma vez.

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4 Magic Johnson

 

5 – Wilt Chamberlain

Posição: pivô

Times: Philadelphia/San Francisco Warriors (1959-1965), Philadelphia 76ers (1965-1968), Los Angeles Lakers (1968-1973)

Prêmios: 4 vezes MVP (1959-60, 1965-66, 1966-67, 1967-68), 1 vez MVP das Finais (1972), 13 vezes All-Star, 10 vezes no time ideal da temporada, 2 vezes no time defensivo do ano, Novato do Ano (1959-60), escolhido para o Hall da Fama

Títulos: 2 (1967, 1972)

Números da carreira (média): 30,1 pontos, 22,9 rebotes, 4,4 assistências, 54% de aproveitamento

Apelido: Wilt the Stilt, The Big Dipper

Você sabia? Chamberlain teve 118 jogos com pelo menos 50 pontos, 87 a mais que qualquer outro jogador. Ele marcou pelo menos 60 pontos 32 vezes; todos os outros jogadores na história da NBA alcançaram esta marca, juntos, 28 vezes. Ele também teve uma sequência de 186 jogos seguidos com 15 rebotes e é o único jogador que já liderou a NBA em rebotes e assistências. Fora o jogo de 100 pontos...

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5 Wilt Chamberlain

 

6 – Larry Bird

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Larry Bird 6

Posição: ala

Time: Boston Celtics (1979-1992)

Prêmios: 3 vezes MVP (1983-84, 1984-85, 1985-86), 2 vezes MVP das Finais, 12 vezes All-Star, 10 vezes na seleção do ano, 3 vezes no time defensivo da temporada, Novato do Ano (1979-80), eleito para o Hall da Fama

Títulos: 3 (1981, 1984, 1986)

Números da carreira (média): 24,3 pontos, 10 rebotes, 6,3 assistências,49,6% de aproveitamento

Apelidos: Larry Legend, The Hick from French Lick

 

7 – Bill Russell

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Bill Russell 7

Posição: pivô

Time: Boston Celtics (1956-1969)

Prêmios: 5 vezes MVP (1957-58, 1960-61, 1961-62, 1962-63, 1964-65), 12 vezes All-Star, 11 vezes na seleção do ano, 1 vez no time defensivo da temporada (1968-69), eleito para o Hall da Fama

Títulos: 11 (1957, 1959, 1960, 1961, 1962, 1963, 1964, 1965, 1966, 1968, 1969)

Números da carreira (média): 15,1 pontos, 22,5 rebotes, 4,3 assistências, 44% de aproveitamento

 

8 – Tim Duncan

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Tim Duncan 8

Posição: ala-pivô

Time: San Antonio Spurs (1997-hoje)

Prêmios: 2 vezes MVP (2001-02, 2002-03), 3 vezes MVP das Finais, 15 vezes All-Star, 15 vezes na seleção do ano, 15 vezes no time defensivo da temporada, Novato do Ano (1997-98)

Títulos: 5 (1999, 2003, 2005, 2007, 2014)

Números da carreira (média): 19,3 pontos, 10,9 rebotes, 2,2 tocos, 50,6% de aproveitamento

Apelido: The Big Fundamental

 

9 – Shaquille O'Neal

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Shaquille O'Neal 9

Posição: pivô

Times: Orlando Magic (1992-96), Los Angeles Lakers (1996-2004), Miami Heat (2004-08), Phoenix Suns (2008-09), Cleveland Cavaliers (2009-10), Boston Celtics (2010-11)

Prêmios: 1 vez MVP (1999-2000), 3 vezes MVP das Finais, 15 vezes All-Star, 14 vezes na seleção do ano, 3 vezes no time defensivo da temporada, Novato do Ano (1992-93)

Títulos: 4 (2000, 2001, 2002, 2006)

Números da carreira (média): 23,7 pontos, 10,9 rebotes, 2,3 tocos, 58,2% de aproveitamento

Apelidos: Shaq, Diesel, The Big Aristotle, Most Dominant Ever, Superman

 

10 - Hakeem Olajuwon

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Hakeem Olajuwon 10

Posição: pivô

Times: Houston Rockets (1984-2001), Toronto Raptors (2001-02)

Prêmios: 1 vez MVP (1993-94), 2 vezes Jogador Defensivo do Ano, 12 vezes All-Star, 2 vezes MVP das Finais, 12 vezes na seleção do ano, 9 vezes no time defensivo da temporada, eleito para o Hall da Fama

Títulos: 2 (1994, 1995)

Números da carreira (média): 21,8 pontos, 11,1 rebotes, 3,1 tocos, 1,7 roubada de bola

Apelido: The Dream

 

11 - Oscar Robertson

Posição: armador

Times: Cincinnati Royals (1960-70), Milwaukee Bucks (1970-1974)

Prêmios: 1 vez MVP (1963-64), 12 vezes All-Star, 11 vezes na seleção do ano, Novato do Ano (1960-61), eleito para o Hall da Fama

Título: 1 (1971)

Números da carreira (média): 25,7 pontos, 7,5 rebotes, 9,5 assistências, 48,5% de aproveitamento

Apelido: Big O

 

12 - Kobe Bryant

Posição: ala-armador

Time: Los Angeles Lakers (1996-hoje)

Prêmios: 1 vez MVP (2007-08), 2 vezes MVP das Finais, 18 vezes All-Star, 15 vezes na seleção do ano, 2 vezes cestinha da temporada

Títulos: 5 (2000, 2001, 2002, 2009, 2010)

Números da carreira (média): 25,1 pontos, 5,3 rebotes, 4,7 assistências, 44,9% de aproveitamento

Apelido: The Black Mamba, Vino

 

13 - Jerry West

Posição: ala-armador

Time: Los Angeles Lakers (1960-1974)

Prêmios: 1 vez MVP das Finais (1969), 14 vezes All-Star, 12 vezes na seleção do ano, 5 vezes no time defensivo da temporada, eleito para o Hall da Fama

Título: 1 (1972)

Números da carreira (média): 27 pontos, 6,7 assistências, 2,6 roubadas de bola, 47,4% de aproveitamento

Apelido: The Logo

 

14 - Julius Erving

Posição: ala-pivô

Times: Virginia Squires (1971-1973), New York Nets (1973-1976), Philadelphia 76ers (1976-1987)

Prêmios: 1 vez MVP (1980-81), 11 vezes All-Star, 7 vezes na seleção do ano, eleito para o Hall da Fama

Título: 1 (1983)

Números da carreira (média): 24,2 pontos, 8,5 rebotes, 4,2 assistências, 50,6% de aproveitamento

Apelido: Dr. J

 

15 - Moses Malone

Posição: pivô

Times: Utah Stars (1974-75), Spirits of St. Louis (1975-76), Buffalo Braves (1976), Houston Rockets (1976-1982), Philadelphia 76ers (1982-1986, 1993-94), Washington Bullets (1986-1988), Atlanta Hawks (1988-1991), Milwaukee Bucks (1991-1993), San Antonio Spurs (1994-95)

Prêmios: 3 vezes MVP (1978-79, 1981-82, 1982-83), 1 vez MVP das Finais (1983), 12 vezes All-Star, 8 vezes na seleção do ano, 2 vezes no time defensivo da temporada, eleito para o Hall da Fama

Título: 1 (1983)

Números da carreira (média): 20,3 pontos, 12,3 rebotes, 1,3 toco, 49.5% de aproveitamento

Apelido: Chairman of the Boards

 

16 - Karl Malone

Posição: ala-pivô

Times: Utah Jazz (1985-2003), Los Angeles Lakers (2003-2004)

Prêmios: 2 vezes MVP (1996-97, 1998-99), 14 vezes All-Star, 14 vezes na seleção do ano, 4 vezes no time defensivo da temporada, eleito para o Hall da Fama

Títulos: nenhum

Números da carreira (média): 25 pontos, 10,1 rebotes, 3,6 assistências, 51,6% de aproveitamento

Apelido: The Mailman

 

17 - Dirk Nowitzki

Posição: ala-pivô

Time: Dallas Mavericks (1998-hoje)

Prêmios: 1 vez MVP (2006-07), MVP das Finais (2010-11), 13 vezes All-Star, 12 vezes na seleção do ano

Título: 1 (2011)

Números da carreira (média): 22,1 pontos, 7,9 rebotes, 2,6 assistências, 47,5% de aproveitamento

 

18 - Charles Barkley

Posição: ala-pivô

Times: Philadelphia 76ers (1984-1992), Phoenix Suns (1992-1996), Houston Rockets (1996-2000)

Prêmios: 1 vez MVP (1992-93), 11 vezes All-Star, 11 vezes na seleção do ano, eleito para o Hall da Fama

Títulos: nenhum

Números da carreira (média): 22,1 pontos, 11,7 rebotes, 1,5 roubada de bola, 54,1% de aproveitamento

Apelido: Sir Charles, the Round Mound of Rebound, The Chuckster

 

19 - John Stockton

Posição: armador

Time: Utah Jazz (1984-2003)

Prêmios: 10 vezes All-Star, 11 vezes na seleção do ano, 5 vezes no time defensivo da temporada, eleito para o Hall da Fama

Título: nenhum

Números da carreira (média): 13,1 pontos, 10,5 assistências, 2,2 roubadas de bola, 38,4% de aproveitamento de 3 pontos

 

20 - David Robinson

Posição: pivô

Time: San Antonio Spurs (1989-2003)

Prêmios: 1vez MVP (1994-95), 10 vezes All-Star, 10 vezes na seleção do ano, 8 vezes no time defensivo da temporada, Jogador Defensivo do Ano (1991-92), Novato do Ano (1989-90), eleito para o Hall da Fama

Títulos: 2 (1999, 2003)

Números da carreira (média): 21,1 pontos, 10,6 rebotes, 3 tocos, 51,8% de aproveitamento

Apelido: The Admiral

 

21 - Kevin Garnett

Posição: ala-pivô

Times: Minnesota Timberwolves (1995-2007, 2015-hoje), Boston Celtics (2007-2013), Brooklyn Nets (2013-2015)

Prêmios: 1 vez MVP (2003-04), 15 vezes All-Star, 9 vezes na seleção do ano, 12 vezes no time defensivo da temporada, Jogador Defensivo do Ano (2007-08)

Título: 1 (2008)

Números da carreira (média): 17,8 pontos, 10 rebotes, 1,4 toco, 49,7% de aproveitamento

Apelido: KG, The Big Ticket

 

22 - Kevin Durant

Posição: ala

Times: Seattle SuperSonics (2007-08), Oklahoma City Thunder (2008-hoje)

Prêmios: 1 vez MVP (2013-14), 7 vezes All-Star, 5 vezes na seleção do ano, Novato do Ano (2007-08), 4 vezes cestinha da temporada

Título: nenhum

Números da carreira (média): 27,8 pontos, 7 rebotes, 3,6 assistências, 48,3% de aproveitamento

Apelidos: KD, Durantula

 

23 - Stephen Curry

Posição: armador

Time: Golden State Warriors (2009-hoje)

Prêmios: 1 vez MVP (2014-15), 3 vezes All-Star, 2 vezes na seleção do ano

Títulos: 1 (2015)

Números da carreira (média): 21,8 pontos, 6,9 assistências, 4,2 rebotes, 44,2% de aproveitamento de 3 pontos

Apelidos: Baby-Faced Assassin, Chef Curry

 

24 - Elgin Baylor

Posição: ala

Times: Minneapolis Lakers (1958-1960), Los Angeles Lakers (1960-1971)

Prêmios: 11 vezes All-Star, 10 vezes na seleção do ano, Novato do Ano (1958-59), eleito para o Hall da Fama

Título: nenhum

Números da carreira (média): 27,4 pontos, 13,5 rebotes, 4,3 assistências, 43,1% de aproveitamento

Apelido: Mr. Inside

 

25 - Scottie Pippen

Posição: ala

Times: Chicago Bulls (1987-1998, 2003-04), Houston Rockets (1998-99), Portland Trail Blazers (1999-2003)

Prêmios: 7 vezes All-Star, 7 vezes na seleção do ano, 10 vezes no time defensivo da temporada

Títulos: 6 (1991, 1992, 1993, 1996, 1997, 1998)

Números da carreira (média): 16,1 pontos, 6,4 rebotes, 5,2 assistências, 2 roubadas de bola

Apelido: Pip

 

26 - Isiah Thomas

Posição: armador

Time: Detroit Pistons (1981-1994)

Prêmios: 12 vezes All-Star, 5 vezes na seleção do ano, MVP das Finais (1989-90), eleito para o Hall da Fama

Títulos: 2 (1989, 1990)

Números da carreira (média): 19,2 pontos, 9,3 assistências, 1,9 roubada de bola, 45,2% de aproveitamento

Apelidos: Zeke, The Baby-Faced Assassin

 

27 - Dwyane Wade

Posição: ala-armador

Time: Miami Heat (2003-hoje)

Prêmios: 11 vezes All-Star, 8 vezes na seleção do ano, 3 vezes no time defensivo da temporada, 1 vez MVP das Finais, cestinha da temporada (2008-09)

Títulos: 3 (2006, 2012, 2013)

Números da carreira (média): 23,8 pontos, 5,8 assistências, 4,9 rebotes, 48,9% de aproveitamento

Apelidos: D-Wade, Flash

 

28 - John Havlicek

Posição: ala-armador

Time: Boston Celtics (1962-1978)

Prêmios: 13 vezes All-Star, 11 vezes na seleção do ano, 8 vezes no time defensivo da temporada, 1 vez MVP das Finais (1973-74), eleito para o Hall da Fama

Títulos: 8 (1963, 1964, 1965, 1966, 1968, 1969, 1974, 1976)

Números da carreira (média): 20,8 pontos, 6,3 rebotes, 4,8 assistências, 1,2 roubada de bola

Apelido: Hondo

 

29 - Chris Paul

Posição: armador

Times: New Orleans/Oklahoma City Hornets (2005-2007), New Orleans Hornets (2007-2011), Los Angeles Clippers (2011-hoje)

Prêmios: 8 vezes All-Star, 7 vezes na seleção do ano, 7 vezes no time defensivo da temporada, Novato do Ano (2005-06), 1 vez MVP do All-Star Game (2012-13)

Título: nenhum

Números da carreira (média): 18,7 pontos, 9,9 assistências, 4,4 rebotes, 2,3 roubadas de bola

Apelido: CP3

 

30 - Steve Nash

Posição: armador

Times: Phoenix Suns 1996-1998, 2004-2012), Dallas Mavericks (1998-2004), Los Angeles Lakers (2012-2015)

Prêmios: 2 vezes MVP (2004-05, 2005-06), 8 vezes All-Star, seven vezes na seleção do ano

Título: nenhum

Números da carreira (média): 14,3 pontos, 8,5 assistências, 49% de aproveitamento, 90,4% de aproveitamento nos lances livres

Apelido: Two Time

 

31 - Kevin McHale

Posição: ala-pivô

Time: Boston Celtics (1980-1993)

Prêmios: 7 vezes All-Star, 6 vezes no time defensivo da temporada, 2 vezes Sexto Homem do Ano, 1 vez na seleção da temporada (1986-87), eleito para o Hall da Fama

Títulos: 3 (1981, 1984, 1986)

Números da carreira (média): 17,9 pontos, 7,3 rebotes, 1,7 toco, 55,4% de aproveitamento

Apelido: Black Hole

 

32 - Patrick Ewing

Posição: pivô

Times: New York Knicks (1985-2000), Seattle SuperSonics (2000-01), Orlando Magic (2001-02)

Prêmios: 11 vezes All-Star, 7 vezes na seleção do ano, 3 vezes no time defensivo da temporada, Novato do Ano (1985-86), eleito para o Hall da Fama

Título: nenhum

Números da carreira (média): 21 pontos, 9,8 rebotes, 2,4 tocos, 50,4% de aproveitamento

Apelidos: Big Pat, Hoya Destroya

 

33 - George Mikan

Posição: pivô

Times: Minneapolis Lakers (1947-56), also played in the NBL and the BAA

Prêmios: 4 vezes All-Star, 6 vezes na seleção do ano, 3 vezes cestinha da temporada, eleito para o Hall da Fama

Títulos: 7 (1947-NBL, 1948-NBL, 1949-BAA, 1950, 1952, 1953, 1954)

Números da carreira (média): 23,1 pontos, 13,4 rebotes, 2,8 assistências, 40,4% de aproveitamento

Apelido: Mr. Basketball

 

34 - Bob Pettit

Posição: ala-pivô

Times: Milwaukee Hawks (1954-55), St. Louis Hawks (1955-1965)

Prêmios: 2 vezes MVP, 11 vezes All-Star, 9 vezes na seleção do ano, Novato do Ano (1954-55), 2 vezes cestinha da temporada, eleito para o Hall da Fama

Título: 1 (1958)

Números da carreira (média): 26,4 pontos, 16,2 rebotes, 3assistências, 43,6% de aproveitamento

Apelidos: Big Blue, The Bombardier from Baton Rouge

 

35 - Jason Kidd

Posição: armador

Times: Dallas Mavericks (1994-1996, 2008-2012), Phoenix Suns (1996-2001), New Jersey Nets (2001-2008), New York Knicks (2012-13)

Prêmios: 10 vezes All-Star, 6 vezes na seleção do ano, 9 vezes no time defensivo da temporada, Novato do Ano (1994-95)

Título: 1 (2011)

Números da carreira (média): 12,6 pontos, 8,7 assistências, 6,3 rebotes, 1,9 roubada de bola

 

36 - Clyde Drexler

Posição: ala-armador

Times: Portland Trail Blazers (1984-1995), Houston Rockets (1995-1998)

Prêmios: 10 vezes All-Star, 5 vezes na seleção do ano, eleito para o Hall da Fama

Título: 1 (1995)

Números da carreira (média): 20,4 pontos, 6,1 rebotes, 5,6 assistências, 2 roubada de bola

Apelido: Clyde The Glide

 

37 - Rick Barry

Posição: ala

Times: San Francisco Warriors (1965-1967), Oakland Oaks (1968-69), Washington Capitols (1969-70), New York Nets (1970-1972), Golden State Warriors (1972-1978), Houston Rockets (1978-1980); barred from playing in ABA during 1967-68 season

Prêmios: 8 vezes NBA All-Star, 4 vezes ABA All-Star, 6 vezes na seleção do ano, 4 vezes no time ideial da ABA, cestinha da temporada (1966-67), eleito para o Hall da Fama

Título: 1 (1975)

Números da carreira (média): 24,8 pontos, 6,7 rebotes, 4,9 assistências, 89,3% de aproveitamento nos lances livres

Apelido: The Miami Greyhound

 

38 - Walt Frazier

Posição: armador

Times: New York Knicks (1967-1977), Cleveland Cavaliers (1977-1980)

Prêmios: 7 vezes All-Star, 6 vezes na seleção do ano, 7 vezes no time defensivo da temporada, eleito para o Hall da Fama

Títulos: 2 (1970, 1973)

Números da carreira (média): 18,9 pontos, 6,1 assistências, 5,9 rebotes, 1,9 roubada de bola

Apelido: Clyde

 

39 - Bob Cousy

Posição: armador

Times: Boston Celtics (1950-1963), Cincinnati Royals (1969-70)

Prêmios: 1 vez MVP (1956-57), 13 vezes All-Star, 12 vezes na seleção do ano, eleito para o Hall da Fama

Títulos: 6 (1957, 1959, 1960, 1961, 1962, 1963)

Números da carreira (média): 18,4 pontos, 7,5 assistências, 5,2 rebotes, 80,3% de aproveitamento nos lances livres

Apelidos: Cooz, Houdini of the Hardwood

 

40 - Elvin Hayes

Posição: ala-pivô

Times: San Diego Rockets (1968-1971), Houston Rockets (1971-72, 1981-1984), Baltimore Bullets (1972-73), Capital Bullets (1973-74), Washington Bullets (1974-1981)

Prêmios: 12 vezes All-Star, 6 vezes na seleção do ano, 2 vezes no time defensivo do ano, cestinha da temporada (1968-69), eleito para o Hall da Fama

Título: 1 (1978)

Números da carreira (média): 21 pontos, 12,5 rebotes, 2 tocos, 45,2% de aproveitamento

Apelido: The Big E

 

41 - Gary Payton

Posição: armador

Times: Seattle SuperSonics (1990-2003), Milwaukee Bucks (2003), Los Angeles Lakers (2003-04), Boston Celtics (2004-05), Miami Heat (2005-2007)

Prêmios: 9 vezes All-Star, 9 vezes na seleção do ano, 9 vezes na seleção de defesa da temporada, Jogador Defensivo do Ano (1995-96), eleito para o Hall da Fama

Título: 1 (2006)

Números da carreira (média): 16,3 pontos, 6,7 assistências, 1,8 roubada de bola, 46,6% de aproveitamento

Apelido: The Glove

 

42 - Bill Walton

Posição: pivô

Times: Portland Trail Blazers (1974-1978), San Diego/Los Angeles Clippers (1979-80, 1982-1985), Boston Celtics (1985-1987); missed three seasons due to injury

Prêmios: 1 vez MVP (1977-78), 1 vez MVP das Finais (1977), 2 vezes All-Star, 2 vezes na seleção do ano, 2 vezes na seleção de defesa da temporada, Sexto Homem do Ano (1985-86), eleito para o Hall da Fama

Títulos: 2 (1977, 1986)

Números da carreira (média): 13,3 pontos, 10,5 rebotes, 2,2 tocos, 52,1% de aproveitamento

 

43 - James Worthy

Posição: ala

Times: Los Angeles Lakers (1982-1994)

Prêmios: 7 vezes All-Star, 2 vezes na seleção do ano, 1 vez MVP das Finais (1988), eleito para o Hall da Fama

Títulos: 3 (1985, 1987, 1988)

Números da carreira (média): 17,6 pontos, 5,1 rebotes, 3 assistências, 52,1% de aproveitamento

Apelido: Big Game James

 

44 - Dominique Wilkins

Posição: ala

Times: Atlanta Hawks (1982-1994), Los Angeles Clippers (1994), Boston Celtics (1994-1996), San Antonio Spurs (1996-97), Orlando Magic (1999)

Prêmios: 9 vezes All-Star, 7 vezes na seleção do ano, eleito para o Hall da Fama

Título: nenhum

Números da carreira (média): 25,2 pontos, 6,8 rebotes, 2,5 assistências, 46,1% de aproveitamento

Apelido: Human Highlight Film

 

45 - Paul Pierce

Posição: ala

Times: Boston Celtics (1998-2013), Brooklyn Nets (2013-14), Washington Wizards (2014-15), Los Angeles Clippers (2015-hoje)

Prêmios: 10 vezes All-Star, 4 vezes na seleção do ano, MVP das Finais (2008)

Título: 1 (2008)

Números da carreira (média): 20,2 pontos, 5,7 rebotes, 3,6 assistências, 37,0% de aproveitamento de 3 pontos

Apelido: The Truth

 

46 - Allen Iverson

Posição: armador

Times: Philadelphia 76ers (1996-2006), Denver Nuggets (2006-2008), Detroit Pistons (2008-2009), Memphis Grizzlies (2009), 76ers (2009-10)

Prêmios: 1 vez MVP (2000-01), 11 vezes All-Star, 7 vezes na seleção do ano, 4 vezes cestinha da temporada, Novato do Ano (1996-97)

Título: nenhum

Números da carreira (média): 26,7 pontos, 6,2 assistências, 2,2 roubadas de bola, 42,5% de aproveitamento

Apelido: The Answer

 

47 - George Gervin

Posição: ala-armador

Times: Virginia Squires (1972-73), San Antonio Spurs (1973-1985), Chicago Bulls (1985-86)

Prêmios: 9 vezes NBA All-Star, 7 vezes na seleção do ano, 4 vezes cestinha da temporada, eleito para o Hall da Fama

Título: nenhum

Números da carreira (média): 25,1 pontos, 6,5 rebotes, 2,7 assistências, 50,1% de aproveitamento

Apelido: Iceman

 

48 - Willis Reed

Posição: pivô

Time: New York Knicks (1964-74)

Prêmios: 1 vez MVP (1969-70), 2 vezes MVP das Finais (1970, 1973), 7 vezes All-Star, 5 vezes na seleção do ano, Novato do Ano (1964-65), eleito para o Hall da Fama

Títulos: 2 (1970, 1973)

Números da carreira (média): 18,7 pontos, 12,9 rebotes, 47,6% de aproveitamento

Apelido: The Captain

 

49 - Russell Westbrook

Posição: armador

Time: Oklahoma City Thunder (2008-hoje)

Prêmios: 5 vezes All-Star, 4 vezes na seleção do ano, cestinha da temporada (2014-15)

Título: nenhum

Números da carreira (média): 21,4 pontos, 7,4 assistências, 5,4 rebotes, 1,8 roubada de bola

 

50 - Ray Allen

Posição: ala-armador

Times: Milwaukee Bucks (1996-2003), Seattle SuperSonics (2003-2007), Boston Celtics (2007-2012), Miami Heat (2012-2014)

Prêmios: 10 vezes All-Star, 2 vezes na seleção do ano

Títulos: 2 (2008, 2013)

Números da carreira (média): 18,9 pontos, 4,1 rebotes, 40% de aproveitamento de 3 pontos, 89,4% de aproveitamento nos lances livres

Apelido: Jesus Shuttlesworth

 

51 - Reggie Miller

Posição: ala-armador

Time: Indiana Pacers (1987-2005)

Prêmios: 5 vezes All-Star, 3 vezes na seleção do ano

Título: nenhum

Números da carreira (média): 18,2 pontos, 3 rebotes, 3 assistências, 39,5% de aproveitamento de 3 pontos

 

52 - Bob McAdoo

Posição: ala-pivô

Times: Buffalo Braves (1972-1976), New York Knicks (1976-1979), Boston Celtics (1979), Detroit Pistons (1979-1981), New Jersey Nets (1981), Los Angeles Lakers (1981-1985), Philadelphia 76ers (1986)

Prêmios: 1 vez MVP (1974-75), 5 vezes All-Star, 2 vezes na seleção do ano, 3 vezes cestinha da temporada, Novato do Ano (1972-73), eleito para o Hall da Fama

Títulos: 2 (1982, 1985)

Números da carreira (média): 22,1 pontos, 9,4 rebotes, 1,5 toco, 50,3% de aproveitamento

 

53 - Wes Unseld

Posição: pivô

Times: Baltimore Bullets (1968-1973), Capitol Bullets (1973-74), Washington Bullets (1974-1981)

Prêmios: 6 vezes All-Star, 1 vez MVP das Finais (1978), Novato do Ano, 11 vezes na seleção do ano, eleito para o Hall da Fama

Título: 1 (1978)

Números da carreira (média): 10,8 pontos, 14 rebotes, 3,9 assistências, 50,9% de aproveitamento

 

54 - Bernard King

Posição: ala

Times: New Jersey Nets (1977-1979), Utah Jazz (1979-80), Golden State Warriors (1980-1982), New York Knicks (1982-87), Washington Bullets (1987-1991), New Jersey Nets (1992-93), missed 1985-86 and 1991-92 seasons to injury

Prêmios: 4 vezes All-Star, 4 vezes na seleção do ano, Jogador que mais evoluiu na temporada (1981), cestinha da temporada (1984-85)

Título: nenhum

Números da carreira (média): 22,5 pontos, 5,8 rebotes, 3,3 assistências, 51,8% de aproveitamento

 

55 - Dave Cowens

Posição: ala-pivô

Times: Boston Celtics (1970-1980), Milwaukee Bucks (1982-83)

Prêmios: 1 vez MVP (1972-73), 7 vezes All-Star, 3 vezes na seleção do ano, 3 vezes no time defensivo do ano, Novato do Ano (1970-71), eleito para o Hall da Fama

Títulos: 2 (1974, 1976)

Números da carreira (média): 17,6 pontos, 13,6 rebotes, 3,3 assistências, 46% de aproveitamento

Apelido: Big Red

 

56 - Pau Gasol

Posição: ala-pivô

Times: Memphis Grizzlies (2001-2008), Los Angeles Lakers (2008-2014), Chicago Bulls (2014-hoje)

Prêmios: 5 vezes All-Star, Novato do Ano (2001-02), 4 vezes na seleção do ano

Títulos: 2 (2009, 2010)

Números da carreira (média): 18,3 pontos, 9,5 rebotes, 1,7 toco, 51,1% de aproveitamento

 

57 - Robert Parish

Posição: pivô

Times: Golden State Warriors (1976-1980), Boston Celtics (1980-1994), Charlotte Hornets (1994-1996), Chicago Bulls (1996-97)

Prêmios: 9 vezes All-Star, 2 vezes na seleção do ano, eleito para o Hall da Fama

Títulos: 4 (1981, 1984, 1986, 1997)

Números da carreira (média): 14,5 pontos, 9,1 rebotes, 1,5 toco, 53,7% de aproveitamento

Apelido: The Chief

 

58 - Tony Parker

Posição: armador

Time: San Antonio Spurs (2002-hoje)

Prêmios: 6 vezes All-Star, 4 vezes na seleção do ano, 1 vez MVP das Finais (2007)

Títulos: 4 (2003, 2005, 2007, 2014)

Números da carreira (média): 16,7 pontos, 5,9 rebotes, 49,5% de aproveitamento

 

59 - Carmelo Anthony

Posição: ala

Times: Denver Nuggets (2003-2011), New York Knicks (2011-hoje)

Prêmios: 9 vezes All-Star, 6 vezes na seleção do ano, cestinha da temporada (2012-13)

Título: nenhum

Números da carreira (média): 25 pontos, 6,6 rebotes, 3,1 assistências, 45,4% de aproveitamento

Apelido: Melo

 

60 - Earl Monroe

Posição: ala-armador

Times: Baltimore Bullets (1967-1971), New York Knicks (1971-1980)

Prêmios: 4 vezes All-Star, 1 vez na seleção da temporada (1969), Novato do Ano (1967-68), eleito para o Hall da Fama

Título: 1 (1973)

Números da carreira (média): 18,8 pontos, 3,9 assistências, 3 rebotes, 46,4% de aproveitamento

Apelidos: Earl The Pearl, Black Jesus

 

61 - Manu Ginóbili

Posição: ala-armador

Time: San Antonio Spurs (2002-hoje)

Prêmios: 2 vezes All-Star, 2 vezes na seleção do ano, Sexto Homem do Ano (2007-08)

Títulos: 4 (2003, 2005, 2007, 2014)

Números da carreira (média): 14,2 pontos, 4 assistências, 1,4 roubada de bola, 45% de aproveitamento

 

62 - Alex English

Posição: ala

Times: Milwaukee Bucks (1976-1978), Indiana Pacers (1978-1980), Denver Nuggets (1980-1990), Dallas Mavericks (1990-91)

Prêmios: 8 vezes All-Star, 3 vezes na seleção do ano, cestinha da temporada (1982-83), eleito para o Hall da Fama

Título: nenhum

Números da carreira (média): 21,5 pontos, 5,5 rebotes, 3,6 assistências, 50,7% de aproveitamento

 

63 - Tracy McGrady

Posição: ala-armador

Times: Toronto Raptors (1997-2000), Orlando Magic (2000-2004), Houston Rockets (2004-2010), New York Knicks (2010), Detroit Pistons (2010-11), Atlanta Hawks (2011-12)

Prêmios: 7 vezes All-Star, 7 vezes na seleção do ano, Jogador que mais evoluiu (2000-01), 2 vezes cestinha da temporada

Título: nenhum

Números da carreira (média): 19,6 pontos, 5,6 rebotes, 4,4 assistências, 43,5% de aproveitamento

Apelidos: T-Mac, The Big Sleep

 

64 - Dennis Rodman

Posição: ala-pivô

Times: Detroit Pistons (1986-1993), San Antonio Spurs (1993-1995), Chicago Bulls (1995-1998), Los Angeles Lakers (1998-99), Dallas Mavericks (1999-2000)

Prêmios: 2 vezes All-Star, 2 vezes na seleção do ano, 2 vezes Jogador Defensivo do Ano, 8 vezes no time defensivo da temporada, eleito para o Hall da Fama

Títulos: 5 (1989, 1990, 1996, 1997, 1998)

Números da carreira (média): 7,3 pontos, 13,1 rebotes, 1,8 assistência, 52,1% de aproveitamento

Apelido: The Worm

 

65 - Alonzo Mourning

Posição: pivô

Times: Charlotte Hornets (1992-1995), Miami Heat (1995-2002 and 2005-2008, missed 2002-03 season due to illness), New Jersey Nets (2003-2004)

Prêmios: 7 vezes All-Star, 2 vezes na seleção do ano, 2 vezes Jogador Defensivo do Ano (1998-99, 1999-00), 2 vezes no time defensivo da temporada, eleito para o Hall da Fama

Título: 1 (2006)

Números da carreira (média): 17,1 pontos, 8,5 rebotes, 2,8 tocos, 52,7% de aproveitamento

Apelido: Zo

 

66 - Chris Webber

Posição: ala-pivô

Times: Golden State Warriors (1993-94 and 2008), Washington Bullets/Wizards (1994-1998), Sacramento Kings (1998-2005), Philadelphia 76ers (2005-2007), Detroit Pistons (2007)

Prêmios: 5 vezes All-Star, 5 vezes na seleção do ano

Título: nenhum

Números da carreira (média): 20,7 pontos, 9,8 rebotes, 4,2 assistências, 47,9% de aproveitamento

Apelido: C-Webb

 

67 - Dwight Howard

Posição: pivô

Times: Orlando Magic (2004-2012), Los Angeles Lakers (2012-13), Houston Rockets (2013-hoje)

Prêmios: 8 vezes All-Star, 8 vezes na seleção do ano, 3 vezes Jogador Defensivo do Ano, 5 vezes no time defensivo da temporada

Título: nenhum

Números da carreira (média): 18 pontos, 12,7 rebotes, 2,1 tocos, 58% de aproveitamento

Apelidos: D12, Superman

 

68 - Bob Lanier

Posição: pivô

Times: Detroit Pistons (1970-1980), Milwaukee Bucks (1980-1984)

Prêmios: 8 vezes All-Star, eleito para o Hall da Fama

Título: nenhum

Números da carreira (média): 20,1 pontos, 10,1 rebotes, 3,1 assistências, 51,4% de aproveitamento

Apelido: Dobber

 

69 - Vince Carter

Posição: ala-armador

Times: Toronto Raptors (1998-2004), New Jersey Nets (2004-2009), Orlando Magic (2009-2010), Phoenix Suns (2010-11), Dallas Mavericks (2011-2014), Memphis Grizzlies (2014-hoje)

Prêmios: 8 vezes All-Star, 2 vezes na seleção do ano, Novato do Ano (1998-99)

Título: nenhum

Números da carreira (média): 19,1 pontos, 4,7 rebotes, 3,5 assistências, 43,9% de aproveitamento

Apelidos: Vinsanity, Half-Man Half-Amazing, Air Canada

 

70 - Artis Gilmore

Posição: pivô

Times: Kentucky Colonels (1971-1976, ABA), Chicago Bulls (1976-1982 and 1987), San Antonio Spurs (1982-1987), Boston Celtics (1988)

Prêmios: 11 vezes NBA/ABA All-Star, 1 vez ABA MVP (1971-72), 5 vezes na seleção da temporada da ABA, Novato do Ano da ABA (1971-72), eleito para o Hall da Fama

Título: 1 (1975, ABA)

Números da carreira (média): 18,8 pontos, 12,3 rebotes, 2,4 tocos, 58,2% de aproveitamento

Apelido: The A-Train

 

71 - Pete Maravich

Posição: ala-armador

Times: Atlanta Hawks (1970-1974), New Orleans Jazz (1974-1979), Utah Jazz (1979), Boston Celtics (1979-80)

Prêmios: 5 vezes All-Star, 4 vezes na seleção do ano, cestinha da temporada (1976-77), eleito para o Hall da Fama

Título: nenhum

Números da carreira (média): 24,2 pontos, 4,2 rebotes, 5,4 assistências, 44,1% de aproveitamento

Apelido: Pistol Pete

 

72 – Adrian Dantley

Posição: ala

Times: Buffalo Braves (1976-77), Indiana Pacers (1977), Los Angeles Lakers (1977-1979), Utah Jazz (1979-1986), Detroit Pistons (1986-1989), Dallas Mavericks (1989-90), Milwaukee Bucks (1990-91)

Prêmios: 6 vezes All-Star, 2 vezes na seleção do ano, Novato do Ano (1976-77), 2 vezes cestinha da temporada, eleito para o Hall da Fama

Títulos: nenhum

Números da carreira (média): 24,3 pontos, 5,7 rebotes, 3 assistências, 54% de aproveitamento

 

73 - Dikembe Mutombo

Posição: pivô

Times: Denver Nuggets (1991-1996), Atlanta Hawks (1996-2001), Philadelphia 76ers (2001-02), New Jersey Nets (2002-03), New York Knicks (2003-04), Houston Rockets (2004-2009)

Prêmios: 8 vezes All-Star, 3 vezes na seleção do ano, 4 vezes Jogador Defensivo do Ano, 6 vezes no time defensivo da temporada, eleito para o Hall da Fama

Título: nenhum

Números da carreira (média): 9,8 pontos, 10,3 rebotes, 2,8 tocos, 51,8% de aproveitamento

 

74 – Dolph Schayes

Posição: ala-pivô

Times: Syracuse Nationals (1949-1963), Philadelphia 76ers (1963-64)

Prêmios: 12 vezes All-Star, 12 vezes na seleção do ano, eleito para o Hall da Fama

Título: 1 (1955)

Números da carreira (média): 18,5 pontos, 12,1 rebotes, 3,1 assistências, 84,9% de aproveitamento nos lances livres

 

75 - Blake Griffin

Posição: ala-pivô

Times: Los Angeles Clippers (2009-hoje; missed 2009-10 season due to injury)

Prêmios: 5 vezes All-Star, 4 vezes na seleção do ano, Novato do Ano (2010-11)

Título: nenhum

Números da carreira (média): 21,6 pontos, 9,6 rebotes, 4 assistências, 52,2% de aproveitamento

 

76 - Nate Archibald

Posição: armador

Times: Cincinnati Royals/Kansas City Kings (1970-1976), New York Nets (1976-77), Buffalo Braves (1977-78; missed season due to injury), Boston Celtics (1978-1983), Milwaukee Bucks (1983-84)

Prêmios: 6 vezes All-Star, 5 vezes na seleção do ano, eleito para o Hall da Fama

Título: 1 (1981)

Números da carreira (média): 18,8 pontos, 7,4 assistências, 1,1 roubada de bola, 46,7% de aproveitamento

Apelido: Tiny

 

77 - Joe Dumars

Posição: ala-armador

Time: Detroit Pistons (1985-1999)

Prêmios: 1 vez MVP das Finais (1988-89), 6 vezes All-Star, 3 vezes na seleção do ano, 5 vezes no time defensivo da temporada, eleito para o Hall da Fama

Títulos: 2 (1989, 1990)

Números da carreira (média): 16,1 pontos, 4,5 assistências, 46% de aproveitamento, 38,2% de aproveitamento de 3 pontos

 

78 - Sam Jones

Posição: ala-armador

Time: Boston Celtics (1957-1969)

Prêmios: 5 vezes All-Star, 3 vezes na seleção do ano, eleito para o Hall da Fama

Títulos: 10 (1959, 1960, 1961, 1962, 1963, 1964, 1965, 1966, 1968, 1969)

Números da carreira (média): 17,7 pontos, 4,9 rebotes, 2,5 assistências, 45,6% de aproveitamento

 

79 - Jerry Lucas

Posição: ala-pivô

Times: Cincinnati Royals (1963-1969), San Francisco Warriors (1969-1971), New York Knicks (1971-1974)

Prêmios: 7 vezes All-Star, 5 vezes no time defensivo da temporada, Novato do Ano (1963-64), eleito para o Hall da Fama

Título: 1 (1973)

Números da carreira (média): 17 pontos, 15,6 rebotes, 3,3 assistências, 49,9% de aproveitamento

 

80 - Grant Hill

Posição: ala

Times: Detroit Pistons (1994-2000), Orlando Magic (2000-2007; perdeu a temporada 2003-04 por lesão), Phoenix Suns (2007-2012), Los Angeles Clippers (2012-13)

Prêmios: 7 vezes All-Star, 5 vezes na seleção do ano, Novato do Ano (1994-95)

Títulos: nenhum

Números da carreira (média): 16,7 pontos, 6 rebotes, 4,1 assistências, 48,3% de aproveitamento

 

81 – Sidney Moncrief

Posição: ala-armador

Times: Milwaukee Bucks (1979-1990), Atlanta Hawks (1990-1991)

Prêmios: 5 vezes All-Star, 5 vezes na seleção do ano, 2 vezes Jogador Defensivo do Ano

Título: nenhum

Números da carreira (média): 15,6 pontos, 4,7 rebotes, 3,6 assistências, 50,2% de aproveitamento

Apelido: The Squid

 

82 – David Thompson

Posição: ala-armador

Times: Denver Nuggets (1975-1982), Seattle SuperSonics (1982-1984)

Prêmios: 4 vezes All-Star, 2 vezes na seleção do ano, eleito para o Hall da Fama, 1vez MVP do All-Star Game (1979), 1 vez MVP do All-Star Game da ABA (1976)

Título: nenhum

Números da carreira (média): 22,7 pontos, 4,1 rebotes, 3,3 assistências, 50,4% de aproveitamento

Apelido: Skywalker

 

83 – Chris Mullin

Posição: ala

Times: Golden State Warriors (1985-1997, 2000-2001), Indiana Pacers (1997-2000)

Prêmios: 5 vezes All-Star, 4 vezes na seleção do ano, eleito para o Hall da Fama

Título: nenhum

Números da carreira (média): 18,2 pontos, 4,1 rebotes, 3,5 assistências, 38,4 % de aproveitamento nos 3 pontos

 

84 - Dennis Johnson

Posição: armador

Times: Seattle SuperSonics (1976-1980), Phoenix Suns (1980-1983), Boston Celtics (1983-1990)

Prêmios: 5 vezes All-Star, 2 vezes na seleção do ano, 6 vezes na seleção de defesa do ano, 1 vez MVP das Finais (1979), eleito para o Hall da Fama

Títulos: 3 (1979, 1984, 1986)

Números da carreira (média): 14,9 pontos, 5 assistências, 1,3 roubada de bola, 79,7% de aproveitamento nos lances livres

 

85 – Dave DeBusschere

Posição: ala-pivô

Times: Detroit Pistons (1962-1968), New York Knicks (1969-1974)

Prêmios: 8 vezes All-Star, 6 vezes no time defensive da temporada, eleito para o Hall da Fama

Títulos: 2 (1970, 1973)

Números da carreira (média): 16,1 pontos, 11 rebotes, 2,9 assistências, 43,2% de aproveitamento

 

86 – Chris Bosh

Posição: ala-pivô

Times: Toronto Raptors (2003-10), Miami Heat (2010-hoje)

Prêmios: 10 vezes All-Star, 1 vez na seleção da temporada (2007)

Títulos: 2 (2012, 2013)

Números da carreira (média): 19,2 pontos, 8,5 rebotes, 2 assistências, 49,4% de aproveitamento

 

87 – Chauncey Billups

Posição: armador

Times: Boston Celtics (1997-1998), Toronto Raptors (1998-1999), Denver Nuggets (1999-2000, 2008-2011), Minnesota Timberwolves (2000-2002), Detroit Pistons (2002-2008, 2013-2014), New York Knicks (2011), Los Angeles Clippers (2011-2013)

Prêmios: 5 vezes All-Star, 3 vezes na seleção do ano, 1 vez MVP das Finais (2004)

Título: 1 (2004)

Números da carreira (média): 15,2 pontos, 5,4 assistências, 2,9 rebotes, 89,4% de aproveitamento nos lances livres

Apelido: Mr. Big Shot

 

88 – Billy Cunningham

Posição: ala

Times: Philadelphia 76ers (1965-1972 and 1974-1976), Carolina Cougars (1972-1974)

Prêmios: 4 vezes All-Star, 4 vezes na seleção do ano (1973-74), 1 vez MVP da ABA (1973), eleito para o Hall da Fama

Título: 1 (1967)

Números da carreira (média): 20,8 pontos, 10,1 rebotes, 4 assistências, 44,6% de aproveitamento

Apelido: Kangaroo Kid

 

89 – Yao Ming

Posição: pivô

Time: Houston Rockets (2002-2011)

Prêmios: 8 vezes All-Star, 5 vezes na seleção do ano

Título: nenhum

Números da carreira (média): 19 pontos, 9,2 rebotes, 1,9 toco, 83,3% de aproveitamento nos lances livres

 

90 - Paul Arizin

Posição: ala

Times: Philadelphia Warriors (1950-1962; Arizin missed two seasons due to military service)

Prêmios: 10 vezes All-Star, 4 vezes na seleção do ano, eleito para o Hall da Fama

Título: 1 (1956)

Números da carreira (média): 22,8 pontos, 8,6 rebotes, 2,3 assistências, 81% de aproveitamento nos lances livres

Apelido: Pitchin' Paul

 

91 – Maurice Cheeks

Posição: armador

Times: Philadelphia 76ers (1978-89), San Antonio Spurs (1989-1990), New York Knicks (1990-91), Atlanta Hawks (1991-92), New Jersey Nets (1992-93)

Prêmios: 4 vezes All-Star, 5 vezes no time defensivo

Título: 1 (1983)

Números da carreira (média): 11,1 pontos, 6,7 rebotes, 2,1 roubadas, 52,3% de aproveitamento

 

92 – Nate Thurmond

Posição: ala

Times: San Francisco/Golden State Warriors (1963-74) Chicago Bulls (1974-76), Cleveland Cavaliers (1976-77)

Prêmios: 7 vezes All-Star, 5 vezes no time defensivo, eleito para o Hall da Fama

Título: nenhum

Números da carreira (média): 15 pontos, 15 rebotes, 2,1 tocos, 42,1% de aproveitamento

Apelido: Nate The Great (Nate, o Maior)

 

93 – Lenny Wilkens

Posição: armador

Times: St. Louis Hawks (1960-68), Seattle SuperSonics (1968-72), Cleveland Cavaliers (1972-74), Portland Trail Blazers (1974-75)

Prêmios: 9 vezes All-Star, eleito para o Hall da Fame

Título: nenhum

Números da carreira (média): 16,5 pontos, 4,7 rebotes, 6,7 assistências, 43,2% de aproveitamento

 

94 - Mark Price

Posição: armador

Times: Cleveland Cavaliers (1986-95), Washington Bullets (1995-96), Golden State Warriors (1996-97), Orlando Magic (1997-98)

Prêmios: 4 vezes All-Star, 4 vezes no time ideal da temporada

Título: nenhum

Números da carreira (média): 15,2 pontos, 6,7 assistências, 1,2 roubada, 40,2% de aproveitamento em três pontos

 

95 – Marc Gasol

Posição: pivô

Times: Memphis Grizzlies (2008-hoje)

Prêmios: 2 vezes All-Star, 2 vezes no time ideal da temporada, Jogador de Defesa do Ano (2012-13), eleito para o time defensivo(2012-13)

Título: nenhum

Números da carreira (média): 14,3 pontos, 7,8 rebotes, 1,5 toco, 50,3% de aproveitamento

 

96 - Bobby Jones

Posição: ala

Times: Denver Nuggets (1974-78), Philadelphia 76ers (1978-86)

Prêmios: 5 vezes All-Star (ABA, 1975-76), eleito para o time ideial da ABA (1975-76), 11 vezes eleito para o time defensivo, eleito para Sexto Homem do Ano (1982-83)

Título: 1 (1983)

Números da carreira (média): 12,1 pontos, 6,1 rebotes, 1,5 roubada, 56% de aproveitamento

 

97 – James Harden

Posição: ala-armador

Times: Oklahoma City Thunder (2009-12), Houston Rockets (2012-hoje)

Prêmios: 3 vezes All-Star, 3 vezes eleito para o time ideia. Sexto Homem do Ano(2011-12)

Título: nenhum

Números da carreira (média): 20,3 pontos, 4,4 rebotes, 4,6 assistências, 44,1% de aproveitamento

Apelido: The Beard

 

98 - Gail Goodrich

Posição: ala-armador

Times: Los Angeles Lakers (1965-68, 1970-76), Phoenix Suns (1968-70), New Orleans Jazz (1976-79)

Prêmios: 5 vezes All-Star, eleito para o time ideal da temporada (1973-74) e para o Hall da Fama

Título: 1 (1972)

Números da carreira (média): 18,6 pontos, 4,7 assistências, 1,3 roubada, 45,6% de aproveitamento

Apelido: Stumpy

 

99 - Kevin Love

Posição: ala-pivô

Times: Minnesota Timberwolves (2008-14), Cleveland Cavaliers (2014-hoje)

Prêmios: 3 vezes All-Star, 2 vezes no time ideal da temporada, jogador que mais evoluiu (2010-11)

Títulos: nenhum

Números da carreira (média): 18,5 pontos, 11,7 rebotes, 44,6% de aproveitamento, 36,3% de aproveitamento nos 3 pontos

 

100 - Shawn Kemp

Posição: ala-pivô

Times: Seattle SuperSonics (1989-1997), Cleveland Cavaliers (1997-2000), Portland Trail Blazers (2000-2002), Orlando Magic (2002-03)

Prêmios: 6 vezes vezes All-Star, 3 vezes no time ideal da temporada

Títulos: nenhum

Números da carreira (média): 14,6 pontos, 8,4 rebotes, 1,2 toco, 48,8% de aproveitamento

Apelido: Reign Man

*Com informações do ESPN Stats & Information

Fonte: ESPN.com.br

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ESPN faz lista com os 100 maiores jogadores da história: opine, discorde e divirta-se

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Como troca com os Cavs deixa Lakers mais próximos de terem LeBron e Paul George

NBA na ESPN
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LeBron James tem opção de testar o mercado ao fim da temporada
LeBron James tem opção de testar o mercado ao fim da temporada Getty

A troca que iniciou o fechamento da janela na NBA é uma que certamente foi boa para os dois lados, algo raro na liga. Mas há de se entender que, mais do que os Cavs, o grande vencedor do negócio foi os Lakers.

Isaiah Thomas, Channing Frye e uma escolha de primeira rodada dos Cavaliers foram trocados por Jordan Clarkson e Larry Nance Jr.

Basicamente, os Cavaliers deram uma oportunidade dos Lakers irem com tudo para cima de LeBron James, Paul George e outros grandes free agents das classes de 2018 e 2019, que incluem não só os dois como DeMarcus Cousins, quem sabe Kevin Durant e Klay Thompson, Kawhi Leonard e Jimmy Butler daqui um ano e meio.

Atualmente, os Lakers têm oito jogadores garantidos no seu elenco da próxima temporada e menos de US$ 40 milhões em salários. Prevendo o teto na casa dos US$ 101 milhões em 2018-19, o time de Los Angeles tem espaço suficiente para contratar duas superestrelas pelo contrato máximo.

LeBron James, por exemplo, é projetado para ter um salário máximo de US$ 35 milhões se abrir mão de sua opção de renovação ao fim dessa temporada com os Cavs e testar o mercado. O mesmo pode acontecer com Paul George, projetado para ter um salário de US$ 30 milhões.

Se os Lakers ainda rescindirem com Luol Deng via “stretch provision” – dividindo os US$ 36 milhões que ainda devem ao ala pelo teto salarial dos próximos cinco anos – e não renovarem com Julius Randle, o time ainda teria US$ 70 milhões no teto salarial, suficiente para trazer George e LeBron.

Ou seja, a troca com os Cavs deu aos Lakers espaço e poder de barganha para trazer ambos. Se isso realmente vai acontecer, já é outra história.

Já os Cavs, com essa verdadeira revolução feita no trade deadline, ficou claro que o time não confia tanto na permanência de LeBron James, cujo relacionamento com a diretoria parece piorar cada vez mais.

Ao adquirir jogadores jovens como Clarkson, Larry Nance Jr., Rodney Hood e se livrar de Dwyane Wade, Isaiah Thomas e não abrir mão da escolha de Draft dos Nets a qual tem direito em 2018 e provavelmente será Top 10, Cleveland prepara o terreno para uma possível transição sem James não ocorrer de forma tão drástica caso venha a acontecer.

Fonte: Gustavo Faldon, do ESPN.com.br

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NBA lança série comemorativa de copos colecionáveis para os fãs brasileiros

NBA na ESPN
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Copo comemorativo da NBA
Copo comemorativo da NBA Divulgação

Novidade para os fãs brasileiros. A NBA lança neste fim de semana uma coleção inédita de copos colecionáveis, série limitada que estará à venda com exclusividade nas três unidades da NBA Store do país (Barra Shopping/Rio de Janeiro-RJ, Shopping Dom Pedro/Campinas-SP e Mogi Shopping/Mogi das Cruzes-SP). Os copos poderão ser adquiridos de duas maneiras: como brinde nas compras acima de R$ 250,00 ou na compra direta pelo valor de R$ 19,90 (até durarem os estoques). Ao todo, serão oito copos temáticos e o primeiro é comemorativo do NBA Sll-Star Game Los Angeles 2018 (que acontece no dia 18 de fevereiro, no Staples Center / LA-Califórnia), chegando às lojas neste sábado, dia 10 de fevereiro. A cada mês, um novo copo exclusivo será lançado, e março será o mês do Cleveland Cavaliers.

Além de All-Star Game LA 2018 e Cavs, serão lançados copos do Golden State Warriors, Chicago Bulls, Boston Celtics, San Antonio Spurs, dos Playoffs e das Finais.

Esta não é a primeira vez que a NBA lança copos colecionáveis no país. Em junho 2017, em iniciativa inédita, foram vendidos mais de 5,6 mil copos exclusivos durante a ‘The Finals’, ação que promoveu a série de finais da temporada em um casarão temático na Avenida Paulista (São Paulo). Em dez dias de evento, o público viu de perto uma exposição de camisas e itens autografados, réplicas dos vestiários, totens em tamanho real dos astros da liga, participou de brincadeiras na meia quadra, ações de parceiros, encontrou com atletas de várias modalidades e da NBA, como Marcelinho Huertas, Leandrinho Barbosa e Raulzinho Neto, e ainda assistiu aos jogos entre Cleveland Cavaliers e Golden State Warriors em um enorme telão.

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Mesmo odiado, Lonzo Ball vai, aos poucos, mostrando que é (muito?) bom

NBA na ESPN
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Lonzo Ball em partida contra o New York Knicks
Lonzo Ball em partida contra o New York Knicks Getty Images

22 de junho de 2017, Nova York. Com a segunda escolha no draft da NBA, o Los Angeles Lakers seleciona Lonzo Ball, de UCLA. A escolha, entretanto, já havia sido feita há tempos, mas no caminho oposto: a família Ball já tinha escolhido o roxo e dourado da Califórnia.

Essa confiança - ou prepotência, chame como quiser - da família já não foi muito bem vista. Isso somadoà personalidade única de seu pai, LaVar, fez Lonzo entrar na NBA com milhões de olhos julgando cruelmente cada passo ou história do Instagram do garoto de 20 anos.

Toda essa pressão ajudou o garoto a começar sua carreira com um dos piores aproveitamentos de quadra na história da NBA de um estreante (em seus primeiros 12 jogos, 29,2%, apenas melhor que Wayne Hightower, com 26,8%, considerando os primeiros 12 jogos de sua carreira). Nas primeiras partidas, os Lakers claramente melhoravam quando Lonzo estava no banco, então as críticas vieram - e potencializadas.

Entretanto, o tempo passou, segue passando, e, pasmem: Lonzo Ball é bom jogador! Mas, acima de tudo e mais importante: ele tem MUITO potencial. E isso já é bom demais, pois você não pode esperar que um calouro seja excepcional; é injusto.


Um moleque de 20 anos apresentar muito potencial numa liga dominada por homens mais atléticos, experientes e preparados, que têm entre 25 e 35 anos, é mais do que suficiente. Se, aliado ao potencial, ele apresentar números bons, melhor ainda, uma vez que números são os únicos pontos sólidos que podem ser analisados friamente em um jogador - e eles raramente mentem.

Portanto, vamos a alguns números:

Com Lonzo, os Lakers venceram 15 partidas e perderam 21 (42% de aproveitamento). Sem o camisa 2, venceram 2 e perderam 8 (20% de aproveitamento). Com o armador titular, os Lakers sofrem, em média, 107.8 pontos por jogo. Quando ele senta, o time da Califórnia permite que os adversários marquem, em média, 124 pontos. Além disso, os Lakers, em média, perdem por 15 pontos a mais quando Ball não joga (-1.4 pontos de diferença com ele jogando e -16 pontos de diferença com ele fora).

Sem entrar nos méritos subjetivos, de como a postura do time é outra, ou de como jogadores como Kyle Kuzma também caem de produção sem o armador, os Lakers, como um todo, são piores sem Lonzo Ball.

Agora, comparando o calouro com outros armadores, que se tornaram estrelas na liga, em seus respectivos anos de novato, os números de Lonzo são animadores. Os outros armadores da comparação foram Chris Paul, Damian Lillard, Kyle Lowry, Mike Conley, Stephen Curry, Kyrie Irving, Russell Westbrook e John Wall.

Dentre todas essas estrelas, comparando suas primeiras temporadas na NBA, o Laker tem - por muito - a melhor média por jogo em rebotes (7.1 por jogo, contra 4.9 do segundo) e em tocos (0.9 contra 0.5 do segundo). Em assistências por jogo, Lonzo só não dá mais que Chris Paul e John Wall deram (7.1, 7.8 é 8.3 respectivamente). Entre os 9, ele ainda é o 4º que mais rouba bolas (1.5) e o 4º com menos turnovers (2.7).

Agora, comparando Lonzo Ball hoje com todos os armadores da liga hoje, o jogador dos Lakers mostra que, para um garoto de 20 anos, seu presente já é digno de reconhecimento; que ele, além de um ponto futuro, é uma realidade. O número 2 dos Lakers está entre os 10 melhores armadores da liga em assistências por jogo (5º), rebotes por jogo (3º), roubos de bola por jogo (7º) e tocos por jogo (3º). Isso tudo numa NBA que vive na ‘era dos armadores’.

Podemos ainda dizer que, comparado com os últimos 5 armadores a serem premiados calouro do ano (Derrick Rose, 2008/09; Damian Lillard, 2012/13; Kyrie Irving, 2011/12; Michael Carter-Williams, 2013/14 e Malcom Brogdon, 2016/17), Lonzo dá mais assistências, pega mais rebotes e dá mais tocos do que todos; e só não rouba mais bolas do que MCW roubou.

Ainda dá para deixar anotado que, com sua média de assistências como novato, Lonzo seria o 4º na lista de assistências por jogo na história dos Lakers, além infinitos outros números e por aí vai. Mas vocês já entenderam o ponto.

Pela beleza do jogo, recomendo que assistam seus jogos para entender além dos números. Vejam sua visão de jogo, seus ótimos passes e até seus erros de calouro. E com isso, tirem suas próprias conclusões. A minha é de que hoje, Lonzo Ball é subestimado na liga.

Por mais que odiemos concordar com seu pai, Lonzo Ball é bom, pode ser incrível, e tem tudo para ser o futuro dos Lakers.

Fonte: Pedro Suaide, do ESPN.com.br

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NBA promove ‘Tarde das Figurinhas’ nas três unidades da NBA Store no país

NBA na ESPN
NBA na ESPN

A NBA promove neste sábado, dia 20, a ‘Tarde das Figurinhas’ nas três unidades da NBA Store no país (BarraShopping/Rio de Janeiro, Campinas/ Shopping Dom Pedro e Mogi das Cruzes/Mogi Shopping). A ação, inédita no país, será realizada em parceria com a Panini e vai reunir fãs de todas as idades, colecionadores do Álbum Oficial da Temporada 2017-2018 da NBA, e acontece simultaneamente das 15h30min às 19h. Será um dia especial, onde os fãs poderão trocar suas figurinhas repetidas, participar de ações e desafios para concorrer a brindes oficiais exclusivos, e viver experiências diferentes nos ambientes temáticos da liga. Além disso, apenas neste dia, os colecionadores vão encontrar totens de foto instantânea e levar para casa uma imagem com a possibilidade de escolher como moldura a capa do álbum ou a imagem de qualquer uma das 30 franquias da NBA.

Inauguradas em outubro de 2017, as lojas de Campinas e Mogi, ao lado da NBA Store do Rio de Janeiro, são as três unidades físicas da liga na América Latina. Os espaços são customizados para oferecer uma experiência única aos fãs do basquete, cercados por alta tecnologia, e com áreas de entretenimento e interação, como telas, videogame e até uma tabela oficial. Ao todo, são mais de 700 produtos licenciados oficiais, além da coleção da Nike, que passou a ser a parceira de material esportivo da liga nesta temporada. A NBA oferece seus produtos também por meio da LojaNBA.com (e-commerce em parceria com a Netshoes).

TARDE DAS FIGURINHAS 

Data: sábado / dia 20 de janeiro 
Horário: Das 15h30min às 19h
Locais NBA Store Rio (BarraShopping) Avenida das Américas, 466 / Piso Lagoa – Barra da Tijuca
NBA Store Campinas (Shopping Dom Pedro) Av. Guilherme Campos, 500 / Piso Térreo – Jardim Santa Genebra
NBA Store Mogi (Mogi Shopping) Av. Vereador Narciso Yague Guimarães, 1.001 / Piso Térreo – Centro Cívico

Fonte: ESPN.com.br

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Saudosismos x Imediatismo em discussões de NBA LeBron ou Jordan? Marcação forte ou Run and Gun?

NBA na ESPN
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LeBron desabafa contra a arbitragem da NBA: 'Eu sei como apitam as minhas jogadas'

Tenho 30 e poucos anos, não me considero velho de espírito (costumam dizer bem o contrário inclusive), e convivo muito bem com gente mais nova. Entretanto, essa semana fui chamado de saudosista quando se fala em NBA e achei que isso merecia uma reflexão.

Steve Kerr deu uma declaração ironizando críticos dos Warriors, dizendo que “é engraçado como a evolução humana nos esportes é reversa” e que “os caras dos anos 50 destruiriam todo mundo. É óbvio que a evolução dos jogadores, estratégias e técnicas de treino nos aperfeiçoa a cada geração. Mas Magic Johnson, Oscar Robertson, Rasheed Wallace, Dr. J e Phil Jackson foram só alguns dos que discordaram, alegando que seus times bateriam os Warriors.

Se eu acho que o Showtime Lakers ou os Bulls de Jordan bateriam os Warriors de hoje? Talvez sim, talvez não. Isso pouco importa. Não se trata de invalidar evolução ou história. Trata-se do fato de que a evolução se dá em ciclos, com fatores que permanecem e alguns descartáveis ao longo do tempo. Nem tudo, simplesmente evolui e melhora.

O escanteio curto no futebol é um sinal de evolução? Tenho minhas dúvidas.

Ficaria o dia todo citando uma série de fatores contemporâneos e passados que fazem ou fizeram parte de um determinado ciclo, mas que não significam evolução em relação ao período anterior. Enfim, Fui chamado de saudosista por achar ridículo Demarcus Cousins flopar. Um pivô, de 2,11m e 122kg, dos caras mais brutos da NBA, cavando falta em um corta-luz banal. Ora, acharia ridículo isso em qualquer era, mas com certeza, tendo visto caras como Shaq, David Robinson e Olajwon fica mais difícil de tolerar.

E estou errado? É saudosismo isso?

LeBron James em ação pelo Cleveland Cavaliers, na NBA
LeBron James em ação pelo Cleveland Cavaliers, na NBA Photo by Bilgin S. Sasmaz/Anadolu Agency

Que fã de NBA quer ver alguém arremessar 15 lances livres em uma noite? Cavando faltas ridículas, esticando a perna para obter contato... Uma enquete rápida, com certeza daria margem de 90% para um jogo mais ágil, sem tantas pausas bestas. E isso é só um aspecto negativo do jogo atual.  O que dizer sobre as defesas?

Com exceção de algumas honrosas defesas, como a do Celtics, o rating defensivo está bem alto: média de 108.1. Boston tem 99.7.  Esse papo de números é bem nerd, mas serve só para mostrar que mesmo desafiantes ao título como os Cavs, defendem muito mal – penúltimo em rating defensivo – número 29 de 30 times da liga. Defender envolve não só dar tocos ou roubar bolas, quer dizer colocar seu oponente em más situações, prejudicando sua pontuação. Por isso, calma nos chase-down blocks, defender é mais que isso.

Torceram o nariz quando eu disse que os Cavs deviam incorporar os Pistons de 2004 – que bateram os Lakers em 5 jogos - contra os Warriors nas últimas finais. Para quem não lembra, os titulares de Detroit incluíam Billups, Rip Hamilton, Rasheed Wallace, Tayshaun Prince e Ben Wallace – um quinteto bem modesto. Do outro lado? Shaq, Kobe, Karl Malone, Gary Payton... só pra citar os membros do Hall da fama. Para termos uma ideia, o jogo 3 acabou 88-68.

A minha teoria era de que, uma vez consciente de sua inferioridade técnica, defender com ferocidade seria a única oportunidade de bater Golden State. Cleveland optou por aceitar o pace insano ditado pelos guerreiros dourados e bem, já sabemos o resultado. A real é que eu só estava citando um exemplo, os Pacers de 2013-14 e os Bulls de 2010-11 fizeram trabalhos defensivos excelentes durante a temporada regular também. Muito old school pra você?

Saudosismo, segundo o dicionário é a admiração excessiva por aspectos do passado, desde comportamentos, hábitos, princípios e outros ideais obsoletos e ultrapassados. Obsoletos e Ultrapassados.

Preto e branco: veja o tênis especial de LeBron James pela igualdade racial

Seria defesa um conceito defasado ou ultrapassado? Tenho minhas dúvidas.

Já disse isso em outro texto para esse blog: Não há novidade nenhuma na luta entre gerações. Seja de jogadores, seja de torcedores. A novidade é outra, como bem definiu meu amigo @daniel_sanchez: "A nova geração quer seu espaço e me refiro a jogadores e fãs. A diferença que vejo entre as gerações anteriores é que a atual, quer na marra. Isso nos mais diversos assuntos. Há o imediatismo, não há distanciamento histórico pra se avaliar melhor. O jogador da NBA, do futebol , rapper etc tem que ser o melhor de todos os tempos pra ontem, com os caras em atividade ainda. Aí fica difícil."

Enfim, adaptando Charles Darwin à NBA, diria que as espécies/jogadores estão ligados por laços evolutivos. A seleção natural modifica características individuais, gerando novas espécies, novos estilos de jogadores. O mais forte às vezes estabelece seu domínio por um tempo, mas a inteligência para se adaptar garante a sobrevivência. Em sua primeira temporada, LeBron acertava só 29% de seus arremessos de 3 pontos(2.7 tentativas por jogo), enquanto nessa temporada houve momentos de 40% de aproveitamento (com quase 5 tentativas por jogo).

Mas nem todo mundo é LeBron, KD ou Curry, eles realmente são fora da curva e – até porque ainda estão na ativa – não temos noção exata de quão especiais eles sejam. Eles ditam tendências, reinam do Olimpo da NBA. Mas e os outros meros mortais? Pois é... ver o Brooklyn Nets tentar 34.1 arremessos de 3 pontos por jogo (2° em tentativas) e acertar somente 34% (3° pior aproveitamento da liga) é mais que um sofrimento para que assiste. É o exemplo perfeito de que os conceitos estratégicos e evolutivos não são fechados, caixas em que todo mundo cabe...

Há tempo e espaço para muitos conceitos, principalmente em uma quadra de basquete - inclusive todos ao mesmo tempo: Em um mesmo jogo, em uma mesma jogada. Então eu sugiro às novas gerações – famosa molecada que tá começando agora – estudem, investiguem, leiam e assistam. Não se apropriem indevidamente de coisas que estão por aí muito antes de vocês descobrirem o esporte, não menosprezem os fundamentos do esporte. É possível pirar com Lauri Markannen chegando a 100 bolas de 3 convertidas em apenas 41 jogos e ainda assim reconhecer que um dos trunfos dos Warriors está na defesa consistente... ou que os Nets deveriam amassar menos o aro chutando de 3. 

Live and let play.

Fonte: Marcus Martins, blogueiro do ESPN.com.br

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NBA lança álbum de figurinhas no Brasil

NBA na ESPN
NBA na ESPN
Álbum de figurinhas da NBA
Álbum de figurinhas da NBA Divulgação

A NBA e a PANINI, líder mundial em colecionáveis, lançam
nesta sexta-feira o Livro Ilustrado Oficial NBA 2017-2018, álbum que
vai trazer uma coleção exclusiva de figurinhas das 30 franquias e dos
principais astros da liga - cada equipe estará representada em páginas duplas
com imagens dos atletas, logos e uniformes oficiais, além de estatísticas da
última temporada (2016-2017). No livro, espaço também para o Draft, destaques
individuais do ano, como o ‘MVP’ (Jogador Mais Valioso) da última temporada,
memória da rodada especial de Natal, o All-Star Game realizado em New Orleans,
e os momentos mais decisivos da temporada, como Playoffs e Finais.

Ao todo, são 435 cromos adesivos, sendo 99 deles especiais e, além das figurinhas, os fãs vão encontrar curiosidades, estatísticas, relembrar os grandes momentos da temporada passada, ter informações sobre os ídolos e muito mais. O produto terá distribuição nacional, disponível nas principais bancas do país, nas três unidades da NBA Store (BarraShopping- /RJ, Shopping Dom Pedro-Campinas/SP e Mogi Shopping-Mogi das Cruzes/SP) e no site da Panini (loja.panini.com.br) com preço sugerido de R$ 7,90 (livro ilustrado) - o envelope com cinco cromos sai a R$ 1,50. Uma novidade é a versão em capa dura. Outra boa notícia é que as lojas NBA Store vão vender kits exclusivos.

"Ficamos muito felizes com o retorno que tivemos dos fãs na temporada passada. O álbum é mais uma maneira da liga se comunicar com o seu público, tem um lado de entretenimento, diversão, de unir as pessoas, e é um passatempo que, há muito, não é apenas da garotada. Colecionadores de todas as idades, crianças, adultos, pessoas da melhor idade trazendo os netos, todos participaram de ações que promovemos ao longo do ano com o álbum, e vamos estar sempre alimentando essa paixão por figurinhas e pelo basquete", disse Sérgio Perrella, Diretor de Licenciamento e Varejo da NBA no Brasil.

A capa do álbum desta temporada tem Giannis Antetokounmpo (Milwaukee Bucks), Kawhi Leonard (San Antonio Spurs), John Wall (Washington Wizards), James Harden (Houston Rockets), Stephen Curry (Golden State Warriors) e Russell Westbrook (Oklahoma City Thunder). Na quarta capa, estão os escudos das 30 franquias, divididos nas conferências Leste e Oeste. Cinco brasileiros estão confirmados na temporada 2017-2018: Nenê Hilário (Houston Rockets), Bruno Caboclo e Lucas ‘Bebê’ Nogueira (Toronto Raptors), Cristiano Felício (Chicago Bulls) e Raulzinho Neto (Utah Jazz).

Figurinha de Cristiano Felício
Figurinha de Cristiano Felício Divulgação

Junto ao lançamento, NBA e Panini prepararam uma surpresa para os colecionadores, que terão também a opção de adquirir kits de figurinhas com cards oficiais da coleção americana especialmente selecionados para o público brasileiro, cards* estes que serão distribuídos aleatoriamente como brindes nos kits especiais.

KITS

Kit GEEK POINT E FÃ SHOP 20 envelopes + álbum + 3 cards Grátis Preço: R$ 37,90

Kit LIVRARIAS / BANCAS 10 envelopes + álbum Capa Dura Preço: R$ 49,90

Kit REVISTARIA 11 envelopes + 20 figurinhas avulsas Preço: R$ 15,90

Kit EXCLUSIVO NBA Store 30 envelopes + 3 cards Grátis Preço: R$ 45,00 50 envelopes + álbum Capa Dura + 3 cards Grátis Preço: R$ 99,90 (a partir de 19/11/2017)

Kit LOJA VIRTUAL PANINI Disponível loja online PANINI (loja.panini.com.br) 50 envelopes + álbum Capa Dura + 3 Cards Grátis Preço: R$ 39,90 20 envelopes + álbum + 3 Cards Grátis Preço: R$ 37,90 30 envelopes + 3 Cards Grátis Preço: R$ 45,00

* Os cards NBA 2017-2018 encontrados nos kits promocionais são caracterizados como brindes, distribuídos aleatoriamente e não fazem parte da coleção oficial de figurinhas NBA lançada pela Panini Brasil. Não será possível solicitar cards faltantes pelo serviço de atendimento ao colecionador Panini, apenas figurinhas do álbum.

FICHA TÉCNICA Lançamento: 17 de novembro de 2017 Formato: 232 x 287 mm Estrutura: Capa + 72 páginas Distribuição: Nacional Preço do livro ilustrado capa brochura: R$ 7,90 Envelope com 5 cromos: R$ 1,50 Lançamento Nacional

Fonte: ESPN.com.br

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Reinando a distância, LeBron trona em Nova York

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Relembre as históricas atuações de LeBron James no Madison Square Garden, a 'Meca' do basquete

Sabe aquela pessoa que você odeia? Te irrita, deita e rola em você, te cutuca; você não deixa barato e olha feio, empurra, fala pra não chegar perto; mas no fim de tudo, vocês namoram pelo olhar. E já é assim há 15 anos, e vocês gostam. Sempre tem aquele sonho distante da união, mas vocês tem outros amores e esse é tesão - e assim está ótimo; amor e ódio. LeBron James e os Knicks. 

LeBron James se auto-intitulou ‘rei de Nova York’. E tudo indica que realmente seja. Tão rei que é, LeBron - sem ninguém perguntar - opinou sobre o futuro que o antigo presidente (Phil Jackson) proporcionou aos Knicks. Disse que Dennis Smith Jr., calouro, deveria ser um Knick. No draft desse ano a equipe escolheu Frank Ntlikina, aposta vinda do distante reino da França, ao invés do ‘apadrinhado’ de LeBron, que foi para Dallas e está chamando atenção. Tão rei da cidade que é, LeBron não agrada a todos. Enes Kanter não gostou da declaração e defendeu seu companheiro francês. Tão rei que é, LeBron foi à batalha e mostrou sua dominância. Confrontou, venceu e reafirmou seu status de rei. O turco, entretanto, disse que o rei da cidade é um letão de 2,21m: Kristaps Porzingis.

Kanter toma as dores de Ntilikina e tem discussão forte com LeBron durante Knicks x Cavs

Rei, como é, LeBron é homenageado na cidade. Propagandas dele tomam, muitas vezes, mais espaços públicos do que o time em si. Célebres cidadãos, como o rapper Jay-Z, já o homenagearam em letras populares (no caso, cita o camisa 23 no mesmo verso de seu fiel escudeiro Dwyane Wade, basicamente pedindo para que Jesus banque a mudança do craque para o Brooklyn, na música Empire State of Mind). E ele, bom rei que é, não se esquece de homenagear a cidade também. Assim sendo, afirmou que o Madison Square Garden é seu playground favorito!

Mas, a questão maior é que LeBron reina de longe. Aparece em seu castelo, o Garden, a ‘Meca’, normalmente de uma a duas vezes por ano. Quando os Knicks estão merecendo, ele retorna nos playoffs. O grande ponto é que ele é memorável. Ele é um rei como qualquer outro; alguns amam, outros odeiam, certas pessoas admiram e existem as que sintam nojo. Seu diferencial é que todos desejam suas visitas - e ninguém esquece dele nem delas. Rei como é, deixa uma marca - de amor ou de crueldade, escolha você como quer ver - cada vez que passa pelo castelo.

E jogando no Garden, ginásio que, como disse Jordan ‘é o lugar para mostrar todo seu talento’, LeBron mostra há tempos. Em 2008, ainda um rei sem título, teve uma histórica performance de 50 pontos, 8 assistências e 10 rebotes. No ano seguinte, 2009, assustou mais ainda os locais, com 52-9-11. Mudou-se de Ohio para a Flórida e logo retornou ao seu castelo em 2010 - e seguiu mostrando que, bem, essa é sua casa: 32-11-10. Ainda afirmou: ‘Não há um holofote que não aguente’.

Em meados de 2015, a cidade apontou um novo rei, que na época mais parecia príncipe: Porzingis - ele veio do leste europeu com toda a desconfiança que um garoto recebe ao ter uma coroa lhe oferecida. Aos poucos aceitou o cargo, e hoje é rei, como disse o turco recentemente. Porém, LeBron, mesmo nunca morando em seu castelo, nunca abandonou o trono - e com o letão ganhando poder, em 2016, refrescou a memória da cidade: outro triplo-duplo (27-11-10).

NBA: melhores momentos de New York Knicks 101 x 104 Cleveland Cavaliers

Hoje, Porzingis está mais preparado para merecer sua coroa, mas o rei não parece querer largar o trono. Segunda-feira (14), LeBron viu todos tentarem fazê-lo de fraco. Ouviu as manifestações, foi vaiado e notou que estava perdendo. Até que se provou rei. 23 pontos, 12 rebotes e 9 assistências. Porém, maior que os números foi a atuação. Os Cavs chegaram a estar perdendo por 23 pontos. Os Knicks embalavam sequências longas de pontos e grandes atuações defensivas. Por alguns minutos, se mostraram prontos para sair do governo longínquo de LeBron. Mas, rei que é, comandou. E distribuiu o jogo para Korver dar tiros mortais no time de Nova York. E, como em um embate épico, no fim do duelo se viu cara a cara com o garoto letão que tenta dominar sua coroa. Faltava um minuto, placar empatado. Rei que é, foi impiedoso; como tem que ser.

3 pontos na conta dele. Anos de reinado ainda por vir. Uma lição para quem tenta desafiar o rei em seu castelo. Os movimentos separatistas seguem a todo vapor. O namoro por olhares, da mesma maneira, não para - e quem sabe algum dia não se torne amor. Hoje, entretanto, é apenas tesão. E até a próxima visita.

Fonte: Pedro Suaide, especial para o ESPN.com.br

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Mascote dos Bucks pega pesado em brincadeira com irmão de Lonzo Ball

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Milwaukee Bucks 98 x 90 Los Angeles Lakers
Milwaukee Bucks 98 x 90 Los Angeles Lakers ESPN


A partida entre Milwaukee Bucks e Los Angeles Lakers era para ser um jogo normal. O que os visitantes não esperavam, porém, era a cena que o mascote da casa viria a protagonizar.

Antetokounmpo animal, recorde de Lonzo e mais; veja melhores momentos de Milwaukee Bucks 98 x 90 Los Angeles Lakers

Geralmente uma figura amável, Bango, como é conhecido, passou do limite da brincadeira. Antes da partida iniciar, o mascote dos Bucks pegou uma folha de papel e escreveu “LiAngo Ball is leading the Ball family in steals”. A frase, que pode ser traduzida para “LiAngo Ball está liderando as roubadas na família Ball”, faz referência a situação vivida pelo irmão do armador dos Lakers Lonzo Ball.


Apesar do erro de grafia no nome de LiAngelo, a frase pode ser compreendida por todos aqueles que acompanharam a situação vivida pelo irmão mais novo de Lonzo.

LiAngelo foi pego roubando um par de óculos Louis Vitton na China, onde a equipe da Universidade de Los Angeles (UCLA) estava para disputar algumas partidas. O armador, junto com outros colegas de time que estavam com ele, foi preso. Posteriormente, LiAngelo foi liberado após pagamento de fiança.

Apesar da brincadeira de mau gosto, Lonzo fez o primeiro triplo duplo de sua carreira na NBA e quebrou um recorde, tornando-se o jogador mais jovem a realizar esse feito (20 anos e 15 dias), com cinco dias a menos que LeBron James (em 2005, com 20 anos e 20 dias), antigo recordista.

Após quebrar recorde de LeBron, Lonzo Ball dispensa 'glória' do feito: 'Não me importo'


A atuação de Lonzo, porém, não garantiu a vitória dos Lakers. A partida, no geral, foi equilibrada. Antetokounmpo foi decisivo novamente e levou os Bucks a uma vitória por 98 a 90.

Fonte: ESPN.com.br

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Mascote dos Bucks pega pesado em brincadeira com irmão de Lonzo Ball

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O que você faria para driblar o trabalho e ver seu ídolo? Um técnico da NBA já tentou ser expulso... a 'pedido' do chefe

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Doc Rivers, técnico do LA Clippers, e sua história frustrada com Tiger Woods
Doc Rivers, técnico do LA Clippers, e sua história frustrada com Tiger Woods Getty

O que você faria se, bem na hora do seu trabalho, um de seus ídolos estivesse na disputa de um importante torneio, perto de um título incrível? Pois teve técnico da NBA que já tentou ser expulso para deixar a quadra e acompanhar o ídolo na TV.

Doc Rivers, hoje treinador do LA Clippers, admitiu que tentou a “manobra” quando comandava o Boston Celtics. O objetivo: naquele momento, Tiger Woods jogava o Masters. Era a única maneira de assistir.

Durante entrevista coletiva na última semana, Rivers falou sobre o episódio. O pior é que a dica para tentar a expulsão foi do gerente geral dos Celtics, Danny Ainge. Vale lembrar que o destino da equipe já estava selado na temporada regular, então, o resultado não mudaria em nada a tabela de classificação.

Rivers acatou a sugestão de Ainge e, no início do terceiro quarto, gritou com veemência para um dos árbitros na expectativa de ser expulso. Para sua surpresa, nada aconteceu.

Mais tarde, ainda durante o jogo, enquanto um lance livre era cobrado, o juizão chegou perto de Rivers e admitiu: "Eu quero assistir ao Masters também."

Vale ver se Tiger Woods estará jogando da próxima vez que Rivers for expulso. Quem sabe ele consegue?

*O conteúdo original, em inglês, pode ser acessado em "Doc Rivers went to extraordinary lengths to watch Tiger at Masters".

Fonte: Bob Harig, do ESPN.com*

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Quem usou o tênis mais legal na semana de estreia da NBA?

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À medida que a semana de abertura da temporada da NBA começava a ser disputada, os jogadores atacaram com tênis novos e velhos, raros e obscuros, enquanto procuravam se destacar em quadra.

Encabeçada pela edição temática "Equality" LeBron James de seu 15º tênis no primeiro jogo da temporada, os jogadores fizeram declarações por meio de seus pés. O atacante do Houston Rockets, PJ Tucker, continuou sua tradição de usar exemplares caríssimos ou difíceis de encontrar, enquanto Jimmy Butler e DeMar DeRozan usavam edições personalizadas dos últimos modelos das marcas Jordan e Nike. Pelo terceiro ano consecutivo, Thabo Sefolosha saiu com um tênis de corrida Nike Air Max simples, que estreou em 1990, deixando todos perplexos.

Veja abaixo alguns dos tênis mais carismáticos da primeira semana da NBA e vote no seu favorito:

  • DeMar DeRozan

Nike Kobe AD PE

  • Draymond Green

Nike React Hyperdunk 2017 “Off-White”

  • James Harden

Adidas Harden Vol. 1 PE

  • Jimmy Butler

Air Jordan X PE

  • Jimmy Butler

Air Jordan XXXII Low “Breast Cancer Awareness”

  • Klay Thompson

Anta KT3 “Gold Blooded”

  • Kyle Lowry

Adidas Crazy Explosive Low

  • Kyrie Irving

Nike “What The Kyrie”

  • LeBron James

Nike LeBron 15 “Equality”

  • PJ Tucker

Nike LeBron X Elite “Champ Pack”

  • PJ Tucker

Nike Kobe 6 "All-Star"

  • Thabo Sefolosha

Nike Air Max 90

*O conteúdo original, em inglês, pode ser acessado em "Who had the best sneakers during NBA's opening week?".

Fonte: Nick DePaula, do ESPN.com*

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Um instante, Gordon Hayward, um instante

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Um instante, Gordon Hayward, um instante; veja a crônica sobre a lesão do jogador dos Celtics

Um instante...

Um instante lá atrás, Gordon Hayward tomava a difícil decisão de deixar o Utah Jazz, time que o levou a ser All-Star, e aceitava a proposta para reconstruir o Boston Celtics.

Um instante depois, lá estava ele brincando com Kyrie Irving, agora seu companheiro de Celtics, falando para o mundo que a dupla poderia ter sido feita ainda nos Cavaliers, mas surgiu um tal de LeBron James e atrapalhou tudo...

Dando risadas, Hayward e Kyrie revelam que quase jogaram juntos nos Cavs: ‘Só que o LeBron apareceu...’

Passou um instante e lá estava Hayward com o uniforme verde - lindo, por sinal -, pulando, saltitando, na confraternização dos jogadores antes da estreia justamente em Cleveland.

Um instante depois, ele arremessava sua primeira bola como um celtic, um arremesso de três pontos que parou no aro.

E passou mais um instante até que ele voasse para um passe na direção da cesta. Um instante, meus amigos, um instante.

Um instante depois, tudo era dor. De Hayward, estirado no chão. Dos companheiros de Celtics, abraçados em uma corrente. Dos cavaleiros de Cleveland e sua compaixão. De todos aqueles na Quicken Loans Arena, todos aqueles que assistiram ao susto, desesperados, assustados, inconformados. Do mundo que viu ao lance que ninguém quer ver. De você. De mim.

(Se você quiser ver o instante, aquele instante, o vídeo está aqui abaixo.)

Veja a imagem da lesão assustadora de Gordon Hayward contra os Cavaliers

Um instante em que o mundo parou. Um instante em que foi impossível não pensar em Paul George.

Um instante depois, Hayward, inexplicavelmente sereno, saía ovacionado de quadra.

Um instante mais tarde, a bola voltava a voar.

Em um instante, Hayward, essa recuperação vai passar.

E vocês vão ver que vai bastar um instante para que Hayward voe de novo com a camisa dos Celtics. Para a cesta. Sem dor. Sem sofrimento. Um instante, sim, de alegria.

Um instante, Hayward, um instante.

Fonte: Ricardo Zanei, do ESPN.com.br

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Um instante, Gordon Hayward, um instante

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Melhor time da NBA atual teria alguém da Conferência Leste?

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Kyrie Irving e LeBron James, os maiores nomes do Leste
Kyrie Irving e LeBron James, os maiores nomes do Leste Getty

A NBA anunciou nesta terça-feira uma grande mudança para o seu Jogo das Estrelas e acabou com o duelo as Conferências Leste e Oeste – agora, os jogadores até serão escolhidos dessa forma, mas depois serão separados pelos ‘capitães’, permitindo até que colegas de equipe se enfrentem.

A mudança visa recuperar um pouco da visibilidade da partida, que tem sido menosprezada pelos fãs nos últimos anos.

Mas, afinal, por que o evento tem perdido tanto espaço nos últimos tempos?

A resposta óbvia, claro, é pela falta de competitividade. Mas há também uma coisa que vem se agravando cada vez mais: a disparidade entre as duas equipes.

Hoje, o melhor time da NBA teria alguém da Conferência Leste?

Muito provavelmente, a maioria das pessoas montaria essa equipe ideal só com LeBron James ou até sem ninguém do Leste.

Sem conferências: André Kfouri e Nardini explicam novo formato do All-Star da NBA

Usemos como comparação o All-Star Game do ano passado.

Os titulares do Leste foram Kyrie Irving, DeMar DeRozan, Jimmy Butler, LeBron James e Giannis Antetokounmpo.

Já o Oeste foi composto por Stephen Curry, James Harden, Kevin Durant, Kahwi Leonard e Anthony Davis – com direito a Russell Westbrook no banco de reservas.

Alguém do Leste conseguiria roubar alguma vaga no Oeste?

Ensinando? Kyrie Irving pratica contra novatos do Boston Celtics

Segundo grande nome do Leste, Kyrie Irving brigaria pela posição, mas entraria justamente no lugar mais disputado, com Curry, Harden e até Westbrook como opções.

Mesmo LeBron James teria uma disputa forte, precisando até usar as credenciais que seu nome tem para tirar Kawhi Leonard da equipe.

E vale lembrar ainda que Butler mudou de conferência para a próxima temporada e agora defende o Minnesota Timberwolves. Assim como Paul George, Paul Millsap e Carmelo Anthony, que foram reservas do time do Leste.

Bisonho! Curry usa capacete de Hamilton e passa vergonha no golfe

Só Gordon Hayward fez o caminho inverso.

Hoje, para mim, o time ideal da NBA seria formado com Stephen Curry, James Harden, Kevin Durant, LeBron James e Anthony Davis. Ou então com Kawhi Leonard no lugar de Davis, jogando com uma equipe sem pivô.

E para você, qual seria o melhor time da liga atual?

Fonte: Igor Resende, para o ESPN.com.br

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Melhor time da NBA atual teria alguém da Conferência Leste?

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Bem-vindo ao Oeste, o lugar mais legal dos últimos tempos

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Carmelo Anthony é o novo reforço do Oklahoma City Thunder
Carmelo Anthony é o novo reforço do Oklahoma City Thunder ESPN

Em agitada offseason, o Oeste roubou quatro All-Stars do Leste, perdeu apenas um, e a coisa ficou muito clara: é para o lado do Pacífico que estarão apontados todos os holofotes nesta temporada.

Começo pelo mais quente: Oklahoma! A cidade, que já teve três dos cinco melhores jogadores da atualidade, volta a ser o lugar para qual todos os olhos estão apontados. Sam Presti, GM do Thunder, é o nome do momento. O homem conseguiu, basicamente, dois All-Stars para a equipe que já tem o MVP da temporada passada. Em troca, cedeu Victor Oladipo, Domantas Sabonis, Enes Kanter, Doug McDermott e uma escolha de segunda rodada de draft. Sim, ele pode ser qualificado como um gênio!

Agora muito bem acompanhado, relembre algumas das melhores enterradas de Russell Westbrook

Oklahoma foi,  possivelmente, a equipe mais divertida da última temporada - talvez pela incessante perseguição de Russell Westbrook aos livros de recordes -, mas não há como questionar a diversão que eles traziam ao fã do esporte. Rapidez, dinamicidade, intensidade e uma pitada de burrice na medida certa. Agora, adicione a esse combo do atual MVP a inteligência e a versatilidade de Paul George e a infinita capacidade de pontuar de Carmelo Anthony. Pronto, temos um trio com um jogador uma média de triple-double na última temporada (e tudo indica que deve continuar tendo; talvez pontuando um pouco menos e passando mais), um dos jogadores mais subvalorizados da liga (como ele mesmo admitiu, provavelmente por ter jogado toda a carreira em uma cidade sem visibilidade) e um dos únicos quatro jogadores da história da NBA a ter de média pelo menos 20 pontos por jogo durante todas as temporadas da carreira, junto com Michael Jordan, LeBron James e Kevin Durant.

Ícone da moda? Westbrook arranca risos com resposta irônica em coletiva

E já que citamos Durant e sua ex-cidade, vamos ao time do camisa 35.

Antes, apenas uma rápida digressão. Muitos estão falando da ‘quantidade de bolas’ que serão necessárias em Oklahoma para o trio jogar. Westbrook já mostrou que sabe passar e não é fominha; é, sim, peladeiro, e tem aquele ‘quê’ de protagonista, mas tanto quanto tem em ser um cara de grupo, aparentemente. Paul George sempre foi o dono da bola em Indiana, mas, convenhamos, era Indiana. Ele não pode esperar decidir todas as bolas nesse time, e parece ter cabeça para isso. E sobre Carmelo, apenas vendo seu sucesso jogando na seleção dos EUA já fico tranquilo em saber que ele vai ter postura para chutar menos do que chutou a carreira toda e continuar pontuando igual - afinal, as defesas adversárias terão que marcar outros jogadores no time.

Carmelo fala da decisão de ir para Oklahoma, coloca Westbrook e Paul George como motivos e fala em título

Agora sim: Golden State. Os Warriors revolucionaram o basquete moderno, e não afirmar tal fato contém exageradas doses de saudosismo. Como o próprio Kobe Bryant narrou em ‘Golden Democracy’ (vejam esse vídeo!), seu jeito poético e coletivo de jogar basquete encanta. E ganha. O atual campeão e disparado melhor time da NBA tem de tudo para trazer mais um troféu para Oakland, e jogando muito bonito. Com Curry cada vez mais maduro, Klay definitivamente entendendo seu papel no time atual, Durant sem mais pressão pela troca, podendo apenas jogar, Green... bem, Green fazendo o que ele faz. E um fator novo: Nick Young! Ok, o Swaggy P não vai trazer médias alucinantes e atuações inacreditáveis para o time. Mas, em termos de diversão, não tenham dúvidas.

Favorito? Veja como dinastia do Golden State Warriors chega para a nova temporada da NBA

Seguindo as pontes, vamos à ex-terra de Nick! Los Angeles, a cidade dos Lakers, dos Clippers e, inevitavelmente, de Lonzo Ball. Não podemos negar que LaVar conseguiu todos os holofotes virados para seu filho, mas é fato que ele também faz por merecer. Teve um ótimo ano em UCLA, foi draftado com méritos (não se pode crer que ele foi a segunda escolha e aposta de Magic Johnson apenas pressão e indução), fez uma Summer League fenomenal (sim, eu sei que é apenas uma Summer League, mas é o que podemos avaliar até agora, certo?) e parece realmente ser fora da curva. Minimamente, já fez muita gente ter vontade de ver os Lakers jogando, incluindo quem aqui escreve! Além do camisa 2, os Lakers têm Julius Randle, Caldwell-Pope, Brook Lopez, Deng, Bogut e o promissor Brandon Ingram.

Relação Magic-LaVar, comparação com lendas e toda a enorme expectativa; os Lakers falam de Lonzo Ball

Agora, falar dos Clippers poderia ter um grave tom de desânimo, mas traz curiosidade. Blake Griffin - oremos para que saudável - renovou por muito dinheiro. DeAndre Jordan ainda domina o garrafão e nos garante  boas risadas da linha do lance livre. Chegaram Danilo Gallinari e Milos Teodosic. Gallo é um bom pontuador que estava preso num mercado sem apelo, principalmente para quem não é um protagonista nato, como o italiano. Teodosic é provavelmente o jogador com mais mixtapes vistas no Youtube depois de Jason Williams, o famoso ‘White Chocolate’. O sérvio encanta os amantes de basquete há anos e, finalmente, terá sua chance na NBA.

De contrato renovado, B. Griffin exalta os torcedores dos Clippers e diz que é lá que quer terminar a carreira

E a possível causa de desânimo para os Clippers faz as coisas irem muito bem em Houston. Tendo sido sua última temporada uma das mais animadoras desde o título de 1995, o time de James Harden inspira ansiedade e dúvidas. Como que, após tão boa temporada do Barba, jogando na posição 1, Chris Paul, o armador mais armador efetivamente da liga, vai se encaixar no time? Quem vai levar a bola? Harden vai dar 10 assistências por jogo? Com quantos centímetros sua barba terminará a temporada? E Nenê, vai seguir jogando o fino da bola? Como jogará Zhou Qi, o novo chinês de 2,20m da franquia? É esperar para ver!

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No Texas, ainda temos os comandados de Pop e a galera de Dirk. Os Spurs e seu jeito ímpar de jogar terão ainda Rudy Gay tentando ‘se provar’ nessa nova franquia. Dallas draftou Dennis Smith Jr., com quem LeBron James não vê a hora de jogar contra (então, quem somos nós para não termos vontade de ver o garoto na quadra?). Ah, é necessário lembrar: Dirk Nowitzki precisa de 1.159 pontos para passar Wilt Chamberlain e se tornar o 5º maior pontuador da história da NBA. Se o alemão jogar 60 partidas na temporada, ele precisa marcar 19 pontos por jogo para entrar no Top 5. Isso é história sendo escrita!

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Em Minnesota, temos os já intrigantes Wolves que, com a chegada do All-Star Jimmy Butler, se tornaram efetivamente brilhantes (e não, não é só pelo novo uniforme alternativo do time). Ele saiu de Chicago e aterrissou como o líder que a equipe de Tom Thibodeau, seu antigo treinador, precisava. Além dele, os Timberwolves assinaram com Jeff Teague, bom armador, e Jamal Crawford, o eterno melhor 6º homem da temporada. Some a isso o potencial e a maturidade que Karl Anthony Towns e Andrew Wiggins têm adquirido com seus anos de liga, e o resultado é uma equipe pronta para dar muito trabalho – e por muito tempo.

Com a camisa dos Wolves, Jimmy Butler coloca o título como objetivo do time e fala sobre sua nova equipe

Em Portland, teremos Damian Lillard e sua aparentemente interminável e incessante disputa contra o resto do mundo para provar o quão bom ele é, além de CJ McCollum, em busca de mais uma temporada dando show sem ser reconhecido. Que pelo menos nós os reconheçamos!

Em New Orleans, a dupla a ser admirada está no garrafão: DeMarcus Cousins e Anthony Davis agora tiveram tempo para se conhecerem e se entrosarem e prometem muito nesta temporada; e ainda vão tentar colocar a carreira de Rajon Rondo de volta aos trilhos!

Denver trouxe Paul Millsap, jogador completíssimo, All-Star e uma peça muito importante no desenvolvimento de Nikola Jokic, que nos presenteará com mais vários triple-doubles e assistências aparentemente impossíveis para um branquelo de 2,08m.

Memphis vai seguir não chamando tanta atenção, mas, com algumas ótimas atuações e game winners de Marc Gasol, vão aparecer brigando por uma vaga nos playoffs.

Craques em busca de reconhecimento e camisas tecnológicas para os fãs: novidades da NBA dentro e fora de quadra

Phoenix terá Devin Booker vindo de uma temporada na qual protagonizou uma partida de 70 pontos,  sendo consolidado como um dos jovens mais promissores da NBA. Ao lado dele, Eric Bledsoe e Josh Jackson, provavelmente o calouro mais físico desse draft, vindo da tradicional escola de Kansas.

Os Kings poderiam ser uma equipe universitária ainda, com seus grandes nomes sendo o forte Willie Cauley-Stein, De’Aaron Fox, armador que já será, em sua primeira temporada, um dos mais rápidos da liga; Buddy Hield, promissor ala-armador e mais alguns garotos que despertam curiosidade, como Justin Jackson e Harry Giles. A comissão técnica dessa fantasiosa equipe da NCAA seria formada por Vince Carter e Zach Randolph. Como isso é um time da NBA, todos esses nomes estarão juntos em quadra - ainda com o recém-chegado e interessante George Hill - em uma espécie de mistura louca que não deve chegar longe, mas pode trazer bons momentos.

Finalmente, o Jazz não empolga, mas Quin Snyder tirou leite de pedra já na última temporada (ok, essa pedra tinha Gordon Hayward), e levou um elenco limitado às semifinais de Conferência. A novidade por lá é Ricky Rubio, que poderia, finalmente, ‘se encontrar’ na NBA!

Armador dos Grizzlies se diverte e conta sobre ligação de Kanye West: 'Ele realmente sabe muita coisa sobre mim'

O melhor de tudo é que  maneira como a liga organiza seu calendário só tende a deixar os fãs do esporte mais animados ainda. Jogando quatro vezes contra as equipes de sua divisão e três contra as outras da Conferência, temos garantidos quatro confrontos entre Minnesota e Oklahoma, Golden State e Los Angeles, San Antonio e Houston e pelo menos três entre todos os outros citados!

Como nos livros de história, com todos rumando ao Oeste, inclusive os holofotes, o que falta na terra dos bang-bangs? Um castelo, que parece estar sendo construído! Aparentemente, em um ano, o rei estará de mudança, e o reinado terá nova sede. Adivinhe onde?

Fonte: Pedro Suaide, especial para o ESPN.com.br

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Bem-vindo ao Oeste, o lugar mais legal dos últimos tempos

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Kobe, T-Mac e a louca – louca – história das camisas aposentadas na NBA

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Magic Johnson diz o que mais admira em Kobe e fala sobre a aposentadoria de sua camisa: 'É ele quem decide'

Kobe Bryant terá suas camisas, 8 e 24, aposentadas pelo Los Angeles Lakers, único time que defendeu em 20 temporadas na NBA. Mais do que merecido.

Tracy McGrady, carismático, com uma legião de fãs, entrou para o Hall da Fama sem ter seu número aposentado por nenhuma das sete franquias em que jogou.

Dois fatos que explicitam as peculiaridades de como a aposentadoria de camisas das equipes da NBA podem caminhar por caminhos dos mais distintos.

Mais um exemplo? Ao fim da última temporada, o Memphis Grizzlies anunciou que pretende eternizar o número 50 de Zach Randolph. Será o primeiro número aposentado da franquia. O curioso é que Randolph ainda é um jogador na ativa: depois de oito temporadas nos Grizzlies, ele se tornou agente livre e assinou com o Sacramento Kings.

São quase 200 números aposentados nas 30 franquias da NBA, passando do 00 (Robert Parish, pelo Boston Celtics, e Johnny Moore, do San Antonio Spurs) até o 1.223 (o número de vitórias do técnico Jerry Sloan pelo Utah Jazz.

Há também um punhado de banners sem número que circulam ao redor da liga, homenageando donos, treinadores, dirigentes, integrantes da comissão técnica e até jornalistas. Mas não há uma política sobre como as franquias devem lidar com a aposentadoria da camisa de um jogador, levando a uma grande disparidade entre as equipes da NBA.

8 ou 24? Analistas da ESPN e Stephen Jackson discutem aposentadoria da camisa de Kobe e já falam em estátua; veja

Como a maioria dos torcedores sabe, nenhuma equipe da NBA aposentou tantos números como os Celtics. Quando oficialmente homenagearem Paul Pierce, em 11 de fevereiro, a franquia terá 22 números aposentados - sem contar a sigla "LOSCY", em alusão ao apelido de Jim Loscutoff, sete vezes campeão pelo time, e também o microfone de Johnny Most, que foi a voz dos Celtics de 1953 a 1990.

Por outro lado, há outras duas equipes (além dos já citados Grizzlies) que ainda não se aposentaram uma única camisa: LA Clippers e Toronto Raptors. O Oklahoma City Thunder também não aposentou uma camisa desde que se mudou de Seattle, mas ainda não reeditou nenhum dos seis números eternizados pelos SuperSonics.

Os Clippers não têm nenhuma camisa aposentada, então a franquia usa banners dos jogadores do elenco atual para esconder as camisas aposentadas dos Lakers no Staples Center
Os Clippers não têm nenhuma camisa aposentada, então a franquia usa banners dos jogadores do elenco atual para esconder as camisas aposentadas dos Lakers no Staples Center Getty

São ainda quatro times que penduraram apenas uma única camisa - grupo que será aumentado caso os Grizzlies oficialmente aposentem o número de Randolph. Charlotte Hornets (Bobby Phills) e Minnesota Timberwolves (Malik Sealy) honraram os jogadores que morreram durante suas carreiras. O New Orleans Pelicans têm o número 7, em homenagem a Pete Maravich por sua contribuição ao Estado da Lousiana, seja na universidade em LSU (Louisiana State University), seja por suas atuações pelo antigo time da cidade, o New Orleans Jazz. Já o Orlando Magic aposentou a camisa 6 para homenagear os fãs, também conhecido como “O Sexto Homem".

O Magic não é o único time que eternizou por esse motivo exato - o Sacramento Kings fez o mesmo. O número 6, aliás, foi retirado seis vezes (os outros quatro em homenagem aos jogadores que o usaram em quadra), mas não está nem perto do número mais aposentado. O número 32 foi retirado por 11 equipes diferentes, sendo sete jogadores que também foram induzidos ao Hall da Fama do Basquete.

Embora seja um dos números mais emblemáticos da história do esporte, o número 23 foi retirado por apenas seis equipes diferentes, em homenagem a cinco jogadores diferentes. Tanto Chicago Bulls quanto Miami Heat a aposentaram por Michael Jordan, apesar de ele nunca ter jogado no time da Flórida.

Jordan é uma das 14 pessoas a ter um número aposentado por duas equipes diferentes (incluindo Sloan, que teve a sua camisa 4 aposentada pelos Bulls, além da honraria como técnico em Utah).

Dois jogadores - Wilt Chamberlain e Pete Maravich - foram homenageados por três franquias diferentes. Jordan poderia se juntar a eles se o Washington Wizards escolherem aposentar seu número 23, que não foi usado por nenhum outro jogador desde que “Air Jordan” se aposentou em 2003.

Além de retirar o número de Jordan, o Heat tem um dos números "aposentados" mais curiosos pendurados em sua arena – embora, tecnicamente, não esteja aposentado. A equipe homenageou o lendário quarterback do Miami Dolphins, Dan Marino, pendurando o número 13 em seu ginásio, mas permitiu que a camisa fosse usada por quatro jogadores diferentes desde a cerimônia de "aposentadoria", em 2005. O mais recente: Shabazz Napier.

Por outro lado, Miami não teve mais nenhum camisa 6 desde que LeBron James voltou para Cleveland - assim como os Cavaliers realizaram mantiveram o número 23 fora de circulação durante os quatro anos em que “King James” estava na Flórida.

E tem o caminho do Detroit Pistons, que retirou os números de Chauncey Billups (1), Ben Wallace (3) e Dennis Rodman (10) enquanto as camisas estavam sendo usadas por outros jogadores. Greg Monroe (10) se transferiu para o Milwaukee Bucks, e Stanley Johnson (3) mudou seu número, mas Reggie Jackson ainda está usando o número 1 de Billups, que foi imediatamente passado para Allen Iverson depois que ele foi adquirido em uma troca justamente com Billups em 2008.

Os próprios Cavaliers poderiam ter feito algo semelhante recentemente, se tivessem escolhido dar o número 2 de Kyrie Irving a Isaiah Thomas, que usava esse número na faculdade em Washington. No entanto, Isaiah usará o 3 - que foi um dos 21 números que não estavam disponíveis para ele em Boston, já que havia sido aposentado por Dennis Johnson em 1991.

Qual será o próximo passo na dança das camisas?

Magic fala da pressão em Lonzo, da importância de um bom armador e brinca sobre o melhor passador: 'O que tem 5 anéis'

*Com tradução livre de Gustavo Faldon e Ricardo Zanei. O conteúdo original, em inglês, pode ser acessado em "Inside the numbers on retired numbers around the NBA".

Fonte: Adam Reisinger, para o ESPN.com*

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Kobe, T-Mac e a louca – louca – história das camisas aposentadas na NBA

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ESPN transmite 134 jogos da temporada regular da NBA em 2017-18; veja quais

NBA na ESPN
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Kyrie Irving: 'Era minha vez de fazer o que era melhor para mim'

Falta pouco mais de um mês para a temporada 2017-18 da NBA começar. E mais uma vez os canais ESPN preparam a melhor cobertura para o fã de esportes com 134 jogos de temporada regular, mais 20 nas duas primeiras fases dos playoffs, finais do Leste e a grande decisão da NBA com EXCLUSIVIDADE.

No dia 8 de outubro, a bola laranja já sobe para a pré-temporada da NBA, onde o fã de esportes acompanha cinco partidas. Do dia 18 de outubro até junho de 2018, a maior liga de basquete do mundo não para na ESPN e WatchESPN.

Veja abaixo a lista de jogos a serem transmitidos nos canais ESPN e WatchESPN, lembrando que podem haver mudanças na escolha de exibição das partidas ao longo do caminho.

Pré-temporada:

8/10 - 22h - L.A. Lakers x Sacramento - ESPN+
10/10 - 21h - Cleveland x Chicago - ESPN
10/10 - 23h30 - L.A. Lakers x Utah - ESPN
11/10 - 20h - Charlotte x Boston - ESPN
11/10 - 22h30 - Memphis x Houston - ESPN

Temporada regular:

18/10 - 21h - Washington x Philadelphia - ESPN
18/10 - 23h30 - San Antonio x Minnesota - ESPN
20/10 - 21h - Milwaukee x Cleveland - ESPN
20/10 - 23h30 - New Orleans x Golden State - ESPN
21/10 - 23h - Utah x Oklahoma City - ESPN
25/10 - 22h - Miami x San Antonio - ESPN+
25/10 - 00h30 - L.A. Lakers x Washington - ESPN+
27/10 - 22h - Minnesota x Oklahoma City - ESPN+
28/10 - 22h - Miami x Boston - ESPN+
1/11 - 22h - New York x Houston - ESPN+
1/11 - 00h30 - LA Clippers x Dallas - ESPN+
3/11 - 21h - Washington x Cleveland - ESPN
3/11 - 23h30 - Oklahoma City x Boston - ESPN
4/11 - 23h - Denver x Golden State - ESPN
8/11 - 23h - Boston x L.A. Lakers - ESPN
8/11 - 01h30 - Golden State x Minnesota - ESPN
10/11 - 00h00 - San Antonio x Milwaukee - ESPN
11/11 - 23h30 - Golden State x Philadelphia - ESPN
15/11 - 23h - Charlotte x Cleveland - ESPN
15/11 - 01h30 - L.A. Lakers x Philadelphia - ESPN
17/11 - 23h - San Antonio x Oklahoma City - ESPN
17/11 - 01h30 - Denver x New Orleans - ESPN
18/11 - 23h - Memphis x Houston - ESPN
22/11 - 23h - Oklahoma City x Golden State - ESPN
22/11 - 01h30 - Sacramento x L.A. Lakers - ESPN
24/11 - 23h - Minnesota x Miami - ESPN
25/11 - 22h - Washington x Portland - ESPN
28/11 - 01h00 - Utah x Denver - ESPN
29/11 - 23h30 - San Antonio x Memphis - ESPN
1/12 - 23h - Oklahoma City x Minnesota - ESPN
2/12 - 22h30 - Cleveland x Memphis - ESPN
6/12 - 23h - Charlotte x Golden State - ESPN
6/12 - 01h30 - LA Clippers x Minnesota - ESPN
7/12 - 01h - Brooklyn x Oklahoma City - ESPN+
8/12 - 22h - Detroit x Golden State - ESPN
8/12 - 00h30 - San Antonio x Boston - ESPN
9/12 - 21h - Brooklyn x Miami - ESPN
12/12 - 22h - New York x L.A. Lakers - ESPN
12/12 - 00h30 - Dallas x San Antonio - ESPN
13/12 - 22h - Indiana x Oklahoma City - ESPN
13/12 - 00h30 - Houston x Charlotte - ESPN
15/12 - 22h - Philadelphia x Oklahoma City - ESPN
15/12 - 00h30 - Houston x San Antonio - ESPN
16/12 - 23h - Houston x Milwaukee - ESPN+
20/12 - 23h - Houston x L.A. Lakers - ESPN
22/12 - 23h - Houston x LA Clippers - ESPN
22/12 - 01h30 - Golden State x L.A. Lakers - ESPN
23/12 - 22h30 - Boston x Chicago - ESPN+
25/12 - 15h00 - New York x Philadelphia - ESPN
25/12 - 18h00 - Golden State x Cleveland - ESPN
25/12 - 20h30 - Boston x Washington - ESPN
25/12 - 23h - Oklahoma City x Houston - ESPN+
29/12 - 22h - Washington x Houston - ESPN
30/12 - 23h30 - Golden State x Memphis - ESPN
3/1 - 23h - Boston x Cleveland - ESPN
3/1 - 01h30 - L.A. Lakers x Oklahoma City - ESPN
5/1 - 22h - Miami x New York - ESPN
5/1 - 00h30 - Memphis x Washington - ESPN
6/1 - 00h00 - Minnesota x New Orleans - ESPN+
10/1 - 23h - Minnesota x Oklahoma City - ESPN
10/1 - 01h30 - Golden State x LA Clippers - ESPN
12/1 - 23h - Milwaukee x Golden State - ESPN
12/1 - 01h30 - Phoenix x Houston - ESPN
13/1 - 23h30 - San Antonio x Denver - ESPN+
14/1 - 00h00 - Minnesota x Portland - ESPN
17/1 - 23h - Oklahoma City x L.A. Lakers - ESPN+
17/1 - 01h30 - LA Clippers x Denver - ESPN+
20/1 - 18h30 - Cleveland x Oklahoma City - ESPN
20/1 - 23h30 - Houston x Golden State - ESPN+
24/1 - 23h - Dallas x Houston - ESPN+
24/1 - 01h30 - LA Clippers x Boston - ESPN+
26/1 - 23h - New Orleans x Houston - ESPN
27/1 - 23h30 - Golden State x Boston - ESPN
28/1 - 21h - Oklahoma City x Philadelphia - ESPN
31/1 - 23h - Boston x New York - ESPN
31/1 - 01h30 - Phoenix x Dallas - ESPN
2/2 - 23h - Philadelphia x Miami - ESPN
2/2 - 01h30 - Sacramento x Golden State - ESPN
3/2 - 23h30 - Cleveland x Houston - ESPN
4/2 - 17h00 - Oklahoma City x L.A. Lakers - ESPN
7/2 - 23h - Cleveland x Minnesota - ESPN
7/2 - 01h30 - Phoenix x San Antonio - ESPN
9/2 - 23h - Chicago x Minnesota - ESPN
9/2 - 01h30 - Sacramento x Portland - ESPN
10/2 - 23h30 - Golden State x San Antonio - ESPN
11/2 - 18h30 - Boston x Cleveland - ESPN
14/2 - 23h - Boston x LA Clippers - ESPN
14/2 - 01h30 - Portland x Golden State - ESPN
23/2 - 22h - Houston x Minnesota - ESPN
23/2 - 00h30 - L.A. Lakers x Dallas - ESPN
24/2 - 22h30 - Golden State x Oklahoma City - ESPN
25/2 - 17h30 -  Cleveland x San Antonio - ESPN
25/2 - 22h - Washington x Philadelphia - ESPN
28/2 - 22h - Washington x Golden State - ESPN
28/2 - 00h30 - LA Clippers x Houston - ESPN
2/3 - 22h - Washington x Toronto - ESPN
2/3 - 00h30 - Utah x Minnesota - ESPN
3/3 - 22h30 - Houston x Boston - ESPN
4/3 - 22h - Milwaukee x Philadelphia - ESPN
7/3 - 22h - Detroit x Toronto - ESPN
7/3 - 00h30 - Denver x Cleveland - ESPN
9/3 - 00h00 - Portland x Golden State - ESPN
10/3 - 22h30 - Oklahoma City x San Antonio - ESPN
11/3 - 16h30 - Minnesota x Golden State - ESPN
11/3 - 22h - L.A. Lakers x Cleveland - ESPN
12/3 - 21h - Houston x San Antonio - ESPN
12/3 - 23h30 - Portland x Miami - ESPN
14/3 - 21h - Boston x Washington - ESPN
14/3 - 23h30 - Golden State x L.A. Lakers - ESPN
19/3 - 20h - Cleveland x Milwaukee - ESPN
19/3 - 22h30 - San Antonio x Golden State - ESPN
21/3 - 20h - Cleveland x Toronto - ESPN
21/3 - 22h30 - San Antonio x Washington - ESPN
28/3 - 22h30 - Utah x Boston - ESPN
30/3 - 21h - Cleveland x New Orleans - ESPN
30/3 - 23h30 - Portland x LA Clippers - ESPN
31/3 - 20h30 - Boston x Toronto - ESPN
1/4 - 16h30 - San Antonio x Houston - ESPN
4/4 - 20h - Toronto x Boston - ESPN
4/4 - 22h30 - New Orleans x Memphis - ESPN
6/4 - 23h30 - L.A. Lakers x Minnesota - ESPN
7/4 - 21h30 - Houston x Oklahoma City - ESPN
9/4 - 23h30 - LA Clippers x New Orleans - ESPN
11/4 - 21h - Philadelphia x Milwaukee - ESPN
11/4 - 23h30 - Portland x Utah - ESPN

Fonte: ESPN.com.br

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ESPN transmite 134 jogos da temporada regular da NBA em 2017-18; veja quais

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Esquenta NBA: quando torcedores arremessam do meio da rua e... BINGO!

NBA na ESPN
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Torcedor tenta a sorte em arremesso: uma tradição que leva a galera à loucura na NBA
Torcedor tenta a sorte em arremesso: uma tradição que leva a galera à loucura na NBA Getty

Entrar em uma quadra da NBA.

Ter a chance de fazer um arremesso.

Tudo bem, do meio da quadra, mas é uma chance.

Essa chance te faz ser o centro das atenções por um instante.

E... BINGO!!!

Agosto está acabando, setembro começando, e a NBA só volta em outubro...

Mas, para esquentar o clima e matar a saudade da NBA, veja as absurdas cestas do meio da quadra na última temporada:

E a próxima temporada terá transmissão, como sempre, dos canais ESPN e WatchESPN, além de todo o noticiário diário no ESPN.com.br.

Fonte: ESPN.com.br

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Esquenta NBA: quando torcedores arremessam do meio da rua e... BINGO!

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Se cobra lealdade, mas troca entre Cavs e Celtics prova que a NBA é um grande negócio

NBA na ESPN
NBA na ESPN
Isaiah e Kyrie trocarão de lado nas forças da Conferência Leste
Isaiah e Kyrie trocarão de lado nas forças da Conferência Leste Getty

É cada vez mais comum que, quando uma grande estrela decide deixar seu time, fãs publiquem vídeos queimando camisas com o nome do "ex-ídolo" nas costas. Mas a atual offseason da NBA nos mostra, mais uma vez, que o basquete é um grande negócio para cada uma das 30 franquias da liga. Desde que o Golden State Warriors colocou um ponto final na temporada 2016-17, cinco das principais estrelas do esporte da bola laranja foram trocadas.

O mais importante aqui é o que já foi citado acima. Os esportes americanos (mas principalmente o basquete) são negócios. E isso pode ser muito difícil de digerir. Ora, se pensarmos da maneira fria, Cleveland está reforçando um rival direto de Conferência. Boston, por sua vez, está mandando o seu grande destaque da última temporada, um jogador importante na rotação e uma excelente escolha de draft. Acreditem, isso é mais comum do que parece na NBA. Vamos relembrar as cinco trocas que balançaram essa offseason.

  • Kyrie nos Celtics; Isaiah nos Cavaliers
Quem se deu melhor na troca? Veja o ‘Top 10’ insano de Kyrie Irving e Isaiah Thomas e decida

Na noite desta terça-feira, Boston Celtics e Cleveland Cavaliers chegaram em um acordo que manda Kyrie Irving para os Celtics e Isaiah Thomas, Jae Crowder, Ante Žižic e a escolha de 1° round do Brooklyn Nets no próximo draft. Essa é uma troca curiosa. Curiosa porque, na NBA, dificilmente dois times vencem uma transação. E esse foi o caso. 

Boston é o time que mais tem recursos na NBA. Isso vem lá da troca com os Nets em 2014. São muitas escolhas de draft e muitos jovens talentos, mas faltava um jogador do calibre de Kyrie, com experiência de campeão. Os relatos são de que Cleveland queria Jaylen Brown ou Jayson Tatum além de Isaiah e Crowder, mas que se contentou com a futura escolha dos Nets. Ou seja, os Celtics conseguiram um dos 3 melhores da liga naquela posição e não perderam seus jovens talentos. Não tem como falar que não foi uma boa troca para o time de Danny Ainge. Sem contar que Kyrie tem mais 2 anos de contrato, então Boston não vai precisar se preocupar em pagá-lo tão cedo. Isaiah já tinha dito que queria o contrato máximo na próxima temporada. 

Cleveland está se preparando para a vida pós-LeBron James. Após muitas especulações da nova velha saída do melhor jogador da NBA da franquia, parece que os Cavs estão correndo contra o tempo para tentar vencer agora. Desde que Kyrie balançou o mundo do basquete e anunciou que queria sair de Cleveland, escutamos possíveis trocas pelo armador. Essa dos Celtics foi, de longe, a que mais beneficiou os Cavs. Vamos considerar que a situação de Kyrie não tinha volta. Ele não queria jogar mais lá. Por Kyrie, Cleveland conseguiu Isaiah para tentar vencer já nesta temporada, mas também garantiu uma escolha alta de draft para o futuro. 

Como negócio, repito, a troca foi boa para os dois lados. Mas é duro. Isaiah perdeu a irmã em um acidente trágico e no dia seguinte estava jogando uma partida importante de playoffs pelos Celtics. Ajudou muito no recrutamento de Gordon Hayward e ganhou o coração do mal-acostumado torcedor do Boston Celtics. Pensar que agora ele vestirá as cores do grande rival de Conferência é complicado. O mesmo vale para Kyrie, que foi draftado pelos Cavaliers e teve vida dura até a chegada de LeBron. É uma troca fria, mas um bom negócio. E um bom negócio não costuma passar na NBA. 

Offseason da NBA viu estrelas de mudança
Offseason da NBA viu estrelas de mudança ESPN
  • Paul George no Thunder  

Parceria com Westbrook, sonho de jogar em LA, supertimes e futuro: entrevista exclusiva com Paul George

Em 6 de julho, a informação de uma troca chocou o mundo da NBA. Paul George, que era cotado para ser mandado para o próprio Cleveland Cavaliers, foi negociado pelo Indiana Pacers. O destino seria o Oklahoma City Thunder, e o retorno foi considerado fraco por muitos: o ala-armador Victor Oladipo e o ala-pivô Domantas Sabonis.

Apesar dos inúmeros rumores de que George irá, eventualmente, para o Los Angeles Lakers - time de infância do camisa 13 -, a relação dele com Indiana sempre foi boa. A prova disso veio através do próprio jogador. Desde que foi trocado, ele já usou sua conta no Twitter diversas vezes para deixar claro que não existem mágoas entre os dois lados.

Nas quadras, PG13 vestiu a camisa dos Pacers por sete temporadas. Em 2012-13 e 2013-14, ficou a um passo de chegar às Finais da liga - derrotas para o Miami Heat nas finais de Conferência.

  • CP3 nos Rockets

Paulo Antunes se anima com parceria 'Harden e CP3': 'Um vai complementar o outro'

Na transação que mais envolveu jogadores nesta offseason, James Harden ganhou um companheiro na armação dos Rockets. E isso pode ser uma notícia bem ruim para o Los Angeles Clippers.

Em 2011, Chris Paul foi negociado pelo antigo New Orleans Hornets para jogar pelo "primo pobre" de Los Angeles. E ele mudou completamente o nível do time. Para se ter uma ideia, nas 27 temporadas de história dos Clippers antes de CP3, foram quatro aparições nos playoffs, vitórias em apenas 34,9% das partidas e nenhuma campanha com mais de 50 jogos vencidos. Nos seis anos com Paul, foram seis vezes na pós-temporada, cinco campanhas com mais de 50 vitórias e aproveitamento de 65,8%.

O armador era ídolo, mas os fãs dos Clippers terão de apostar suas esperanças nos principais jogadores que chegaram: Patrick Beverley, Louis Williams e Sam Dekker - além de uma escolha de 1ª rodada do draft de 2018, que será de Los Angeles caso não esteja entre as três primeiras.

  • Jimmy Butler nos Timberwolves

Jimmy Butler brinca com críticas após deixar os Bulls e até passa telefone: 'Por favor, me ligue'

Jimmy Butler foi a 30ª escolha do draft de 2011. O último da 1ª rodada. Foram duas temporadas inteiras no Chicago Bulls até que o ala-armador pudesse se tornar titular. Depois disso, o camisa 21 tomou o espaço de Derrick Rose e assumiu o posto de grande estrela da franquia. Mas ele nunca obteve grande sucesso sendo o astro dos Bulls. Em 2016-17, a equipe caiu na primeira rodada dos playoffs para o Boston Celtics. Foram os últimos jogos de Butler por Chicago.

Com o fim de Kyrie-LeBron, veja o que aconteceu com outras ‘superduplas’ que se separaram na NBA

Na noite do draft, o negócio foi fechado. Tom Thibodeau, ex-técnico de Jimmy nos Bulls, tratou de levar o All-Star para o Minnesota Timberwolves. Em troca, os Bulls receberam Zach LaVine, Kris Dunn e a 7ª escolha (o ala-pivô Lauri Markkanen). Chicago ainda teve de enviar a 16ª escolha (Justin Patton) para se desfazer de Butler, seu principal jogador. A negociação, claro, não agradou grande parte dos fãs da franquia. 

Fonte: Matheus Zucchetto e Ricardo Pincigher, para o ESPN.com.br

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Com logo da Nike e patrocínio no ombro, Cavaliers revelam novo uniforme

NBA na ESPN
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Férias? Com bolas de fora e até gancho no garrafão, Harden anota 45 pontos na ‘Drew League’

Com dois meses ainda restando para o início da próxima temporada da NBA, o Cleveland Cavaliers divulgou oficialmente nesta segunda-feira os novos uniformes que irá usar em 2017-18.

A novidade, claro, fica por conta do fornecedor esportivo, que passa a ser a Nike por conta da parceria com a NBA, e da estreia do patrocínio no ombro, da Goodyear, marca de pneus.

Fonte: ESPN.com.br

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Este texto vai te mostrar por que LeBron James é maior que Kobe Bryant

NBA na ESPN
NBA na ESPN
Jornalista da ESPN diz que Carmelo ainda quer sair dos Knicks e diz destino preferido do atleta


Sempre achei muito complicado comparar jogadores – principalmente de basquete – somente pelos seus números. Por não ser individual, o basquete tem diversos fatores que devem, sim, ser levados em consideração, principalmente quando comparamos dois grandes jogadores. Não dá para ser prático nesse caso. Nem para um lado, nem para o outro. Pelo título do texto, você sabe que vou comparar dois grandes jogadores. Aliás, não vou comparar. Vou mostrar para você quem é o melhor e por quê.

Michael Jordan raramente abre a boca para falar. Quando ele fala, tampem os ouvidos. O melhor jogador da história do basquete soltou a seguinte frase nesta semana:

“Tem algo no número 5 que supera o 3”.

A resposta, por mais boba que pareça, veio de uma pergunta mais boba ainda. “Kobe ou LeBron?”. Vossa realeza aérea deixou claro que prefere Kobe Bryant, que venceu 5 títulos contra os 3 de LeBron. Nem vou entrar no mérito de que, se seguirmos a lógica de MJ, Bill Russell é o maior de todos os tempos.

Aos fãs de Kobe, um jogador que eu respeito muito, diga-se de passagem: sou torcedor do Boston Celtics e aprendi a admirar e respeitar Kobe. Tenho uma pergunta para vocês: alguém aí sabe qual é a estatística em que Kobe supera LeBron James?

Kobe ou LeBron?
Kobe ou LeBron? ESPN

Sim, só na porcentagem de lances livres. Eu sei, são números, mas números que mostram desempenho dentro da quadra. Não dá pra não levar em consideração. E, de novo, se o argumento for que Kobe tem mais títulos, Robert Horry é maior que Michael Jordan e Brian Scalabrine é maior que Karl Malone. Por favor, não sejamos simplistas.

Outro argumento muito presente na cabeça daqueles que insistem em dizer que Kobe é mais jogador é o de que o camisa 24 dos Lakers era melhor na pós-temporada. Aqui vai mais um dado interessante para vocês: LeBron James tem mais pontos que Kobe Bryant nos playoffs com menos jogos disputados. Aliás, LeBron tem mais pontos em playoffs do que qualquer um na história da NBA.

Preciso entrar no mérito dos MVPs? Preciso. LeBron James tem 4 prêmios de jogador mais valioso da liga. Kobe tem 1. Vamos falar dos títulos? Dos 5 anéis que Kobe tem em casa, ele foi o melhor jogador em 2. LeBron foi o melhor nos 3 que conquistou.

Não há discussão. Kobe é um dos 10 melhores jogadores da história da liga, mas foi superado por LeBron enquanto ainda jogava. Pode ser difícil reconhecer isso, mas está na hora. LeBron James é melhor que Kobe Bryant.

Antes de encerrar, vou deixar uma ponta solta para reflexão: Kobe Bryant foi o melhor jogador da NBA (não MVP, são coisas diferentes) por quantas temporadas? Lembrem-se, quando ele entrou, Shaq jogava. Quando Shaq parou, Duncan começou a dominar. Aí veio o menino de Akron, Ohio... o escolhido. Reflitam.

Fonte: Ricardo Pincigher, especial para o ESPN.com.br

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Por que reinventar o formato dos playoffs da NBA é complicado?

NBA na ESPN
NBA na ESPN
Durant diz que estilo dos Warriors força NBA a ter times talentosos e se foca só no basquete: 'Não posso me preocupar com o que dizem'

O ano é 2024 e a NBA desencanou das Conferências. Os 16 melhores times da temporada regular avançam para os playoffs.

O confronto entre o 4º e o 13º é entre Portland Trail Blazers e Miami Heat, separados por mais de 4.300 quilômetros. Começando em Portland, o Heat vence a série melhor de 7, e no processo viaja 21.700 quilômetros, sem contar a viagem de volta ao Leste depois do Jogo 7.

Knicks e Nets se enfrentam no embate entre o 5º e o 12º. Suas arenas estão a 8 quilômetros uma da outra.

Na segunda rodada, o Heat pega os Knicks, que haviam encarado incríveis 40 quilômetros em sua série melhor de 7, com todos os jogadores dormindo em casa. O Heat entra na segunda rodada com mais de 24 mil quilômetros percorridos nas duas semanas anteriores.

A NBA anunciou recentemente algumas ações para deixar as partidas mais dinâmicas, limitando os timeouts e começando a temporada mais cedo. Mas um item que não foi abordado foi a questão de reestruturar os playoffs, contando com os 16 melhores times, independentemente de suas conferências.

Ignorar as conferências e partir para o formato com o top-16, especialmente se considerarmos a potência que é o Oeste em geral, é um assunto que o comissário Adam Silver já abordou – e que está cada vez mais em evidência.

Mas não é tão simples como você pode imaginar.

Abaixo estão alguns itens apresentados pela própria NBA em uma conferência analítica em março passado, e suas complicações...

Todas as informações abaixo são cortesia de Evan Wasch, Vice-presidente Sênior de Estratégia e Análises da NBA.

  • Ponto 1: Fusos-horários

Pode parecer óbvio, mas vamos começar com o simples fato de que todos os times da Conferência Leste estão mais próximos da Costa Leste do que da Costa Oeste e vice-versa. Memphis está mais a Oeste do que Milwaukee. Chicago está mais a Leste do que New Orleans. E por aí vai.

O que acontece é que, se o critério das conferências for eliminado antes das Finais, o fator “viagem” pode se tornar um verdadeiro problema. Mas qual seria o tamanho desse problema?

- 55% de todas as séries antes das Finais acontecem dentro do mesmo fuso-horário; este número cairia para 30%;

- Nenhuma série antes das Finais conta com times com fuso de 3 horas entre eles; este número subiria para 18%;

- O número de séries com pelo menos duas horas de diferença no fuso iria praticamente dobrar (de 20% para 36%).

Percentual das séries antes das Finais da NBA
Percentual das séries antes das Finais da NBA ESPN.com.br
  • Ponto 2: Isso mudaria tanto?

Na pós-temporada de 2017, os 16 melhores times da NBA em termos de percentual de vitórias de fato avançaram para os playoffs (apesar de um empate entre Bulls, Blazers e Heat nas posições 15 a 17 do ranking, deixando o Heat de fora). O chaveamento iria mudar, mas os times que disputariam os playoffs seriam os mesmos.

- O estudo foi feito pela NBA antes dos playoffs de 2017 e analisou os 20 anos anteriores. Foi descoberto que, durante esse período, apenas um – um único time na média – terminou a temporada entre os 16 melhores da liga e não conseguiu vaga nos playoffs.

Abaixo está um panorama dessas temporadas:

- Em três dos 20 anos, dois times terminaram entre os 16 melhores da liga e não avançaram para os playoffs (2000-02, 2003-04, 2007-08);

- Em quatro dos 20 anos, os 16 melhores da NBA disputaram os playoffs;

- O melhor colocado, em termos de percentual de vitórias, que não avançou para os playoffs, terminou na 12ª colocação geral. Isso aconteceu 3 vezes, a última em 2013-14;

- O pior colocado, em termos de percentual de vitórias, que sim, avançou aos playoffs, terminou na 20ª colocação geral, em 2003-04.

Lonzo fez mais um jogo incrível, dessa vez com o 'Air Jordan 31'; veja desempenho de acordo com o tênis usado
  • Ponto 3: Impacto nas viagens durante a temporada regular

É importante reforçar que os números acima refletem a realidade atual de um calendário desequilibrado, então não é a mesma coisa comparar o aproveitamento de times do Oeste, que jogam com mais frequência contra times do próprio Oeste (uma conferência mais “disputada”), com o de times do Leste.

Se mudarmos para um formato de Top-16 nos playoffs, provavelmente teríamos que abolir totalmente a divisão por conferências, pois times disputando as mesmas vagas teriam que jogar o mesmo calendário.

Como isso impactaria as viagens? 

- Hoje: os times viajam uma média de 75 mil quilômetros por ano;

- Sem as conferências: a média seria de 84 mil quilômetros por ano.

Seria um aumento de 12% em média – um número que obviamente seria maior para uns do que para outros (Blazers e Heat, por exemplo).

Vencer de qualquer maneira, a saída de LA e o ânimo para jogar; Chris Paul fala como jogador dos Rockets
  • Perguntas a se considerar

Com o crescente destaque na segurança dos jogadores, em reduzir o número de partidas em noites seguidas e a popularização das noites de descanso para os astros, seria viável alterar toda a estrutura de playoffs só para acomodar um único time por temporada que eventualmente ficaria fora? Que outros ajustes podem ser feitos?

- Voltar para o “melhor de 5” na primeira rodada?

- Voltar para o formato 2-3-2 nas séries que passarem por múltiplos fusos?

- Top 14 com duas vagas de wild card para cada conferência? (Apesar de isso potencialmente prejudicar os primeiros colocados com oponentes geograficamente mais distantes);

- Mini-torneios, ou repescagem, pelas últimas 4 ou 6 vagas nos playoffs? 

 - Melhores times escolhem os oponentes? (Por exemplo: os Warriors escolheriam quem enfrentar entre qualquer um dos outros 15 classificados, podendo assim evitar longas distâncias).

Parceria com Westbrook, sonho de jogar em LA, supertimes e futuro: entrevista exclusiva com Paul George

*Com dados do ESPN Stats & Information

Fonte: Gabriela Ventura, especial para o ESPN.com.br*

Comentários

Por que reinventar o formato dos playoffs da NBA é complicado?

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