ESPN faz lista com os 100 maiores jogadores da história: opine, discorde e divirta-se

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top 100

Quem são os melhores jogadores da história da NBA? Para responder a pergunta, a ESPN recrutou especialistas do mundo inteiro. A missão é das mais ingratas, afinal, são eras distintas, posições diferentes, características até conflitantes.

Tudo começou em janeiro, com algumas "pílulas", cada uma contendo 10 jogadores. Primeiro, os armadores.Depois, alas-armadores e alas. Vieram, então, os alas-pívôs. Por fim, os pivôs

No fim de janeiro, a ESPN começou a sua contagem regressiva do top 100, chegando à apoteose na semana do Carnaval.  

Eleger 100 parece até fácil, afinal, são muitos jogadores. Mas, assim como acontece com qualquer lista, tudo - ou quase tudo - é passível de discussão. Você vai achar falta de um ou outro nome? Opa, sim. Vai ver que alguns de seus preferidos não estão entre os melhores? Com certeza. Vai discutir por que tal jogador apareceu na frente de outro? Sem dúvida!

Abaixo, a lista completa, com um pequeno perfil de cada eleito. Os prêmios foram simplificados, assim, um jogador eleito para o segundo ou terceiro time ideal da temporada aparecerá como eleito para a seleção da temporada. E por aí vai. 

Discuta, opine, discorde! E, principalmente, divirta-se"

 

1 – Michael Jordan

  • Acho que Deus se disfarçou de Michael Jordan"
  • 1986
  • Larry Bird, sobre o rival do Chicago Bulls

Posição: ala-armador

Times: Chicago Bulls (1984-93, 1995-98), Washington Wizards (2001-03)

Prêmios: 5 vezes MVP (1987-88, 1990-91, 1991-92, 1995-96, 1997-98), 6 vezes MVP das Finais, 14 vezes All-Star, 11 vezes na seleção da temporada, 9 vezes no time defensivo do ano, 10 vezes cestinha da temporada, Jogador Defensivo do Ano (1987-88), Novato do Ano (1984-85), eleito para o Hall da Fama

Títulos: 6 (1991, 1992, 1993, 1996, 1997, 1998)

Números da carreira (média): 30,1 pontos, 6,2 rebotes, 5,3 assistências, 49,7% de aproveitamento

Apelido: Air Jordan, His Airness

Você sabia? Nas 11 temporadas nas quais jogou pelo menos 20 partidas com os Bulls, Jordan terminou entre os cinco mais votados para o prêmio do MVP dez vezes. A exceção? A temporada de novato, quando terminou em sexto. E nos playoffs, analisando pela posição de classificação, nos tempos de MJ, os Bulls nunca foram superados contra franquias de campanha igual ou inferior. O recorde é de 24 vitórias e nenhuma derrota.

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Michael Jordan 1

 

2 – Kareem Abdul-Jabbar

Posição: pivô

Times: Mikwaukee Bucks (1969-1975), Los Angeles Lakers (1975-1989)

Prêmios: 6 vezes MVP (1970-71, 1971-72, 1973-74, 1975-76, 1976-77, 1979-80), 2 vezes MVP das Finais, 19 vezes All-Star, 15 vezes no time ideal da temporada, 10 vezes no time defensivo do ano, Novato do Ano (1969-70), eleito para o Hall da Fama

Títulos: 6 (1971, 1980, 1982, 1985, 1987, 1988)

Números da carreira (média): 24,6 pontos, 11,2 rebotes, 2,6 tocos, 55,9% de aproveitamento

Apelido: Cap

Você sabia? Ele simplesmente é o líder de todos os tempos da NBA em relação aos prêmios de MVP, pontos e win shares (percentual de vitórias obtidas por partidas disputadas). Quer mais? Abdul-Jabbar é dono de três dos seis melhores anos da história em win shares, incluindo a temporada 1971-1972, quando terminou com médias de 34,8 pontos e 16,6 rebotes. Se contarmos apenas as seis temporadas pré-Lakers, o pivô ainda se mantém entre os 50 melhores da história da NBA no quesito.

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Kareem Abdul-Jabbar 2

 

3 – LeBron James

Posição: ala

Times: Cleveland Cavaliers (2003-2010, 2014-hoje), Miami Heat (2010-2014)

Prêmios: 4 vezes MVP (2008-09, 2009-10, 2011-12, 2012-13), 2 vezes MVP das Finais, 11 vezes All-Star, 11 vezes no time ideal da liga, 6 vezes no time defensivo do ano, Novato do Ano (2003-04), cestinha da temporada (2007-08)

Títulos: 2 (2012, 2013)

Números da carreira (média): 27,3 pontos, 7,1 rebotes, 6,9 assistências, 49,6% de aproveitamento

Apelido: King James, The Chosen One

Você sabia? LeBron James e Michael Jordan são os únicos jogadores na história da NBA com quatro temporadas tendo avaliação de eficiência (um índice matemático conhecido pela sigla PER) igual ou maior que 30. A performance de LeBron nas finais de 2015 foi uma das melhores de todos os tempos, o que fez ele se tornar o primeiro jogador na história das decisões a liderar todos os jogadores em pontos, rebotes e assistências. Ele marcou ou deu assistência em 57,7 pontos por jogo, o maior número de qualquer jogador na história das finais.

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LeBron James 3

 

4 – Magic Johnson

Posição: armador

Time: Los Angeles Lakers (1979-1991, 1995-1996)

Prêmios: 3 vezes MVP (1986-87, 1988-89, 1989-90), 3 vezes MVP das Finais, 12 vezes All-Star, 10 vezes no time ideal da temporada, eleito para o Hall da Fama

Títulos: 5 (1980, 1982, 1985, 1987, 1988)

Números da carreira (média): 19,5 pontos, 7,2 rebotes, 11,2 assistências, 52 % de aproveitamento

Você sabia? No seu melhor e no maior palco, as decisões da liga, Magic Johnson é o único jogador na história das finais da NBA com múltiplos triple-doubles em jogos que fecharam as séries. Ele teve média de 12 assistências por partida em seis vezes nas finais da NBA. Nenhum outro jogador conseguiu isto nem mesmo uma vez.

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4 Magic Johnson

 

5 – Wilt Chamberlain

Posição: pivô

Times: Philadelphia/San Francisco Warriors (1959-1965), Philadelphia 76ers (1965-1968), Los Angeles Lakers (1968-1973)

Prêmios: 4 vezes MVP (1959-60, 1965-66, 1966-67, 1967-68), 1 vez MVP das Finais (1972), 13 vezes All-Star, 10 vezes no time ideal da temporada, 2 vezes no time defensivo do ano, Novato do Ano (1959-60), escolhido para o Hall da Fama

Títulos: 2 (1967, 1972)

Números da carreira (média): 30,1 pontos, 22,9 rebotes, 4,4 assistências, 54% de aproveitamento

Apelido: Wilt the Stilt, The Big Dipper

Você sabia? Chamberlain teve 118 jogos com pelo menos 50 pontos, 87 a mais que qualquer outro jogador. Ele marcou pelo menos 60 pontos 32 vezes; todos os outros jogadores na história da NBA alcançaram esta marca, juntos, 28 vezes. Ele também teve uma sequência de 186 jogos seguidos com 15 rebotes e é o único jogador que já liderou a NBA em rebotes e assistências. Fora o jogo de 100 pontos...

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5 Wilt Chamberlain

 

6 – Larry Bird

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Larry Bird 6

Posição: ala

Time: Boston Celtics (1979-1992)

Prêmios: 3 vezes MVP (1983-84, 1984-85, 1985-86), 2 vezes MVP das Finais, 12 vezes All-Star, 10 vezes na seleção do ano, 3 vezes no time defensivo da temporada, Novato do Ano (1979-80), eleito para o Hall da Fama

Títulos: 3 (1981, 1984, 1986)

Números da carreira (média): 24,3 pontos, 10 rebotes, 6,3 assistências,49,6% de aproveitamento

Apelidos: Larry Legend, The Hick from French Lick

 

7 – Bill Russell

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Bill Russell 7

Posição: pivô

Time: Boston Celtics (1956-1969)

Prêmios: 5 vezes MVP (1957-58, 1960-61, 1961-62, 1962-63, 1964-65), 12 vezes All-Star, 11 vezes na seleção do ano, 1 vez no time defensivo da temporada (1968-69), eleito para o Hall da Fama

Títulos: 11 (1957, 1959, 1960, 1961, 1962, 1963, 1964, 1965, 1966, 1968, 1969)

Números da carreira (média): 15,1 pontos, 22,5 rebotes, 4,3 assistências, 44% de aproveitamento

 

8 – Tim Duncan

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Tim Duncan 8

Posição: ala-pivô

Time: San Antonio Spurs (1997-hoje)

Prêmios: 2 vezes MVP (2001-02, 2002-03), 3 vezes MVP das Finais, 15 vezes All-Star, 15 vezes na seleção do ano, 15 vezes no time defensivo da temporada, Novato do Ano (1997-98)

Títulos: 5 (1999, 2003, 2005, 2007, 2014)

Números da carreira (média): 19,3 pontos, 10,9 rebotes, 2,2 tocos, 50,6% de aproveitamento

Apelido: The Big Fundamental

 

9 – Shaquille O'Neal

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Shaquille O'Neal 9

Posição: pivô

Times: Orlando Magic (1992-96), Los Angeles Lakers (1996-2004), Miami Heat (2004-08), Phoenix Suns (2008-09), Cleveland Cavaliers (2009-10), Boston Celtics (2010-11)

Prêmios: 1 vez MVP (1999-2000), 3 vezes MVP das Finais, 15 vezes All-Star, 14 vezes na seleção do ano, 3 vezes no time defensivo da temporada, Novato do Ano (1992-93)

Títulos: 4 (2000, 2001, 2002, 2006)

Números da carreira (média): 23,7 pontos, 10,9 rebotes, 2,3 tocos, 58,2% de aproveitamento

Apelidos: Shaq, Diesel, The Big Aristotle, Most Dominant Ever, Superman

 

10 - Hakeem Olajuwon

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Hakeem Olajuwon 10

Posição: pivô

Times: Houston Rockets (1984-2001), Toronto Raptors (2001-02)

Prêmios: 1 vez MVP (1993-94), 2 vezes Jogador Defensivo do Ano, 12 vezes All-Star, 2 vezes MVP das Finais, 12 vezes na seleção do ano, 9 vezes no time defensivo da temporada, eleito para o Hall da Fama

Títulos: 2 (1994, 1995)

Números da carreira (média): 21,8 pontos, 11,1 rebotes, 3,1 tocos, 1,7 roubada de bola

Apelido: The Dream

 

11 - Oscar Robertson

Posição: armador

Times: Cincinnati Royals (1960-70), Milwaukee Bucks (1970-1974)

Prêmios: 1 vez MVP (1963-64), 12 vezes All-Star, 11 vezes na seleção do ano, Novato do Ano (1960-61), eleito para o Hall da Fama

Título: 1 (1971)

Números da carreira (média): 25,7 pontos, 7,5 rebotes, 9,5 assistências, 48,5% de aproveitamento

Apelido: Big O

 

12 - Kobe Bryant

Posição: ala-armador

Time: Los Angeles Lakers (1996-hoje)

Prêmios: 1 vez MVP (2007-08), 2 vezes MVP das Finais, 18 vezes All-Star, 15 vezes na seleção do ano, 2 vezes cestinha da temporada

Títulos: 5 (2000, 2001, 2002, 2009, 2010)

Números da carreira (média): 25,1 pontos, 5,3 rebotes, 4,7 assistências, 44,9% de aproveitamento

Apelido: The Black Mamba, Vino

 

13 - Jerry West

Posição: ala-armador

Time: Los Angeles Lakers (1960-1974)

Prêmios: 1 vez MVP das Finais (1969), 14 vezes All-Star, 12 vezes na seleção do ano, 5 vezes no time defensivo da temporada, eleito para o Hall da Fama

Título: 1 (1972)

Números da carreira (média): 27 pontos, 6,7 assistências, 2,6 roubadas de bola, 47,4% de aproveitamento

Apelido: The Logo

 

14 - Julius Erving

Posição: ala-pivô

Times: Virginia Squires (1971-1973), New York Nets (1973-1976), Philadelphia 76ers (1976-1987)

Prêmios: 1 vez MVP (1980-81), 11 vezes All-Star, 7 vezes na seleção do ano, eleito para o Hall da Fama

Título: 1 (1983)

Números da carreira (média): 24,2 pontos, 8,5 rebotes, 4,2 assistências, 50,6% de aproveitamento

Apelido: Dr. J

 

15 - Moses Malone

Posição: pivô

Times: Utah Stars (1974-75), Spirits of St. Louis (1975-76), Buffalo Braves (1976), Houston Rockets (1976-1982), Philadelphia 76ers (1982-1986, 1993-94), Washington Bullets (1986-1988), Atlanta Hawks (1988-1991), Milwaukee Bucks (1991-1993), San Antonio Spurs (1994-95)

Prêmios: 3 vezes MVP (1978-79, 1981-82, 1982-83), 1 vez MVP das Finais (1983), 12 vezes All-Star, 8 vezes na seleção do ano, 2 vezes no time defensivo da temporada, eleito para o Hall da Fama

Título: 1 (1983)

Números da carreira (média): 20,3 pontos, 12,3 rebotes, 1,3 toco, 49.5% de aproveitamento

Apelido: Chairman of the Boards

 

16 - Karl Malone

Posição: ala-pivô

Times: Utah Jazz (1985-2003), Los Angeles Lakers (2003-2004)

Prêmios: 2 vezes MVP (1996-97, 1998-99), 14 vezes All-Star, 14 vezes na seleção do ano, 4 vezes no time defensivo da temporada, eleito para o Hall da Fama

Títulos: nenhum

Números da carreira (média): 25 pontos, 10,1 rebotes, 3,6 assistências, 51,6% de aproveitamento

Apelido: The Mailman

 

17 - Dirk Nowitzki

Posição: ala-pivô

Time: Dallas Mavericks (1998-hoje)

Prêmios: 1 vez MVP (2006-07), MVP das Finais (2010-11), 13 vezes All-Star, 12 vezes na seleção do ano

Título: 1 (2011)

Números da carreira (média): 22,1 pontos, 7,9 rebotes, 2,6 assistências, 47,5% de aproveitamento

 

18 - Charles Barkley

Posição: ala-pivô

Times: Philadelphia 76ers (1984-1992), Phoenix Suns (1992-1996), Houston Rockets (1996-2000)

Prêmios: 1 vez MVP (1992-93), 11 vezes All-Star, 11 vezes na seleção do ano, eleito para o Hall da Fama

Títulos: nenhum

Números da carreira (média): 22,1 pontos, 11,7 rebotes, 1,5 roubada de bola, 54,1% de aproveitamento

Apelido: Sir Charles, the Round Mound of Rebound, The Chuckster

 

19 - John Stockton

Posição: armador

Time: Utah Jazz (1984-2003)

Prêmios: 10 vezes All-Star, 11 vezes na seleção do ano, 5 vezes no time defensivo da temporada, eleito para o Hall da Fama

Título: nenhum

Números da carreira (média): 13,1 pontos, 10,5 assistências, 2,2 roubadas de bola, 38,4% de aproveitamento de 3 pontos

 

20 - David Robinson

Posição: pivô

Time: San Antonio Spurs (1989-2003)

Prêmios: 1vez MVP (1994-95), 10 vezes All-Star, 10 vezes na seleção do ano, 8 vezes no time defensivo da temporada, Jogador Defensivo do Ano (1991-92), Novato do Ano (1989-90), eleito para o Hall da Fama

Títulos: 2 (1999, 2003)

Números da carreira (média): 21,1 pontos, 10,6 rebotes, 3 tocos, 51,8% de aproveitamento

Apelido: The Admiral

 

21 - Kevin Garnett

Posição: ala-pivô

Times: Minnesota Timberwolves (1995-2007, 2015-hoje), Boston Celtics (2007-2013), Brooklyn Nets (2013-2015)

Prêmios: 1 vez MVP (2003-04), 15 vezes All-Star, 9 vezes na seleção do ano, 12 vezes no time defensivo da temporada, Jogador Defensivo do Ano (2007-08)

Título: 1 (2008)

Números da carreira (média): 17,8 pontos, 10 rebotes, 1,4 toco, 49,7% de aproveitamento

Apelido: KG, The Big Ticket

 

22 - Kevin Durant

Posição: ala

Times: Seattle SuperSonics (2007-08), Oklahoma City Thunder (2008-hoje)

Prêmios: 1 vez MVP (2013-14), 7 vezes All-Star, 5 vezes na seleção do ano, Novato do Ano (2007-08), 4 vezes cestinha da temporada

Título: nenhum

Números da carreira (média): 27,8 pontos, 7 rebotes, 3,6 assistências, 48,3% de aproveitamento

Apelidos: KD, Durantula

 

23 - Stephen Curry

Posição: armador

Time: Golden State Warriors (2009-hoje)

Prêmios: 1 vez MVP (2014-15), 3 vezes All-Star, 2 vezes na seleção do ano

Títulos: 1 (2015)

Números da carreira (média): 21,8 pontos, 6,9 assistências, 4,2 rebotes, 44,2% de aproveitamento de 3 pontos

Apelidos: Baby-Faced Assassin, Chef Curry

 

24 - Elgin Baylor

Posição: ala

Times: Minneapolis Lakers (1958-1960), Los Angeles Lakers (1960-1971)

Prêmios: 11 vezes All-Star, 10 vezes na seleção do ano, Novato do Ano (1958-59), eleito para o Hall da Fama

Título: nenhum

Números da carreira (média): 27,4 pontos, 13,5 rebotes, 4,3 assistências, 43,1% de aproveitamento

Apelido: Mr. Inside

 

25 - Scottie Pippen

Posição: ala

Times: Chicago Bulls (1987-1998, 2003-04), Houston Rockets (1998-99), Portland Trail Blazers (1999-2003)

Prêmios: 7 vezes All-Star, 7 vezes na seleção do ano, 10 vezes no time defensivo da temporada

Títulos: 6 (1991, 1992, 1993, 1996, 1997, 1998)

Números da carreira (média): 16,1 pontos, 6,4 rebotes, 5,2 assistências, 2 roubadas de bola

Apelido: Pip

 

26 - Isiah Thomas

Posição: armador

Time: Detroit Pistons (1981-1994)

Prêmios: 12 vezes All-Star, 5 vezes na seleção do ano, MVP das Finais (1989-90), eleito para o Hall da Fama

Títulos: 2 (1989, 1990)

Números da carreira (média): 19,2 pontos, 9,3 assistências, 1,9 roubada de bola, 45,2% de aproveitamento

Apelidos: Zeke, The Baby-Faced Assassin

 

27 - Dwyane Wade

Posição: ala-armador

Time: Miami Heat (2003-hoje)

Prêmios: 11 vezes All-Star, 8 vezes na seleção do ano, 3 vezes no time defensivo da temporada, 1 vez MVP das Finais, cestinha da temporada (2008-09)

Títulos: 3 (2006, 2012, 2013)

Números da carreira (média): 23,8 pontos, 5,8 assistências, 4,9 rebotes, 48,9% de aproveitamento

Apelidos: D-Wade, Flash

 

28 - John Havlicek

Posição: ala-armador

Time: Boston Celtics (1962-1978)

Prêmios: 13 vezes All-Star, 11 vezes na seleção do ano, 8 vezes no time defensivo da temporada, 1 vez MVP das Finais (1973-74), eleito para o Hall da Fama

Títulos: 8 (1963, 1964, 1965, 1966, 1968, 1969, 1974, 1976)

Números da carreira (média): 20,8 pontos, 6,3 rebotes, 4,8 assistências, 1,2 roubada de bola

Apelido: Hondo

 

29 - Chris Paul

Posição: armador

Times: New Orleans/Oklahoma City Hornets (2005-2007), New Orleans Hornets (2007-2011), Los Angeles Clippers (2011-hoje)

Prêmios: 8 vezes All-Star, 7 vezes na seleção do ano, 7 vezes no time defensivo da temporada, Novato do Ano (2005-06), 1 vez MVP do All-Star Game (2012-13)

Título: nenhum

Números da carreira (média): 18,7 pontos, 9,9 assistências, 4,4 rebotes, 2,3 roubadas de bola

Apelido: CP3

 

30 - Steve Nash

Posição: armador

Times: Phoenix Suns 1996-1998, 2004-2012), Dallas Mavericks (1998-2004), Los Angeles Lakers (2012-2015)

Prêmios: 2 vezes MVP (2004-05, 2005-06), 8 vezes All-Star, seven vezes na seleção do ano

Título: nenhum

Números da carreira (média): 14,3 pontos, 8,5 assistências, 49% de aproveitamento, 90,4% de aproveitamento nos lances livres

Apelido: Two Time

 

31 - Kevin McHale

Posição: ala-pivô

Time: Boston Celtics (1980-1993)

Prêmios: 7 vezes All-Star, 6 vezes no time defensivo da temporada, 2 vezes Sexto Homem do Ano, 1 vez na seleção da temporada (1986-87), eleito para o Hall da Fama

Títulos: 3 (1981, 1984, 1986)

Números da carreira (média): 17,9 pontos, 7,3 rebotes, 1,7 toco, 55,4% de aproveitamento

Apelido: Black Hole

 

32 - Patrick Ewing

Posição: pivô

Times: New York Knicks (1985-2000), Seattle SuperSonics (2000-01), Orlando Magic (2001-02)

Prêmios: 11 vezes All-Star, 7 vezes na seleção do ano, 3 vezes no time defensivo da temporada, Novato do Ano (1985-86), eleito para o Hall da Fama

Título: nenhum

Números da carreira (média): 21 pontos, 9,8 rebotes, 2,4 tocos, 50,4% de aproveitamento

Apelidos: Big Pat, Hoya Destroya

 

33 - George Mikan

Posição: pivô

Times: Minneapolis Lakers (1947-56), also played in the NBL and the BAA

Prêmios: 4 vezes All-Star, 6 vezes na seleção do ano, 3 vezes cestinha da temporada, eleito para o Hall da Fama

Títulos: 7 (1947-NBL, 1948-NBL, 1949-BAA, 1950, 1952, 1953, 1954)

Números da carreira (média): 23,1 pontos, 13,4 rebotes, 2,8 assistências, 40,4% de aproveitamento

Apelido: Mr. Basketball

 

34 - Bob Pettit

Posição: ala-pivô

Times: Milwaukee Hawks (1954-55), St. Louis Hawks (1955-1965)

Prêmios: 2 vezes MVP, 11 vezes All-Star, 9 vezes na seleção do ano, Novato do Ano (1954-55), 2 vezes cestinha da temporada, eleito para o Hall da Fama

Título: 1 (1958)

Números da carreira (média): 26,4 pontos, 16,2 rebotes, 3assistências, 43,6% de aproveitamento

Apelidos: Big Blue, The Bombardier from Baton Rouge

 

35 - Jason Kidd

Posição: armador

Times: Dallas Mavericks (1994-1996, 2008-2012), Phoenix Suns (1996-2001), New Jersey Nets (2001-2008), New York Knicks (2012-13)

Prêmios: 10 vezes All-Star, 6 vezes na seleção do ano, 9 vezes no time defensivo da temporada, Novato do Ano (1994-95)

Título: 1 (2011)

Números da carreira (média): 12,6 pontos, 8,7 assistências, 6,3 rebotes, 1,9 roubada de bola

 

36 - Clyde Drexler

Posição: ala-armador

Times: Portland Trail Blazers (1984-1995), Houston Rockets (1995-1998)

Prêmios: 10 vezes All-Star, 5 vezes na seleção do ano, eleito para o Hall da Fama

Título: 1 (1995)

Números da carreira (média): 20,4 pontos, 6,1 rebotes, 5,6 assistências, 2 roubada de bola

Apelido: Clyde The Glide

 

37 - Rick Barry

Posição: ala

Times: San Francisco Warriors (1965-1967), Oakland Oaks (1968-69), Washington Capitols (1969-70), New York Nets (1970-1972), Golden State Warriors (1972-1978), Houston Rockets (1978-1980); barred from playing in ABA during 1967-68 season

Prêmios: 8 vezes NBA All-Star, 4 vezes ABA All-Star, 6 vezes na seleção do ano, 4 vezes no time ideial da ABA, cestinha da temporada (1966-67), eleito para o Hall da Fama

Título: 1 (1975)

Números da carreira (média): 24,8 pontos, 6,7 rebotes, 4,9 assistências, 89,3% de aproveitamento nos lances livres

Apelido: The Miami Greyhound

 

38 - Walt Frazier

Posição: armador

Times: New York Knicks (1967-1977), Cleveland Cavaliers (1977-1980)

Prêmios: 7 vezes All-Star, 6 vezes na seleção do ano, 7 vezes no time defensivo da temporada, eleito para o Hall da Fama

Títulos: 2 (1970, 1973)

Números da carreira (média): 18,9 pontos, 6,1 assistências, 5,9 rebotes, 1,9 roubada de bola

Apelido: Clyde

 

39 - Bob Cousy

Posição: armador

Times: Boston Celtics (1950-1963), Cincinnati Royals (1969-70)

Prêmios: 1 vez MVP (1956-57), 13 vezes All-Star, 12 vezes na seleção do ano, eleito para o Hall da Fama

Títulos: 6 (1957, 1959, 1960, 1961, 1962, 1963)

Números da carreira (média): 18,4 pontos, 7,5 assistências, 5,2 rebotes, 80,3% de aproveitamento nos lances livres

Apelidos: Cooz, Houdini of the Hardwood

 

40 - Elvin Hayes

Posição: ala-pivô

Times: San Diego Rockets (1968-1971), Houston Rockets (1971-72, 1981-1984), Baltimore Bullets (1972-73), Capital Bullets (1973-74), Washington Bullets (1974-1981)

Prêmios: 12 vezes All-Star, 6 vezes na seleção do ano, 2 vezes no time defensivo do ano, cestinha da temporada (1968-69), eleito para o Hall da Fama

Título: 1 (1978)

Números da carreira (média): 21 pontos, 12,5 rebotes, 2 tocos, 45,2% de aproveitamento

Apelido: The Big E

 

41 - Gary Payton

Posição: armador

Times: Seattle SuperSonics (1990-2003), Milwaukee Bucks (2003), Los Angeles Lakers (2003-04), Boston Celtics (2004-05), Miami Heat (2005-2007)

Prêmios: 9 vezes All-Star, 9 vezes na seleção do ano, 9 vezes na seleção de defesa da temporada, Jogador Defensivo do Ano (1995-96), eleito para o Hall da Fama

Título: 1 (2006)

Números da carreira (média): 16,3 pontos, 6,7 assistências, 1,8 roubada de bola, 46,6% de aproveitamento

Apelido: The Glove

 

42 - Bill Walton

Posição: pivô

Times: Portland Trail Blazers (1974-1978), San Diego/Los Angeles Clippers (1979-80, 1982-1985), Boston Celtics (1985-1987); missed three seasons due to injury

Prêmios: 1 vez MVP (1977-78), 1 vez MVP das Finais (1977), 2 vezes All-Star, 2 vezes na seleção do ano, 2 vezes na seleção de defesa da temporada, Sexto Homem do Ano (1985-86), eleito para o Hall da Fama

Títulos: 2 (1977, 1986)

Números da carreira (média): 13,3 pontos, 10,5 rebotes, 2,2 tocos, 52,1% de aproveitamento

 

43 - James Worthy

Posição: ala

Times: Los Angeles Lakers (1982-1994)

Prêmios: 7 vezes All-Star, 2 vezes na seleção do ano, 1 vez MVP das Finais (1988), eleito para o Hall da Fama

Títulos: 3 (1985, 1987, 1988)

Números da carreira (média): 17,6 pontos, 5,1 rebotes, 3 assistências, 52,1% de aproveitamento

Apelido: Big Game James

 

44 - Dominique Wilkins

Posição: ala

Times: Atlanta Hawks (1982-1994), Los Angeles Clippers (1994), Boston Celtics (1994-1996), San Antonio Spurs (1996-97), Orlando Magic (1999)

Prêmios: 9 vezes All-Star, 7 vezes na seleção do ano, eleito para o Hall da Fama

Título: nenhum

Números da carreira (média): 25,2 pontos, 6,8 rebotes, 2,5 assistências, 46,1% de aproveitamento

Apelido: Human Highlight Film

 

45 - Paul Pierce

Posição: ala

Times: Boston Celtics (1998-2013), Brooklyn Nets (2013-14), Washington Wizards (2014-15), Los Angeles Clippers (2015-hoje)

Prêmios: 10 vezes All-Star, 4 vezes na seleção do ano, MVP das Finais (2008)

Título: 1 (2008)

Números da carreira (média): 20,2 pontos, 5,7 rebotes, 3,6 assistências, 37,0% de aproveitamento de 3 pontos

Apelido: The Truth

 

46 - Allen Iverson

Posição: armador

Times: Philadelphia 76ers (1996-2006), Denver Nuggets (2006-2008), Detroit Pistons (2008-2009), Memphis Grizzlies (2009), 76ers (2009-10)

Prêmios: 1 vez MVP (2000-01), 11 vezes All-Star, 7 vezes na seleção do ano, 4 vezes cestinha da temporada, Novato do Ano (1996-97)

Título: nenhum

Números da carreira (média): 26,7 pontos, 6,2 assistências, 2,2 roubadas de bola, 42,5% de aproveitamento

Apelido: The Answer

 

47 - George Gervin

Posição: ala-armador

Times: Virginia Squires (1972-73), San Antonio Spurs (1973-1985), Chicago Bulls (1985-86)

Prêmios: 9 vezes NBA All-Star, 7 vezes na seleção do ano, 4 vezes cestinha da temporada, eleito para o Hall da Fama

Título: nenhum

Números da carreira (média): 25,1 pontos, 6,5 rebotes, 2,7 assistências, 50,1% de aproveitamento

Apelido: Iceman

 

48 - Willis Reed

Posição: pivô

Time: New York Knicks (1964-74)

Prêmios: 1 vez MVP (1969-70), 2 vezes MVP das Finais (1970, 1973), 7 vezes All-Star, 5 vezes na seleção do ano, Novato do Ano (1964-65), eleito para o Hall da Fama

Títulos: 2 (1970, 1973)

Números da carreira (média): 18,7 pontos, 12,9 rebotes, 47,6% de aproveitamento

Apelido: The Captain

 

49 - Russell Westbrook

Posição: armador

Time: Oklahoma City Thunder (2008-hoje)

Prêmios: 5 vezes All-Star, 4 vezes na seleção do ano, cestinha da temporada (2014-15)

Título: nenhum

Números da carreira (média): 21,4 pontos, 7,4 assistências, 5,4 rebotes, 1,8 roubada de bola

 

50 - Ray Allen

Posição: ala-armador

Times: Milwaukee Bucks (1996-2003), Seattle SuperSonics (2003-2007), Boston Celtics (2007-2012), Miami Heat (2012-2014)

Prêmios: 10 vezes All-Star, 2 vezes na seleção do ano

Títulos: 2 (2008, 2013)

Números da carreira (média): 18,9 pontos, 4,1 rebotes, 40% de aproveitamento de 3 pontos, 89,4% de aproveitamento nos lances livres

Apelido: Jesus Shuttlesworth

 

51 - Reggie Miller

Posição: ala-armador

Time: Indiana Pacers (1987-2005)

Prêmios: 5 vezes All-Star, 3 vezes na seleção do ano

Título: nenhum

Números da carreira (média): 18,2 pontos, 3 rebotes, 3 assistências, 39,5% de aproveitamento de 3 pontos

 

52 - Bob McAdoo

Posição: ala-pivô

Times: Buffalo Braves (1972-1976), New York Knicks (1976-1979), Boston Celtics (1979), Detroit Pistons (1979-1981), New Jersey Nets (1981), Los Angeles Lakers (1981-1985), Philadelphia 76ers (1986)

Prêmios: 1 vez MVP (1974-75), 5 vezes All-Star, 2 vezes na seleção do ano, 3 vezes cestinha da temporada, Novato do Ano (1972-73), eleito para o Hall da Fama

Títulos: 2 (1982, 1985)

Números da carreira (média): 22,1 pontos, 9,4 rebotes, 1,5 toco, 50,3% de aproveitamento

 

53 - Wes Unseld

Posição: pivô

Times: Baltimore Bullets (1968-1973), Capitol Bullets (1973-74), Washington Bullets (1974-1981)

Prêmios: 6 vezes All-Star, 1 vez MVP das Finais (1978), Novato do Ano, 11 vezes na seleção do ano, eleito para o Hall da Fama

Título: 1 (1978)

Números da carreira (média): 10,8 pontos, 14 rebotes, 3,9 assistências, 50,9% de aproveitamento

 

54 - Bernard King

Posição: ala

Times: New Jersey Nets (1977-1979), Utah Jazz (1979-80), Golden State Warriors (1980-1982), New York Knicks (1982-87), Washington Bullets (1987-1991), New Jersey Nets (1992-93), missed 1985-86 and 1991-92 seasons to injury

Prêmios: 4 vezes All-Star, 4 vezes na seleção do ano, Jogador que mais evoluiu na temporada (1981), cestinha da temporada (1984-85)

Título: nenhum

Números da carreira (média): 22,5 pontos, 5,8 rebotes, 3,3 assistências, 51,8% de aproveitamento

 

55 - Dave Cowens

Posição: ala-pivô

Times: Boston Celtics (1970-1980), Milwaukee Bucks (1982-83)

Prêmios: 1 vez MVP (1972-73), 7 vezes All-Star, 3 vezes na seleção do ano, 3 vezes no time defensivo do ano, Novato do Ano (1970-71), eleito para o Hall da Fama

Títulos: 2 (1974, 1976)

Números da carreira (média): 17,6 pontos, 13,6 rebotes, 3,3 assistências, 46% de aproveitamento

Apelido: Big Red

 

56 - Pau Gasol

Posição: ala-pivô

Times: Memphis Grizzlies (2001-2008), Los Angeles Lakers (2008-2014), Chicago Bulls (2014-hoje)

Prêmios: 5 vezes All-Star, Novato do Ano (2001-02), 4 vezes na seleção do ano

Títulos: 2 (2009, 2010)

Números da carreira (média): 18,3 pontos, 9,5 rebotes, 1,7 toco, 51,1% de aproveitamento

 

57 - Robert Parish

Posição: pivô

Times: Golden State Warriors (1976-1980), Boston Celtics (1980-1994), Charlotte Hornets (1994-1996), Chicago Bulls (1996-97)

Prêmios: 9 vezes All-Star, 2 vezes na seleção do ano, eleito para o Hall da Fama

Títulos: 4 (1981, 1984, 1986, 1997)

Números da carreira (média): 14,5 pontos, 9,1 rebotes, 1,5 toco, 53,7% de aproveitamento

Apelido: The Chief

 

58 - Tony Parker

Posição: armador

Time: San Antonio Spurs (2002-hoje)

Prêmios: 6 vezes All-Star, 4 vezes na seleção do ano, 1 vez MVP das Finais (2007)

Títulos: 4 (2003, 2005, 2007, 2014)

Números da carreira (média): 16,7 pontos, 5,9 rebotes, 49,5% de aproveitamento

 

59 - Carmelo Anthony

Posição: ala

Times: Denver Nuggets (2003-2011), New York Knicks (2011-hoje)

Prêmios: 9 vezes All-Star, 6 vezes na seleção do ano, cestinha da temporada (2012-13)

Título: nenhum

Números da carreira (média): 25 pontos, 6,6 rebotes, 3,1 assistências, 45,4% de aproveitamento

Apelido: Melo

 

60 - Earl Monroe

Posição: ala-armador

Times: Baltimore Bullets (1967-1971), New York Knicks (1971-1980)

Prêmios: 4 vezes All-Star, 1 vez na seleção da temporada (1969), Novato do Ano (1967-68), eleito para o Hall da Fama

Título: 1 (1973)

Números da carreira (média): 18,8 pontos, 3,9 assistências, 3 rebotes, 46,4% de aproveitamento

Apelidos: Earl The Pearl, Black Jesus

 

61 - Manu Ginóbili

Posição: ala-armador

Time: San Antonio Spurs (2002-hoje)

Prêmios: 2 vezes All-Star, 2 vezes na seleção do ano, Sexto Homem do Ano (2007-08)

Títulos: 4 (2003, 2005, 2007, 2014)

Números da carreira (média): 14,2 pontos, 4 assistências, 1,4 roubada de bola, 45% de aproveitamento

 

62 - Alex English

Posição: ala

Times: Milwaukee Bucks (1976-1978), Indiana Pacers (1978-1980), Denver Nuggets (1980-1990), Dallas Mavericks (1990-91)

Prêmios: 8 vezes All-Star, 3 vezes na seleção do ano, cestinha da temporada (1982-83), eleito para o Hall da Fama

Título: nenhum

Números da carreira (média): 21,5 pontos, 5,5 rebotes, 3,6 assistências, 50,7% de aproveitamento

 

63 - Tracy McGrady

Posição: ala-armador

Times: Toronto Raptors (1997-2000), Orlando Magic (2000-2004), Houston Rockets (2004-2010), New York Knicks (2010), Detroit Pistons (2010-11), Atlanta Hawks (2011-12)

Prêmios: 7 vezes All-Star, 7 vezes na seleção do ano, Jogador que mais evoluiu (2000-01), 2 vezes cestinha da temporada

Título: nenhum

Números da carreira (média): 19,6 pontos, 5,6 rebotes, 4,4 assistências, 43,5% de aproveitamento

Apelidos: T-Mac, The Big Sleep

 

64 - Dennis Rodman

Posição: ala-pivô

Times: Detroit Pistons (1986-1993), San Antonio Spurs (1993-1995), Chicago Bulls (1995-1998), Los Angeles Lakers (1998-99), Dallas Mavericks (1999-2000)

Prêmios: 2 vezes All-Star, 2 vezes na seleção do ano, 2 vezes Jogador Defensivo do Ano, 8 vezes no time defensivo da temporada, eleito para o Hall da Fama

Títulos: 5 (1989, 1990, 1996, 1997, 1998)

Números da carreira (média): 7,3 pontos, 13,1 rebotes, 1,8 assistência, 52,1% de aproveitamento

Apelido: The Worm

 

65 - Alonzo Mourning

Posição: pivô

Times: Charlotte Hornets (1992-1995), Miami Heat (1995-2002 and 2005-2008, missed 2002-03 season due to illness), New Jersey Nets (2003-2004)

Prêmios: 7 vezes All-Star, 2 vezes na seleção do ano, 2 vezes Jogador Defensivo do Ano (1998-99, 1999-00), 2 vezes no time defensivo da temporada, eleito para o Hall da Fama

Título: 1 (2006)

Números da carreira (média): 17,1 pontos, 8,5 rebotes, 2,8 tocos, 52,7% de aproveitamento

Apelido: Zo

 

66 - Chris Webber

Posição: ala-pivô

Times: Golden State Warriors (1993-94 and 2008), Washington Bullets/Wizards (1994-1998), Sacramento Kings (1998-2005), Philadelphia 76ers (2005-2007), Detroit Pistons (2007)

Prêmios: 5 vezes All-Star, 5 vezes na seleção do ano

Título: nenhum

Números da carreira (média): 20,7 pontos, 9,8 rebotes, 4,2 assistências, 47,9% de aproveitamento

Apelido: C-Webb

 

67 - Dwight Howard

Posição: pivô

Times: Orlando Magic (2004-2012), Los Angeles Lakers (2012-13), Houston Rockets (2013-hoje)

Prêmios: 8 vezes All-Star, 8 vezes na seleção do ano, 3 vezes Jogador Defensivo do Ano, 5 vezes no time defensivo da temporada

Título: nenhum

Números da carreira (média): 18 pontos, 12,7 rebotes, 2,1 tocos, 58% de aproveitamento

Apelidos: D12, Superman

 

68 - Bob Lanier

Posição: pivô

Times: Detroit Pistons (1970-1980), Milwaukee Bucks (1980-1984)

Prêmios: 8 vezes All-Star, eleito para o Hall da Fama

Título: nenhum

Números da carreira (média): 20,1 pontos, 10,1 rebotes, 3,1 assistências, 51,4% de aproveitamento

Apelido: Dobber

 

69 - Vince Carter

Posição: ala-armador

Times: Toronto Raptors (1998-2004), New Jersey Nets (2004-2009), Orlando Magic (2009-2010), Phoenix Suns (2010-11), Dallas Mavericks (2011-2014), Memphis Grizzlies (2014-hoje)

Prêmios: 8 vezes All-Star, 2 vezes na seleção do ano, Novato do Ano (1998-99)

Título: nenhum

Números da carreira (média): 19,1 pontos, 4,7 rebotes, 3,5 assistências, 43,9% de aproveitamento

Apelidos: Vinsanity, Half-Man Half-Amazing, Air Canada

 

70 - Artis Gilmore

Posição: pivô

Times: Kentucky Colonels (1971-1976, ABA), Chicago Bulls (1976-1982 and 1987), San Antonio Spurs (1982-1987), Boston Celtics (1988)

Prêmios: 11 vezes NBA/ABA All-Star, 1 vez ABA MVP (1971-72), 5 vezes na seleção da temporada da ABA, Novato do Ano da ABA (1971-72), eleito para o Hall da Fama

Título: 1 (1975, ABA)

Números da carreira (média): 18,8 pontos, 12,3 rebotes, 2,4 tocos, 58,2% de aproveitamento

Apelido: The A-Train

 

71 - Pete Maravich

Posição: ala-armador

Times: Atlanta Hawks (1970-1974), New Orleans Jazz (1974-1979), Utah Jazz (1979), Boston Celtics (1979-80)

Prêmios: 5 vezes All-Star, 4 vezes na seleção do ano, cestinha da temporada (1976-77), eleito para o Hall da Fama

Título: nenhum

Números da carreira (média): 24,2 pontos, 4,2 rebotes, 5,4 assistências, 44,1% de aproveitamento

Apelido: Pistol Pete

 

72 – Adrian Dantley

Posição: ala

Times: Buffalo Braves (1976-77), Indiana Pacers (1977), Los Angeles Lakers (1977-1979), Utah Jazz (1979-1986), Detroit Pistons (1986-1989), Dallas Mavericks (1989-90), Milwaukee Bucks (1990-91)

Prêmios: 6 vezes All-Star, 2 vezes na seleção do ano, Novato do Ano (1976-77), 2 vezes cestinha da temporada, eleito para o Hall da Fama

Títulos: nenhum

Números da carreira (média): 24,3 pontos, 5,7 rebotes, 3 assistências, 54% de aproveitamento

 

73 - Dikembe Mutombo

Posição: pivô

Times: Denver Nuggets (1991-1996), Atlanta Hawks (1996-2001), Philadelphia 76ers (2001-02), New Jersey Nets (2002-03), New York Knicks (2003-04), Houston Rockets (2004-2009)

Prêmios: 8 vezes All-Star, 3 vezes na seleção do ano, 4 vezes Jogador Defensivo do Ano, 6 vezes no time defensivo da temporada, eleito para o Hall da Fama

Título: nenhum

Números da carreira (média): 9,8 pontos, 10,3 rebotes, 2,8 tocos, 51,8% de aproveitamento

 

74 – Dolph Schayes

Posição: ala-pivô

Times: Syracuse Nationals (1949-1963), Philadelphia 76ers (1963-64)

Prêmios: 12 vezes All-Star, 12 vezes na seleção do ano, eleito para o Hall da Fama

Título: 1 (1955)

Números da carreira (média): 18,5 pontos, 12,1 rebotes, 3,1 assistências, 84,9% de aproveitamento nos lances livres

 

75 - Blake Griffin

Posição: ala-pivô

Times: Los Angeles Clippers (2009-hoje; missed 2009-10 season due to injury)

Prêmios: 5 vezes All-Star, 4 vezes na seleção do ano, Novato do Ano (2010-11)

Título: nenhum

Números da carreira (média): 21,6 pontos, 9,6 rebotes, 4 assistências, 52,2% de aproveitamento

 

76 - Nate Archibald

Posição: armador

Times: Cincinnati Royals/Kansas City Kings (1970-1976), New York Nets (1976-77), Buffalo Braves (1977-78; missed season due to injury), Boston Celtics (1978-1983), Milwaukee Bucks (1983-84)

Prêmios: 6 vezes All-Star, 5 vezes na seleção do ano, eleito para o Hall da Fama

Título: 1 (1981)

Números da carreira (média): 18,8 pontos, 7,4 assistências, 1,1 roubada de bola, 46,7% de aproveitamento

Apelido: Tiny

 

77 - Joe Dumars

Posição: ala-armador

Time: Detroit Pistons (1985-1999)

Prêmios: 1 vez MVP das Finais (1988-89), 6 vezes All-Star, 3 vezes na seleção do ano, 5 vezes no time defensivo da temporada, eleito para o Hall da Fama

Títulos: 2 (1989, 1990)

Números da carreira (média): 16,1 pontos, 4,5 assistências, 46% de aproveitamento, 38,2% de aproveitamento de 3 pontos

 

78 - Sam Jones

Posição: ala-armador

Time: Boston Celtics (1957-1969)

Prêmios: 5 vezes All-Star, 3 vezes na seleção do ano, eleito para o Hall da Fama

Títulos: 10 (1959, 1960, 1961, 1962, 1963, 1964, 1965, 1966, 1968, 1969)

Números da carreira (média): 17,7 pontos, 4,9 rebotes, 2,5 assistências, 45,6% de aproveitamento

 

79 - Jerry Lucas

Posição: ala-pivô

Times: Cincinnati Royals (1963-1969), San Francisco Warriors (1969-1971), New York Knicks (1971-1974)

Prêmios: 7 vezes All-Star, 5 vezes no time defensivo da temporada, Novato do Ano (1963-64), eleito para o Hall da Fama

Título: 1 (1973)

Números da carreira (média): 17 pontos, 15,6 rebotes, 3,3 assistências, 49,9% de aproveitamento

 

80 - Grant Hill

Posição: ala

Times: Detroit Pistons (1994-2000), Orlando Magic (2000-2007; perdeu a temporada 2003-04 por lesão), Phoenix Suns (2007-2012), Los Angeles Clippers (2012-13)

Prêmios: 7 vezes All-Star, 5 vezes na seleção do ano, Novato do Ano (1994-95)

Títulos: nenhum

Números da carreira (média): 16,7 pontos, 6 rebotes, 4,1 assistências, 48,3% de aproveitamento

 

81 – Sidney Moncrief

Posição: ala-armador

Times: Milwaukee Bucks (1979-1990), Atlanta Hawks (1990-1991)

Prêmios: 5 vezes All-Star, 5 vezes na seleção do ano, 2 vezes Jogador Defensivo do Ano

Título: nenhum

Números da carreira (média): 15,6 pontos, 4,7 rebotes, 3,6 assistências, 50,2% de aproveitamento

Apelido: The Squid

 

82 – David Thompson

Posição: ala-armador

Times: Denver Nuggets (1975-1982), Seattle SuperSonics (1982-1984)

Prêmios: 4 vezes All-Star, 2 vezes na seleção do ano, eleito para o Hall da Fama, 1vez MVP do All-Star Game (1979), 1 vez MVP do All-Star Game da ABA (1976)

Título: nenhum

Números da carreira (média): 22,7 pontos, 4,1 rebotes, 3,3 assistências, 50,4% de aproveitamento

Apelido: Skywalker

 

83 – Chris Mullin

Posição: ala

Times: Golden State Warriors (1985-1997, 2000-2001), Indiana Pacers (1997-2000)

Prêmios: 5 vezes All-Star, 4 vezes na seleção do ano, eleito para o Hall da Fama

Título: nenhum

Números da carreira (média): 18,2 pontos, 4,1 rebotes, 3,5 assistências, 38,4 % de aproveitamento nos 3 pontos

 

84 - Dennis Johnson

Posição: armador

Times: Seattle SuperSonics (1976-1980), Phoenix Suns (1980-1983), Boston Celtics (1983-1990)

Prêmios: 5 vezes All-Star, 2 vezes na seleção do ano, 6 vezes na seleção de defesa do ano, 1 vez MVP das Finais (1979), eleito para o Hall da Fama

Títulos: 3 (1979, 1984, 1986)

Números da carreira (média): 14,9 pontos, 5 assistências, 1,3 roubada de bola, 79,7% de aproveitamento nos lances livres

 

85 – Dave DeBusschere

Posição: ala-pivô

Times: Detroit Pistons (1962-1968), New York Knicks (1969-1974)

Prêmios: 8 vezes All-Star, 6 vezes no time defensive da temporada, eleito para o Hall da Fama

Títulos: 2 (1970, 1973)

Números da carreira (média): 16,1 pontos, 11 rebotes, 2,9 assistências, 43,2% de aproveitamento

 

86 – Chris Bosh

Posição: ala-pivô

Times: Toronto Raptors (2003-10), Miami Heat (2010-hoje)

Prêmios: 10 vezes All-Star, 1 vez na seleção da temporada (2007)

Títulos: 2 (2012, 2013)

Números da carreira (média): 19,2 pontos, 8,5 rebotes, 2 assistências, 49,4% de aproveitamento

 

87 – Chauncey Billups

Posição: armador

Times: Boston Celtics (1997-1998), Toronto Raptors (1998-1999), Denver Nuggets (1999-2000, 2008-2011), Minnesota Timberwolves (2000-2002), Detroit Pistons (2002-2008, 2013-2014), New York Knicks (2011), Los Angeles Clippers (2011-2013)

Prêmios: 5 vezes All-Star, 3 vezes na seleção do ano, 1 vez MVP das Finais (2004)

Título: 1 (2004)

Números da carreira (média): 15,2 pontos, 5,4 assistências, 2,9 rebotes, 89,4% de aproveitamento nos lances livres

Apelido: Mr. Big Shot

 

88 – Billy Cunningham

Posição: ala

Times: Philadelphia 76ers (1965-1972 and 1974-1976), Carolina Cougars (1972-1974)

Prêmios: 4 vezes All-Star, 4 vezes na seleção do ano (1973-74), 1 vez MVP da ABA (1973), eleito para o Hall da Fama

Título: 1 (1967)

Números da carreira (média): 20,8 pontos, 10,1 rebotes, 4 assistências, 44,6% de aproveitamento

Apelido: Kangaroo Kid

 

89 – Yao Ming

Posição: pivô

Time: Houston Rockets (2002-2011)

Prêmios: 8 vezes All-Star, 5 vezes na seleção do ano

Título: nenhum

Números da carreira (média): 19 pontos, 9,2 rebotes, 1,9 toco, 83,3% de aproveitamento nos lances livres

 

90 - Paul Arizin

Posição: ala

Times: Philadelphia Warriors (1950-1962; Arizin missed two seasons due to military service)

Prêmios: 10 vezes All-Star, 4 vezes na seleção do ano, eleito para o Hall da Fama

Título: 1 (1956)

Números da carreira (média): 22,8 pontos, 8,6 rebotes, 2,3 assistências, 81% de aproveitamento nos lances livres

Apelido: Pitchin' Paul

 

91 – Maurice Cheeks

Posição: armador

Times: Philadelphia 76ers (1978-89), San Antonio Spurs (1989-1990), New York Knicks (1990-91), Atlanta Hawks (1991-92), New Jersey Nets (1992-93)

Prêmios: 4 vezes All-Star, 5 vezes no time defensivo

Título: 1 (1983)

Números da carreira (média): 11,1 pontos, 6,7 rebotes, 2,1 roubadas, 52,3% de aproveitamento

 

92 – Nate Thurmond

Posição: ala

Times: San Francisco/Golden State Warriors (1963-74) Chicago Bulls (1974-76), Cleveland Cavaliers (1976-77)

Prêmios: 7 vezes All-Star, 5 vezes no time defensivo, eleito para o Hall da Fama

Título: nenhum

Números da carreira (média): 15 pontos, 15 rebotes, 2,1 tocos, 42,1% de aproveitamento

Apelido: Nate The Great (Nate, o Maior)

 

93 – Lenny Wilkens

Posição: armador

Times: St. Louis Hawks (1960-68), Seattle SuperSonics (1968-72), Cleveland Cavaliers (1972-74), Portland Trail Blazers (1974-75)

Prêmios: 9 vezes All-Star, eleito para o Hall da Fame

Título: nenhum

Números da carreira (média): 16,5 pontos, 4,7 rebotes, 6,7 assistências, 43,2% de aproveitamento

 

94 - Mark Price

Posição: armador

Times: Cleveland Cavaliers (1986-95), Washington Bullets (1995-96), Golden State Warriors (1996-97), Orlando Magic (1997-98)

Prêmios: 4 vezes All-Star, 4 vezes no time ideal da temporada

Título: nenhum

Números da carreira (média): 15,2 pontos, 6,7 assistências, 1,2 roubada, 40,2% de aproveitamento em três pontos

 

95 – Marc Gasol

Posição: pivô

Times: Memphis Grizzlies (2008-hoje)

Prêmios: 2 vezes All-Star, 2 vezes no time ideal da temporada, Jogador de Defesa do Ano (2012-13), eleito para o time defensivo(2012-13)

Título: nenhum

Números da carreira (média): 14,3 pontos, 7,8 rebotes, 1,5 toco, 50,3% de aproveitamento

 

96 - Bobby Jones

Posição: ala

Times: Denver Nuggets (1974-78), Philadelphia 76ers (1978-86)

Prêmios: 5 vezes All-Star (ABA, 1975-76), eleito para o time ideial da ABA (1975-76), 11 vezes eleito para o time defensivo, eleito para Sexto Homem do Ano (1982-83)

Título: 1 (1983)

Números da carreira (média): 12,1 pontos, 6,1 rebotes, 1,5 roubada, 56% de aproveitamento

 

97 – James Harden

Posição: ala-armador

Times: Oklahoma City Thunder (2009-12), Houston Rockets (2012-hoje)

Prêmios: 3 vezes All-Star, 3 vezes eleito para o time ideia. Sexto Homem do Ano(2011-12)

Título: nenhum

Números da carreira (média): 20,3 pontos, 4,4 rebotes, 4,6 assistências, 44,1% de aproveitamento

Apelido: The Beard

 

98 - Gail Goodrich

Posição: ala-armador

Times: Los Angeles Lakers (1965-68, 1970-76), Phoenix Suns (1968-70), New Orleans Jazz (1976-79)

Prêmios: 5 vezes All-Star, eleito para o time ideal da temporada (1973-74) e para o Hall da Fama

Título: 1 (1972)

Números da carreira (média): 18,6 pontos, 4,7 assistências, 1,3 roubada, 45,6% de aproveitamento

Apelido: Stumpy

 

99 - Kevin Love

Posição: ala-pivô

Times: Minnesota Timberwolves (2008-14), Cleveland Cavaliers (2014-hoje)

Prêmios: 3 vezes All-Star, 2 vezes no time ideal da temporada, jogador que mais evoluiu (2010-11)

Títulos: nenhum

Números da carreira (média): 18,5 pontos, 11,7 rebotes, 44,6% de aproveitamento, 36,3% de aproveitamento nos 3 pontos

 

100 - Shawn Kemp

Posição: ala-pivô

Times: Seattle SuperSonics (1989-1997), Cleveland Cavaliers (1997-2000), Portland Trail Blazers (2000-2002), Orlando Magic (2002-03)

Prêmios: 6 vezes vezes All-Star, 3 vezes no time ideal da temporada

Títulos: nenhum

Números da carreira (média): 14,6 pontos, 8,4 rebotes, 1,2 toco, 48,8% de aproveitamento

Apelido: Reign Man

*Com informações do ESPN Stats & Information

Fonte: ESPN.com.br

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ESPN faz lista com os 100 maiores jogadores da história: opine, discorde e divirta-se

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Celtics não dão chances e eliminam 76ers de Embiid e cia. nos playoffs da NBA

NBA na ESPN
NBA na ESPN

Vocês decidiram, e o Boston Celtics avançou nos playoffs da Conferência Leste da NBA no #EuDecidoNBAnaESPN.

O duelo era um dos mais equilibrados no papel, mas terminou com uma vantagem considerável. Jayson e cia. passaram pelo Philadelphia 76ers de Joel Embiid, Ben Simmons e cia. por 217 a 114.

Como funciona? Desde quarta-feira, às 20h (de Brasília), lançamos no Instagram da ESPN as partidas de primeira rodada dos playoffs, e o time vencedor será definido por você nos comentários. O resultado será sempre publicado aqui no blog do ESPN League, dentro do ESPN.com.br.

Os 16 times foram definidos a partir da classificação no momento da suspensão da temporada. Para os playoffs e finais de conferência, a equipe classificada será definida em uma partida única; para as Finais, o campeão sairá de uma série de 4 a 7 jogos/posts.

Todos os dias, às 20h, o jogo do dia irá ao ar, e a contagem dos comentários vai valer até às 16h do dia seguinte. As conferências Leste e Oeste vão se revezar dia a dia para a definição dos resultados.

O próximo confronto será entre Denver NuggetsHouston Rockets. Quem vence esse duelo?


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Celtics não dão chances e eliminam 76ers de Embiid e cia. nos playoffs da NBA

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LeBron não é o MVP, mas deixa cada vez mais claro quem é o melhor jogador do mundo

Pedro Suaide
Pedro Suaide


O prêmio de MVP (Jogador Mais Valioso) da NBA é confuso e quase sempre vai gerar discussão. Quem deve ganhar? O jogador que tem maior valor para seu time, o melhor jogador na melhor equipe, o que tem os melhores números... Em algumas vezes, como com Curry em 2016, um jogador preenche todos esses inúmeros requisitos e não temos dúvidas sobre o premiado. 

O que faz Giannis Antetokounmpo é incontestável, e ele deveria ser eleito MVP com uma boa margem de vantagem, pois está tendo uma das melhores temporadas regulares de todos os tempos. Entretanto, o fato de LeBron James gerar uma discussão já é um mérito gigantesco.

O camisa 23 dos Lakers conhece o funcionamento da NBA como nenhum outro atleta em atividade. Ele sabe quais jogos são mais importantes, sabe como se preparar para os playoffs e também o que falar nas entrevistas... E com isso consegue construir uma narrativa a seu favor com um domínio que Giannis ainda não tem - e talvez nunca tenha. Ele joga xadrez enquanto o resto da liga joga damas.

Usando esse conhecimento, e atuando em altíssimo nível, LeBron 'quebrou tudo' no final de semana mais importante da temporada regular. Na sexta-feira, encarou o melhor time da NBA e bateu o grego. 37 pontos, 8 rebotes e 8 assistências. Segurou Giannis para apenas 7 pontos e 2 arremessos certos em 8 tentados quando o marcava. 

Domingo o adversário foi o Los Angeles Clippers, time que havia derrotado os Lakers duas vezes na temporada. E aí LeBron, com 28 pontos, 9 assistências e 7 rebotes, mandou outro recado. Mostrou que não existe isso deste duelo ser um 'encaixe ruim' para os Lakers, superou Kawhi Leonard e deixou claro que seu time é sim favorito caso eles se encontrem nos playoffs.

Em seu 17º ano na Liga, fazendo seus 58º e 59º jogos da temporada, contra os outros dois melhores times da liga, LeBron foi soberano contra o atual MVP e o atual MVP das Finais. Como?

Jogando como armador, abusou de sua inteligência. Mostrou como ler onde a defesa adversária vai sofrer, que é o companheiro de equipe ideal e foi agressivo. Arremessou da linha do lance livre três vezes mais do que sua média, garantindo pontos fáceis. Defendeu jogadores do mais alto nível e conseguiu diminuir seus ritmos. E tudo isso nos jogos que, até agora, nos jogos mais esperados, assistidos e discutidos - e ele sabia que seriam esses.

Giannis Antetokounmpo é o MVP da NBA com todos os méritos do mundo, mas LeBron deixa claro que não existe jogador de basquete melhor ou mais inteligente do que ele. E é isso que campeões têm.

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Eu nunca quis ser como Kobe Bryant, mas nunca amei outro jogador como amo Kobe Bryant

Guilherme Sacco
Guilherme Sacco

         
    


Eu nunca quis ser como Kobe Bryant. É estranho falar isso, ainda mais em um momento como esse, mas eu nunca quis ser como Kobe Bryant. Ao mesmo tempo, nunca me apaixonei tanto por um jogador como me apaixonei por Kobe Bryant.

Explicar esse sentimento é quase impossível, mas como eu fui amar alguém que era o contrário do que eu sempre fui ou quis ser?

Nunca acreditei que a competitividade em excesso fosse uma virtude ou algo a ser exaltado. Nunca achei que trabalhar demais fosse saudável ou que gritar com seus companheiros durante um treinamento e tentar motivá-los pela pressão seja o caminho correto.

Como então eu fui me apaixonar pelo cara mais obcecado da história da NBA? O cara que acordava 4h da manhã e ia dormir meia-noite sempre com uma bola embaixo do braço? Que gritava com companheiros um treino sim e no outro também?

Simplesmente porque ele era Kobe Bryant.

Existia algo de diferente naquela camisa 24, uma aura hipnotizante que me fazia jogar todas as minhas convicções pela janela toda vez que ela ia à boca de Kobe e eu sabia que vinha algo especial.

Vá em paz, Mamba
Vá em paz, Mamba Harry How/Getty Images

Eu era apenas uma criança quando comecei a acompanhar os feitos do Black Mamba e foi por causa dele que eu me apaixonei por basquete. Se hoje eu escrevo esse texto é porque Kobe fez eu amar essa bola laranja mais do que qualquer outra coisa na vida. Foi por ficar maravilhado com as atuações espetaculares nos jogos mais difíceis, principalmente nos minutos finais. Pela enormidade de bolas vencedoras e arremessos no estouro do cronômetro. Pela capacidade de se despedir da liga anotando 60 pontos após praticamente duas décadas de pura dedicação, sangue, suor e lágrimas. De altos e baixos.

A coisa mais difícil do mundo era eu concordar com alguma postura dele. Sempre fui um dos maiores advogados de acusação da "Mamba Mentality" e todas as coisas, pra mim, negativas que ela trouxe. Ainda assim, nunca amei e nem devo amar alguém como Kobe. E essa é a mágica de Kobe Bryant.

Kobe nunca deixou de ser Kobe. Você concorde com ele ou não, Kobe não deixaria de ser Kobe. Se três arremessos consecutivos foram os responsáveis pela derrota na quarta-feira, ele acreditava que seriam os responsáveis pela vitória na sexta-feira. E fazia eles serem. Acima de tudo, Kobe sempre foi Kobe, o que quer que isso significasse ser, sem o menor remorso.

Eu posso não concordar com a postura, mas jamais vou deixar de assistir os vídeos de melhores momentos, de me emocionar com eles e com as conquistas, de admirar a autenticidade. Vou seguir gritando "Kobe!" a cada bolinha de papel jogada no lixo.

Eu nunca quis ser como Kobe, mas nunca amei outro jogador como amo Kobe. Vá em paz, Mamba.

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Meu sonho era ser Kobe Bryant

Pedro Suaide
Pedro Suaide



Kobe foi draftado em 1996. Eu nasci no ano seguinte, e dez anos depois comecei a jogar basquete competitivamente. Antes disso, me apaixonei pelo esporte de tanto assistir partidas com meu pai. De 2007 a 2012, joguei campeonatos estaduais e sul-americanos, e meu sonho era ser Kobe Bryant!

Toda criança e adolescente tem isso: imitar um movimento, uma comemoração, passar noites e noites vendo lances - ao vivo e melhores momentos. Com toda a minha geração, este espelho foi ele. 

Sozinho, em qualquer quadra que fosse, puxava a camisa pela entrada da manga regata como ele fazia. Me imaginava ganhando um título da NBA e subindo na mesa ao centro da quadra e abrindo meus braços do jeito que ele eternizou em 2010.  A grande maioria das cestas que fiz durante minha 'carreira', comemorei com o braço dobrado e o punho, fechado, em frente ao meu rosto, como tanto o vi fazer. Sonhava com o dia em que ia jogar contra ele. 

[]

Sequer cheguei perto de ser jogador profissional, mas Kobe ainda definiu meu futuro. Decidi trabalhar com esporte por causa da NBA. E muito do meu amor pela NBA veio por causa dele. O basquete é uma bússola na minha vida, assim como na de tantas outras pessoas, e foi ele que me fez escolher o Jornalismo. 

Mas muito além disso, esse esporte criou meus círculos de amizade e colocou inúmeras pessoas tão importantes na minha vida.  Me fez mais próximo do meu pai e me ensinou as principais coisas que sei. E falando em ser pai, Kobe foi com P maiúsculo - e se como jogador não fui como ele, que eu seja para meus filhos que algum dia virão o que ele foi para Gigi, Bianka, Natalia e a bebê Capri. 

Se sonhei em ser Kobe quando mais novo, atualmente sonhava em um dia entrevistá-lo. 

Em sua aposentadoria, chorei. Com sua carta, 'Dear Basketball', chorei mais ainda. Ontem, sequer consegui digerir o que aconteceu. 

Como disse André Kfouri, Kobe foi o Jordan de quem não viu Jordan. Além disso, foi o Jordan da era digital. A carreira inteira de Bryant, do primeiro ao último dia, está documentada, viralizada e compartilhada nas redes sociais. 

No Brasil, Kobe é um dos esportistas mais amados da história. Seu auge correu lado a lado com a globalização da NBA, muito por causa de David Stern, que também nos deixou há pouco tempo. Jogou a carreira inteira em uma franquia popular e vencedora, e por lá venceu. O brasileiro ovaciona Kobe Bryant, e sua camisa é marca registrada em parques, rachões e praias por todo nosso país. 

Kobe Bryant morreu aos 41 anos em acidente de helicóptero
Kobe Bryant morreu aos 41 anos em acidente de helicóptero ESPN

Seu legado como jogador, personalidade e pai é imensurável, e seguir exaltando seus feitos é chover no molhado. Ele podia ser amado ou odiado por jogar nos Lakers, por sua mentalidade, por seus erros ou acertos dentro de quadra... Mas ele sempre foi respeitado e reconhecido como o que é: uma lenda. Kobe rompeu as barreiras do esporte e do clubismo e se tornou um astro além de seu nicho - coisa que pouquíssimos conseguem. Resta agradecer por tanto.

Então, obrigado por toda noite mal dormida por causa do fuso horário da Califórnia. Obrigado por todo arremesso completamente irracional que caiu e que me fez tomar broncas em quadra ao tentar imitá-los. Obrigado pelos títulos, pelas marcas e pelas frases. Obrigado por ter moldado toda uma geração. Obrigado por ter me ajudado a escolher o meu futuro. 

Obrigado, do fundo do meu coração, Kobe!

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Já passou da hora de darmos o devido valor a Damian Lillard

Pedro Suaide
Pedro Suaide

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Eu, você e qualquer pessoa que já assistiu um jogo de basquete sabemos que Damian Lillard é um bom jogador. Ótimas médias, sempre presente nos playoffs, jogadas marcantes... E seguimos o definindo como um bom jogador.

Parece oportunista fazer um texto como esse agora, após ele marcar 34, 34, 61 e 47 pontos nos seus últimos quatro jogos - e talvez realmente seja. Mas a gente precisa falar sobre o tamanho de Damian Lillard.

O armador caminha para se tornar o maior ídolo da história do Portland Trail Blazers, e com certeza já fez duas das mais marcantes jogadas do século da NBA:


         
     

E como fazemos com grandes jogadores, o exaltamos por isso. Mas imagine se Russell Westbrook tivesse o feito - em playoffs, como Dame fez.

Na última semana, como já foi dito, Lillard marcou 61 pontos. E mais 47 no jogo seguinte. Quando James Harden tem atuações desse tipo, todos perdemos a linha - como deve ser feito. Com Lillard, o entusiasmo parece que acaba rápido.

Talvez por ele não ser uma personalidade polêmica, talvez por ele jogar em Portland, talvez por ele falar pouco. Nós, a mídia, damos muito pouco valor para o que Damian Lillard faz - há anos.

Sua única temporada na carreira com menos de 20 pontos por jogo foi a primeira, de calouro, com 19. Nos últimos cinco anos, tem média superior a 25 - e nesse mesmo período de tempo chuta mais de 36% nos arremessos longos, acertando, no mínimo, três arremessos em média. 

Discutivelmente, Lillard é o jogador mais clutch da NBA - aquele cara em quem a gente confia na hora de decidir o jogo. Do mesmo jeito, confiamos nele para arremessar bolas que apenas ele e Stephen Curry conseguem, de muito longe. Entretanto, se alguém faz uma cesta do meio da rua, dizemos que foi uma 'cesta de Curry', mas nunca uma 'cesta de Lillard'.

Com sua atuação de 61 pontos, ele se tornou o jogador com a melhor e a segunda melhor pontuação da história entre jogadores de 1,88 metro ou menos, com 61 e 60. A concorrência que ele deixou para trás? Tim Hardaway, Chris Paul, Allen Iverson, Isiah Thomas, John Stockton, Jerry West e muitos outros 'baixinhos'. 


         
     

Além disso, entrou num grupo de elite e se tornou um dos únicos seis jogadores da história da liga com mais de um jogo de 60 pontos, ao lado de Elgin Baylor (3), Michael Jordan (4), James Harden (4), Kobe Bryant (6) e Wilt Chamberlain (32).  Mas Lillard foi o único a fazer um jogo com tantos pontos acertando 11 cestas de três pontos.

Pensando na franquia de Portland, Lillard é o segundo maior cestinha e o terceiro com mais assistências... Isso sem ser sequer um dos 10 com mais minutos em quadra, já que está na liga há apenas oito anos.

Com 29 anos, Lillard é, literalmente, o presente da NBA. E já passou da hora de o tratarmos com o status que ele merece: um dos melhores jogadores do século.

Apreciem sem moderação.


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Zion Williamson tem uma primeira missão para mostrar sua grandeza: levar os Pelicans aos playoffs

Pedro Suaide
Pedro Suaide
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Vamos direto ao ponto: com Zion Williamson, o New Orleans Pelicans precisa agarrar e não devolver uma vaga nos playoffs do Oeste da NBA, mais aberto do que nunca.

O time fez sua lição de casa até agora. Após 44 jogos disputados na temporada, todos sem a primeira escolha do draft, o time tem 17 vitórias e 27 derrotas, uma campanha dentro do esperado, principalmente com tantas lesões curtas, como as de Brandon Ingram, Jrue Holliday, Lonzo Ball e Derrick Favors, quarteto que ocupa grande parte da minutagem do time.

Após o elenco 'engrenar', já são 11 vitórias nas últimas 16 partidas. Agora, o tão esperado Zion Williamson fará sua primeira partida oficial pela franquia - contra oSan Antonio Spurs, às 23h30, AO VIVO na ESPN e no WatchESPN.

Zion divide opiniões como poucos jogadores, e a incógnita que ronda seu nome só favorece na discussão entre gregos e troianos. Já ouvimos muitas coisas, desde "ele é gordo" até "ele será o melhor jogador da NBA na próxima década". Se apegando à fatos, o que sabemos? Sua pré-temporada, saudável e disputada em alto nível, foi histórica.

Durante os quatro jogos que ele fez, teve a quarta melhor média de pontos por jogo do período, com 23,3 por jogo - atrás apenas de James Harden (31,2), Giannis Antetokounmpo (27,3) e Stephen Curry (26,8). 

|A estreia de Zion: o que esperar da primeira partida do calouro dos Pelicans na NBA|

Zion ainda tornou-se o primeiro calouro a ter média de mais de 20 pontos por jogo acertando 70% de seus arremessos, e é aqui que ele se torna ainda mais assustador. Sua habilidade com a bola na mão é tão boa quanto a de qualquer craque regular da NBA. Entretanto, sua impulsão, força e velocidade formam uma junção nunca antes vista, e seu controle de corpo e equilíbrio, principalmente no ar e a caminho do arremesso, fazem dele um perigo constante perto da cesta. Todo arremesso que ele faz perto da cesta é de alta qualidade.

E na defesa ele também pode fazer toda a diferença. Até hoje, seu time é o 10º pior defendendo na liga. Entretanto, Zion tem uma versatilidade que, se ele desenvolver contra os maiores jogadores do mundo, podem fazer dele uma espécie de Draymond Green com mais impulsão ao marcar: um general. Durante seu ano em Duke, teve médias de 2,1 roubos e 1,8 toco por jogo. Com algo que lembre isso NBA, poderá mudar sua equipe.  

Apesar de ser o 12º de sua conferência, os Pelicans estão apenasn três jogos e meio atrás do Memphis Grizzlies, o 8º. Isso quer significa que o time tem chances realíssimas de chegar lá, mas também mostra que, para isso, terá que superar seis adversários que estão vivos na disputa.

Atrás, com dois jogos e meio a menos do que os Pelicans, estão os Kings e os Wolves, que parecem estar perdendo o fôlego de vez enquanto perdem partidas em sequência.

À frente, estão Suns, Blazers e Spurs, até chegarmos aos Grizzlies, que hoje iriam aos playoffs: dois times com muita experiência e dois comandados por garotos. E é por ser a perfeita mistura disso que os Pelicans precisam se sobressair.

Se os Pelicans são liderados Lillard, McCollum e Carmelo, e os Spurs por DeRozan e Aldridge, os Pelicans têm Jrue Holliday, JJ Redick e Derrick Favors com muitos minutos em sua rotação. Jogadores consolidados, com experiência em playoffs e que melhoram aqueles ao seu redor.

E enquanto os Suns crescem com Booker, Oubre e Ayton, e os Grizzliers surpreendem com Ja Morant e Jaren Jackson Jr, os Pelicans contam com um núcleo jovem mais completo do que ambos. Lonzo Ball está finalmente mostrando o grande jogador que pode ser; Brandon Ingram têm temporada de All-Star e aos poucos se consolida como um dos grandes jogadores da liga; e ainda restam Josh Hart, Jaxson Hayes e Nickeil Alexander-Walker, que entregam menos, mas seguem evoluindo.

Agora adicione Zion Williamson a tudo isso. Não, ele não precisará fazer 20 pontos e pegar 12 rebotes por jogo, nem dar 3 tocos ou acertar 80% de seus arremessos. Seu tamanho e sua força abrem caminhos na quadra. Ele, ao entrar em quadra, já intimida defesas e as obriga a prestarem muita atenção nele. Com isso, é uma questão de inteligência e solidariedade (que ele já apresentou) para saber distribuir a bola e explorar os grandes talentos que New Orleans tem. 

Ele não precisa ser o cestinha ou jogador que mais participa do jogo, principalmente com as ótimas temporadas ofensivas de Jrue e Ingram. Mas craques são inteligentes, e é sua inteligência que vai abrir os caminhos.

Grandes jogadores fazem grandes coisas. Zion tem sua primeira missão naquele que parece ser seu caminho para a grandeza. Hoje é o dia 1.

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James Harden nos acostumou com o absurdo e passou a ser subestimado

Guilherme Sacco
Guilherme Sacco

         
    

James Harden terminou a década de 2010 como o maior cestinha do período. Com 19578 pontos anotados entre 1º de janeiro de 2010 e 31 de dezembro de 2019, o camisa 13 do Houston Rockets superou LeBron James, o segundo colocado, por mais de 200 pontos.

Vale lembrar que James Harden não era titular até a temporada 2012/2013, sendo "apenas" sexto homem na época de Oklahoma City Thunder. O que explica o feito do Barba? A sua capacidade absurda de pontuar que fez a gente se acostumar com o absurdo.

Nesta temporada, Harden tem média de 38,2 pontos por jogo, a maior marca desde 1986/87 quando Michael Jordan atingiu 37,1 pontos por partida.
Na reta final de dezembro, o Barba teve uma sequência de 9 jogos em que fez 39,2 pontos por jogo com 52,1% de aproveitamento dos arremessos e 48,3% do perímetro e quase ninguém falou sobre isso e, principalmente, o quão absurdo é.

James Harden passou a ser subestimado
James Harden passou a ser subestimado Stacy Revere/Getty Images

Passamos a tratar uma temporada de 38,2 pontos, 7,5 assistências, 46% de FG e 38% de 3PT (além de 62,4% de true shooting e 56,7% eFG) como algo normal e "não merecedora" do prêmio de jogador mais valioso da temporada.

James Harden faz coisas absurdas com tamanha constância que o absurdo virou normal e, portanto, o camisa 13 está passando a ser subestimado. Não se fala mais em nenhum feito do Barba que não seja fazer 60 pontos em uma partida.

Quem tenta diminuir os feitos de Harden cai nos mesmos papos de sempre: o de que ele cava muitas faltas, bate muitos arremessos livres e, portanto, pontua bastante por isso. Esquecem, por exemplo, que ele fez 55 pontos contra o Cleveland Cavaliers e 54 contra o Orlando Magic batendo 5 e 6 lances livres, respectivamente.

James Harden é um jogador histórico. O melhor cestinha desde Michael Jordan na NBA e alguém capaz de fazer 50 pontos em uma partida parecerem "normais" ou "irrelevantes". É preciso dar a devida importância histórica para o camisa 13 enquanto sua carreira está ativa e não só depois de sua aposentadoria.

Apreciem o maior pontuador da década. E não deixem a narrativa corromper a visão. Não subestimem James Harden. Tratem-o como o jogador histórico que ele é.


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O verdadeiro motivo pelo qual Carmelo Anthony foi eleito jogador da semana na NBA

Guilherme Sacco
Guilherme Sacco
Melo foi eleito o jogador da semana
Melo foi eleito o jogador da semana Alika Jenner/Getty Images

Nesta segunda-feira, a NBA anunciou os melhores jogadores da semana para cada conferência. Carmelo Anthony, do Portland Trail Blazers, venceu a premiação na Conferência Oeste.

A escolha, porém, causou uma discussão entre os fãs de basquete. Afinal, Luka Doncic, do Dallas Mavericks, teve uma semana incrível, ajudou a equipe a vencer o Los Angeles Lakers, melhor equipe da NBA no momento, com médias de 30.3 pontos, 8.7 rebotes e 9 assistências. James Harden, do Houston Rockets, fez apenas dois jogos, mas um deles de 60 pontos em apenas três quartos.

A questão, porém, vai além. Sabemos que a NBA é uma liga pautadas por narrativas e a história da última semana foi o retorno de Melo ao basquete. Depois de ficar mais de um ano sem jogar, o ala foi contratado "no desespero" pelos Blazers e ganhou uma nova - e provavelmente última - chance na NBA.


         
    

E ele tem aproveitado-a muito bem. Talvez até acima das expectativas dos mais otimistas - eu, por exemplo, fui um dos grandes defensores da volta de Melo. Com médias de 22.3 pontos, 7.7 rebotes e 2.7 assistências, Carmelo liderou os Blazers a três vitórias em três jogos na semana e a NBA viu a oportunidade perfeita de coroar a grande história da semana.

O prêmio não é pelo fato de Carmelo ter sido o melhor jogador da semana - este foi Luka Doncic -, mas, sim, por que a narrativa do retorno de Melo é a mais atraente e mais rentável para a NBA. Sinceramente? Eu não tenho o menor problema com isso.

Carmelo Anthony merece ser celebrado sempre que possível e seu retorno tem sido mágico. O que for preciso para mantê-lo assim deve ser feito.

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O verdadeiro motivo pelo qual Carmelo Anthony foi eleito jogador da semana na NBA

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Os Lakers são os donos de Los Angeles | NBA no Divã #5

ESPN League
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Os Lakers são os donos de LA
Os Lakers são os donos de LA Arte ESPN

O Los Angeles Lakers tem a melhor campanha da NBA. LeBron James é um dos principais candidatos ao prêmio de MVP e Anthony Davis está jogando o que se esperava que ele jogasse. No NBA no Divã desta semana, Guilherme Sacco e Leonardo Sasso analisam o que faz dos Lakers uma equipe já tão pronta ainda no começo da temporada e, consequentemente, uma das candidatas ao título e cravam: Los Angeles ainda pertence ao lado azul e roxo da força. Confira!



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Os Lakers são os donos de Los Angeles | NBA no Divã #5

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Finalmente, o absurdo foi corrigido: Carmelo Anthony está de volta à NBA

Guilherme Sacco
Guilherme Sacco
Carmelo Anthony está de volta
Carmelo Anthony está de volta Getty Images


A justiça foi feita na NBA. Carmelo Anthony está de volta às quadras e será jogador do Portland Trail Blazers. O absurdo que era Melo não estar empregado foi corrigido.

O ala não joga uma partida de NBA desde o começo da temporada passada quando foi dispensado pelo Houston Rockets após apenas 10 partidas na franquia texana. E isso é um absurdo.

Não existem 450 jogadores melhores do que Carmelo Anthony no mundo. Portanto, ele não ser um dos 15 jogadores de um dos 30 elencos da NBA é absurdo.

Não existem 450 jogadores de basquete que contribuam mais do que Carmelo Anthony poderia contribuir para qualquer equipe e isso é indiscutível. No auge, Carmelo era um dos maiores pontuadores da história do basquete.


         
    

E ninguém esquece como arremessar, muito menos alguém que foi 10x All-Star da NBA "só por pontuar". Vindo do banco de reservas e com minutos restritos, Carmelo é, indiscutivelmente, uma ótima opção para segundas unidades que precisem de alguém que converta oportunidades em cestas: exatamente o que o Blazers precisa.

A grande questão com Carmelo foi a mentalidade. A hesitação em aceitar um papel secundário. No entanto, o ala deu diversos sinais de que está disposto a se sacrificar para voltar a uma quadra de basquete e fazer o que mais gosta.


         
    

E esse é outro ponto inegável. Poucos jogadores amam entrar em uma quadra tanto quanto Carmelo Anthony. Entre todos os seus defeitos, o grande destaque no jogo de Melo sempre foi a energia e a vontade de vencer acima de tudo. Não existiu uma partida em sua carreira que Carmelo não deixou tudo em quadra.

Agora, o absurdo foi corrigido. O Portland Trail Blazers faz o que todo mundo deveria ter feito antes mesmo da temporada começar: dá a última chance para Carmelo provar de uma vez por todas que merece ser lembrado como um dos pontuadores mais letais e decisivos da NBA e não por uma figura caricata que foi criada sobre ele.

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O amanhã de Luka Doncic é hoje

Pedro Suaide
Pedro Suaide

20 anos. Alguns dos melhores jogadores universitários de basquete têm mais de 20 anos. Com essa idade, Luka Doncic é definitivamente um dos melhores, mas jogando no meio dos adultos.

Grande parte da análises sobre jogadores se baseia em sua idade e onde os mais velhos estavam com tal idade. O problema disso é que não tem como 'prever o futuro' de um ponto fora da curva, exatamente por ele não estar no mesmo nível da média.

Luka Doncic chegou à NBA em 2018 com um status de promessa, apesar de já ter conquistado a Europa com o Real Madrid e a seleção eslovena. Foi sensação em seu primeiro ano, mas obviamente era avaliado entre os calouros. Agora o ponto de comparação é outro: toda a liga. E seu rendimento mostra que ele realmente já faz parte do grupo de elite.

Após três semanas de jogos, apenas um jogador está no Top-10 de pontos, rebotes e assistências por jogo. E ele tem apenas 20 anos. E ele se chama Luka Doncic. 27,7 pontos (6º), 10,8 rebotes (10º) e 9,1 assistências (2º) de média. 

Muito além de sua posição em rankings quando comparado seus contemporâneos, é importante entender suas médias por jogo em comparação com todos os astros da NBA quando tinham sua idade. Nunca alguém teve médias tão altas, muito menos beirando um triplo-duplo. 

Considerando garotos de até 20 anos que eram protagonistas em suas equipes, Luka sobra contra outras estrelas. Para tirar uma base de análise, foram selecionados apenas jogadores que tiveram mais de 20 pontos por jogo de média.

LeBron James (2004-05) e Kevin Durant (2008-09) são os únicos que chegam perto em pontos, com 27,2 e 25,3 por jogo, respectivamente. Falando em assistências, ele é soberano, e o mais próximo também é LeBron de 2004-05, que teve 7,2. Nos rebotes, Doncic só não está melhor do que Shaquille O'Neal (1992-93), que pegou 13,3 por jogo.

E isso é muito pouco. Seu entendimento de jogo e leitura de situações em quadra estão em outro nível. É obvio que ele está longe de ser perfeito - sua escolha de arremessos ainda é bastante falha, sua defesa pode (e precisa) melhorar. Entretanto, seu instinto é de vencedor, e ele deixa isso claríssimo quando assume disputas contra os melhores do mundo em retas finais de partida.

A conversa não devem mais ser sobre se Doncic será ou não uma estrela. Mas sim quando ele vai vencer seu primeiro MVP. E o segundo. E por aí vai.

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O amanhã de Luka Doncic é hoje

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A temporada do Golden State Warriors acabou: o que fazer agora? | Programa Sem Nome #3

ESPN League
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O que fazer com os Warriors?
O que fazer com os Warriors? Arte ESPN

Stephen Curry quebrou a mão. Klay Thompson só começa a temporada em fevereiro, depois da parada para o All-Star Game. Draymond Green machucou a mão. O Golden State Warriors lembra bastante o banco de reservas do Tune Squad contra os Monstars no 'Jogo do Universo' em Space Jam.

Ou seja, a temporada dos Warriors acabou. O que fazer agora? Trocar D'Angelo Russell e investir forte no "tank" buscando uma escolha alta no draft de 2020? Manter o armador e, ainda assim, ficar lá embaixo, mas continuar apostando no projeto que era previsto para essa temporada. Ou buscar um milagre de uma vaga nos playoffs e poder acabar prejudicando o futuro da franquia?

Guilherme Sacco e Leonardo Sasso respondem no Programa Sem Nome desta semana!



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A temporada do Golden State Warriors acabou: o que fazer agora? | Programa Sem Nome #3

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Cinco conclusões (possivelmente precipitadas, mas talvez não) após uma semana de NBA

Pedro Suaide
Pedro Suaide

Karl-Anthony Towns é o melhor unicórnio do mundo


Para um pivô ser levado a sério nos dias de hoje, ele precisa fazer de tudo. E as últimas temporadas da NBA levantaram discussões fortes sobre quem seria o melhor grande da liga: Embiid ou Jokic. Bem, parece que nem um, nem outro.

O começo de ano de KAT é surreal. Após três jogos, as médias são de 32 pontos, 13,3 rebotes, 5 assistências, 3 roubos de bola e 2 tocos. Tudo isso acertando 5 bolas de três por jogo (convertendo 51,7% das tentadas). Entretanto, o mais incrível é ver como ele está jogando além dos números. A facilidade com que ele arremessa lembra Stephen Curry. O gatilho rápido, a boa leitura das jogadas (muitas que ele mesmo vem armando), o step-back... Só que com 2,13 metros. E bem, três vitórias nos três primeiros jogos.


Pascal Siakam pode ser, novamente, o jogador que mais evoluiu na NBA

 


Kawhi saiu, mas talvez o presente não seja tão ruim para os Raptors - e por causa de Pascal Siakam. Agora líder do time, parece que o camaronês subiu mais um degrau para esta temporada, e por isso o time começa com três vitórias e uma derrota.

Se ele foi eleito o jogador que mais evoluiu na NBA na última temporada após passar de 7,3 pontos e 4,5 rebotes por jogo (em 2017-18) para 16,9 pontos e 6,9 rebotes (em 2018-19), que tal um começo com médias de 28,7 pontos, e 10,7 rebotes - com direito a 47% de acerto dos arremessos dos três pontos? É evolução que não para, e o céu é o limite.

Luka Doncic é o próximo 'dono' da NBA


É possível dividir a NBA em eras, e cada era teve seu ou seus donos. Bill Russell, Wilt Chamberlain, Kareem Abdul-Jabbar, Larry Bird, Magic Johnson, Michael Jordan, Shaquille O'Neal, Kobe Bryant, LeBron James, Kevin Durant, Stephen Curry... Jogadores que, além de serem pontos MUITO fora da curva, eram (e são) o rosto da liga, dentro e fora de quadra. Luka Doncic é o próximo.

LeBron, Durant e Curry estão mais perto do fim do que do começo, e a nova era já começou. Nomes como Antetokounmpo, Davis e Embiid aparecem como jovens craques incontestáveis, mas Doncic tem o potencial para colocá-los como seus 'coadjuvantes' nessa questão que vai ainda além do basquete, mas que tem no jogo dentro de quadra seu ponto fundamental. 

O começo de sua segunda temporada na NBA tem números de MVP: 29,3 pontos, 10,3 rebotes e 7,3 assistências por jogo.  A inteligência para ler situações em quadra é evidente, e o carisma incontestável. Outro ponto diferencial é o estilo de jogo. Cada vez mais a liga se desenvolve ao redor de arremessadores (o que os citados acima não são exatamente), e esse fator pode tornar Doncic o exemplo a ser seguido por milhões de crianças ao redor do mundo.

Os Spurs devem trocar DeMar DeRozan



Três jogos, três vitórias. Gregg Popovich segue impecável, e a reconstrução dos Spurs mais clara do que nunca. Com três garotos cheios de potencial na armação (Dejounte Murray - um monstro -, Derrick White e Bryn Forbes), DeMar DeRozan pode ser muito útil... Principalmente se for uma moeda de troca. Com ele lá, os minutos desses jogadores serão reduzidos para que ele possa jogar (como deve, se estiver no elenco), e isso não é bom.

O camisa 10 ainda está perto do seu auge e definitivamente é um jogador que pode decidir partidas e fazer parte de uma equipe campeã. Os Spurs, sejamos honestos, dificilmente passarão da primeira rodada dos playoffs. Então, por que não abraçar a reconstrução e dar o time completamente nas mãos dos garotos?  DeMar tem valor alto para times que sonham com o troféu, e em seu lugar podem vir escolhas de draft e garotos promissores para Popovich desenvolver em um novo time de San Antonio que promete muito. 

Trae Young é o jogador mais divertido da liga



Os jogadores jogam para vencer e por essa ser a profissão deles, acima de tudo. Nós, que estamos do outro lado da tela, assistimos basquete para nos divertir. E é isso que Trae Young nos proporciona mais do que qualquer outro jogador atualmente.

Ele arremessa de qualquer lugar da quadra, se mexe com confiança, encontra seus companheiros com passes incríveis tirados da cartola e joga com amor. Não é preciso pedir mais nada, pois o talento para fazer tudo isso acima ele já tem. A dica é: se os Hawks estão jogando, pare e divirta-se.

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A benção de Zion Williamson pode ser sua própria maldição

Pedro Suaide
Pedro Suaide

Nunca vimos um jogador como Zion Williamson. Por mais que você já tenha lido isso dezenas de vezes, não deixa de ser verdade.

São 2,01 metros de altura e 129 kg nas costas. Se fosse só isso, ok. O que o torna único é sua explosão e velocidade, fora do normal para jogadores mais leves - sejam eles mais altos ou mais baixos.  Além disso, seu controle de bola também é fora da curva.

Voa, Zion! Lonzo Ball manda passe da parte de trás da quadra, e calouro dos Pelicans sobe para ponte aérea na NBA

NESTA SEXTA-FEIRA, ÀS 21H, OS PELICANS ENCARAM OS MAVERICKS AO VIVO NA ESPN 2 E NO WATCHESPN - NÃO PERCA!

Seu desenvolvimento físico o faz jogar em qualquer nível de competição como se fosse o melhor atleta dentro de quadra. No Ensino Médio, era humilhante. Na Universidade, fácil. Na NBA, parece que ainda será muito dominante. 

Sem um arremesso confiável, Zion baseia seu jogo em 'trombadas'.  Ele consegue vir de fora da linha dos três batendo a bola com velocidade, vencendo o primeiro defensor no drible. Sua meta sempre é arremessar a um metro ou menos de distância da cesta, onde é mortal. Mas com apenas 2,01 metros isso se torna difícil, já que os pivôs são muito mais altos. 

Aí que vem sua benção. Seja com sua impulsão para chegar enterrando ou, principalmente, com sua força no chão, ele abre espaços. Tromba em um, dá ombrada em outro, gira, sobe, cesta.

Abaixo, veja seus arremessos contra os Bulls na pré-temporada.

O problema é que sua aptidão física pode ser sua maldição. Por ser muito pesado e não tão alto, Zion se torna extremamente denso. E todo esse peso pode ser muito para seus joelhos e pés aguentarem. Pode ser que não. 

A lesão que obrigou uma cirurgia no menisco e o tirou das primeiras semanas na temporada não tem relação com seu peso, disse David Griffin, diretor dos Pelicans.

"A ideia de que isso (lesão) aconteceu de alguma forma porque Zion está em más condições físicas é apenas estúpida".

Zion por Zion: em suas próprias palavras, fenômeno relembra caminho até a NBA

Não dá para saber se isso é verdade ou história para boi dormir, mas Griffin trouxe um bom exemplo do que é Zion: 

“Esse cara é uma aberração da natureza. Quando passou pelo exame físico, ele correu na esteira por mais tempo do que qualquer um precisou no teste de estresse cardiorrespiratório para aumentar sua frequência cardíaca. Isso aconteceu porque ele foi tocado pela mão de Deus. Ele está em condição de elite."

Em Duke, a lesão foi para a conta do tênis. Agora não temos explicação. Só resta esperar que sua carreira não seja destruída ou até mesmo freada por lesões. Ele é muito especial para isso.



Zion domina mais uma vez, acerta até bola de três e comanda vitória dos Pelicans sobre o Jazz na NBA

Fonte: Pedro Suaide

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A benção de Zion Williamson pode ser sua própria maldição

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Pouca mídia, muito jogo: 5 calouros e 5 segundo-anistas que você precisa ficar de olho na temporada da NBA

Pedro Suaide
Pedro Suaide

A NBA CHEGOU!

É difícil conter os ânimos, mas sim, mais uma temporada está começando após um frio e longo inverno. Para entrar no clima, que tal conhecer cinco calouros e mais cinco segundo anistas under the radar?  Aqueles jogadores que talvez você não conheça tão bem, mas podem muito bem brilhar!

Calouros

Matisse Thybulle - Philadelphia 76ers

Melhor defensor universitário dos últimos anos, Thybulle terá um impacto imediato na NBA. Na Universidade de Washington, foi protagonista de uma marcação por zona, conseguindo 3,5 roubos de bola e 2,3 tocos por jogo na última temporada.

Além da força marcando, já chega com um arremesso confiável da linha dos três pontos e uma inteligência acima da média. Vindo do banco, será peça fundamental nos Sixers, que visam o título.

Nickeil Alexander-Walker - New Orleans Pelicans

O armador canadense chegou no time do momento e mostrou que merece sua vaga na rotação. Arremesso longo, QI de jogo, velocidade, bom passe... O garoto tem tudo.

Na Summer League, destacou-se muito e recebeu espaço na pré-temporada, participando de momentos decisivos em jogos e foi fundamental em vitórias dos Pelicans.

Tyler Herro - Miami Heat

Um gatilho! Herro veio de Kentucky prometendo uma coisa: bola de três. Na Summer League e na pré-temporada mostrou que sabe o que está fazendo. De uma escolha um tanto quanto despretensiosa já se tornou um jogador importante na rotação de Miami.

Provou que consegue chutar tanto recebendo a bola de passe quanto criando a situação com seu próprio drible. Além disso, entra em quadra com uma mentalidade vencedora e altíssima confiança.

Brandon Clarke - Memphis Grizzlies

Um dos jogadores universitários mais atléticos do último ano (talvez só atrás de Zion), Clarke consegue correr, pular, defender e estar em todos os lugares da quadra.

Caiu para a 21ª escolha do draft após temporada meteórica por Gonzaga e foi escolhido por Memphis, onde poderá dominar o garrafão com Jaren Jackson Jr. O arremesso ainda é um problema que precisa ser resolvido, mas o domínio de força e o poder defensivo já fazem dele um jogador muito empolgante.

Jordan Poole - Golden State Warriors

Se tem algo que os Warriors sabem fazer é draftar. É claro que não tem como dizer que Poole será o próximo Curry, Klay ou Green, mas o garoto de Michigan foi uma ótima garimpada de Steve Kerr e cia.

O arremesso longo é natural e parece que sai automaticamente. Ainda apresenta ótimo entendimento de como se movimentar no sistema ofensivo do time da Califórnia. A defesa é um problema, mas ele é o tipo de jogador que pode explodir e pontuar absurdos em qualquer noite.

Segundo anistas

Shai Gilgeous-Alexander - Oklahoma City Thunder

O jogador mais subestimado de sua classe. Foi escolhido na 11ª posição pelos Clippers e fez uma temporada incrível - mais pelo que jogou do que pelos números que acumulou. No fim da temporada, foi moeda de troca para o time de LA conseguir Paul George, e agora defende o Thunder.

O armador canadense já ganha vantagem por seu tamanho, muito alto e com braços longos para a posição. Tem um arremesso de três pontos muito constante e tem facilidade para finalizar ou passar após infiltrar o garrafão. Agora, com ainda mais espaço em uma franquia se reconstruindo, pode se consolidar. 

Miles Bridges - Charlotte Hornets

Como calouro conquistou seu espaço em Charlotte. Agora, sem Kemba Walker, pode se tornar o dono dos Hornets. 

Ainda é muito cru, principalmente na percepção de bons arremessos, mas apresenta potencial de ser um jogador completo. Seu poder físico é muito acima da média, o que já o torna um dos jogadores com melhores enterradas na liga e aumenta seu teto como um bom reboteiro para sua altura.

Loonie Walker - San Antonio Spurs

Como bem conhecemos Gregg Popovich, não é fácil ser um calouro e ter espaço com o treinador. Loonie foi selecionado na 18ª posição de 2018 após ótima temporada pela Universidade da Flórida e parece ser o encaixe perfeito para a posição 3 do time de San Antonio.

Walker lembra o jovem Kawhi Leonard, antes de evoluir e alcançar o estrelato. A defesa é boa, o arremesso de média e longa distância também. Sua solidez e principalmente inteligencia chamam atenção.

Landry Shamet - Los Angeles Clippers

Shamet é um caso curioso. Foi escolhido pelos Sixers e de cara se tornou um jogador fundamental vindo do banco. Logo foi trocado para os Clippers na negociação que levou Tobias Harris para Philadelphia, e em LA continuou mostrando do que era capaz. Agora que o time da Califórnia tem duas das maiores estrelas da liga, pouco se fala sobre Shamet, mas seu valor é gigante.

O garoto é um arremessador nato, daqueles que chegam prontos à liga. Seu trabalho de pés para achar espaços entre bloqueios e arremessar é outro ponto forte. Será fundamental vindo do banco para os Clippers buscarem o título da NBA.

Mitchell Robinson - New York Knicks

O pivô não jogou basquete universitário e foi selecionado pelos Knicks na 36ª escolha de 2018. Em sua primeira temporada na equipe, foi o substituto de Enes Kanter e depois de DeAndre Jordan, mas conquistou a torcida. Será o titular neste ano, merecidamente.

Foi o jogador com maior média de tocos por minuto em toda a NBA na última temporada. Seus braços longos fazem ele conseguir fechar o garrafão e alcançar arremessadores fora dos três pontos - já é um defensor temido. No ataque, pode se tornar uma máquina de pontes aéreas, e já revelou estar treinando para ser um bom arremessador de longa distância. Falta um certo refinamento no seu jogo ainda, mas parece ser apenas questão de tempo.

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A lesão não interfere em nada: Zion Williamson ainda será o calouro do ano

Guilherme Sacco
Guilherme Sacco

         
    

O New Orleans Pelicans divulgou nesta segunda-feira que Zion Williamson passou por uma cirurgia e ficará afastado de seis a oito semanas no começo da temporada.

Com o histórico do jogador e o tempo de recuperação, começaram a surgir as dúvidas: Zion será um 'bust'? Zion perdeu o prêmio de calouro do ano? As lesões transformarão Zion Williamson em um Greg Oden 2.0?

A resposta para todas as perguntas é a mesma: não. Principalmente para a disputa do prêmio de calouro do ano. Mesmo ficando dois meses afastado, a primeira escolha do Draft de 2019 receberá o troféu de rookie da temporada.

Enterradas de Zion serão o suficiente
Enterradas de Zion serão o suficiente Carmen Mandato/Getty Images

Não será preciso mais do que 50 jogos de Zion fazendo o que se espera que ele faça para que o calouro dos Pelicans fique com o prêmio. É simples.

Zion é queridinho da mídia, tem todo o "hype" necessário para transformar qualquer enterrada em manchetes ao redor do mundo e isso será o suficiente para atrair votos e mais votos.

Se considerarmos que três meses ótimos de Trae Young quase lhe deram o prêmio de calouro da última temporada quando Luka Doncic fez uma das melhores temporadas de rookie da história apenas pela narrativa, imagine o que será com Zion Williamson.

Só um desastre tira o prêmio da mão do camisa 1 dos Pelicans e essa lesão não é esse desastre.

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Por que 'calouro' dos Nuggets pode ser o fator crucial para o próximo título da NBA

Pedro Suaide
Pedro Suaide


Para alegria geral da nação, a NBA está voltando. E após uma temporada incrível, muitos seguem olhando torto para o Denver Nuggets antes do início de mais um campeonato.

O time de Mike Malone liderou a conferência oeste por grande parte do ano, terminou a temporada regular com 54 vitórias e caiu nas semifinais de conferência, superados pelos Blazers por 4 a 3. 

Denver não sabia o que era um jogo de playoffs desde 2013, e não passavam da primeira fase do mata-mata desde 2009. Ano passado foi um marco, encerrando oficialmente o fim da era de Carmelo Anthony e cia. e dando início a tempos que prometem ser de alegria, com Nikola Jokic no comando.

Ninguém esperava esse salto do dia para a noite, e o time agora pode estar no famoso 'segundo ano', aquele que prova se a última temporada foi apenas um ponto fora da curva - acho difícil que tenha sido considerando a quantidade de talento que eles têm no elenco.

Entretanto, esse salto para se tornar realmente um candidato ao título passa por um homem: Michael Porter Jr. 

Escolhido na 14ª escolha do draft de 2018, lesões nas costas tiraram o jogador da temporada. Mas ele está de volta, e pode ser decisivo por dois motivos.

Primeiro, ele pode se tornar o que o time precisa: um ala que pontue com facilidade. Hoje, o elenco é liderado por Nikola Jokic, pivô que pode pontuar muito, mas não obrigatoriamente faz isso, já que acaba jogando muitas vezes como um armador, apesar do tamanho. 

Seu fiel escudeiro é Jamal Murray, empolgante armador de apenas 22 anos. Ele consegue chegar a partidas de 40 pontos, mas segue sendo inconsistente - ou seja, às vezes não vai marcar mais de 10 pontos, e isso é um grande problema para um time que quer ser campeão.

Aí chega Porter, que foi um pontuador nato durante o ensino médio - e seus lances durante a pré-temporada mostram que ele realmente encontra a cesta naturalmente. Se encontrar seu potencial, pode fechar um quinteto com Jamal Murray, Gary Harris, Paul Milsap e Nikola Jokic para realmente buscar o título.

Mas existe um segundo motivo, caso ele apresente mais potencial do que basquete até a metade dessa temporada, e o time de Denver sinta que é a hora de dar All-In.

Os Nuggets têm um elenco profundo. Tirando os quatro titulares já citados acima e Porter Jr., o grupo conta com um arsenal de jogadores valiosos: Will Barton, Malik Beasley, Jerami Grant, Monte Morris, Torrey Craig e mais.


Caso sintam necessidade de 'virar a chave' durante o caminho, a direção da franquia pode buscar ele, o jogador que será o mais desejado em trocas durante esta temporada: Bradley Beal. E se tem um time com jovens jogadores e escolhas de draft que podem convencer os Wizards a abrir mão de sua estrela, é o Denver Nuggets.

Beal é uma estrela que está em uma equipe completamente disfuncional. Washington cada vez mais imagina (ou talvez até já saiba) que não vai ficar com ele quando seu contrato acabar, no meio de 2021. Por isso, é interessante trocá-lo antes que seja tarde demais para receber algo valioso em troca.

Para Denver, Beal seria um encaixe perfeito com Murray e Jokic, os 'introcáveis', e fecharia um trio capaz de reinar.

Seja para jogar ou para ser trocado, Michael Porter Jr. pode ser o fator crucial para o próximo título da NBA.

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Stephen Curry tem um recado: o MVP voltou

Guilherme Sacco
Guilherme Sacco



Sim, é só pré-temporada e, normalmente, ela não significa nada. Mas o que Stephen Curry fez na madrugada de quinta para sexta-feira não foi nada além de deixar um recado para a NBA: o MVP voltou.

O armador do Golden State Warriors é a minha aposta para terminar a temporada com o prêmio de jogador mais valioso em suas mãos e a atuação na vitória sobre o Minnesota Timberwolves mostra o por que.

Foram apenas 25 minutos e 28 segundos em quadra, mas Steph anotou 40 pontos, pegou seis rebotes e distribuiu seis assistências. Foram 14 arremessos convertidos em 19 tentados, sendo seis de nove do perímetro, além de seis arremessos livre sem erros.

Durante a "Era Durant" nos acostumamos a ver um Curry mais "tímido", mais coletivo e fazendo os sacrifícios necessários para que os outros brilhassem e sua equipe vencesse. Ele continuará sendo um cara que coloca a vitória acima da performance individual em 2019/2020. A questão, porém, é outra.

Com Klay Thompson lesionado até, no mínimo, fevereiro e a saída de Kevin Durant, Curry terá a ajuda apenas de D'Angelo Russell e Draymond Green por boa parte da temporada. Para fazer os Warriors vencerem, Steph terá que empilhar atuações de 40 pontos em 30 ou menos minutos.

Nesta madrugada, enquanto muitos dormiam, ele decidiu nos lembrar do que é capaz: fazer 40 pontos em 25 minutos com uma eficiência fora do comum e, ainda por cima, sendo garantia de diversão.

O maior empecilho poderia ser o fato de que os Warriors, por conta de tantos desfalques, não consigam uma campanha espetacular, o que o prejudicaria na disputa. Afinal, o número de vitórias ainda parece ser um critério extremamente relevante visto que isso foi o que, injustamente, tirou o prêmio das mãos de James Harden na última temporada.

Uma grande diferença entre o 'Brinquedinho Assassino' e o 'Barba' é que, mesmo se tiver uma campanha inferior, Curry terá o apoio dos fãs da NBA. Stephen é muito mais amado entre os torcedores e, também, entre os jornalistas que votam na premiação, o que provavelmente faria com que o critério das vitórias fosse menos importante.

Wardell Stephen Curry II é o único MVP unânime da história da liga, o melhor arremessador de todos os tempos e o coração e peça-chave do sistema que nos trouxe a, possivelmente, melhor equipe de todos os tempos.  E, ainda por cima, tem o carisma que conquista votos.

Na madrugada, Curry fez questão de nos lembrar disso tudo. Preparem-se, o MVP vem aí.

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Stephen Curry tem um recado: o MVP voltou

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Kyrie Irving é mais uma prova de que precisamos discutir saúde mental de atletas

Guilherme Sacco
Guilherme Sacco

Durante a apresentação do elenco do Brooklyn Nets na sexta-feira, o armador Kyrie Irving deu um depoimento aonde explicou a grande razão para ter 'falhado' com seus ex-companheiros de Boston Celtics: a morte de seu avô.


         
    

Segundo Kyrie, ele não soube como lidar com a perda de alguém tão querido e, principalmente, não procurou terapia para saber como fazer. Sem cuidar da sua saúde mental, perdeu a alegria que sentia ao jogar basquete e, consequentemente, não conseguiu se dedicar integralmente a seus companheiros como o líder que 'deveria ter sido e falhou'.

O armador não é o primeiro - e nem deve ser o último - a falar abertamente sobre questões de saúde mental interferirem em seu jogo na NBA. Kevin Love e DeRozan já relataram problemas com depressão. Paul Pierce já afirmou que desenvolveu problemas para estar em multidões após ser esfaqueado onze vezes e jogar a temporada normalmente em 2000.

A terapia podia ter salvo a temporada de Kyrie
A terapia podia ter salvo a temporada de Kyrie Mike Lawrie/Getty Images

O que todos têm em comum? Nenhum deles fez uma pausa na temporada para se recuperar como fariam com qualquer lesão física. E questões mentais deveriam ser tratadas com a mesma seriedade das físicas.

É preciso acabar com essa cultura de que pessoas que lidam com problemas de saúde mental como a depressão são mais 'fracas' que as outras e, portanto, não tem condições de ser um atleta profissional.

Ou que quem demonstra sentimentos e vulnerabilidades é menos focado e tem menos chances de ser um grande jogador do que aqueles que, muito provavelmente, preferem esconder seus problemas em cargas excessivas de trabalho.

Precisamos parar de tratar os jogadores como robôs programados para jogarem basquete - ou futebol ou futebol americano ou qualquer esporte - e os tratarmos com o que são de verdade: seres humanos com problemas como eu, você e qualquer outro. E, não, Kyrie, você não falhou. Nós que falhamos com você.

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Kyrie Irving é mais uma prova de que precisamos discutir saúde mental de atletas

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Stephen Curry merece estar à frente de Kobe Bryant em ranking histórico da NBA

Guilherme Sacco
Guilherme Sacco

Na quinta-feira, o Bleacher Report divulgou um ranking histórico da NBA em que Stephen Curry era o 10º colocado e Kobe Bryant o 14º. A presença do armador do Golden State Warriors na frente da lenda do Los Angeles Lakers causou polêmica nas redes sociais, mas não está errada.

A única coisa errada é a posição de cada um no ranking. Kobe e Curry deveriam estar no top 10, mas o jogador dos Warriors na frente do ex-Laker é o correto.

E por um motivo simples: Kobe Bryant foi um excelente jogador, mas foi uma "cópia fiel" do que já havia vindo antes, Curry foi o jogador que mais influenciou o basquete na história, além de ser o melhor arremessador de todos os tempos e um dos três melhores armadores que a liga já viu.

Steph é um dos 3 melhores PGs da história
Steph é um dos 3 melhores PGs da história Getty Images

O legado do armador dos Warriors será maior do que o deixado pelo ala dos Lakers. Antes de Steph, a NBA arremessava, no total, 52 mil bolas de três em uma temporada (números de 2015). Na última temporada, foram 78 mil arremessos de longa distância, ou seja, um aumento de 26 mil bolas desde que os Warriors foram campeões pela primeira vez sob a batuta de Curry.


         
    

O sistema de ataque do Warriors deixou sua marca pelas equipes da NBA atual e só foi possível por conta da qualidade de Curry. Pelo fato de ser o melhor arremessador de todos os tempos e, ao mesmo tempo, um jogador extremamente coletivo. Que sempre se dispôs a se sacrificar pelo sucesso da equipe, ao contrário de Kobe Bryant e sua "Mamba Mentality".

Stephen Curry é um arremessador melhor, um armador melhor, um jogador melhor e um companheiro melhor do que Kobe Bryant foi. Em uma discussão em que o nível dos jogadores é tão parelho, detalhes fazem a diferença. E Steph vence em todos os detalhes e no legado.

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