ESPN faz lista com os 100 maiores jogadores da história: opine, discorde e divirta-se

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top 100

Quem são os melhores jogadores da história da NBA? Para responder a pergunta, a ESPN recrutou especialistas do mundo inteiro. A missão é das mais ingratas, afinal, são eras distintas, posições diferentes, características até conflitantes.

Tudo começou em janeiro, com algumas "pílulas", cada uma contendo 10 jogadores. Primeiro, os armadores.Depois, alas-armadores e alas. Vieram, então, os alas-pívôs. Por fim, os pivôs

No fim de janeiro, a ESPN começou a sua contagem regressiva do top 100, chegando à apoteose na semana do Carnaval.  

Eleger 100 parece até fácil, afinal, são muitos jogadores. Mas, assim como acontece com qualquer lista, tudo - ou quase tudo - é passível de discussão. Você vai achar falta de um ou outro nome? Opa, sim. Vai ver que alguns de seus preferidos não estão entre os melhores? Com certeza. Vai discutir por que tal jogador apareceu na frente de outro? Sem dúvida!

Abaixo, a lista completa, com um pequeno perfil de cada eleito. Os prêmios foram simplificados, assim, um jogador eleito para o segundo ou terceiro time ideal da temporada aparecerá como eleito para a seleção da temporada. E por aí vai. 

Discuta, opine, discorde! E, principalmente, divirta-se"

 

1 – Michael Jordan

  • Acho que Deus se disfarçou de Michael Jordan"
  • 1986
  • Larry Bird, sobre o rival do Chicago Bulls

Posição: ala-armador

Times: Chicago Bulls (1984-93, 1995-98), Washington Wizards (2001-03)

Prêmios: 5 vezes MVP (1987-88, 1990-91, 1991-92, 1995-96, 1997-98), 6 vezes MVP das Finais, 14 vezes All-Star, 11 vezes na seleção da temporada, 9 vezes no time defensivo do ano, 10 vezes cestinha da temporada, Jogador Defensivo do Ano (1987-88), Novato do Ano (1984-85), eleito para o Hall da Fama

Títulos: 6 (1991, 1992, 1993, 1996, 1997, 1998)

Números da carreira (média): 30,1 pontos, 6,2 rebotes, 5,3 assistências, 49,7% de aproveitamento

Apelido: Air Jordan, His Airness

Você sabia? Nas 11 temporadas nas quais jogou pelo menos 20 partidas com os Bulls, Jordan terminou entre os cinco mais votados para o prêmio do MVP dez vezes. A exceção? A temporada de novato, quando terminou em sexto. E nos playoffs, analisando pela posição de classificação, nos tempos de MJ, os Bulls nunca foram superados contra franquias de campanha igual ou inferior. O recorde é de 24 vitórias e nenhuma derrota.

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Michael Jordan 1

 

2 – Kareem Abdul-Jabbar

Posição: pivô

Times: Mikwaukee Bucks (1969-1975), Los Angeles Lakers (1975-1989)

Prêmios: 6 vezes MVP (1970-71, 1971-72, 1973-74, 1975-76, 1976-77, 1979-80), 2 vezes MVP das Finais, 19 vezes All-Star, 15 vezes no time ideal da temporada, 10 vezes no time defensivo do ano, Novato do Ano (1969-70), eleito para o Hall da Fama

Títulos: 6 (1971, 1980, 1982, 1985, 1987, 1988)

Números da carreira (média): 24,6 pontos, 11,2 rebotes, 2,6 tocos, 55,9% de aproveitamento

Apelido: Cap

Você sabia? Ele simplesmente é o líder de todos os tempos da NBA em relação aos prêmios de MVP, pontos e win shares (percentual de vitórias obtidas por partidas disputadas). Quer mais? Abdul-Jabbar é dono de três dos seis melhores anos da história em win shares, incluindo a temporada 1971-1972, quando terminou com médias de 34,8 pontos e 16,6 rebotes. Se contarmos apenas as seis temporadas pré-Lakers, o pivô ainda se mantém entre os 50 melhores da história da NBA no quesito.

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Kareem Abdul-Jabbar 2

 

3 – LeBron James

Posição: ala

Times: Cleveland Cavaliers (2003-2010, 2014-hoje), Miami Heat (2010-2014)

Prêmios: 4 vezes MVP (2008-09, 2009-10, 2011-12, 2012-13), 2 vezes MVP das Finais, 11 vezes All-Star, 11 vezes no time ideal da liga, 6 vezes no time defensivo do ano, Novato do Ano (2003-04), cestinha da temporada (2007-08)

Títulos: 2 (2012, 2013)

Números da carreira (média): 27,3 pontos, 7,1 rebotes, 6,9 assistências, 49,6% de aproveitamento

Apelido: King James, The Chosen One

Você sabia? LeBron James e Michael Jordan são os únicos jogadores na história da NBA com quatro temporadas tendo avaliação de eficiência (um índice matemático conhecido pela sigla PER) igual ou maior que 30. A performance de LeBron nas finais de 2015 foi uma das melhores de todos os tempos, o que fez ele se tornar o primeiro jogador na história das decisões a liderar todos os jogadores em pontos, rebotes e assistências. Ele marcou ou deu assistência em 57,7 pontos por jogo, o maior número de qualquer jogador na história das finais.

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LeBron James 3

 

4 – Magic Johnson

Posição: armador

Time: Los Angeles Lakers (1979-1991, 1995-1996)

Prêmios: 3 vezes MVP (1986-87, 1988-89, 1989-90), 3 vezes MVP das Finais, 12 vezes All-Star, 10 vezes no time ideal da temporada, eleito para o Hall da Fama

Títulos: 5 (1980, 1982, 1985, 1987, 1988)

Números da carreira (média): 19,5 pontos, 7,2 rebotes, 11,2 assistências, 52 % de aproveitamento

Você sabia? No seu melhor e no maior palco, as decisões da liga, Magic Johnson é o único jogador na história das finais da NBA com múltiplos triple-doubles em jogos que fecharam as séries. Ele teve média de 12 assistências por partida em seis vezes nas finais da NBA. Nenhum outro jogador conseguiu isto nem mesmo uma vez.

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4 Magic Johnson

 

5 – Wilt Chamberlain

Posição: pivô

Times: Philadelphia/San Francisco Warriors (1959-1965), Philadelphia 76ers (1965-1968), Los Angeles Lakers (1968-1973)

Prêmios: 4 vezes MVP (1959-60, 1965-66, 1966-67, 1967-68), 1 vez MVP das Finais (1972), 13 vezes All-Star, 10 vezes no time ideal da temporada, 2 vezes no time defensivo do ano, Novato do Ano (1959-60), escolhido para o Hall da Fama

Títulos: 2 (1967, 1972)

Números da carreira (média): 30,1 pontos, 22,9 rebotes, 4,4 assistências, 54% de aproveitamento

Apelido: Wilt the Stilt, The Big Dipper

Você sabia? Chamberlain teve 118 jogos com pelo menos 50 pontos, 87 a mais que qualquer outro jogador. Ele marcou pelo menos 60 pontos 32 vezes; todos os outros jogadores na história da NBA alcançaram esta marca, juntos, 28 vezes. Ele também teve uma sequência de 186 jogos seguidos com 15 rebotes e é o único jogador que já liderou a NBA em rebotes e assistências. Fora o jogo de 100 pontos...

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5 Wilt Chamberlain

 

6 – Larry Bird

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Larry Bird 6

Posição: ala

Time: Boston Celtics (1979-1992)

Prêmios: 3 vezes MVP (1983-84, 1984-85, 1985-86), 2 vezes MVP das Finais, 12 vezes All-Star, 10 vezes na seleção do ano, 3 vezes no time defensivo da temporada, Novato do Ano (1979-80), eleito para o Hall da Fama

Títulos: 3 (1981, 1984, 1986)

Números da carreira (média): 24,3 pontos, 10 rebotes, 6,3 assistências,49,6% de aproveitamento

Apelidos: Larry Legend, The Hick from French Lick

 

7 – Bill Russell

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Bill Russell 7

Posição: pivô

Time: Boston Celtics (1956-1969)

Prêmios: 5 vezes MVP (1957-58, 1960-61, 1961-62, 1962-63, 1964-65), 12 vezes All-Star, 11 vezes na seleção do ano, 1 vez no time defensivo da temporada (1968-69), eleito para o Hall da Fama

Títulos: 11 (1957, 1959, 1960, 1961, 1962, 1963, 1964, 1965, 1966, 1968, 1969)

Números da carreira (média): 15,1 pontos, 22,5 rebotes, 4,3 assistências, 44% de aproveitamento

 

8 – Tim Duncan

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Tim Duncan 8

Posição: ala-pivô

Time: San Antonio Spurs (1997-hoje)

Prêmios: 2 vezes MVP (2001-02, 2002-03), 3 vezes MVP das Finais, 15 vezes All-Star, 15 vezes na seleção do ano, 15 vezes no time defensivo da temporada, Novato do Ano (1997-98)

Títulos: 5 (1999, 2003, 2005, 2007, 2014)

Números da carreira (média): 19,3 pontos, 10,9 rebotes, 2,2 tocos, 50,6% de aproveitamento

Apelido: The Big Fundamental

 

9 – Shaquille O'Neal

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Shaquille O'Neal 9

Posição: pivô

Times: Orlando Magic (1992-96), Los Angeles Lakers (1996-2004), Miami Heat (2004-08), Phoenix Suns (2008-09), Cleveland Cavaliers (2009-10), Boston Celtics (2010-11)

Prêmios: 1 vez MVP (1999-2000), 3 vezes MVP das Finais, 15 vezes All-Star, 14 vezes na seleção do ano, 3 vezes no time defensivo da temporada, Novato do Ano (1992-93)

Títulos: 4 (2000, 2001, 2002, 2006)

Números da carreira (média): 23,7 pontos, 10,9 rebotes, 2,3 tocos, 58,2% de aproveitamento

Apelidos: Shaq, Diesel, The Big Aristotle, Most Dominant Ever, Superman

 

10 - Hakeem Olajuwon

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Hakeem Olajuwon 10

Posição: pivô

Times: Houston Rockets (1984-2001), Toronto Raptors (2001-02)

Prêmios: 1 vez MVP (1993-94), 2 vezes Jogador Defensivo do Ano, 12 vezes All-Star, 2 vezes MVP das Finais, 12 vezes na seleção do ano, 9 vezes no time defensivo da temporada, eleito para o Hall da Fama

Títulos: 2 (1994, 1995)

Números da carreira (média): 21,8 pontos, 11,1 rebotes, 3,1 tocos, 1,7 roubada de bola

Apelido: The Dream

 

11 - Oscar Robertson

Posição: armador

Times: Cincinnati Royals (1960-70), Milwaukee Bucks (1970-1974)

Prêmios: 1 vez MVP (1963-64), 12 vezes All-Star, 11 vezes na seleção do ano, Novato do Ano (1960-61), eleito para o Hall da Fama

Título: 1 (1971)

Números da carreira (média): 25,7 pontos, 7,5 rebotes, 9,5 assistências, 48,5% de aproveitamento

Apelido: Big O

 

12 - Kobe Bryant

Posição: ala-armador

Time: Los Angeles Lakers (1996-hoje)

Prêmios: 1 vez MVP (2007-08), 2 vezes MVP das Finais, 18 vezes All-Star, 15 vezes na seleção do ano, 2 vezes cestinha da temporada

Títulos: 5 (2000, 2001, 2002, 2009, 2010)

Números da carreira (média): 25,1 pontos, 5,3 rebotes, 4,7 assistências, 44,9% de aproveitamento

Apelido: The Black Mamba, Vino

 

13 - Jerry West

Posição: ala-armador

Time: Los Angeles Lakers (1960-1974)

Prêmios: 1 vez MVP das Finais (1969), 14 vezes All-Star, 12 vezes na seleção do ano, 5 vezes no time defensivo da temporada, eleito para o Hall da Fama

Título: 1 (1972)

Números da carreira (média): 27 pontos, 6,7 assistências, 2,6 roubadas de bola, 47,4% de aproveitamento

Apelido: The Logo

 

14 - Julius Erving

Posição: ala-pivô

Times: Virginia Squires (1971-1973), New York Nets (1973-1976), Philadelphia 76ers (1976-1987)

Prêmios: 1 vez MVP (1980-81), 11 vezes All-Star, 7 vezes na seleção do ano, eleito para o Hall da Fama

Título: 1 (1983)

Números da carreira (média): 24,2 pontos, 8,5 rebotes, 4,2 assistências, 50,6% de aproveitamento

Apelido: Dr. J

 

15 - Moses Malone

Posição: pivô

Times: Utah Stars (1974-75), Spirits of St. Louis (1975-76), Buffalo Braves (1976), Houston Rockets (1976-1982), Philadelphia 76ers (1982-1986, 1993-94), Washington Bullets (1986-1988), Atlanta Hawks (1988-1991), Milwaukee Bucks (1991-1993), San Antonio Spurs (1994-95)

Prêmios: 3 vezes MVP (1978-79, 1981-82, 1982-83), 1 vez MVP das Finais (1983), 12 vezes All-Star, 8 vezes na seleção do ano, 2 vezes no time defensivo da temporada, eleito para o Hall da Fama

Título: 1 (1983)

Números da carreira (média): 20,3 pontos, 12,3 rebotes, 1,3 toco, 49.5% de aproveitamento

Apelido: Chairman of the Boards

 

16 - Karl Malone

Posição: ala-pivô

Times: Utah Jazz (1985-2003), Los Angeles Lakers (2003-2004)

Prêmios: 2 vezes MVP (1996-97, 1998-99), 14 vezes All-Star, 14 vezes na seleção do ano, 4 vezes no time defensivo da temporada, eleito para o Hall da Fama

Títulos: nenhum

Números da carreira (média): 25 pontos, 10,1 rebotes, 3,6 assistências, 51,6% de aproveitamento

Apelido: The Mailman

 

17 - Dirk Nowitzki

Posição: ala-pivô

Time: Dallas Mavericks (1998-hoje)

Prêmios: 1 vez MVP (2006-07), MVP das Finais (2010-11), 13 vezes All-Star, 12 vezes na seleção do ano

Título: 1 (2011)

Números da carreira (média): 22,1 pontos, 7,9 rebotes, 2,6 assistências, 47,5% de aproveitamento

 

18 - Charles Barkley

Posição: ala-pivô

Times: Philadelphia 76ers (1984-1992), Phoenix Suns (1992-1996), Houston Rockets (1996-2000)

Prêmios: 1 vez MVP (1992-93), 11 vezes All-Star, 11 vezes na seleção do ano, eleito para o Hall da Fama

Títulos: nenhum

Números da carreira (média): 22,1 pontos, 11,7 rebotes, 1,5 roubada de bola, 54,1% de aproveitamento

Apelido: Sir Charles, the Round Mound of Rebound, The Chuckster

 

19 - John Stockton

Posição: armador

Time: Utah Jazz (1984-2003)

Prêmios: 10 vezes All-Star, 11 vezes na seleção do ano, 5 vezes no time defensivo da temporada, eleito para o Hall da Fama

Título: nenhum

Números da carreira (média): 13,1 pontos, 10,5 assistências, 2,2 roubadas de bola, 38,4% de aproveitamento de 3 pontos

 

20 - David Robinson

Posição: pivô

Time: San Antonio Spurs (1989-2003)

Prêmios: 1vez MVP (1994-95), 10 vezes All-Star, 10 vezes na seleção do ano, 8 vezes no time defensivo da temporada, Jogador Defensivo do Ano (1991-92), Novato do Ano (1989-90), eleito para o Hall da Fama

Títulos: 2 (1999, 2003)

Números da carreira (média): 21,1 pontos, 10,6 rebotes, 3 tocos, 51,8% de aproveitamento

Apelido: The Admiral

 

21 - Kevin Garnett

Posição: ala-pivô

Times: Minnesota Timberwolves (1995-2007, 2015-hoje), Boston Celtics (2007-2013), Brooklyn Nets (2013-2015)

Prêmios: 1 vez MVP (2003-04), 15 vezes All-Star, 9 vezes na seleção do ano, 12 vezes no time defensivo da temporada, Jogador Defensivo do Ano (2007-08)

Título: 1 (2008)

Números da carreira (média): 17,8 pontos, 10 rebotes, 1,4 toco, 49,7% de aproveitamento

Apelido: KG, The Big Ticket

 

22 - Kevin Durant

Posição: ala

Times: Seattle SuperSonics (2007-08), Oklahoma City Thunder (2008-hoje)

Prêmios: 1 vez MVP (2013-14), 7 vezes All-Star, 5 vezes na seleção do ano, Novato do Ano (2007-08), 4 vezes cestinha da temporada

Título: nenhum

Números da carreira (média): 27,8 pontos, 7 rebotes, 3,6 assistências, 48,3% de aproveitamento

Apelidos: KD, Durantula

 

23 - Stephen Curry

Posição: armador

Time: Golden State Warriors (2009-hoje)

Prêmios: 1 vez MVP (2014-15), 3 vezes All-Star, 2 vezes na seleção do ano

Títulos: 1 (2015)

Números da carreira (média): 21,8 pontos, 6,9 assistências, 4,2 rebotes, 44,2% de aproveitamento de 3 pontos

Apelidos: Baby-Faced Assassin, Chef Curry

 

24 - Elgin Baylor

Posição: ala

Times: Minneapolis Lakers (1958-1960), Los Angeles Lakers (1960-1971)

Prêmios: 11 vezes All-Star, 10 vezes na seleção do ano, Novato do Ano (1958-59), eleito para o Hall da Fama

Título: nenhum

Números da carreira (média): 27,4 pontos, 13,5 rebotes, 4,3 assistências, 43,1% de aproveitamento

Apelido: Mr. Inside

 

25 - Scottie Pippen

Posição: ala

Times: Chicago Bulls (1987-1998, 2003-04), Houston Rockets (1998-99), Portland Trail Blazers (1999-2003)

Prêmios: 7 vezes All-Star, 7 vezes na seleção do ano, 10 vezes no time defensivo da temporada

Títulos: 6 (1991, 1992, 1993, 1996, 1997, 1998)

Números da carreira (média): 16,1 pontos, 6,4 rebotes, 5,2 assistências, 2 roubadas de bola

Apelido: Pip

 

26 - Isiah Thomas

Posição: armador

Time: Detroit Pistons (1981-1994)

Prêmios: 12 vezes All-Star, 5 vezes na seleção do ano, MVP das Finais (1989-90), eleito para o Hall da Fama

Títulos: 2 (1989, 1990)

Números da carreira (média): 19,2 pontos, 9,3 assistências, 1,9 roubada de bola, 45,2% de aproveitamento

Apelidos: Zeke, The Baby-Faced Assassin

 

27 - Dwyane Wade

Posição: ala-armador

Time: Miami Heat (2003-hoje)

Prêmios: 11 vezes All-Star, 8 vezes na seleção do ano, 3 vezes no time defensivo da temporada, 1 vez MVP das Finais, cestinha da temporada (2008-09)

Títulos: 3 (2006, 2012, 2013)

Números da carreira (média): 23,8 pontos, 5,8 assistências, 4,9 rebotes, 48,9% de aproveitamento

Apelidos: D-Wade, Flash

 

28 - John Havlicek

Posição: ala-armador

Time: Boston Celtics (1962-1978)

Prêmios: 13 vezes All-Star, 11 vezes na seleção do ano, 8 vezes no time defensivo da temporada, 1 vez MVP das Finais (1973-74), eleito para o Hall da Fama

Títulos: 8 (1963, 1964, 1965, 1966, 1968, 1969, 1974, 1976)

Números da carreira (média): 20,8 pontos, 6,3 rebotes, 4,8 assistências, 1,2 roubada de bola

Apelido: Hondo

 

29 - Chris Paul

Posição: armador

Times: New Orleans/Oklahoma City Hornets (2005-2007), New Orleans Hornets (2007-2011), Los Angeles Clippers (2011-hoje)

Prêmios: 8 vezes All-Star, 7 vezes na seleção do ano, 7 vezes no time defensivo da temporada, Novato do Ano (2005-06), 1 vez MVP do All-Star Game (2012-13)

Título: nenhum

Números da carreira (média): 18,7 pontos, 9,9 assistências, 4,4 rebotes, 2,3 roubadas de bola

Apelido: CP3

 

30 - Steve Nash

Posição: armador

Times: Phoenix Suns 1996-1998, 2004-2012), Dallas Mavericks (1998-2004), Los Angeles Lakers (2012-2015)

Prêmios: 2 vezes MVP (2004-05, 2005-06), 8 vezes All-Star, seven vezes na seleção do ano

Título: nenhum

Números da carreira (média): 14,3 pontos, 8,5 assistências, 49% de aproveitamento, 90,4% de aproveitamento nos lances livres

Apelido: Two Time

 

31 - Kevin McHale

Posição: ala-pivô

Time: Boston Celtics (1980-1993)

Prêmios: 7 vezes All-Star, 6 vezes no time defensivo da temporada, 2 vezes Sexto Homem do Ano, 1 vez na seleção da temporada (1986-87), eleito para o Hall da Fama

Títulos: 3 (1981, 1984, 1986)

Números da carreira (média): 17,9 pontos, 7,3 rebotes, 1,7 toco, 55,4% de aproveitamento

Apelido: Black Hole

 

32 - Patrick Ewing

Posição: pivô

Times: New York Knicks (1985-2000), Seattle SuperSonics (2000-01), Orlando Magic (2001-02)

Prêmios: 11 vezes All-Star, 7 vezes na seleção do ano, 3 vezes no time defensivo da temporada, Novato do Ano (1985-86), eleito para o Hall da Fama

Título: nenhum

Números da carreira (média): 21 pontos, 9,8 rebotes, 2,4 tocos, 50,4% de aproveitamento

Apelidos: Big Pat, Hoya Destroya

 

33 - George Mikan

Posição: pivô

Times: Minneapolis Lakers (1947-56), also played in the NBL and the BAA

Prêmios: 4 vezes All-Star, 6 vezes na seleção do ano, 3 vezes cestinha da temporada, eleito para o Hall da Fama

Títulos: 7 (1947-NBL, 1948-NBL, 1949-BAA, 1950, 1952, 1953, 1954)

Números da carreira (média): 23,1 pontos, 13,4 rebotes, 2,8 assistências, 40,4% de aproveitamento

Apelido: Mr. Basketball

 

34 - Bob Pettit

Posição: ala-pivô

Times: Milwaukee Hawks (1954-55), St. Louis Hawks (1955-1965)

Prêmios: 2 vezes MVP, 11 vezes All-Star, 9 vezes na seleção do ano, Novato do Ano (1954-55), 2 vezes cestinha da temporada, eleito para o Hall da Fama

Título: 1 (1958)

Números da carreira (média): 26,4 pontos, 16,2 rebotes, 3assistências, 43,6% de aproveitamento

Apelidos: Big Blue, The Bombardier from Baton Rouge

 

35 - Jason Kidd

Posição: armador

Times: Dallas Mavericks (1994-1996, 2008-2012), Phoenix Suns (1996-2001), New Jersey Nets (2001-2008), New York Knicks (2012-13)

Prêmios: 10 vezes All-Star, 6 vezes na seleção do ano, 9 vezes no time defensivo da temporada, Novato do Ano (1994-95)

Título: 1 (2011)

Números da carreira (média): 12,6 pontos, 8,7 assistências, 6,3 rebotes, 1,9 roubada de bola

 

36 - Clyde Drexler

Posição: ala-armador

Times: Portland Trail Blazers (1984-1995), Houston Rockets (1995-1998)

Prêmios: 10 vezes All-Star, 5 vezes na seleção do ano, eleito para o Hall da Fama

Título: 1 (1995)

Números da carreira (média): 20,4 pontos, 6,1 rebotes, 5,6 assistências, 2 roubada de bola

Apelido: Clyde The Glide

 

37 - Rick Barry

Posição: ala

Times: San Francisco Warriors (1965-1967), Oakland Oaks (1968-69), Washington Capitols (1969-70), New York Nets (1970-1972), Golden State Warriors (1972-1978), Houston Rockets (1978-1980); barred from playing in ABA during 1967-68 season

Prêmios: 8 vezes NBA All-Star, 4 vezes ABA All-Star, 6 vezes na seleção do ano, 4 vezes no time ideial da ABA, cestinha da temporada (1966-67), eleito para o Hall da Fama

Título: 1 (1975)

Números da carreira (média): 24,8 pontos, 6,7 rebotes, 4,9 assistências, 89,3% de aproveitamento nos lances livres

Apelido: The Miami Greyhound

 

38 - Walt Frazier

Posição: armador

Times: New York Knicks (1967-1977), Cleveland Cavaliers (1977-1980)

Prêmios: 7 vezes All-Star, 6 vezes na seleção do ano, 7 vezes no time defensivo da temporada, eleito para o Hall da Fama

Títulos: 2 (1970, 1973)

Números da carreira (média): 18,9 pontos, 6,1 assistências, 5,9 rebotes, 1,9 roubada de bola

Apelido: Clyde

 

39 - Bob Cousy

Posição: armador

Times: Boston Celtics (1950-1963), Cincinnati Royals (1969-70)

Prêmios: 1 vez MVP (1956-57), 13 vezes All-Star, 12 vezes na seleção do ano, eleito para o Hall da Fama

Títulos: 6 (1957, 1959, 1960, 1961, 1962, 1963)

Números da carreira (média): 18,4 pontos, 7,5 assistências, 5,2 rebotes, 80,3% de aproveitamento nos lances livres

Apelidos: Cooz, Houdini of the Hardwood

 

40 - Elvin Hayes

Posição: ala-pivô

Times: San Diego Rockets (1968-1971), Houston Rockets (1971-72, 1981-1984), Baltimore Bullets (1972-73), Capital Bullets (1973-74), Washington Bullets (1974-1981)

Prêmios: 12 vezes All-Star, 6 vezes na seleção do ano, 2 vezes no time defensivo do ano, cestinha da temporada (1968-69), eleito para o Hall da Fama

Título: 1 (1978)

Números da carreira (média): 21 pontos, 12,5 rebotes, 2 tocos, 45,2% de aproveitamento

Apelido: The Big E

 

41 - Gary Payton

Posição: armador

Times: Seattle SuperSonics (1990-2003), Milwaukee Bucks (2003), Los Angeles Lakers (2003-04), Boston Celtics (2004-05), Miami Heat (2005-2007)

Prêmios: 9 vezes All-Star, 9 vezes na seleção do ano, 9 vezes na seleção de defesa da temporada, Jogador Defensivo do Ano (1995-96), eleito para o Hall da Fama

Título: 1 (2006)

Números da carreira (média): 16,3 pontos, 6,7 assistências, 1,8 roubada de bola, 46,6% de aproveitamento

Apelido: The Glove

 

42 - Bill Walton

Posição: pivô

Times: Portland Trail Blazers (1974-1978), San Diego/Los Angeles Clippers (1979-80, 1982-1985), Boston Celtics (1985-1987); missed three seasons due to injury

Prêmios: 1 vez MVP (1977-78), 1 vez MVP das Finais (1977), 2 vezes All-Star, 2 vezes na seleção do ano, 2 vezes na seleção de defesa da temporada, Sexto Homem do Ano (1985-86), eleito para o Hall da Fama

Títulos: 2 (1977, 1986)

Números da carreira (média): 13,3 pontos, 10,5 rebotes, 2,2 tocos, 52,1% de aproveitamento

 

43 - James Worthy

Posição: ala

Times: Los Angeles Lakers (1982-1994)

Prêmios: 7 vezes All-Star, 2 vezes na seleção do ano, 1 vez MVP das Finais (1988), eleito para o Hall da Fama

Títulos: 3 (1985, 1987, 1988)

Números da carreira (média): 17,6 pontos, 5,1 rebotes, 3 assistências, 52,1% de aproveitamento

Apelido: Big Game James

 

44 - Dominique Wilkins

Posição: ala

Times: Atlanta Hawks (1982-1994), Los Angeles Clippers (1994), Boston Celtics (1994-1996), San Antonio Spurs (1996-97), Orlando Magic (1999)

Prêmios: 9 vezes All-Star, 7 vezes na seleção do ano, eleito para o Hall da Fama

Título: nenhum

Números da carreira (média): 25,2 pontos, 6,8 rebotes, 2,5 assistências, 46,1% de aproveitamento

Apelido: Human Highlight Film

 

45 - Paul Pierce

Posição: ala

Times: Boston Celtics (1998-2013), Brooklyn Nets (2013-14), Washington Wizards (2014-15), Los Angeles Clippers (2015-hoje)

Prêmios: 10 vezes All-Star, 4 vezes na seleção do ano, MVP das Finais (2008)

Título: 1 (2008)

Números da carreira (média): 20,2 pontos, 5,7 rebotes, 3,6 assistências, 37,0% de aproveitamento de 3 pontos

Apelido: The Truth

 

46 - Allen Iverson

Posição: armador

Times: Philadelphia 76ers (1996-2006), Denver Nuggets (2006-2008), Detroit Pistons (2008-2009), Memphis Grizzlies (2009), 76ers (2009-10)

Prêmios: 1 vez MVP (2000-01), 11 vezes All-Star, 7 vezes na seleção do ano, 4 vezes cestinha da temporada, Novato do Ano (1996-97)

Título: nenhum

Números da carreira (média): 26,7 pontos, 6,2 assistências, 2,2 roubadas de bola, 42,5% de aproveitamento

Apelido: The Answer

 

47 - George Gervin

Posição: ala-armador

Times: Virginia Squires (1972-73), San Antonio Spurs (1973-1985), Chicago Bulls (1985-86)

Prêmios: 9 vezes NBA All-Star, 7 vezes na seleção do ano, 4 vezes cestinha da temporada, eleito para o Hall da Fama

Título: nenhum

Números da carreira (média): 25,1 pontos, 6,5 rebotes, 2,7 assistências, 50,1% de aproveitamento

Apelido: Iceman

 

48 - Willis Reed

Posição: pivô

Time: New York Knicks (1964-74)

Prêmios: 1 vez MVP (1969-70), 2 vezes MVP das Finais (1970, 1973), 7 vezes All-Star, 5 vezes na seleção do ano, Novato do Ano (1964-65), eleito para o Hall da Fama

Títulos: 2 (1970, 1973)

Números da carreira (média): 18,7 pontos, 12,9 rebotes, 47,6% de aproveitamento

Apelido: The Captain

 

49 - Russell Westbrook

Posição: armador

Time: Oklahoma City Thunder (2008-hoje)

Prêmios: 5 vezes All-Star, 4 vezes na seleção do ano, cestinha da temporada (2014-15)

Título: nenhum

Números da carreira (média): 21,4 pontos, 7,4 assistências, 5,4 rebotes, 1,8 roubada de bola

 

50 - Ray Allen

Posição: ala-armador

Times: Milwaukee Bucks (1996-2003), Seattle SuperSonics (2003-2007), Boston Celtics (2007-2012), Miami Heat (2012-2014)

Prêmios: 10 vezes All-Star, 2 vezes na seleção do ano

Títulos: 2 (2008, 2013)

Números da carreira (média): 18,9 pontos, 4,1 rebotes, 40% de aproveitamento de 3 pontos, 89,4% de aproveitamento nos lances livres

Apelido: Jesus Shuttlesworth

 

51 - Reggie Miller

Posição: ala-armador

Time: Indiana Pacers (1987-2005)

Prêmios: 5 vezes All-Star, 3 vezes na seleção do ano

Título: nenhum

Números da carreira (média): 18,2 pontos, 3 rebotes, 3 assistências, 39,5% de aproveitamento de 3 pontos

 

52 - Bob McAdoo

Posição: ala-pivô

Times: Buffalo Braves (1972-1976), New York Knicks (1976-1979), Boston Celtics (1979), Detroit Pistons (1979-1981), New Jersey Nets (1981), Los Angeles Lakers (1981-1985), Philadelphia 76ers (1986)

Prêmios: 1 vez MVP (1974-75), 5 vezes All-Star, 2 vezes na seleção do ano, 3 vezes cestinha da temporada, Novato do Ano (1972-73), eleito para o Hall da Fama

Títulos: 2 (1982, 1985)

Números da carreira (média): 22,1 pontos, 9,4 rebotes, 1,5 toco, 50,3% de aproveitamento

 

53 - Wes Unseld

Posição: pivô

Times: Baltimore Bullets (1968-1973), Capitol Bullets (1973-74), Washington Bullets (1974-1981)

Prêmios: 6 vezes All-Star, 1 vez MVP das Finais (1978), Novato do Ano, 11 vezes na seleção do ano, eleito para o Hall da Fama

Título: 1 (1978)

Números da carreira (média): 10,8 pontos, 14 rebotes, 3,9 assistências, 50,9% de aproveitamento

 

54 - Bernard King

Posição: ala

Times: New Jersey Nets (1977-1979), Utah Jazz (1979-80), Golden State Warriors (1980-1982), New York Knicks (1982-87), Washington Bullets (1987-1991), New Jersey Nets (1992-93), missed 1985-86 and 1991-92 seasons to injury

Prêmios: 4 vezes All-Star, 4 vezes na seleção do ano, Jogador que mais evoluiu na temporada (1981), cestinha da temporada (1984-85)

Título: nenhum

Números da carreira (média): 22,5 pontos, 5,8 rebotes, 3,3 assistências, 51,8% de aproveitamento

 

55 - Dave Cowens

Posição: ala-pivô

Times: Boston Celtics (1970-1980), Milwaukee Bucks (1982-83)

Prêmios: 1 vez MVP (1972-73), 7 vezes All-Star, 3 vezes na seleção do ano, 3 vezes no time defensivo do ano, Novato do Ano (1970-71), eleito para o Hall da Fama

Títulos: 2 (1974, 1976)

Números da carreira (média): 17,6 pontos, 13,6 rebotes, 3,3 assistências, 46% de aproveitamento

Apelido: Big Red

 

56 - Pau Gasol

Posição: ala-pivô

Times: Memphis Grizzlies (2001-2008), Los Angeles Lakers (2008-2014), Chicago Bulls (2014-hoje)

Prêmios: 5 vezes All-Star, Novato do Ano (2001-02), 4 vezes na seleção do ano

Títulos: 2 (2009, 2010)

Números da carreira (média): 18,3 pontos, 9,5 rebotes, 1,7 toco, 51,1% de aproveitamento

 

57 - Robert Parish

Posição: pivô

Times: Golden State Warriors (1976-1980), Boston Celtics (1980-1994), Charlotte Hornets (1994-1996), Chicago Bulls (1996-97)

Prêmios: 9 vezes All-Star, 2 vezes na seleção do ano, eleito para o Hall da Fama

Títulos: 4 (1981, 1984, 1986, 1997)

Números da carreira (média): 14,5 pontos, 9,1 rebotes, 1,5 toco, 53,7% de aproveitamento

Apelido: The Chief

 

58 - Tony Parker

Posição: armador

Time: San Antonio Spurs (2002-hoje)

Prêmios: 6 vezes All-Star, 4 vezes na seleção do ano, 1 vez MVP das Finais (2007)

Títulos: 4 (2003, 2005, 2007, 2014)

Números da carreira (média): 16,7 pontos, 5,9 rebotes, 49,5% de aproveitamento

 

59 - Carmelo Anthony

Posição: ala

Times: Denver Nuggets (2003-2011), New York Knicks (2011-hoje)

Prêmios: 9 vezes All-Star, 6 vezes na seleção do ano, cestinha da temporada (2012-13)

Título: nenhum

Números da carreira (média): 25 pontos, 6,6 rebotes, 3,1 assistências, 45,4% de aproveitamento

Apelido: Melo

 

60 - Earl Monroe

Posição: ala-armador

Times: Baltimore Bullets (1967-1971), New York Knicks (1971-1980)

Prêmios: 4 vezes All-Star, 1 vez na seleção da temporada (1969), Novato do Ano (1967-68), eleito para o Hall da Fama

Título: 1 (1973)

Números da carreira (média): 18,8 pontos, 3,9 assistências, 3 rebotes, 46,4% de aproveitamento

Apelidos: Earl The Pearl, Black Jesus

 

61 - Manu Ginóbili

Posição: ala-armador

Time: San Antonio Spurs (2002-hoje)

Prêmios: 2 vezes All-Star, 2 vezes na seleção do ano, Sexto Homem do Ano (2007-08)

Títulos: 4 (2003, 2005, 2007, 2014)

Números da carreira (média): 14,2 pontos, 4 assistências, 1,4 roubada de bola, 45% de aproveitamento

 

62 - Alex English

Posição: ala

Times: Milwaukee Bucks (1976-1978), Indiana Pacers (1978-1980), Denver Nuggets (1980-1990), Dallas Mavericks (1990-91)

Prêmios: 8 vezes All-Star, 3 vezes na seleção do ano, cestinha da temporada (1982-83), eleito para o Hall da Fama

Título: nenhum

Números da carreira (média): 21,5 pontos, 5,5 rebotes, 3,6 assistências, 50,7% de aproveitamento

 

63 - Tracy McGrady

Posição: ala-armador

Times: Toronto Raptors (1997-2000), Orlando Magic (2000-2004), Houston Rockets (2004-2010), New York Knicks (2010), Detroit Pistons (2010-11), Atlanta Hawks (2011-12)

Prêmios: 7 vezes All-Star, 7 vezes na seleção do ano, Jogador que mais evoluiu (2000-01), 2 vezes cestinha da temporada

Título: nenhum

Números da carreira (média): 19,6 pontos, 5,6 rebotes, 4,4 assistências, 43,5% de aproveitamento

Apelidos: T-Mac, The Big Sleep

 

64 - Dennis Rodman

Posição: ala-pivô

Times: Detroit Pistons (1986-1993), San Antonio Spurs (1993-1995), Chicago Bulls (1995-1998), Los Angeles Lakers (1998-99), Dallas Mavericks (1999-2000)

Prêmios: 2 vezes All-Star, 2 vezes na seleção do ano, 2 vezes Jogador Defensivo do Ano, 8 vezes no time defensivo da temporada, eleito para o Hall da Fama

Títulos: 5 (1989, 1990, 1996, 1997, 1998)

Números da carreira (média): 7,3 pontos, 13,1 rebotes, 1,8 assistência, 52,1% de aproveitamento

Apelido: The Worm

 

65 - Alonzo Mourning

Posição: pivô

Times: Charlotte Hornets (1992-1995), Miami Heat (1995-2002 and 2005-2008, missed 2002-03 season due to illness), New Jersey Nets (2003-2004)

Prêmios: 7 vezes All-Star, 2 vezes na seleção do ano, 2 vezes Jogador Defensivo do Ano (1998-99, 1999-00), 2 vezes no time defensivo da temporada, eleito para o Hall da Fama

Título: 1 (2006)

Números da carreira (média): 17,1 pontos, 8,5 rebotes, 2,8 tocos, 52,7% de aproveitamento

Apelido: Zo

 

66 - Chris Webber

Posição: ala-pivô

Times: Golden State Warriors (1993-94 and 2008), Washington Bullets/Wizards (1994-1998), Sacramento Kings (1998-2005), Philadelphia 76ers (2005-2007), Detroit Pistons (2007)

Prêmios: 5 vezes All-Star, 5 vezes na seleção do ano

Título: nenhum

Números da carreira (média): 20,7 pontos, 9,8 rebotes, 4,2 assistências, 47,9% de aproveitamento

Apelido: C-Webb

 

67 - Dwight Howard

Posição: pivô

Times: Orlando Magic (2004-2012), Los Angeles Lakers (2012-13), Houston Rockets (2013-hoje)

Prêmios: 8 vezes All-Star, 8 vezes na seleção do ano, 3 vezes Jogador Defensivo do Ano, 5 vezes no time defensivo da temporada

Título: nenhum

Números da carreira (média): 18 pontos, 12,7 rebotes, 2,1 tocos, 58% de aproveitamento

Apelidos: D12, Superman

 

68 - Bob Lanier

Posição: pivô

Times: Detroit Pistons (1970-1980), Milwaukee Bucks (1980-1984)

Prêmios: 8 vezes All-Star, eleito para o Hall da Fama

Título: nenhum

Números da carreira (média): 20,1 pontos, 10,1 rebotes, 3,1 assistências, 51,4% de aproveitamento

Apelido: Dobber

 

69 - Vince Carter

Posição: ala-armador

Times: Toronto Raptors (1998-2004), New Jersey Nets (2004-2009), Orlando Magic (2009-2010), Phoenix Suns (2010-11), Dallas Mavericks (2011-2014), Memphis Grizzlies (2014-hoje)

Prêmios: 8 vezes All-Star, 2 vezes na seleção do ano, Novato do Ano (1998-99)

Título: nenhum

Números da carreira (média): 19,1 pontos, 4,7 rebotes, 3,5 assistências, 43,9% de aproveitamento

Apelidos: Vinsanity, Half-Man Half-Amazing, Air Canada

 

70 - Artis Gilmore

Posição: pivô

Times: Kentucky Colonels (1971-1976, ABA), Chicago Bulls (1976-1982 and 1987), San Antonio Spurs (1982-1987), Boston Celtics (1988)

Prêmios: 11 vezes NBA/ABA All-Star, 1 vez ABA MVP (1971-72), 5 vezes na seleção da temporada da ABA, Novato do Ano da ABA (1971-72), eleito para o Hall da Fama

Título: 1 (1975, ABA)

Números da carreira (média): 18,8 pontos, 12,3 rebotes, 2,4 tocos, 58,2% de aproveitamento

Apelido: The A-Train

 

71 - Pete Maravich

Posição: ala-armador

Times: Atlanta Hawks (1970-1974), New Orleans Jazz (1974-1979), Utah Jazz (1979), Boston Celtics (1979-80)

Prêmios: 5 vezes All-Star, 4 vezes na seleção do ano, cestinha da temporada (1976-77), eleito para o Hall da Fama

Título: nenhum

Números da carreira (média): 24,2 pontos, 4,2 rebotes, 5,4 assistências, 44,1% de aproveitamento

Apelido: Pistol Pete

 

72 – Adrian Dantley

Posição: ala

Times: Buffalo Braves (1976-77), Indiana Pacers (1977), Los Angeles Lakers (1977-1979), Utah Jazz (1979-1986), Detroit Pistons (1986-1989), Dallas Mavericks (1989-90), Milwaukee Bucks (1990-91)

Prêmios: 6 vezes All-Star, 2 vezes na seleção do ano, Novato do Ano (1976-77), 2 vezes cestinha da temporada, eleito para o Hall da Fama

Títulos: nenhum

Números da carreira (média): 24,3 pontos, 5,7 rebotes, 3 assistências, 54% de aproveitamento

 

73 - Dikembe Mutombo

Posição: pivô

Times: Denver Nuggets (1991-1996), Atlanta Hawks (1996-2001), Philadelphia 76ers (2001-02), New Jersey Nets (2002-03), New York Knicks (2003-04), Houston Rockets (2004-2009)

Prêmios: 8 vezes All-Star, 3 vezes na seleção do ano, 4 vezes Jogador Defensivo do Ano, 6 vezes no time defensivo da temporada, eleito para o Hall da Fama

Título: nenhum

Números da carreira (média): 9,8 pontos, 10,3 rebotes, 2,8 tocos, 51,8% de aproveitamento

 

74 – Dolph Schayes

Posição: ala-pivô

Times: Syracuse Nationals (1949-1963), Philadelphia 76ers (1963-64)

Prêmios: 12 vezes All-Star, 12 vezes na seleção do ano, eleito para o Hall da Fama

Título: 1 (1955)

Números da carreira (média): 18,5 pontos, 12,1 rebotes, 3,1 assistências, 84,9% de aproveitamento nos lances livres

 

75 - Blake Griffin

Posição: ala-pivô

Times: Los Angeles Clippers (2009-hoje; missed 2009-10 season due to injury)

Prêmios: 5 vezes All-Star, 4 vezes na seleção do ano, Novato do Ano (2010-11)

Título: nenhum

Números da carreira (média): 21,6 pontos, 9,6 rebotes, 4 assistências, 52,2% de aproveitamento

 

76 - Nate Archibald

Posição: armador

Times: Cincinnati Royals/Kansas City Kings (1970-1976), New York Nets (1976-77), Buffalo Braves (1977-78; missed season due to injury), Boston Celtics (1978-1983), Milwaukee Bucks (1983-84)

Prêmios: 6 vezes All-Star, 5 vezes na seleção do ano, eleito para o Hall da Fama

Título: 1 (1981)

Números da carreira (média): 18,8 pontos, 7,4 assistências, 1,1 roubada de bola, 46,7% de aproveitamento

Apelido: Tiny

 

77 - Joe Dumars

Posição: ala-armador

Time: Detroit Pistons (1985-1999)

Prêmios: 1 vez MVP das Finais (1988-89), 6 vezes All-Star, 3 vezes na seleção do ano, 5 vezes no time defensivo da temporada, eleito para o Hall da Fama

Títulos: 2 (1989, 1990)

Números da carreira (média): 16,1 pontos, 4,5 assistências, 46% de aproveitamento, 38,2% de aproveitamento de 3 pontos

 

78 - Sam Jones

Posição: ala-armador

Time: Boston Celtics (1957-1969)

Prêmios: 5 vezes All-Star, 3 vezes na seleção do ano, eleito para o Hall da Fama

Títulos: 10 (1959, 1960, 1961, 1962, 1963, 1964, 1965, 1966, 1968, 1969)

Números da carreira (média): 17,7 pontos, 4,9 rebotes, 2,5 assistências, 45,6% de aproveitamento

 

79 - Jerry Lucas

Posição: ala-pivô

Times: Cincinnati Royals (1963-1969), San Francisco Warriors (1969-1971), New York Knicks (1971-1974)

Prêmios: 7 vezes All-Star, 5 vezes no time defensivo da temporada, Novato do Ano (1963-64), eleito para o Hall da Fama

Título: 1 (1973)

Números da carreira (média): 17 pontos, 15,6 rebotes, 3,3 assistências, 49,9% de aproveitamento

 

80 - Grant Hill

Posição: ala

Times: Detroit Pistons (1994-2000), Orlando Magic (2000-2007; perdeu a temporada 2003-04 por lesão), Phoenix Suns (2007-2012), Los Angeles Clippers (2012-13)

Prêmios: 7 vezes All-Star, 5 vezes na seleção do ano, Novato do Ano (1994-95)

Títulos: nenhum

Números da carreira (média): 16,7 pontos, 6 rebotes, 4,1 assistências, 48,3% de aproveitamento

 

81 – Sidney Moncrief

Posição: ala-armador

Times: Milwaukee Bucks (1979-1990), Atlanta Hawks (1990-1991)

Prêmios: 5 vezes All-Star, 5 vezes na seleção do ano, 2 vezes Jogador Defensivo do Ano

Título: nenhum

Números da carreira (média): 15,6 pontos, 4,7 rebotes, 3,6 assistências, 50,2% de aproveitamento

Apelido: The Squid

 

82 – David Thompson

Posição: ala-armador

Times: Denver Nuggets (1975-1982), Seattle SuperSonics (1982-1984)

Prêmios: 4 vezes All-Star, 2 vezes na seleção do ano, eleito para o Hall da Fama, 1vez MVP do All-Star Game (1979), 1 vez MVP do All-Star Game da ABA (1976)

Título: nenhum

Números da carreira (média): 22,7 pontos, 4,1 rebotes, 3,3 assistências, 50,4% de aproveitamento

Apelido: Skywalker

 

83 – Chris Mullin

Posição: ala

Times: Golden State Warriors (1985-1997, 2000-2001), Indiana Pacers (1997-2000)

Prêmios: 5 vezes All-Star, 4 vezes na seleção do ano, eleito para o Hall da Fama

Título: nenhum

Números da carreira (média): 18,2 pontos, 4,1 rebotes, 3,5 assistências, 38,4 % de aproveitamento nos 3 pontos

 

84 - Dennis Johnson

Posição: armador

Times: Seattle SuperSonics (1976-1980), Phoenix Suns (1980-1983), Boston Celtics (1983-1990)

Prêmios: 5 vezes All-Star, 2 vezes na seleção do ano, 6 vezes na seleção de defesa do ano, 1 vez MVP das Finais (1979), eleito para o Hall da Fama

Títulos: 3 (1979, 1984, 1986)

Números da carreira (média): 14,9 pontos, 5 assistências, 1,3 roubada de bola, 79,7% de aproveitamento nos lances livres

 

85 – Dave DeBusschere

Posição: ala-pivô

Times: Detroit Pistons (1962-1968), New York Knicks (1969-1974)

Prêmios: 8 vezes All-Star, 6 vezes no time defensive da temporada, eleito para o Hall da Fama

Títulos: 2 (1970, 1973)

Números da carreira (média): 16,1 pontos, 11 rebotes, 2,9 assistências, 43,2% de aproveitamento

 

86 – Chris Bosh

Posição: ala-pivô

Times: Toronto Raptors (2003-10), Miami Heat (2010-hoje)

Prêmios: 10 vezes All-Star, 1 vez na seleção da temporada (2007)

Títulos: 2 (2012, 2013)

Números da carreira (média): 19,2 pontos, 8,5 rebotes, 2 assistências, 49,4% de aproveitamento

 

87 – Chauncey Billups

Posição: armador

Times: Boston Celtics (1997-1998), Toronto Raptors (1998-1999), Denver Nuggets (1999-2000, 2008-2011), Minnesota Timberwolves (2000-2002), Detroit Pistons (2002-2008, 2013-2014), New York Knicks (2011), Los Angeles Clippers (2011-2013)

Prêmios: 5 vezes All-Star, 3 vezes na seleção do ano, 1 vez MVP das Finais (2004)

Título: 1 (2004)

Números da carreira (média): 15,2 pontos, 5,4 assistências, 2,9 rebotes, 89,4% de aproveitamento nos lances livres

Apelido: Mr. Big Shot

 

88 – Billy Cunningham

Posição: ala

Times: Philadelphia 76ers (1965-1972 and 1974-1976), Carolina Cougars (1972-1974)

Prêmios: 4 vezes All-Star, 4 vezes na seleção do ano (1973-74), 1 vez MVP da ABA (1973), eleito para o Hall da Fama

Título: 1 (1967)

Números da carreira (média): 20,8 pontos, 10,1 rebotes, 4 assistências, 44,6% de aproveitamento

Apelido: Kangaroo Kid

 

89 – Yao Ming

Posição: pivô

Time: Houston Rockets (2002-2011)

Prêmios: 8 vezes All-Star, 5 vezes na seleção do ano

Título: nenhum

Números da carreira (média): 19 pontos, 9,2 rebotes, 1,9 toco, 83,3% de aproveitamento nos lances livres

 

90 - Paul Arizin

Posição: ala

Times: Philadelphia Warriors (1950-1962; Arizin missed two seasons due to military service)

Prêmios: 10 vezes All-Star, 4 vezes na seleção do ano, eleito para o Hall da Fama

Título: 1 (1956)

Números da carreira (média): 22,8 pontos, 8,6 rebotes, 2,3 assistências, 81% de aproveitamento nos lances livres

Apelido: Pitchin' Paul

 

91 – Maurice Cheeks

Posição: armador

Times: Philadelphia 76ers (1978-89), San Antonio Spurs (1989-1990), New York Knicks (1990-91), Atlanta Hawks (1991-92), New Jersey Nets (1992-93)

Prêmios: 4 vezes All-Star, 5 vezes no time defensivo

Título: 1 (1983)

Números da carreira (média): 11,1 pontos, 6,7 rebotes, 2,1 roubadas, 52,3% de aproveitamento

 

92 – Nate Thurmond

Posição: ala

Times: San Francisco/Golden State Warriors (1963-74) Chicago Bulls (1974-76), Cleveland Cavaliers (1976-77)

Prêmios: 7 vezes All-Star, 5 vezes no time defensivo, eleito para o Hall da Fama

Título: nenhum

Números da carreira (média): 15 pontos, 15 rebotes, 2,1 tocos, 42,1% de aproveitamento

Apelido: Nate The Great (Nate, o Maior)

 

93 – Lenny Wilkens

Posição: armador

Times: St. Louis Hawks (1960-68), Seattle SuperSonics (1968-72), Cleveland Cavaliers (1972-74), Portland Trail Blazers (1974-75)

Prêmios: 9 vezes All-Star, eleito para o Hall da Fame

Título: nenhum

Números da carreira (média): 16,5 pontos, 4,7 rebotes, 6,7 assistências, 43,2% de aproveitamento

 

94 - Mark Price

Posição: armador

Times: Cleveland Cavaliers (1986-95), Washington Bullets (1995-96), Golden State Warriors (1996-97), Orlando Magic (1997-98)

Prêmios: 4 vezes All-Star, 4 vezes no time ideal da temporada

Título: nenhum

Números da carreira (média): 15,2 pontos, 6,7 assistências, 1,2 roubada, 40,2% de aproveitamento em três pontos

 

95 – Marc Gasol

Posição: pivô

Times: Memphis Grizzlies (2008-hoje)

Prêmios: 2 vezes All-Star, 2 vezes no time ideal da temporada, Jogador de Defesa do Ano (2012-13), eleito para o time defensivo(2012-13)

Título: nenhum

Números da carreira (média): 14,3 pontos, 7,8 rebotes, 1,5 toco, 50,3% de aproveitamento

 

96 - Bobby Jones

Posição: ala

Times: Denver Nuggets (1974-78), Philadelphia 76ers (1978-86)

Prêmios: 5 vezes All-Star (ABA, 1975-76), eleito para o time ideial da ABA (1975-76), 11 vezes eleito para o time defensivo, eleito para Sexto Homem do Ano (1982-83)

Título: 1 (1983)

Números da carreira (média): 12,1 pontos, 6,1 rebotes, 1,5 roubada, 56% de aproveitamento

 

97 – James Harden

Posição: ala-armador

Times: Oklahoma City Thunder (2009-12), Houston Rockets (2012-hoje)

Prêmios: 3 vezes All-Star, 3 vezes eleito para o time ideia. Sexto Homem do Ano(2011-12)

Título: nenhum

Números da carreira (média): 20,3 pontos, 4,4 rebotes, 4,6 assistências, 44,1% de aproveitamento

Apelido: The Beard

 

98 - Gail Goodrich

Posição: ala-armador

Times: Los Angeles Lakers (1965-68, 1970-76), Phoenix Suns (1968-70), New Orleans Jazz (1976-79)

Prêmios: 5 vezes All-Star, eleito para o time ideal da temporada (1973-74) e para o Hall da Fama

Título: 1 (1972)

Números da carreira (média): 18,6 pontos, 4,7 assistências, 1,3 roubada, 45,6% de aproveitamento

Apelido: Stumpy

 

99 - Kevin Love

Posição: ala-pivô

Times: Minnesota Timberwolves (2008-14), Cleveland Cavaliers (2014-hoje)

Prêmios: 3 vezes All-Star, 2 vezes no time ideal da temporada, jogador que mais evoluiu (2010-11)

Títulos: nenhum

Números da carreira (média): 18,5 pontos, 11,7 rebotes, 44,6% de aproveitamento, 36,3% de aproveitamento nos 3 pontos

 

100 - Shawn Kemp

Posição: ala-pivô

Times: Seattle SuperSonics (1989-1997), Cleveland Cavaliers (1997-2000), Portland Trail Blazers (2000-2002), Orlando Magic (2002-03)

Prêmios: 6 vezes vezes All-Star, 3 vezes no time ideal da temporada

Títulos: nenhum

Números da carreira (média): 14,6 pontos, 8,4 rebotes, 1,2 toco, 48,8% de aproveitamento

Apelido: Reign Man

*Com informações do ESPN Stats & Information

Fonte: ESPN.com.br

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ESPN faz lista com os 100 maiores jogadores da história: opine, discorde e divirta-se

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Pouca mídia, muito jogo: 5 calouros e 5 segundo anistas que você precisa ficar de olho na temporada da NBA

Pedro Suaide
Pedro Suaide

A NBA CHEGOU!

É difícil conter os ânimos, mas sim, mais uma temporada está começando após um frio e longo inverno. Para entrar no clima, que tal conhecer cinco calouros e mais cinco segundo anistas under the radar?  Aqueles jogadores que talvez você não conheça tão bem mas pode brilhar!

Calouros

Matisse Thybulle - Philadelphia 76ers

Melhor marcador universitário dos últimos anos, Thybulle terá um impacto imediato na NBA. Na Universidade de Washington, foi protagonista de uma defesa por zona, conseguindo 3,5 roubos de bola e 2,3 tocos por jogo.

Além da força marcando, já chega com um arremesso confiável da linha dos três pontos e uma inteligência acima da média. Vindo do banco, será peça fundamental nos Sixers, que visam o título.

Nickeil Alexander-Walker - New Orleans Pelicans

O armador canadense chegou no time do momento e mostrou que merece sua vaga na rotação. Arremesso longo, QI de jogo, velocidade, bom passe... O garoto tem tudo.

Na Summer League, se destacou muito e recebeu espaço na pré-temporada, onde participou de momentos decisivos em jogos e foi fundamental em vitórias dos Pelicans.

Tyler Herro - Miami Heat

Um gatilho! Herro veio de Kentucky prometendo uma coisa: bola de três. Na Summer League e na pré-temporada mostrou que sabe o que está fazendo. De uma escolha um tanto quanto despretensiosa já se tornou um jogador importante na rotação de Miami.

Provou que consegue arremessar recebendo a bola de passe tanto quanto criando a situação com seu próprio drible. Além disso, entra em quadra com uma mentalidade vencedora e altíssima confiança.

Brandon Clarke - Memphis Grizzlies

Um dos jogadores mais atléticos universitários do último ano (talvez só atrás de Zion), Clarke consegue correr, pular, defender e estar em todos os lugares da quadra.

Caiu para a 21ª escolha do draft após temporada meteórica por Gonzaga e foi escolhido por Memphis, onde poderá dominar o garrafão com Jaren Jackson Jr. O arremesso ainda é um problema que precisa ser resolvido, mas o domínio de força e o poder defensivo já fazem dele um jogador muito empolgante.

Jordan Poole - Golden State Warriors

Se tem algo que os Warriors sabem fazer é draftar. É claro que não tem como dizer que Poole será o próximo Curry, Klay ou Green, mas o garoto de Michigan foi mais uma ótima garimpada de Steve Kerr e cia.

O arremesso longo é natural e parece que sai automaticamente. Ainda apresenta ótimo entendimento de como se movimentar no sistema ofensivo do time da Califórnia. A defesa é um problema ainda, mas ele é o tipo de jogador que pode explodir e pontuar absurdos em qualquer noite.

Segundo anistas

Shai Gilgeous-Alexander - Oklahoma City Thunder

O jogador mais subestimado de sua classe. Foi escolhido na 11ª posição pelos Clippers e fez uma temporada incrível - mais pelo que jogou do que pelos pontos que acumulou. No fim da temporada, foi moeda de troca para o time de LA conseguir Paul George, e agora defende o Thunder.

O armador canadense já ganha vantagem por seu tamanho, muito alto e com braços longos para a posição. Tem um arremesso de três pontos muito constante e tem facilidade para finalizar ou passar após infiltrar. Agora, com ainda mais espaço em uma franquia se reconstruindo, pode se consolidar. 

Miles Bridges - Charlotte Hornets

Como calouro conquistou seu espaço em Charlotte. Agora, sem Kemba Walker, pode se tornar o dono dos Hornets. 

Ainda é muito cru, principalmente na percepção de bons arremessos, mas apresenta potencial de ser um jogador completo. Seu poder físico é muito acima da média, o que já o torna um dos jogadores com melhores enterradas na liga e aumenta seu teto como um bom reboteiro para sua altura.

Loonie Walker - San Antonio Spurs

Como bem conhecemos Gregg Popovich, não é fácil ser um calouro e ter espaço com o treinador. Loonie foi selecionado na 18ª posição de 2018 após ótima temporada pela Universidade da Flórida e parece ser o encaixe perfeito para a posição 3 do time de San Antonio.

Walker lembra o jovem Kawhi Leonard, antes de evoluir e alcançar o estrelato. A defesa é boa, o arremesso de média e longa distância também. Sua solidez e principalmente inteligencia chamam atenção.

Landry Shamet - Los Angeles Clippers

Shamet é um caso curioso. Foi escolhido pelos Sixers e de cara se tornou um jogador fundamental vindo do banco. Logo foi trocado para os Clippers na negociação que levou Tobias Harris para Philadelphia, e em LA continuou mostrando do que era capaz. Agora que o time da Califórnia tem duas das maiores estrelas da liga, pouco se fala sobre Shamet, mas seu valor é gigante.

O garoto é um arremessador nato, daqueles que chegam prontos à liga. Seu trabalho de pés para achar espaços entre bloqueios e arremessar é outro ponto forte. Será fundamental, vindo do banco com Lou Williams, para os Clippers buscarem o título da NBA.

Mitchell Robinson - New York Knicks

O pivô não jogou basquete universitário e foi selecionado pelos Knicks na 36ª escolha de 2018. Em sua primeira temporada na equipe, foi o substituto de Enes Kanter e depois de DeAndre Jordan, mas conquistou a torcida. Será o titular neste ano, merecidamente.

Foi o jogador com maior média de tocos por minuto em toda a NBA na última temporada. Seus braços longos fazem ele conseguir fechar o garrafão e alcançar arremessadores fora dos três pontos - é um defensor temido. No ataque, pode se tornar uma máquina de pontes aéreas, e já revelou estar treinando para ser um bom arremessador de longa distância. Falta um certo refinamento no seu jogo ainda, mas parece ser apenas questão de tempo.

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Por que 'calouro' dos Nuggets pode ser o fator crucial para o próximo título da NBA

Pedro Suaide
Pedro Suaide


Para alegria geral da nação, a NBA está voltando. E após uma temporada incrível, muitos seguem olhando torto para o Denver Nuggets antes do início de mais um campeonato.

O time de Mike Malone liderou a conferência oeste por grande parte do ano, terminou a temporada regular com 54 vitórias e caiu nas semifinais de conferência, superados pelos Blazers por 4 a 3. 

Denver não sabia o que era um jogo de playoffs desde 2013, e não passavam da primeira fase do mata-mata desde 2009. Ano passado foi um marco, encerrando oficialmente o fim da era de Carmelo Anthony e cia. e dando início a tempos que prometem ser de alegria, com Nikola Jokic no comando.

Ninguém esperava esse salto do dia para a noite, e o time agora pode estar no famoso 'segundo ano', aquele que prova se a última temporada foi apenas um ponto fora da curva - acho difícil que tenha sido considerando a quantidade de talento que eles têm no elenco.

Entretanto, esse salto para se tornar realmente um candidato ao título passa por um homem: Michael Porter Jr. 

Escolhido na 14ª escolha do draft de 2018, lesões nas costas tiraram o jogador da temporada. Mas ele está de volta, e pode ser decisivo por dois motivos.

Primeiro, ele pode se tornar o que o time precisa: um ala que pontue com facilidade. Hoje, o elenco é liderado por Nikola Jokic, pivô que pode pontuar muito, mas não obrigatoriamente faz isso, já que acaba jogando muitas vezes como um armador, apesar do tamanho. 

Seu fiel escudeiro é Jamal Murray, empolgante armador de apenas 22 anos. Ele consegue chegar a partidas de 40 pontos, mas segue sendo inconsistente - ou seja, às vezes não vai marcar mais de 10 pontos, e isso é um grande problema para um time que quer ser campeão.

Aí chega Porter, que foi um pontuador nato durante o ensino médio - e seus lances durante a pré-temporada mostram que ele realmente encontra a cesta naturalmente. Se encontrar seu potencial, pode fechar um quinteto com Jamal Murray, Gary Harris, Paul Milsap e Nikola Jokic para realmente buscar o título.

Mas existe um segundo motivo, caso ele apresente mais potencial do que basquete até a metade dessa temporada, e o time de Denver sinta que é a hora de dar All-In.

Os Nuggets têm um elenco profundo. Tirando os quatro titulares já citados acima e Porter Jr., o grupo conta com um arsenal de jogadores valiosos: Will Barton, Malik Beasley, Jerami Grant, Monte Morris, Torrey Craig e mais.


Caso sintam necessidade de 'virar a chave' durante o caminho, a direção da franquia pode buscar ele, o jogador que será o mais desejado em trocas durante esta temporada: Bradley Beal. E se tem um time com jovens jogadores e escolhas de draft que podem convencer os Wizards a abrir mão de sua estrela, é o Denver Nuggets.

Beal é uma estrela que está em uma equipe completamente disfuncional. Washington cada vez mais imagina (ou talvez até já saiba) que não vai ficar com ele quando seu contrato acabar, no meio de 2021. Por isso, é interessante trocá-lo antes que seja tarde demais para receber algo valioso em troca.

Para Denver, Beal seria um encaixe perfeito com Murray e Jokic, os 'introcáveis', e fecharia um trio capaz de reinar.

Seja para jogar ou para ser trocado, Michael Porter Jr. pode ser o fator crucial para o próximo título da NBA.

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Stephen Curry tem um recado: o MVP voltou

Guilherme Sacco
Guilherme Sacco



Sim, é só pré-temporada e, normalmente, ela não significa nada. Mas o que Stephen Curry fez na madrugada de quinta para sexta-feira não foi nada além de deixar um recado para a NBA: o MVP voltou.

O armador do Golden State Warriors é a minha aposta para terminar a temporada com o prêmio de jogador mais valioso em suas mãos e a atuação na vitória sobre o Minnesota Timberwolves mostra o por que.

Foram apenas 25 minutos e 28 segundos em quadra, mas Steph anotou 40 pontos, pegou seis rebotes e distribuiu seis assistências. Foram 14 arremessos convertidos em 19 tentados, sendo seis de nove do perímetro, além de seis arremessos livre sem erros.

Durante a "Era Durant" nos acostumamos a ver um Curry mais "tímido", mais coletivo e fazendo os sacrifícios necessários para que os outros brilhassem e sua equipe vencesse. Ele continuará sendo um cara que coloca a vitória acima da performance individual em 2019/2020. A questão, porém, é outra.

Com Klay Thompson lesionado até, no mínimo, fevereiro e a saída de Kevin Durant, Curry terá a ajuda apenas de D'Angelo Russell e Draymond Green por boa parte da temporada. Para fazer os Warriors vencerem, Steph terá que empilhar atuações de 40 pontos em 30 ou menos minutos.

Nesta madrugada, enquanto muitos dormiam, ele decidiu nos lembrar do que é capaz: fazer 40 pontos em 25 minutos com uma eficiência fora do comum e, ainda por cima, sendo garantia de diversão.

O maior empecilho poderia ser o fato de que os Warriors, por conta de tantos desfalques, não consigam uma campanha espetacular, o que o prejudicaria na disputa. Afinal, o número de vitórias ainda parece ser um critério extremamente relevante visto que isso foi o que, injustamente, tirou o prêmio das mãos de James Harden na última temporada.

Uma grande diferença entre o 'Brinquedinho Assassino' e o 'Barba' é que, mesmo se tiver uma campanha inferior, Curry terá o apoio dos fãs da NBA. Stephen é muito mais amado entre os torcedores e, também, entre os jornalistas que votam na premiação, o que provavelmente faria com que o critério das vitórias fosse menos importante.

Wardell Stephen Curry II é o único MVP unânime da história da liga, o melhor arremessador de todos os tempos e o coração e peça-chave do sistema que nos trouxe a, possivelmente, melhor equipe de todos os tempos.  E, ainda por cima, tem o carisma que conquista votos.

Na madrugada, Curry fez questão de nos lembrar disso tudo. Preparem-se, o MVP vem aí.

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Kyrie Irving é mais uma prova de que precisamos discutir saúde mental de atletas

Guilherme Sacco
Guilherme Sacco

Durante a apresentação do elenco do Brooklyn Nets na sexta-feira, o armador Kyrie Irving deu um depoimento aonde explicou a grande razão para ter 'falhado' com seus ex-companheiros de Boston Celtics: a morte de seu avô.


         
    

Segundo Kyrie, ele não soube como lidar com a perda de alguém tão querido e, principalmente, não procurou terapia para saber como fazer. Sem cuidar da sua saúde mental, perdeu a alegria que sentia ao jogar basquete e, consequentemente, não conseguiu se dedicar integralmente a seus companheiros como o líder que 'deveria ter sido e falhou'.

O armador não é o primeiro - e nem deve ser o último - a falar abertamente sobre questões de saúde mental interferirem em seu jogo na NBA. Kevin Love e DeRozan já relataram problemas com depressão. Paul Pierce já afirmou que desenvolveu problemas para estar em multidões após ser esfaqueado onze vezes e jogar a temporada normalmente em 2000.

A terapia podia ter salvo a temporada de Kyrie
A terapia podia ter salvo a temporada de Kyrie Mike Lawrie/Getty Images

O que todos têm em comum? Nenhum deles fez uma pausa na temporada para se recuperar como fariam com qualquer lesão física. E questões mentais deveriam ser tratadas com a mesma seriedade das físicas.

É preciso acabar com essa cultura de que pessoas que lidam com problemas de saúde mental como a depressão são mais 'fracas' que as outras e, portanto, não tem condições de ser um atleta profissional.

Ou que quem demonstra sentimentos e vulnerabilidades é menos focado e tem menos chances de ser um grande jogador do que aqueles que, muito provavelmente, preferem esconder seus problemas em cargas excessivas de trabalho.

Precisamos parar de tratar os jogadores como robôs programados para jogarem basquete - ou futebol ou futebol americano ou qualquer esporte - e os tratarmos com o que são de verdade: seres humanos com problemas como eu, você e qualquer outro. E, não, Kyrie, você não falhou. Nós que falhamos com você.

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Stephen Curry merece estar à frente de Kobe Bryant em ranking histórico da NBA

Guilherme Sacco
Guilherme Sacco

Na quinta-feira, o Bleacher Report divulgou um ranking histórico da NBA em que Stephen Curry era o 10º colocado e Kobe Bryant o 14º. A presença do armador do Golden State Warriors na frente da lenda do Los Angeles Lakers causou polêmica nas redes sociais, mas não está errada.

A única coisa errada é a posição de cada um no ranking. Kobe e Curry deveriam estar no top 10, mas o jogador dos Warriors na frente do ex-Laker é o correto.

E por um motivo simples: Kobe Bryant foi um excelente jogador, mas foi uma "cópia fiel" do que já havia vindo antes, Curry foi o jogador que mais influenciou o basquete na história, além de ser o melhor arremessador de todos os tempos e um dos três melhores armadores que a liga já viu.

Steph é um dos 3 melhores PGs da história
Steph é um dos 3 melhores PGs da história Getty Images

O legado do armador dos Warriors será maior do que o deixado pelo ala dos Lakers. Antes de Steph, a NBA arremessava, no total, 52 mil bolas de três em uma temporada (números de 2015). Na última temporada, foram 78 mil arremessos de longa distância, ou seja, um aumento de 26 mil bolas desde que os Warriors foram campeões pela primeira vez sob a batuta de Curry.


         
    

O sistema de ataque do Warriors deixou sua marca pelas equipes da NBA atual e só foi possível por conta da qualidade de Curry. Pelo fato de ser o melhor arremessador de todos os tempos e, ao mesmo tempo, um jogador extremamente coletivo. Que sempre se dispôs a se sacrificar pelo sucesso da equipe, ao contrário de Kobe Bryant e sua "Mamba Mentality".

Stephen Curry é um arremessador melhor, um armador melhor, um jogador melhor e um companheiro melhor do que Kobe Bryant foi. Em uma discussão em que o nível dos jogadores é tão parelho, detalhes fazem a diferença. E Steph vence em todos os detalhes e no legado.

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Shaun Livingston merece o Hall da Fama

Guilherme Sacco
Guilherme Sacco
A história de superação de Livingston merece ser celebrada
A história de superação de Livingston merece ser celebrada Getty Images

O armador Shaun Livingston, tricampeão pelo Golden State Warriors, anunciou sua aposentadoria nesta sexta-feira (13). Ao olhar para os números de sua carreira, o título desta matéria parece ridículo, mas Livingston vai além do que produziu nas quadras.

Dentro delas, conseguiu ser um excelente coadjuvante nos três títulos e nas campanhas que terminaram em cinco aparições consecutivas dos Warriors nas Finais da NBA. Mas o que coloca o armador no Hall da Fama é a sua jornada.

Selecionado na quarta posição do draft de 2004, pelo LA Clippers, Livingston era uma grande promessa do basquete que demorou para se adaptar ao nível da NBA. Quando parecia mais a vontade, uma tragédia quase interrompeu sua carreira precocemente.

Em 26 de fevereiro de 2007, os Clippers enfrentavam o Charlotte Hornets, então Bobcats, quando Livingston caiu de maneira estranha após uma bandeja errada, resultando em uma das piores lesões que a NBA já viu.


         
    

O armador lesionou praticamente todas as partes do seu joelho esquerdo, rompendo o ligamento anterior cruzado, o posterior cruzado e o menisco lateral, além de torcer o ligamento medial colateral e deslocar a patela. Foi comunicado pelos médicos que não era só sua carreira que estava em risco, mas a sua perna.

Era possível que Livingston precisasse amputar a perna esquerda após sofrer uma das lesões mais terríveis da história do esporte. A amputação não foi necessária, mas Shaun demorou cerca de quatro ou cinco meses para sequer voltar a andar.

Quando foi liberado para voltar às quadras, estava sem contrato e assinou com o Miami Heat antes de pingar por várias equipes até chegar ao Brooklyn Nets em 2014. Lá, se destacou o suficiente por uma temporada para chamar a atenção dos Warriors.

E foi em Oakland que Shaun Livingston escreveu uma das histórias de redenção mais bonitas que o basquete já viu. Mesmo sendo reserva, foi parte fundamental do sistema que encantou o mundo por cinco temporadas seguidas e conquistou três títulos.

Seu arremesso de média distância era tão certo quanto a morte ou impostos. Foi o líder que a segunda unidade dos Warriors precisava para funcionar e manter a equipe viva nos grandes jogos.

Shaun Livingston chegou perto de perder uma perna, voltou, lutou por seu espaço em oito franquias diferentes e encerrou a carreira como peça fundamental de uma dinastia. A história da recuperação por si só merece uma vaga no Hall da Fama. Livingston transcendeu o basquetebol.

Fonte: Guilherme Sacco

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Jogou como nunca, perdeu como sempre

Guilherme Sacco
Guilherme Sacco
Felício tenta pontuar diante dos Estados Unidos
Felício tenta pontuar diante dos Estados Unidos Getty Images

Na manhã desta segunda-feira (9), o Brasil encerrou mais uma participação na Copa do Mundo de basquete. A derrota por 89 a 73 para os Estados Unidos finalizou uma campanha que, na realidade, tinha sido encerrada após o vexame diante da República Tcheca.

Na madrugada de sábado para domingo, o Brasil jogava a vida no Mundial e a classificação para as quartas de final. Depois de uma primeira fase perfeita, em que havia vencido a Grécia de Giannis Antetokounmpo, atual MVP da NBA, esperava-se mais da seleção.

Na hora mais importante, no jogo que valia o campeonato - ganhar dos EUA era uma ilusão que nem nos maiores sonhos - tivemos a nossa pior atuação. Um time desligado, que cometeu erros bobos, perdeu bolas fáceis e se perdeu no nervosismo. Que não achou uma maneira de diminuir o impacto do armador Tomas Satoransky e não só perdeu como passou vergonha. Foi derrotado por 93 a 71.


         
    

Uma margem de vinte e dois pontos. E o Brasil acabou indo embora para casa por conta do saldo de pontos. Jogou como nunca, fez a gente se emocionar com a vitória sobre a Grécia, criou esperança e perdeu como sempre.

Agora somos obrigados a ver os argentinos cantando que "quem não salta, não vai para o Japão" e com razão. Apenas um milagre no Pré-Olímpico coloca a seleção em Tóquio-2020. E a Argentina, com um time bem inferior, curte mais uma vaga e mais uma mata-mata de Mundial.

O basquete brasileiro não pode viver de vitórias pontuais. O torcedor merece mais. E nós temos capacidade de entregar mais. O que não se organiza, não vai para a Olimpíada.

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A 'missão Antetokounmpo' e a hora de Bruno Caboclo; como Brasil segurou MVP da NBA e venceu a Grécia

Pedro Suaide
Pedro Suaide

Two years away from being two years away.

Quando Bruno Caboclo foi escolhido na 20ª posição do Draft de 2014, pelo Toronto Raptors, John Fraschilla, comentarista nos EUA, falou essa frase, grudou no brasileiro e nunca mais eles se separaram. 

Ele estava a dois anos de distância para estar a dois anos de distância de estar pronto. O que o time do Canadá fazia selecionando um garoto franzino de 19 anos que estava longe de estar pronto? Que havia se destacado apenas na Liga de Desenvolvimento de Basquete pelo Pinheiros?

Um ano antes, em 2013, o Milwaukee Bucks selecionou um garoto franzino de 19 anos na 15ª escolha do Draft. Entretanto, esse era grego e chamou atenção após jogar pelo Filathlitikos.

Masai Ujiri, cérebro por trás do título dos Raptors na última temporada, viu em Caboclo e apostou. A franquia aguentou bons anos sem ele estar pronto e acabou deixando o brasileiro sair. Ele passou rapidamente pelo Sacramento Kings e pintou no Memphis Grizzlies, onde prova que, cinco anos após ser draftado (parece que Fraschilla errou as contas em um ano).

Giannis teve um impacto imediato. Entrou na liga e em sua primeira temporada jogou 77 jogos - 23 como titular. Suas médias eram baixas, mas tudo dentro do esperado. Seus números foram crescendo, até que em 2017 foi eleito o jogador que mais evoluiu na NBA e em 2019 conquistou o prêmio de MVP.

Bruno Caboclo disputa com Giannis Antetokounmpo
Bruno Caboclo disputa com Giannis Antetokounmpo Getty Images

Caboclo não evoluiu tanto, mas se encontrou em Memphis, com um time de garotos e sem pressão. Pelos Grizzlies, apenas em 2019, jogou 34 partidas - 19 como titular, e mostrou tudo o que a NBA quer ver. Atleticismo, precisão, velocidade, versatilidade. Com isso, ganhou mais anos de contrato naquele ambiente perfeito: uma cidade que o abraçou, um time ainda sem pressão e ótimos (e jovens) companheiros de equipe - Jaren Jackson Jr., Ja Morant e Brandon Clarke, por exemplo. Agora é ver todos crescendo juntos.

Chegou 2019, chegou o Mundial. Caboclo e Giannis, cada um no seu patamar, vivem ótimos momentos.

Aleksandar Petrovic também sabia disso, e há tempos fala que sabia como marcar Giannis. Seria a 'Missão Antetokounmpo'. 

Missão muito bem executada. Giannis foi praticamente nulo, e o treinador grego sequer conseguiu fazer as jogadas finais passarem por ele. Quando ele foi buscado na ponte aérea que seria decisiva, Caboclo, com seus 2,31 metros de envergadura (10 cm a mais que o MVP), interceptou a jogada.

Antetokounmpo terminou com 13 pontos e foi expulso com 5 faltas, claramente irritado - muito pela tática brasileira: marcação forte, faltas nele e garrafão fechado. Minado, o craque ficou apenas 28 dos 40 minutos em quadra, sendo ausência em boa parte da virada brasileira.

Com ele fora e o garrafão grego menos poderoso, o Brasil conseguiu dominar o jogo perto da cesta em partida sensacional de Anderson Varejão. No total, foram 46 pontos brasileiros na área pintada, contra apenas 28 gregos.

Caboclo, jogando na posição 4, foi o cara na defesa. Dividiu a marcação de Giannis com o incansável Alex e decidiu o jogo nas últimas posses defensivas, interceptando a ponte aérea e limpando o aro para a vitória.

No ataque, foi um incrível facilitador. Com seus 2,06 metros (cinco cm a menos que Giannis), espaçou a quadra para Varejão deitar e rolar no garrafão saindo dos bloqueios que fazia. Quando a bola de três sobrou, ele acertou duas de três tentadas. 

Assim o Brasil parou o MVP e venceu a favorita Grécia. E Bruno Caboclo mostrou que, finalmente, está pronto.

Fonte: Pedro Suaide

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A 'missão Antetokounmpo' e a hora de Bruno Caboclo; como Brasil segurou MVP da NBA e venceu a Grécia

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James Harden, 30 anos: a celebração de um dos maiores de todos os tempos

Guilherme Sacco
Guilherme Sacco

Esqueça as narrativas, foque no jogador. James Harden é um dos melhores jogadores da história do basquete. O camisa 13 é uma das armas ofensivas mais dinâmicas que esse esporte já viu. 

E é o terceiro melhor ala-armador da história, atrás apenas de Michael Jordan e Kobe Bryant. 

Na isolação, é o jogador mais efetivo da NBA atual, justamente por ser tão dinâmico. É capaz de atingir o adversário com dribles hipnotizantes e consegue pontuar de qualquer lugar.

É uma ameaça com seu característico step back para três de qualquer lugar da quadra. É um dos melhores infiltrando e finalizando ao redor do aro, além de ser o melhor na hora de criar contato e ir para a linha de lance livre.

Não satisfeito, é um dos melhores armadores que esse jogo já viu. Quando infiltra e percebe que a defesa colapsou para tentar pará-lo, acha qualquer arremessador no perímetro. 

James Harden completa 30 anos nesta segunda!
James Harden completa 30 anos nesta segunda! Getty Images

Quando faz o pick and roll e percebe que a defesa irá dobrar, faz a ponte aérea como poucos e ainda tem capacidade de fazer um passe picado por baixo das pernas do defensor. 

Harden é imparável e consegue números absurdos porque é um jogador absurdo, quase que no sentido literal da palavra. Não a toa terminou a última temporada com incríveis médias de 36 pontos e 7,5 assistências por jogo. Conseguiu dois jogos de 61 pontos e mais sete jogos de 50+ pontos. 

Neste 26 de agosto, em que James Harden completa 30 anos, esqueça a narrativa que insiste em transformá-lo no grande vilão da liga ou os vídeos de três segundos de uma jogada isolada que insistem em rotular o seu estilo de jogo e aprecie. 

Aprecie um dos maiores de todos os tempos e que só precisa de um anel para ser unanimidade. 

Nota do editor: se você considera Harden um armador pelas últimas temporadas, ele também está no top 5 da história.


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James Harden, 30 anos: a celebração de um dos maiores de todos os tempos

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Parabéns, Everaldo! Relembre três narrações marcantes do narrador que faz aniversário

ESPN League
ESPN League

Neste dia 29 de julho, o nosso narrador Everaldo Marques completa 41 anos de idade! Para comemorar, separamos três narrações marcantes que provam que o Everaldo é RI-DÍ-CU-LO!


Nas Finais da NBA de 2014, o Miami Heat estava perdendo a série por 3 a 2 para o San Antonio Spurs e via o rival texano muito próximo do título. Foi quando Ray Allen entrou em ação e salvou a equipe, que venceria a série na sétima partida. Everaldo narrou assim:


Em 2016, o Cleveland Cavaliers se tornaria o primeiro time da história da NBA a virar uma série de final após estar perdendo por 3 a 1. No Jogo 7 diante do Golden State Warriors, LeBron James deu um toco em Iguodala que entrou para a história da liga!

Por fim, um jogo de temporada regular que não prometia muito, mas acabou tirando uma das melhores narrações de Everaldo. Em Golden State Warriors x Utah Jazz, Curry aprontou das suas, acertou um arremesso do meio da quadra e levou Evê e Bulga a loucura!


         
    
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Onze garotos que melhor aproveitaram a Summer League da NBA e mostraram seu valor

Pedro Suaide
Pedro Suaide

Para salvar ajudar em nossa necessidade de NBA, a Summer League veio e encantou nossos corações. 

Foram quase duas semanas de jogos com centenas de garotos tentando se provar para merecer uma chance na liga 'dos adultos'. 

Aqui, então, estão os onze jogadores que me encheram os olhos: 

Nickeil Alexander-Walker - Pelicans

[]

24,3 pontos / 6 assistências / 4,8 rebotes / 2,8 roubos de bola 

Finalização com as duas mãos, arremesso de fora, visão de jogo, intensidade defensiva: o ala/armador dos Pelicans mostrou todas essas coisas durante a Summer League, isso jogando predominantemente como o armador da equipe, algo com o qual não estava acostumado. 

Jogador que mais teve a bola em mãos durante os jogos, deixou seu potencial em evidência e soube muito bem dar ritmo às jogadas. Décima-sétima escolha do Draft, pode já aparecer na rotação do jovem time de New Orleans - e com muito mérito. 

Brandon Clarke – Grizzlies

14,7 pontos / 9,8 rebotes / 2,0 assistências / 1,8 toco 

Quando ele caiu até a 21ª posição do draft, o espanto foi geral. A temporada que o ala/pivô teve em Gonzaga foi animadora, e sua Summer League provou que ele merecia ter escolhido antes. Para a sorte dos Grizzlies, não foi. Foi campeão do torneio, com ótima atuação na final, e ainda coroado MVP. 

O gigante dominou o garrafão e mandou em todas as suas partidas. Extremamente atlético, é rápido e inteligente. Em pouco tempo deve ser titular do time de Memphis ao lado de Jaren Jackson Jr. 

Veja os melhores momentos da grande final:

Tyler Herro – Heat

19,8 pontos / 4,5 rebotes / 4,3 assistências / 1,5 roubo 

Aposta do Heat na 13ª escolha do draft, Herro foi um dos melhores pontuadores da Summer League. Com uma mão calibradíssima, mostrou que arremessa com muita velocidade e até ultrapassou as expectativas de quem o viu jogar por Kentucky. 

Além do arremesso, chamou atenção por ter um controle muito bom de seus pés, inclusive com um 'primeiro passo' extremamente agressivo. Também já deve ter seu espaço em Miami desde o começo da temporada. 

Lonnie Walker IV – Spurs

24,8 pontos / 5,8 rebotes / 1,3 roubo

 Draftado em 2018, jogou apenas 17 partidas na última temporada, com média de 6,9 minutos por jogo. Após essa Summer League, mostrou que merece mais minutos de Gregg Popovich. 

Muito além do bom defensor que ele já mostrava ser, apresentou um arsenal ofensivo muito importante. Conseguiu criar arremessos para ele mesmo e se provar como um cara que pode ser o líder do time. Devemos vê-lo cada vez mais em quadra. 

Carsen Edwards – Celtics

[]

19,4 pontos / 3,8 rebotes / 21/45 (46,6%) 3pt 

Apenas a 33ª escolha do draft, Edwards mostrou o que já havíamos visto em Purdue: ele arremessa de qualquer lugar - e com eficiência.

 O armador dos Celtics, numa NBA que cada vez arremessa mais dos três pontos, deixou claro que tem seu espaço. Tanto é que o time de Boston já o presenteou com um contrato de quatro anos. 

Kendrick Nunn – Heat

21 pontos / 6,3 assistências / 5 rebotes / 1,5 roubo / 55% FG 

Nunn não foi draftado em 2018 e passou a temporada jogando na G-League com o Santa Cruz Warriors. Um ano depois, está mostrando que merece uma chance na NBA.

 No bom time do Miami Heat, foi mortal ao lado de Tyler Herro. Mostrou muita rapidez e um arremesso com alto potencial. Além disso, parece ter bastante noção de espaço, o que pode transformá-lo num bom passador. 

Jaxson Hayes – Pelicans

16,3 pontos / 7,3 rebotes / 1,3 toco 

Pivô selecionado para fazer o 'garrafão do futuro' ao lado de Zion Williamson, Hayes superou as expectativas na Summer League, e pode já ser o presente do time.

 Muito atleticismo - no ataque e na defesa -, inteligência e domínio do garrafão. Se mostrou um grande jogador agora, mas o que mais empolga é o fato de ser evidente o potencial de crescimento. Tem um arremesso bom (que deve seguir evoluindo) e muita intensidade. Pode se tornar, pelo menos, numa máquina de highlights. 

Rui Hachimura – Wizards

[]

19,3 pontos / 7 rebotes / 1,7 toco 

Para muitos, o japonês foi escolhido 'muito cedo' no draft, sendo o 9º geral. Nessa Summer League, começou a provar o contrário.

 Hachimura, ainda muito cru, pode se tornar um jogador completo. Arremessa, infiltra, tem noção de posicionamento e parece disposto a aprender. Como primeira opção no ataque, foi bem e correspondeu com boas pontuações. 

RJ Barrett – Knicks

15,4 pontos / 8,6 rebotes / 4,2 assistências

 A terceira escolha do draft foi a mais alta a mostrar seu basquete na Summer League (Zion jogou apenas minutos, e Ja Morant sequer entrou em quara). Após um começo em primeira marcha, mostrando mais suas deficiências, como o arremesso de três pontos inconsistente e o baixo aproveitamento, deu a volta por cima.

 Como um todo, mostrou o que já se esperava dele: infiltração muito boa, velocidade e muita agressividade em direção à cesta. Tem momentos em que se mostra também um ótimo passador, e ainda tem um bom potencial defensivo. Deve começar a temporada como titular.

Coby White – Bulls

15 pontos / 5,6 rebotes / 4,8 assistências / 1,4 roubo

 A escolha de primeira rodada dos Bulls teve sofreu um pouco arremessando a bola, mas mostrou várias habilidades que o fazem digno de sua posição no draft. Muito veloz e com uma ótima visão de quadra, é um armador moderno e com muita personalidade.

 Provavelmente começará a temporada vindo do banco de reservas, mas deve, durante a temporada, roubar a posição de Kris Dunn. 

Ignas Brazdeikis – Knicks

[]

15,4 pontos / 5,2 rebotes / 51% FG 

Escolha de número 47 do draft, Brazdeikis foi um acerto dos Knicks. O ala mostrou muita versatilidade e preparação para o basquete que a NBA joga hoje em dia. Ótimo arremesso de média e longa distância e inteligência para infiltrar.

 Chegou a ter uma gigante atuação de 30 pontos, a primeira de tal marca na competição, contra os Suns. Num time novo como o de Nova Iorque, pode ganhar seus minutos na rotação.

 Menções Honrosas (alguns já são melhores do que o nível da competição, outros não mostraram tanto)

Chris Boucher – Raptors

23 pontos / 9,8 rebotes / 1,3 toco

Atual campeão da NBA, Boucher chegou a jogar em duas partidas das Finais do Leste, contra os Bucks, na última temporada. Após a saída de Kawhi, mostrou que pode produzir mais, e deve receber cada vez mais espaço em Toronto.

Mitchell Robinson – Knicks

13,8 pontos / 10,6 rebotes / 3,4 tocos 

Robinson teve uma temporada ótima como calouro dos Knicks, e sua Summer League foi um marco. Enalteceu seus pontos positivos (receber pontes aéreas, pegar rebotes e dar tocos), mas também mostrou que tem muito a melhorar (muito afobado, arremesso não confiável). Deve começar a temporada como titular.

Jarrett Allen – Nets

[]

16,4 pontos / 10,6 rebotes / 2,2 tocos

 O pivô já mostrou do que é capaz na NBA, então era de se esperar que brilhasse na Summer League... e assim foi. Defensivamente e nos rebotes, é um monstro. Ofensivamente, usou o torneio para melhorar, o que é preciso.

Anfernee Simons – Blazers

22 pontos / 4,3 rebotes / 1 roubo

 Simons jogou 20 partidas na última temporada pelos Blazers, e mostrou lapsos do que era capaz. Na Summer League, provou que pode ser um grande pontuador, arremessando de qualquer lugar da quadra, mas precisa melhorar sua defesa e seu repertório ofensivo. 

Daniel Gafford – Bulls

13,8 pontos / 7,8 rebotes / 2,8 tocos 

Escolha de segunda rodada dos Bulls, Gafford foi muito bem na dobradinha com Coby White, completando várias pontes aéreas. Surpreendeu por ser 'completo', apesar de ainda muito cru. Pode ganhar minutos na temporada, principalmente num time como o de Chicago.

Naz Reid – Timberwolves

11,9 pontos / 5,4 rebotes / 2 assistências 

Pivô de LSU que não foi draftado, Reid mostrou nessa Summer League que merece, ao menos, uma chance. Na semifinal, dominou o garrafão contra Jarrett Allen e foi 'o cara' que colocou os Wolves na final. Defensivamente, tem um potencial imenso.

Pablo Prigioni – Timberwolves 

[]

Ex-jogador da NBA, Prigioni teve sua primeira oportunidade como treinador, e foi muito bem. Montou uma equipe muito bem equilibrada e com uma defesa sensacional, inclusive usando zona. Durante a temporada, será auxiliar de Ryan Saunders.

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Por que Russell Westbrook no Houston Rockets faz sentido

Guilherme Sacco
Guilherme Sacco

De princípio, não parece. A reação imediata das pessoas foi pensar "o Houston Rockets vai jogar com duas bolas?" ou, então, "Russell Westbrook não arremessa de fora, não vai se encaixar". Mas Westbrook em Houston faz sentido. Pra todo mundo. Pra ele, pra equipe e pra James Harden.

Pra início de conversa, Chris Paul não queria mais estar no Texas. As notícias são de que ele e Harden haviam brigado feio depois da eliminação para o Golden State Warriors na última temporada e Paul não aguentava mais olhar na cara de James. CP3 precisava ir.

Com um contrato gigante, os Rockets só seriam capaz de movê-lo por outro contrato gigante. Westbrook estava insatisfeito com a saída de Paul George e queria abandonar o barco em Oklahoma. Era a oportunidade.

Mas, além da questão extra quadra, a opção faz sentido dentro de quadra. O grande problema dos Rockets na pós temporada do ano passado foi ter alguém que dividisse a carga ofensiva com Harden na hora de fechar as partidas.

Chris Paul deveria ser esse cara, mas o que já foi um dos melhores, quiçá o melhor, armadores da liga, hoje é um jogador que tem dificuldade para pontuar isolado contra nomes como Jonas Jerebko, como foi na série contra os Warriors.

Harden e Westbrook voltarão a ser companheiros de equipe
Harden e Westbrook voltarão a ser companheiros de equipe Getty Images

Com isso, Harden ficava sobrecarregado e a defesa de Golden State sequer hesitava na hora de dobrar no camisa 13. Com Westbrook, a história será diferente. 

Russell não é um dos pontuadores mais eficientes da liga, para ficar em um eufemismo, mas é uma das grandes ameaças ofensivas da NBA quando ataca o aro. E tem capacidade de bater qualquer defensor na isolação.

A presença de Westbrook fará com que as defesas não se sintam tão seguras na hora de dobrar em Harden e tirá-lo completamente dos finais das partidas. Já é uma vitória para Houston.

Além disso, Westbrook não é um arremessador nato e gosta de jogar com a bola na mão, mas já demonstrou em outras oportunidades que pode ser apenas o segundo cestinha de uma equipe, como foi com Durant em Oklahoma.

Em Houston, o espaçamento proporcionado pelo arsenal de chutadores da equipe lhe dará espaço para brilhar nas infiltrações. Na hora de atacar o aro, fazer a defesa entrar em colapso e ou pontuar ou soltar a bola para um arremessador livre na zona morta.

Westbrook era a melhor opção de mercado para Daryl Morey e o Houston Rockets. Os Rockets eram a melhor opção para Russ. Bem vindos ao tiroteio do Velho Oeste, que será insano.

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Nunca duvide de LeBron James: os dois melhores times da NBA estão em Los Angeles

Guilherme Sacco
Guilherme Sacco

Depois da chegada de Kawhi Leonard e Paul George ao LA Clippers, virou quase unanimidade que a equipe é a principal favorita ao título da próxima temporada da NBA, que será equilibrada como não se via há tempos. O time que levou o Golden State Warriors, com todos os jogadores saudáveis, ao sexto jogo trocou Shai Gilgeous-Alexander e Danilo Gallinari pelo atual MVP das Finais e um jogador com calibre de MVP de temporada. Sem dúvidas, favorito.

O problema, porém, está em como essa movimentação fez as pessoas olharem o outro lado da cidade. O Los Angeles Lakers estava na expectativa de assinar com Kawhi, montar um super time praticamente imbatível e dominar a liga. Quando viu o ala ir para seu 'primo pobre', a frustração tomou conta. Mas os Lakers souberam compensar da maneira correta.

Não veio nenhuma terceira estrela como poderia ter sido com D'Angelo Russell, caso a franquia tivesse desistido mais cedo de Kawhi e priorizado outro jogador, mas Jeanie Buss e Rob Pelinka agiram da maneira correta: montaram um elenco ao redor de LeBron James e Anthony Davis. 

DeMarcus Cousins, Rajon Rondo, Danny Green, Jared Dudley, Avery Bradley, Kyle Kuzma. Nenhum desses nomes salta aos olhos, nem mesmo Cousins, mas são todos nomes sólidos para ajudarem dois dos sete melhores jogadores da liga.

Kuzma, AD e LeBron: os Lakers estão em ótimas mãos
Kuzma, AD e LeBron: os Lakers estão em ótimas mãos Getty Images

Sim, LeBron James e Anthony Davis formam uma dupla com dois dos sete melhores jogadores do mundo. E parece que as pessoas estão se esquecendo deste fato. Mesmo com 34 anos, LeBron ainda é o jogador mais dominante do mundo. Em uma temporada "ruim", o ala terminou com 27.4 pontos, 8.3 assistências e 8.5 rebotes de média por jogo. E, agora, ele vem extremamente motivado para recuperar o trono de Rei da NBA

Anthony Davis conviveu com problemas de lesões e de química no vestiário. Terminou a temporada com 26 pontos, 12 rebotes e 2,4 tocos por jogo. É um dos pivôs mais dominantes, se não for o mais, da liga. Consegue pontuar dentro do garrafão e fora. Pode armar o jogo do poste baixo e defende como poucos, sendo um dos melhores protetores de aro da liga. 

Na temporada passada o grande problema dos Lakers, além das lesões, foi a falta de alguém que pudesse dividir a responsabilidade de carregar o time com LeBron e a falta de arremessadores que abrissem a quadra para o camisa 23 (que voltará ao número 6) brilhar. Para 2019/2020, o cenário é outro. Não se enganem pela decepção de não conseguir Kawhi, o Los Angeles Lakers vem muito forte para a próxima temporada e o "clássico da Califórnia" colocará frente a frente as duas melhores equipes da liga.

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'Kawhi Watch': o grande tiro no pé de Toronto

Guilherme Sacco
Guilherme Sacco

A espera pela decisão de Kawhi Leonard toma conta da NBA. Nesta quarta-feira, estamos presenciando mais um capítulo da novela. E um dos mais surreais até agora.

No começo do dia, saiu a primeira informação. Um jatinho chegou em Toronto e dele saíram três pessoas, uma delas com um toalha na cabeça e elas entraram em dois carros pretos. Em instantes, a teoria era de que Kawhi iria se reunir com a diretoria do Toronto Raptors em um hotel na cidade.

Imediatamente, um helicóptero da televisão local começou a filmar o caminho dos carros e transmitir em tempo real, no melhor estilo "perseguição de OJ Simpson".

Pelas redes sociais, a hashtag #KawhiWatch (observatório Kawhi) começou a ganhar os tópicos em Toronto e no mundo. Pessoas foram às ruas atrás de informações e confirmações. Outras foram para a porta do hotel aonde estava acontecendo a suposta reunião para "demonstrar amor" e pedir para Kawhi ficar, apelando para o emocional.

[]

O problema, porém, é que isso poderia funcionar para a maioria das pessoas. Mas Kawhi não é todo mundo. Ele nunca foi conhecido por gostar da mídia, de ter um helicóptero perseguindo cada passo seu, muito pelo contrário.

Sempre foi conhecido por ser um dos jogadores mais "low profile" da liga. Que pouco aparece na mídia, que não se veste com a roupa mais cara e nem anda no carro do ano. Que quase não utiliza redes sociais - seu Twitter tem, literalmente, quatros postagens. E foi criado em 2014.

Se por acaso Kawhi realmente escolha por não continuar em Toronto, provavelmente lembraremos deste dia 3 de julho de 2019 como o dia que sacramentou sua decisão. O que era para ser uma prova de amor, pode ter sido o maior tiro no pé que uma cidade deu em sua própria franquia.

Kawhi não quer os holofotes, não quer as pessoas na rua atrapalhando suas reuniões, não quer ser perseguido pela televisão. O homem dos rebotes vence, não aparece.

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Como os Hawks estão seguindo a fórmula do sucesso e tentando virar os Warriors 2.0

Pedro Suaide
Pedro Suaide

O Golden State Warriors alcançou o patamar de dinastia não só pelos três títulos em quatro anos e pelas cinco finais seguidas: são dinastia por também serem referência.  E por isso são copiados (e quando eu falar copiados durante o texto não leve como algo ruim).

Sem vergonha, que realmente não tem motivo para existir, o Atlanta Hawks desenha um time para seu futuro se baseando no time de Steve Kerr. As escolhas de draft dos últimos anos copia as características dos craques que fizeram (e ainda fazem) história pelos Warriors.

O Cara

Os Warriors se tornaram o que se tornaram jogando em função de Stephen Curry. Os Hawks, então, jogam em função de Trae Young.

Quando avistaram o jovem armador na universidade de Oklahoma, sabiam que era ele. Arremessa de qualquer lugar da quadra, tem visão de jogo e se comporta 'como Curry'. Em sua primeira temporada em Atlanta, já provou que seu jogo também funciona na NBA, e ainda tem muito a evoluir. 

Focados nele, até trocaram sua escolha de primeira rodada do draft de 2018, a 3ª geral, pela 5ª, dos Mavericks - que pegaram Luka Doncic. Além de Trae, eles pegaram a escolha desse ano de Dallas no negócio, que se tornou Cam Reddish, na 10ª posição.

Com Trae como peça central, os Hawks precisavam montar o time e a cultura ao seu redor. E assim fizeram.

O Splash BROTHER

Curry precisa de Klay. Trae precisa de Huerter. Hoje pode realmente parecer loucura comparar Klay Thompson com Kevin Huerter, ainda anônimo para muitos, mas o potencial para ser o complemento perfeito para um armador como Trae existe.

Klay entrou na liga em 2011, na 11ª escolha. Em sua primeira temporada, com 21 anos, teve média de 1,7 cesta de três pontos por jogo, acertando 41,4% de seus arremessos longos.

Huerter foi a 19ª escolha do draft de 2018, entrando na NBA com 19 anos. Em sua primeira temporada, acertou 1,8 arremesso de três pontos por jogo, convertendo 38,5% de seus arremessos longos.

Klay, com o passar do tempo, se tornou um dos melhores arremessadores da história, com aproveitamento sempre superior a 40% nos arremessos dos três pontos. Kevin Huerter tem o potencial para isso, pelo bom arremesso que já tem e pelo corpo parecido ao de Thompson - alto para um ala armador, com 2,01 metros. E, de qualquer jeito, mesmo que Huerter não se torne um Klay, pode ser ainda assim um ótimo arremessador.

O Elenco de Apoio

Os Warriors têm em Draymond Green um jogador possivelmente impossível de se achar igual. Reboteiro, ótimo passador, inteligente e capitão na defesa. Entretanto, na medida do possível, os Hawks desenham em John Collins um protótipo de Green.

O garoto de Atlanta é melhor do que Draymond em algumas coisas bem importantes para o estilo de jogo que o time pretende ter: arremesso de três pontos e explosão. Entretanto, deixa a desejar na defesa e na visão de jogo, ainda não podendo ser o armador que Dray é nos Warriors.

De qualquer modo, John Collins é peça fundamental: é o homem de garrafão, rápido, forte e com um teto alto, ainda se desenvolvendo como jogador.

Quando esses Warriors 'começaram', Harrison Barnes foi essencial. Um ala que sabe chutar dos três pontos, defende bem e faz um pouco de tudo. Por isso, os Hawks fizeram questão de trocar algumas escolhas de draft de 2019 para pegar a 4ª escolha e selecionar De'Andre Hunter, ala campeão universitário por Virginia: exatamente quem eles queriam.

Com a 10ª escolha do mesmo draft, também não titubaram: Cam Reddish. Ala com um arremesso longo maravilhoso e com alto potencial defensivo. Assim como feito com Trae Young e Kevin Huerter em 2018, e De'Andre Hunter em 2019, foram certeiros nos jogadores que queriam e precisavam no draft. Reddish é uma peça muito importante para esse sistema de jogo: sabe espaçar a quadra e abrir caminhos para Trae Young carregar a bola. Quando receber os passes, tem tudo para ser mortal dos três pontos.

Ou seja, os Hawks, assim como os Warriors, escolheram um cara para ser seu ponto principal (um armador rápido, habilidoso e espetacular dos três pontos), e o rodearam com jogadores altos e fortes, que sabem chutar dos três pontos, em todas as outras posições de quadra.

Fora de Quadra

Seguir os passos copiando os jogadores não é suficiente. Os Warriors são uma mentalidade, e os Hawks sabem disso.

Assim sendo, seu treinador, Lloyd Pierce, que chegou em Atlanta em 2018, "curiosamente" foi assistente técnico de Golden State em 2010 e 2011, quando a franquia desenvolvia sua dinastia.

Travis Schlenk é o General Manager dos Hawks, ou seja, o manda-chuva do basquete por lá desde 2017. Em 2004, Schlenk chegou em Oakland para ser olheiro de vídeos do Golden State Warriors. Por lá ficou até 2017, quando já era assistênte de General Manager.

Os Hawks ainda foram além e trouxeram mais gente, como Chelsea Lane, fisioterapeuta que cuidou de Curry e cia em suas lesões, e assistentes como  Michael Irr e Larry Riley. Um terço da equipe de treino dos Hawks já passou pelos Warriors.

Se vai dar certo? O futuro dirá. E, dando ou não, nunca é tarde para buscar um Kevin Durant por aí... 


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Jimmy Butler tomou a decisão mais corajosa possivel; agora o Miami Heat tem obrigação de ajudá-lo

Guilherme Sacco
Guilherme Sacco

Jimmy Butler era um dos jogadores mais disputados da agência livre da NBA. Podia ter renovado com o  Philadelphia 76ers, formado um 'super trio' com James Harden e Chris Paul no Houston Rockets. Até mesmo se juntado a LeBron James e Anthony Davis no Los Angeles Lakers.

Todas possibilidades reais que lhe fariam brigar pelo título já na temporada 2019/2020. Mas Jimmy queria mais. Queria ser o cara de um time que briga pelo título, mais ou menos como Kawhi no Toronto Raptors da última temporada. Por isso, optou pelo Miami Heat.

Na Flórida, será o líder e melhor jogador da equipe. Mais do que isso, será responsável por manter o legado de Dwyane Wade - ambos jogaram em Marquette na faculdade.

Jimmy Butler acertou com o Miami Heat
Jimmy Butler acertou com o Miami Heat Getty Images

Butler tomou a decisão mais corajosa da agência livre e agora terá pela frente o caminho mais difícil. E vai precisar da ajuda de Pat Riley e Erik Spoelstra.
O primeiro passo parece ter sido dado com a saída de Hassan Whiteside para o Portland Trail Blazers, mas não basta.

O Heat precisa, antes de mais nada, dar liberdade para Bam Adebayo. Selecionado em 2017, o pivô é bastante promissor e sempre teve sua evolução freada por Whiteside. Sem a concorrência,  Adebayo tem que ser utilizado como segunda opção de ataque já nesta temporada.

Além de liberar Adebayo da coleira, Pat e Spoelstra precisam garantir que Jimmy esteja cercado de bons arremessadores. Capacidade de carregar a bola e armar o jogo, Butler oferece e isso não deve ser problema. Mas, para poder ter espaço para brilhar, Jimmy precisa de ameaças reais ao seu lado que preocupem a defesa adversária, coisa que o Heat sentiu falta na última temporada.

E, por fim, Spoelstra precisa deixar Jimmy Butler ser Jimmy Butler. Mas pra quem já treinou LeBron James e foi, até hoje, quem o melhor fez, isso deve ser fichinha...

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Esqueça Nets, Durant, Warriors, Kyrie, Lakers... Por que essa é a imagem que pode mudar o rumo da NBA nos próximos anos

Pedro Suaide
Pedro Suaide

Em poucas horas, o mundo da NBA virou de cabeça para baixo. Mesmo antes de o mercado abrir, Kyrie Irving e Kevin Durant já estavam a caminho do Brooklyn Nets.

As horas seguintes foram insanas, como esperado, e com méritos, os Nets foram exaltados - afinal, agora eles têm Durant e Kyrie - e a discussão se eles realmente conseguirão um título desse jeito fica para outro dia.

Entretanto, nesta segunda-feira, Zion Williamson assinou seu contrato com o New Orleans Pelicans, apenas oficializando sua escolha como número 1 do Draft de 2019. E, mais do que Durant, Kyrie ou seja lá quem for, essa é a imagem que pode mudar o futuro da NBA.

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Zion é um fenômeno. Parte, obviamente, por ser ainda uma incógnita, algo nada certeiro. Entretanto, muito é pelo potencial nunca visto. Uma junção de velocidade, impulsão, força e habilidade que a NBA ainda não entendeu até onde pode chegar.

Entretanto, há razões para acreditar que sua chegada mude a NBA mais do que qualquer outro acontecimento nessa intertemporada.

O primeiro motivo é o seguinte: há um bom tempo a NBA não apresenta um panorama tão aberto quanto atualmente.


Os Warriors foram desmontados, e sem eles, existe competitividade. Os Lakers juntaram LeBron James e Anthony Davis, mas ainda não têm um time. Mesmo que Kawhi Leonard chegue, isso pode garantir uma hegemonia por quanto tempo? Algo perto de três anos, pensando na idade de LeBron e nos recorrentes problemas físicos de Kawhi e AD. Isso não é uma crítica ao que eles estão fazendo: se conseguirem juntar as três estrelas, é bem possível que vençam um título ou mais.

Mas estou falando de futuro. Cinco anos para mais. Zion é o nome da próxima geração da NBA e ainda tem 18 anos. E esse é o segundo motivo.

A NBA é uma liga de jogadores, não de times. Exemplo? O Heat chegou a quatro finais seguidas, os Cavs também. Mas foi LeBron James quem chegou a 8 finais seguidas.


LeBron, Durant, Curry, Kawhi, Harden... Em cinco anos, alguns desses já estarão aposentados, outros provavelmente na parte baixa da carreira. 

E quem faz parte da geração que já está pronta? Giannis Antetokounmpo, Joel Embiid, Nikola Jokic. E a nova geração é de Luka Doncic, Zion Williamson e outros que ainda precisam mostrar potencial para isso - potencial que Zion, sem sequer jogar na NBA, já mostrou. Se vai virar, é outra história.

Em poucos anos, Zion pode ser um dos grandes nomes do 'presente' da liga, e isso por si só é suficiente para colocar ele e seu time como concorrentes ao título. E o último motivo é exatamente o que vai ajudar ele a se tornar uma estrela.


Os Pelicans foram perfeitos no mercado. Enquanto todos os holofotes procuravam o Brooklyn, New Orleans viu JJ Redick, Nicolo Melli e Derrick Favors chegarem. Dois jogadores com experiência na NBA e 'casca' para serem mentores de Zion, além de um atleta um consagrado na Europa que joga na mesma posição de Williamson, e eles podem aprender muito um com o outro.

Somando isso com todas as movimentações já feitas (Lonzo Ball, Brandon Ingram, Josh Hart) e à manutenção de Jrue Holiday, o time já se desenha para ser 'de Zion'. Como os Cavs de 2003 já eram de LeBron, os SuperSonics de 2008 já eram de Durant e os Mavs de 2018 já eram de Doncic.

Se Zion vai virar história, não sabemos. Mas a foto já é histórica.

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Esqueça Nets, Durant, Warriors, Kyrie, Lakers... Por que essa é a imagem que pode mudar o rumo da NBA nos próximos anos

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O Golden State Warriors tem que aposentar a camisa 9

Guilherme Sacco
Guilherme Sacco

É simples assim. A camisa 9 do Golden State Warriors não pode mais ser vestida por ninguém. Eternamente, ela deve carregar o nome de Andre Iguodala, recém trocado para o Memphis Grizzlies para possibilitar a chegada de D'Angelo Russell.

Pouquíssimas pessoas se lembram, mas a chegada de Iguodala aos Warriors é um ponto de inflexão na construção da dinastia que fez da Oracle Arena palco das últimas cinco finais.

Ainda lá em 2012, Dwight Howard era um dos agentes livres mais disputados do mercado e os Warriors uma das equipes mais interessadas na contratação do pivô. Howard assinou com os Lakers, foi jogar ao lado de Kobe Bryant e Steve Nash e a gente lembra o que virou.

Enquanto isso, Golden State se virou para a sua segunda opção naquela agência livre. Iguodala. Você consegue imaginar o que teria sido dos Warriors se a contratação daquela temporada fosse o pivô? A diferença no estilo? A mudança no patamar que a equipe poderia alcançar?

Iguodala foi um dos símbolos da dinastia Warriors
Iguodala foi um dos símbolos da dinastia Warriors Getty Images

Pois é. Se aquela contratação acontecesse, muito provavelmente a gente lembraria dos Warriors como lembramos daquele Lakers de 2012. Um fracasso. Mas, para a sorte de Oakland, quem veio foi Iguodala. O Finals MVP de 2015, um dos melhores defensores da liga e, acima de tudo, um dos que melhor representou a cidade dentro de quadra.

A gente se acostumou a pensar em Golden State como uma franquia dominadora, que chega em finais facilmente e vence títulos, mas nem sempre foi assim. Os Warriors sempre foram o retrato fiel da área da baía de San Francisco, principalmente de Oakland.

Uma cidade guerreira, que tem um dos principais índices de violência do país, mas que nunca deixou essa ser a sua marca, ao contrário. A cidade é o berço dos Panteras Negras.  Da luta por melhores condições sociais para os negros nos Estados Unidos. É a cidade de todos, que luta até o fim e que não quer saber do glamour, apenas daquilo que realmente importa.

Como sempre foi Iguodala. O cara que nunca ganhou um contrato milionário, mas sempre foi fundamental para a equipe. O cara que se dispôs a fazer as coisas que menos pessoas reparam em prol do sucesso coletivo. O cara que, como ele mesmo definiu, "fez de tudo para manter o legado de Steph Curry e dessa equipe".  Inclusive converter arremessos em segundos finais de partidas de playoffs.

Iguodala foi Oakland. Iguodala foi o Golden State Warriors. Por isso, a camisa 9 tem que ser eternamente sua.

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'Quem eu quero não me quer': a melancólica realidade dos Knicks e o fio de esperança para um futuro melhor

Pedro Suaide
Pedro Suaide

Andre Iguodala estava certo: ninguém vai para os Knicks (ou quase). 

O domingo que abriu o mercado da NBA dividiu Nova York entre euforia e tristeza. O Brooklyn vibrou sem parar quando viu que Kevin Durant e Kyrie Irving seriam os novos jogadores dos Nets. Já o lado azul e laranja... 

Nada é por acaso. James Dolan é dono de um time que acumula fracassos ao tentar assinar estrelas. Esse ano parecia ser diferente, mas não foi. 

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Kristaps Porzingis não queria ficar nos Knicks e pediu para ser trocado. Dentre as opções, apareceu o Dallas Mavericks, que aceitou receber junto os altos contratos que o time de Nova York tinha. Assim, os Knicks abriram espaço para oferecer dois contratos máximos a duas estrelas e também se colocaram em posição favorita a ter a primeira escolha do draft: ou seja, Zion Williamson. 

Os boatos começaram a crescer e Kevin Durant e Kyrie Irving eram colocados, dia sim dia não, nos Knicks. Jogadores como Jimmy Butler e Kawhi Leonard também foram especulados. Os torcedores criaram esperanças. 

Veio o draft e os Knicks tiveram a terceira escolha (adeus, Zion). Chegou o domingo, o mercado abriu e os Knicks, que tinham espaço para dois contratos máximos, sequer ofereceram tudo o que podiam para Kevin Durant, um dos 20 maiores jogadores da história da NBA. Parte é culpa da sorte, mas James Dolan não se ajuda. 

Nos últimos muitos anos, os Knicks quiseram muita gente. LeBron James foi especulado em NY muitas vezes, mas todas as vezes que teve chance, não quis. Durant não quis. Kyrie não quis. Porzingis foi draftado pela franquia, cresceu lá... e também não quis. 

Carmelo Anthony chegou em 2011 via troca com Denver, ou seja, não teve escolha. Entretanto, foi a única estrela a vestir a camisa e representar a apaixonada torcida do Madison Square Garden. 

James Dolan, em 2019, mostrou incompetência mais uma vez. 

Os Knicks tinham um plano e moveram o mundo pensando nele: duas estrelas. Entretanto, a decisão é dos jogadores, e eles não quiseram. 

Até 2012, os Knicks reinavam em Nova York. Eram a única franquia da maior cidade mais famosa do mundo. Então, chegaram os Nets, que foram competitivos em algumas temporadas, assim como os Knicks, e desde então ambas equipes foram patéticas. Agora, o dono da cidade vive no Brooklyn. Já não bastasse não ter Durant e Kyrie, será necessário vê-los jogando no outro time da cidade. 

Isso gera uma pressão diferente a todas as que Dolan sentiu. Com Durant e Kyrie vestindo preto e branco, os holofotes estão virados para os Nets, as crianças vão se imaginar jogando no Barclays Center e por aí vai. 

Apesar de ninguém querer os Knicks, entretanto, nem tudo é choro. Dentro de quadra, pela primeira vez em anos, o futuro parece promissor - o que parece difícil de engolir quando o presente é o que é. 

O treinador David Fizdale é muito respeitado dentro da NBA. O núcleo jovem da equipe é um dos melhores da liga. Na última temporada, chegaram Kevin Knox, Mitchell Robinson e Allonzo Trier. Na troca de Porzingis, veio Dennis Smith Jr. No último draft, veio RJ Barrett, que tem potencial de se tornar uma estrela. E quando os torcedores secaram as lágrimas pela não chegada de nenhuma estrela, veio Julius Randle – também jovem, que provou seu potencial na última temporada e é o encaixe perfeito para o garrafão nesse atual elenco (veja um exemplo no vídeo acima).

Nenhum desses jogadores tem mais de 24 anos e todos têm muito potencial. É a hora de levantar a cabeça e ir com tudo na reconstrução do time. Potencial existe. O problema é que James Dolan também existe.

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LeBron James é o melhor da história em algo que Michael Jordan jamais será

Gabriel Veronesi
Gabriel Veronesi

Títulos, pontos, assistências, rebotes, mais títulos. As estatísticas sempre embasaram as grandes discussões sobre 'os maiores da história'. Mas existe um recorte, uma conta, em que LeBron James é, sem a menor discussão, o maior de todos os tempos na NBA.

O debate da parte em quadra pode ficar para outro texto, mas nesse aqui é onde eu cravo que LeBron James é o maior homem de negócios que a NBA já viu. Bem longe de Michael Jordan.

Jordan comanda o Charlotte Hornets, franquia simpática mas que parece ter dificuldades para subir ao grande palco da NBA. Jordan tem suas ações e seus negócios, mas todos parecem andar sob o radar. Jordan tem seus tênis, mas vale lembrar que toda a parceria com a Nike ficou por um fio após os dois primeiros modelos, e foram salvos pelo design de Tinker Hatfiled, que desenhou o terceiro modelo da coleção e 'reviveu' a marca.

Quando jogador, o desejo de ser o maior de todos os tempos fez com que Jordan 'ignorasse' outras estrelas, como conta Jerry Krause, ex-diretor dos Bulls, afirmando que Michael não fazia questão de ter companhia em Chicago, acreditando que ele poderia vencer sozinho.

Jordan pode ser todo o ícone que é, mas jamais será o grande jogador de xadrez, influente nos bastidores, assim como LeBron James é.

LeBron provou seu valor ano após ano dentro das quadras, mas bem antes disso, quando ainda estava no colégio, no St. Vincent-St. Mary High School, o atleta já atraía todos os olhares e já estampava revistas e mais revistas.

Assim como Kobe Bryant, LeBron 'pulou' o basquete universitário e entrou para a NBA com apenas 18 anos, e atraiu os holofotes do mundo todo para Cleveland, correspondendo em quadra e estampando outdoors, revistas e jornais.

Toda essa mídia parece ter moldado LeBron, que aprendeu, como ninguém, a usar todo esse brilho a seu favor.

Nos dias de hoje, é comum alguns jogadores 'se esconderem' dos holofotes. Kawhi Leonard, Giannis Antetokounmpo e James Harden são exemplos de que um astro pode ser discreto longe da bola laranja, e passam quase desapercebidos nas redes sociais.

LeBron é o contraponto. Não que ele polemize, teça opiniões divergentes ou coisa do gênero. Mas as redes sociais são uma arma poderosíssima, e ele sabe usar como ninguém.

Em Cleveland, apesar de jogar em casa, LeBron 'apanhou' nas finais em 2007 contra os Spurs e não viu mais as decisões da NBA em seu horizonte. Fez as malas e foi para Miami em 2010. O primeiro grande movimento de xadrez do 'King'.

Na Flórida, que já tinha Dwyane Wade, LeBron 'recrutou' também Chris Bosh, que estava brilhando no Toronto Raptors. O resultado da 'panela'? Finais da NBA logo no primeiro ano. A derrota para os Mavericks por 4 a 2 doeu, mas ainda viria mais coisa pela frente.

No ano seguinte, o caneco veio. LeBron, Bosh e Wade passaram fácil pelo Oklahoma City Thunder de um ainda novo Kevin Durant, e conquistaram o primeiro anel juntos.

Mais uma ano se passou, e um novo caneco foi para Miami. Dessa vez, o adversário era o San Antonio Spurs, e LeBron liderou a vitória nas finais em um histórico 4 a 3. Nessas finais em especial, LeBron contou com a ajuda de nomes importantes como do experiente Ray Allen, decisivo no jogo 6, partida de vida ou morte para Miami.

O que levou Ray Allen, ídolo dos Celtics a Miami? LeBron James. Mais um movimento de xadrez do 'Rei'.


A vingança dos Spurs veio em 2013-14, e San Antonio venceu por um amargo 4 a 1. A derrota abalou LeBron, que fez mais um importante movimento em seu tabuleiro: voltar para Cleveland.

LeBron construiu uma narrativa de 'promessa' nos Cavaliers, e voltou para o time para completar seu legado. Dessa vez, as peças ao seu lado foram Kyrie Irving, até então estrela solitária na equipe, e Kevin Love, outra estrela solitária no Minnesota Timberwolves.

A vitória não veio de cara, e a derrota em 2014-15 foi para o Golden State Warriors, o grande 'bicho-papão' da NBA (mal sabíamos o que Golden State se tornaria).

Por onde passou, LeBron não só deixou números e vitórias. Amizades e boas conexões também são marcas de James dentro da NBA. O irregular Tristan Thompson, parceiro de LeBron em Cleveland, conseguiu um gordo contrato, sem tanto entregar em quadra. Como explicar? A força de LeBron nos bastidores é algo absolutamente plausível.

No ano seguinte, inflamado por sua 'promessa', LeBron foi implacável, e conseguiu uma histórica e suada vitória sobre o Golden State Warriors. Mais um caneco. Mais um anel. Mais um bloco na construção de seu legado.

Mesmo vencedor, LeBron sentiu falta de algumas coisas ao seu redor, e precisava de mais peças para bater os Warriros, que agora tinham Kevin Durant. James mexeu suas peças, e trouxe artilharia de elite, como Kyle Korver. Não foi suficiente, e os Cavs caíram para um Golden State absolutamente avassalador.

A temporada seguinte começou sem Kyrie Irving, que se incomodou de dividir o palco com LeBron e pediu uma troca, partindo para o Boston Celtics. LeBron voltou ao seu tabuleiro, e reuniu sua 'panela'. Wade integrou os Cavaliers, além de George Hill, armador experiente. Antes de chegarmos às finais daquele ano, um movimento lateral aconteceu.

Os Cavs fizeram uma troca com os Lakers no meio da temporada, adquirindo Jordan Clarkson e Larry Nance Jr. e mandando Isaiah Thomas, Channing Frye para Los Angeles. A troca até parecia interessante para os Cavaliers, mas a verdade é que abriu espaço na folha salarial dos Lakers. Caminho livre para uma eventual chegada de um astro na próxima temporada. E que tal LeBron James?

A panela de LeBron em Cleveland não deu certo, e os Cavs sucumbiram aos Warriors mais uma vez. Varrida na final, 4 a 0 e o fim de uma história.

 Lembram daquele espaço na folha salarial dos Lakers? Pois é. LeBron casou perfeitamente com o espaço. Deixou os Cavaliers após cumprir sua promessa do título, contemplou suas responsabilidades sociais (afinal, LeBron cresceu em Akron, cidade vizinha a Cleveland), construindo uma escola do mais alto nível. O ato é nobre, sem dúvidas. Mas segue fazendo parte das peças de xadrez do astro.

Los Angeles é Hollywood. Cidade dos filmes, dos holofotes, das luzes. Os Lakers eram um time recheado de jovens talentosos, que poderiam casar muito bem com a experiência de LeBron. Além disso, os Lakers também adquiriram jogadores que, curiosamente, se encaixavam perfeitamente com as características de James, e sempre em contratos curtos: JaVale McGee, Kentavious Caldwell-Pope, Rajon Rondo...

O porquê dos contratos curtos? Oras, caso o time não desse certo no primeiro ano, os contratos expirariam e os Lakers teriam espaço para ter mais uma estrela.

E não deu certo mesmo. LeBron se lesionou, perdeu muitos jogos, os Lakers não engrenaram e fizeram uma temporada vexatória. Em meio a tudo isso, surgiu Anthony Davis.

Anthony Davis mostrou insatisfação no New Orleans Pelicans, e teve seu nome ligado aos Lakers. E por que os Lakers de LeBron James? Coincidentemente, Davis é agenciado por ninguém mais, ninguém menos, que Rich Paul, amigo de infância de LeBron, e um dos nomes fortes da Klutch Sports, que representa diversos jogadores na NBA.

Os rumores de uma troca esquentaram, mas não deram em nada, graças ao jogo duro de David Griffin, presidente de operações de basquete dos Pelicans. O 'saldão' abalou os jovens dos Lakers, que foram absolutamente destruídos pelos Pacers no dia seguinte aos rumores mais fortes. O desânimo era visível no rosto de todos.

A temporada passou, e o contrato de Davis foi chegando ao fim, perdendo seu valor, e 'pedindo' por uma troca.

Mal apagaram as luzes das finais entre Raptors e Warriors, e Anthony Davis encontrou um fim para sua novela. Os Lakers embalaram para presente diversos jovens e escolhas de draft, e colocaram Davis vestido de dourado e roxo. A dupla Davis-LeBron estava feita.

Junto deste 'casamento', foi anunciado a gravação de um filme estrelando ele mesmo: LeBron James. Space Jam 2 dá sequência ao filme de sucesso de 1996 que tinha Michael Jordan como seu personagem principal. Parte do elenco? Klay Thompson (agente livre), Damian Lillard e, adivinhem só, Anthony Davis. Convenientemente, morando em Los Angeles, assim como LeBron James. Nunca foi tão bom morar próximo a Hollywood.

Falamos de Raptors agora pouco, e aí entra outra peça: Kawhi Leonard. O ala que deixou San Antonio chegou aos Raptors com apenas 1 ano de contrato. O suficiente para vencer o 'bicho-papão' Golden State Warriors e validar todo o talento de Kawhi.

Os Lakers, agora com Anthony Davis e LeBron James, ficaram esfacelados e com pouquíssimos jogadores. Alguns novatos no elenco e as duas estrelas, além de Kyle Kuzma, um dos poucos jogadores que pareceram se adaptar ao jogo de LeBron. Mais uma coincidência?

 Davis sempre usou a camisa 23, mas não poderia usá-la nos Lakers, já que a mesma pertencia a LeBron James. Eis que mais uma peça é movida no tabuleiro. Para ter espaço na folha salarial para mais um contrato máximo com uma estrela, Davis teria que abrir mão de 4 milhões de bônus oriundos de sua troca. Anthony Davis abriu mão da quantia, e foi 'presenteado' com a camisa 23 de LeBron, que voltará a usar a 6, que usou nos tempos de Miami Heat. Cheque.

O último movimento estava por vir: os Lakers trocaram com os Wizards, mandaram seus últimos novatos com contrato para Washington, e conseguiram se livrar dos salários de Isaac Bonga, Moritz Wagner e Jemerrio Jones. Sem os salários, sem o bônus de Davis, os Lakers têm, enfim, espaço para contratar mais uma das estrelas no mercado.

No final das contas, LeBron James é mais influente nos bastidores do que Michael Jordan jamais será.

E se, finalmente, Kawhi Leonard, nascido em Los Angeles, um dos jogadores mais dominantes da NBA entrar nesse 'espaço' que os Lakers têm? E se Kawhi Leonard se juntar a LeBron James e Anthony Davis, fazendo time de Los Angeles ter três dos dez melhores jogadores da NBA hoje em dia? Se isso acontecer, bom... Cheque-mate.

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